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Q4398537 Português
De acordo com as regras de pontuação, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Toda a turma, veio brincar com o João.
( ) Depois de horas de sono, ela finalmente acordou.
Alternativas
Q4398533 Português
Quanto à flexão de número das palavras sublinhadas, analisar os itens abaixo:

I. Nós precisamos comprar três lápises.
II. Querida, chega de trazer tantos animals para casa. 
Alternativas
Q4398532 Português
Considerando-se a relação masculino - feminino, analisar os itens abaixo:

I. Diácono - diaconesa.
II. Hortelão - horteloa.
III. Solteirão - solteirona.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4398530 Português
Com relação ao significado dos adjetivos, analisar a sentença abaixo:

“Pluvial” é um adjetivo referente à chuva (1ª parte). “Fluminense” é um adjetivo pátrio referente ao estado do Rio de Janeiro (2ª parte).

A sentença está:
Alternativas
Q4398529 Português
Hábito de apenas duas horas por semana _________ te tornar mais saudável


    Ao decorrer dos anos, a prática de passar mais tempo em meio à natureza e ao ar livre passou a ser _________________ com vida saudável e com uma felicidade mais pura. Enquanto isso, pesquisadores do Reino Unido buscavam descobrir durante quanto tempo é necessário ficar ao ar livre para que alguém realmente tenha uma vida melhor.

    Com base em uma pesquisa nacional com cerca de 20 mil adultos britânicos, realizada entre 2014 e 2016, a equipe de cientistas acredita que eles podem ter encontrado um “ponto ideal” semanal para a exposição à natureza. Os autores do estudo concluíram que é necessário ficar duas horas ou mais em contato com áreas verdes.

    Os resultados ganham força com base em pesquisas anteriores, que descobriram que viver em áreas mais verdes está associado ___ menores riscos de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, asma, angústia mental, mortalidade e até mesmo miopia em crianças.

    Ainda que muitos estudos anteriores tenham medido o contato da natureza por meio da proximidade de espaços verdes, a nova pesquisa sugere que essa é uma grande falha. Em vez disso, parece que o “limiar” para a exposição natural está presente mesmo para aqueles que vivem em áreas com poucas configurações naturais: “As oportunidades locais empobrecidas não precisam ser uma barreira para a exposição à natureza”, sugerem os autores.


https://exame.abril.com.br... - adaptado.
O termo sublinhado em “Ainda que muitos estudos anteriores tenham medido o contato da natureza por meio da proximidade de espaços verdes, a nova pesquisa sugere que essa é uma grande falha.” (último parágrafo) expressa ideia de:
Alternativas
Q4398528 Português
Hábito de apenas duas horas por semana _________ te tornar mais saudável


    Ao decorrer dos anos, a prática de passar mais tempo em meio à natureza e ao ar livre passou a ser _________________ com vida saudável e com uma felicidade mais pura. Enquanto isso, pesquisadores do Reino Unido buscavam descobrir durante quanto tempo é necessário ficar ao ar livre para que alguém realmente tenha uma vida melhor.

    Com base em uma pesquisa nacional com cerca de 20 mil adultos britânicos, realizada entre 2014 e 2016, a equipe de cientistas acredita que eles podem ter encontrado um “ponto ideal” semanal para a exposição à natureza. Os autores do estudo concluíram que é necessário ficar duas horas ou mais em contato com áreas verdes.

    Os resultados ganham força com base em pesquisas anteriores, que descobriram que viver em áreas mais verdes está associado ___ menores riscos de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, asma, angústia mental, mortalidade e até mesmo miopia em crianças.

    Ainda que muitos estudos anteriores tenham medido o contato da natureza por meio da proximidade de espaços verdes, a nova pesquisa sugere que essa é uma grande falha. Em vez disso, parece que o “limiar” para a exposição natural está presente mesmo para aqueles que vivem em áreas com poucas configurações naturais: “As oportunidades locais empobrecidas não precisam ser uma barreira para a exposição à natureza”, sugerem os autores.


https://exame.abril.com.br... - adaptado.
A palavra “hábito” (título) recebe acento pela mesma regra que preceitua o uso do acento em:
Alternativas
Q4398527 Português
Hábito de apenas duas horas por semana _________ te tornar mais saudável


    Ao decorrer dos anos, a prática de passar mais tempo em meio à natureza e ao ar livre passou a ser _________________ com vida saudável e com uma felicidade mais pura. Enquanto isso, pesquisadores do Reino Unido buscavam descobrir durante quanto tempo é necessário ficar ao ar livre para que alguém realmente tenha uma vida melhor.

