Questões de Concurso Comentadas para médico clínico

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Q1956736 Português
Texto 2.

Inimigos

O apelido de Maria Tereza, para Norberto, era ‘Quequinha’. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava na sua mão, carinhosamente, e começava:

— Pois a Quequinha…

E a Quequinha, dengosa, protestava:

— Ora, Beto!

Com o passar do tempo o Norberto deixou de chamar a Maria Tereza de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:

— A mulher aqui…

Ou, às vezes:

— Esta mulherzinha…

Mas nunca mais Quequinha.

(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca o silêncio. O tempo usa armas químicas.)

Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por Ela.

— Ela odeia o Charles Bronson.

— Ah, não gosto mesmo.

Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer ‘essa aí’