    Com base em uma pesquisa nacional com cerca de 20 mil adultos britânicos, realizada entre 2014 e 2016, a equipe de cientistas acredita que eles podem ter encontrado um “ponto ideal” semanal para a exposição à natureza. Os autores do estudo concluíram que é necessário ficar duas horas ou mais em contato com áreas verdes.

    Os resultados ganham força com base em pesquisas anteriores, que descobriram que viver em áreas mais verdes está associado ___ menores riscos de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, asma, angústia mental, mortalidade e até mesmo miopia em crianças.

    Ainda que muitos estudos anteriores tenham medido o contato da natureza por meio da proximidade de espaços verdes, a nova pesquisa sugere que essa é uma grande falha. Em vez disso, parece que o “limiar” para a exposição natural está presente mesmo para aqueles que vivem em áreas com poucas configurações naturais: “As oportunidades locais empobrecidas não precisam ser uma barreira para a exposição à natureza”, sugerem os autores.


https://exame.abril.com.br... - adaptado.
Segundo seu sentido no texto, a palavra “limiar” (último parágrafo) encontra sinônimo em:
Alternativas
Q4398526 Português
Hábito de apenas duas horas por semana _________ te tornar mais saudável


    Ao decorrer dos anos, a prática de passar mais tempo em meio à natureza e ao ar livre passou a ser _________________ com vida saudável e com uma felicidade mais pura. Enquanto isso, pesquisadores do Reino Unido buscavam descobrir durante quanto tempo é necessário ficar ao ar livre para que alguém realmente tenha uma vida melhor.

    Com base em uma pesquisa nacional com cerca de 20 mil adultos britânicos, realizada entre 2014 e 2016, a equipe de cientistas acredita que eles podem ter encontrado um “ponto ideal” semanal para a exposição à natureza. Os autores do estudo concluíram que é necessário ficar duas horas ou mais em contato com áreas verdes.

    Os resultados ganham força com base em pesquisas anteriores, que descobriram que viver em áreas mais verdes está associado ___ menores riscos de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, asma, angústia mental, mortalidade e até mesmo miopia em crianças.

    Ainda que muitos estudos anteriores tenham medido o contato da natureza por meio da proximidade de espaços verdes, a nova pesquisa sugere que essa é uma grande falha. Em vez disso, parece que o “limiar” para a exposição natural está presente mesmo para aqueles que vivem em áreas com poucas configurações naturais: “As oportunidades locais empobrecidas não precisam ser uma barreira para a exposição à natureza”, sugerem os autores.


https://exame.abril.com.br... - adaptado.
De acordo com o texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Conforme autores de estudo realizado no Reino Unido, é essencial ficar no mínimo duas horas em contato com a natureza por dia.
( ) Além de diminuir a probabilidade de ter obesidade, viver em áreas verdes está relacionado com diminuição dos riscos de asma e diabetes.
Alternativas
Q4398525 Português
Hábito de apenas duas horas por semana _________ te tornar mais saudável


    Ao decorrer dos anos, a prática de passar mais tempo em meio à natureza e ao ar livre passou a ser _________________ com vida saudável e com uma felicidade mais pura. Enquanto isso, pesquisadores do Reino Unido buscavam descobrir durante quanto tempo é necessário ficar ao ar livre para que alguém realmente tenha uma vida melhor.

    Com base em uma pesquisa nacional com cerca de 20 mil adultos britânicos, realizada entre 2014 e 2016, a equipe de cientistas acredita que eles podem ter encontrado um “ponto ideal” semanal para a exposição à natureza. Os autores do estudo concluíram que é necessário ficar duas horas ou mais em contato com áreas verdes.

    Os resultados ganham força com base em pesquisas anteriores, que descobriram que viver em áreas mais verdes está associado ___ menores riscos de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, asma, angústia mental, mortalidade e até mesmo miopia em crianças.

    Ainda que muitos estudos anteriores tenham medido o contato da natureza por meio da proximidade de espaços verdes, a nova pesquisa sugere que essa é uma grande falha. Em vez disso, parece que o “limiar” para a exposição natural está presente mesmo para aqueles que vivem em áreas com poucas configurações naturais: “As oportunidades locais empobrecidas não precisam ser uma barreira para a exposição à natureza”, sugerem os autores.


https://exame.abril.com.br... - adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: Prefeitura de Matinhos - PR Provas: UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Arquiteto | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Fisioterapeuta | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Farmacêutico com Habilitação em Análises Clínicas | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Assistente Social | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Coordenador Educacional | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Nutricionista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Professor de Educação Física | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Psicólogo | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Terapeuta Ocupacional | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico ESF | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Pediatra – Plantonista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Professor de Educação Artística | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Fonoaudiólogo | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Dentista ESF | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Anestesista – Plantonista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Educador Infantil | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Enfermeiro | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Engenheiro em Segurança do Trabalho | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Cardiologista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Clínico Geral – Plantonista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Ginecologista e Obstetra – Plantonista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Neuropediatra | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Ortopedista – Plantonista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Intensivista Internista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Psiquiatra |
Q4392707 Português

O texto abaixo é referência para a questão.



    Na era de ouro da comunicação, pululam informações falsas que buscam difundir crenças sem qualquer base científica. Conceitos consolidados ao longo de séculos, como a esfericidade da Terra, passam a ser questionados de forma simplória e irresponsável. Conteúdos pseudocientíficos na internet desautorizam, por exemplo, a eficácia de vacinas e a utilidade da energia nuclear. Mas conhecer e entender o mundo a partir do método científico é a forma mais eficiente de melhorá-lo. 


    Um dos conselhos mais conhecidos em divulgação científica é: se há algo importante a ser dito, que seja dito logo. Cumpre-se, então, o conselho: a Terra é redonda. Para um(a) leitor(a) desavisado(a), pode parecer exagero ter de lembrar o formato de nosso planeta, mas os tempos mudam e nem sempre para melhor. Esse fato científico consolidado tem sido questionado em sítios pseudocientíficos na internet. Nossa tarefa aqui é consertar esse equívoco. […] 


(Adaptado de: http://cienciahoje.org.br/artigo/a-terra-e-redonda/, acesso em 28, fev. 2019.)

O termo sublinhado ao fim do primeiro parágrafo (lo) faz referência a: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: Prefeitura de Matinhos - PR Provas: UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Arquiteto | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Fisioterapeuta | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Farmacêutico com Habilitação em Análises Clínicas | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Assistente Social | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Coordenador Educacional | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Nutricionista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Professor de Educação Física | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Psicólogo | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Terapeuta Ocupacional | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico ESF | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Pediatra – Plantonista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Professor de Educação Artística | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Fonoaudiólogo | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Dentista ESF | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Anestesista – Plantonista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Educador Infantil | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Enfermeiro | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Engenheiro em Segurança do Trabalho | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Cardiologista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Clínico Geral – Plantonista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Ginecologista e Obstetra – Plantonista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Neuropediatra | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Ortopedista – Plantonista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Intensivista Internista | UFPR - 2019 - Prefeitura de Matinhos - PR - Médico Psiquiatra |
Q4392706 Português

O texto abaixo é referência para a questão.



    Na era de ouro da comunicação, pululam informações falsas que buscam difundir crenças sem qualquer base científica. Conceitos consolidados ao longo de séculos, como a esfericidade da Terra, passam a ser questionados de forma simplória e irresponsável. Conteúdos pseudocientíficos na internet desautorizam, por exemplo, a eficácia de vacinas e a utilidade da energia nuclear. Mas conhecer e entender o mundo a partir do método científico é a forma mais eficiente de melhorá-lo. 


    Um dos conselhos mais conhecidos em divulgação científica é: se há algo importante a ser dito, que seja dito logo. Cumpre-se, então, o conselho: a Terra é redonda. Para um(a) leitor(a) desavisado(a), pode parecer exagero ter de lembrar o formato de nosso planeta, mas os tempos mudam e nem sempre para melhor. Esse fato científico consolidado tem sido questionado em sítios pseudocientíficos na internet. Nossa tarefa aqui é consertar esse equívoco. […] 


(Adaptado de: http://cienciahoje.org.br/artigo/a-terra-e-redonda/, acesso em 28, fev. 2019.)

Com relação ao texto lido, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O autor do texto traz informações sem se posicionar sobre o assunto.
( ) De acordo com o texto, o conhecimento deve ser obtido por meio do método científico, e não apenas pela difusão de ideias e crenças que não podem ser provadas pela ciência.
( ) O termo em destaque no texto pode ser substituído, sem alteração de sentido, por “brotam”.
( ) Um título apropriado para este texto seria “A plenitude da Terra”.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4359089 Português
O cachorro do meu irmão


   Se tem uma coisa que aprendi é: colunistas precisam ser muito cuidadosos ao falar de bichos. Algumas pessoas se sensibilizam mais com os bichos do que com a humanidade inteira, o que não julgo. Quem sou eu. A humanidade anda complicada mesmo, mas ainda acho que vale o esforço. Lembrei do risco de escrever sobre um cachorro a respeito de um texto publicado aqui. O título era Inventário dos Meus Bichos, sobre as minhas recordações caninas. Uma leitora saiu lascando, como assim, "inventário", uma palavra fria e calculista para se referir a animais? De nada adiantaram minhas explicações sobre o que se convencionou chamar de licença poética - no caso, prosética, se me perdoam o trocadilho infame. Outros me execraram porque falei dos cachorros da minha infância, e todos eram de raças diferentes, escolhidos e mantidos pelos meus pais. Não compre, adote.

   Que culpa eu, criança há 40 e tantos anos, carrego por que não tínhamos vira-latas em casa? Não fui convidada a participar da decisão e, se fosse, com certeza concordaria com o que os pais escolhessem. Meus irmãos e eu queríamos um cachorro, qualquer cachorro. Se nos dessem um pônei, nós o batizaríamos de Rex e acreditaríamos que era um cachorro. Fomos felizes para sempre com nossos boxers e um schnauzer para lá de rueiro, como seríamos com um vira-latas. Mas alguns leitores não perdoaram minhas memórias. Na próxima, prometo lembrar de coisas que não vivi.

    Hoje a coluna fala sobre um vira-latas chamado, ora veja, Cachorro. Foi adotado pelo meu irmão em Ingleses, a praia de Floripa. Os dois ficaram amigos enquanto o Cachorro passeava com seu bando e parava para ganhar um carinho, beber água, comer alguma coisa. Um dia apareceu desgarrado, entrou na casa do meu irmão e nunca mais saiu. Isso foi há quase cinco anos. O veterinário estima que o Cachorro esteja pelos nove anos de idade, alguns pelos brancos aparecendo no focinho.

   Catarinense, o Cachorro veio há pouco morar em Porto Alegre e está completamente adaptado à leal e valorosa. Ama ir ao Cachorródromo dos Açorianos. Meu irmão mora no Centro Histórico e, se precisa viajar, o cão fica hospedado comigo, se estou na cidade, ou com minha irmã e suas três filhas. Em qualquer dos endereços, vira rei no primeiro minuto.

   O Cachorro é o bicho mais querido que conheci. Meu irmão acha que ele sofreu muito até ser adotado, o pobre não pode ver uma vassoura que sai, apavorado, para se enfiar em algum cantinho. Quem bate em um ser indefeso desses merece, esse sim, levar umas vassouradas. O Cachorro não rasga o sofá, não come os fones de ninguém, não pega as meias, não rói as almofadas. Não me espantaria se latisse um "muito obrigado" quando é servido de ração. Necessidades? Só fora de casa, seja quando for o passeio. Mas o passeio tem que ser logo. O Cachorro é louco por uma banda.

    Na rua, ele cheira tudo. Alterna paradas para cheirar as pedras, as plantas, a calçada, as árvores, com longas andanças em que parece um praticante de marcha atlética. É preciso sair com muitos saquinhos na mão, o Cachorro não poupa os canteiros do centro. E, às vezes, me coloca em saias justas. Foi eu me distrair em um dos pit stops que ele deu uma espirradinha de xixi na porta do Colégio Sevigné. Interrompi no meio, mas uma senhora que varria a calçada viu. O xingão que ela me deu ecoou pela Duque deserta. Que vergonha, deixar o bicho fazer xixi na porta de um colégio. Ela não aceitou minhas desculpas. Temos que ser mais atentos, o Cachorro e eu. Somos cidadãos e fazemos questão de andar na linha.

    Agora, enquanto escrevo, o Cachorro dorme o sono dos cachorros justos e cansados atrás da minha cadeira. Meu irmão acaba de avisar que vem buscar seu precioso daqui a pouco. Não sei, não, mas acho que vem aí Tajes x Tajes.

     Só devolvo o Cachorro na Justiça.


Claúdia Tajes

Fonte: Jornal Zero Hora. Disponível no endereço eletrônico:https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudiatajes/noticia/2019/11/o-cachorro-do-meu-irmaock2qgnnw600jp01o072y2z4f4.html Acesso em 20 de novembro de 2019 
No período “Meu irmão acha que ele sofreu muito até ser adotado”, a oração subordinada em destaque exerce a função sintática de:
Alternativas
Q4359087 Português
O cachorro do meu irmão


   Se tem uma coisa que aprendi é: colunistas precisam ser muito cuidadosos ao falar de bichos. Algumas pessoas se sensibilizam mais com os bichos do que com a humanidade inteira, o que não julgo. Quem sou eu. A humanidade anda complicada mesmo, mas ainda acho que vale o esforço. Lembrei do risco de escrever sobre um cachorro a respeito de um texto publicado aqui. O título era Inventário dos Meus Bichos, sobre as minhas recordações caninas. Uma leitora saiu lascando, como assim, "inventário", uma palavra fria e calculista para se referir a animais? De nada adiantaram minhas explicações sobre o que se convencionou chamar de licença poética - no caso, prosética, se me perdoam o trocadilho infame. Outros me execraram porque falei dos cachorros da minha infância, e todos eram de raças diferentes, escolhidos e mantidos pelos meus pais. Não compre, adote.

   Que culpa eu, criança há 40 e tantos anos, carrego por que não tínhamos vira-latas em casa? Não fui convidada a participar da decisão e, se fosse, com certeza concordaria com o que os pais escolhessem. Meus irmãos e eu queríamos um cachorro, qualquer cachorro. Se nos dessem um pônei, nós o batizaríamos de Rex e acreditaríamos que era um cachorro. Fomos felizes para sempre com nossos boxers e um schnauzer para lá de rueiro, como seríamos com um vira-latas. Mas alguns leitores não perdoaram minhas memórias. Na próxima, prometo lembrar de coisas que não vivi.

    Hoje a coluna fala sobre um vira-latas chamado, ora veja, Cachorro. Foi adotado pelo meu irmão em Ingleses, a praia de Floripa. Os dois ficaram amigos enquanto o Cachorro passeava com seu bando e parava para ganhar um carinho, beber água, comer alguma coisa. Um dia apareceu desgarrado, entrou na casa do meu irmão e nunca mais saiu. Isso foi há quase cinco anos. O veterinário estima que o Cachorro esteja pelos nove anos de idade, alguns pelos brancos aparecendo no focinho.

   Catarinense, o Cachorro veio há pouco morar em Porto Alegre e está completamente adaptado à leal e valorosa. Ama ir ao Cachorródromo dos Açorianos. Meu irmão mora no Centro Histórico e, se precisa viajar, o cão fica hospedado comigo, se estou na cidade, ou com minha irmã e suas três filhas. Em qualquer dos endereços, vira rei no primeiro minuto.

   O Cachorro é o bicho mais querido que conheci. Meu irmão acha que ele sofreu muito até ser adotado, o pobre não pode ver uma vassoura que sai, apavorado, para se enfiar em algum cantinho. Quem bate em um ser indefeso desses merece, esse sim, levar umas vassouradas. O Cachorro não rasga o sofá, não come os fones de ninguém, não pega as meias, não rói as almofadas. Não me espantaria se latisse um "muito obrigado" quando é servido de ração. Necessidades? Só fora de casa, seja quando for o passeio. Mas o passeio tem que ser logo. O Cachorro é louco por uma banda.

    Na rua, ele cheira tudo. Alterna paradas para cheirar as pedras, as plantas, a calçada, as árvores, com longas andanças em que parece um praticante de marcha atlética. É preciso sair com muitos saquinhos na mão, o Cachorro não poupa os canteiros do centro. E, às vezes, me coloca em saias justas. Foi eu me distrair em um dos pit stops que ele deu uma espirradinha de xixi na porta do Colégio Sevigné. Interrompi no meio, mas uma senhora que varria a calçada viu. O xingão que ela me deu ecoou pela Duque deserta. Que vergonha, deixar o bicho fazer xixi na porta de um colégio. Ela não aceitou minhas desculpas. Temos que ser mais atentos, o Cachorro e eu. Somos cidadãos e fazemos questão de andar na linha.

    Agora, enquanto escrevo, o Cachorro dorme o sono dos cachorros justos e cansados atrás da minha cadeira. Meu irmão acaba de avisar que vem buscar seu precioso daqui a pouco. Não sei, não, mas acho que vem aí Tajes x Tajes.

     Só devolvo o Cachorro na Justiça.


Claúdia Tajes

Fonte: Jornal Zero Hora. Disponível no endereço eletrônico:https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudiatajes/noticia/2019/11/o-cachorro-do-meu-irmaock2qgnnw600jp01o072y2z4f4.html Acesso em 20 de novembro de 2019 
No período “E, às vezes, me coloca em saias justas”, o uso da crase é justificado por:
Alternativas
Q2711198 Medicina

Observe os itens a seguir relacionados à febre tifoide.


I. A febre tifoide é uma doença transmissível associada às precárias condições sanitárias, de higiene pessoal e ambiental, sendo frequente sua ocorrência sob a forma de surtos relacionados com água e/ou alimentos contaminados.

II. A estratégia de controle da febre tifoide está dirigida, no setor saúde, para o fortalecimento das vigilâncias epidemiológica, sanitária e ambiental visando à detecção de casos precoces e à adoção de medidas que impeçam sua propagação

III. No Brasil, a febre tifoide é restrita à área Yanomami, no Estado de Roraima, onde inquérito epidemiológico realizado pelo Ministério da Saúde no período de 1993 a 1997, em 28 pólos-base, encontrou 1.247 infectados (29,12%) entre os 4.283 indígenas examinados


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2711197 Medicina

__________________ é uma doença transmissível aguda, toxiinfecciosa, causada por bacilo toxigênico que frequentemente se aloja nas amígdalas, na faringe, na laringe, no nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele.


Marque a alternativa que preenche de forma correta a lacuna acima.

Alternativas
Q2711196 Medicina

Existem vários fatores que podem levar ao desenvolvimento de uma inflamação no revestimento da parede do estômago. Os mais comuns incluem:


I. Infecção por H. pylori: é um tipo de bactéria que se fixa no estômago, causando inflamação e destruição do revestimento do estômago.

II. Níveis elevados de estresse: o estresse altera o funcionamento gástrico, facilitando a inflamação da parede do estômago.

III. Consumo excessivo de bebidas alcoólicas: o álcool causa irritação da parede do estômago e também deixa o estômago desprotegido da ação dos sucos gástricos.

IV. Uso frequente de anti-inflamatórios, como Ibuprofeno ou Naproxeno: este tipo de remédios reduzem uma substância que ajuda a proteger as paredes do efeito irritante do estômago do ácido gástrico.


A quantidade de itens corretos é:

Alternativas
Respostas
10061: B
10062: B
10063: A
10064: B
10065: D
10066: C
10067: D
10068: A
10069: B
10070: C
10071: A
10072: B
10073: D
10074: D
10075: B
10076: C
10077: B
10078: C
10079: D
10080: B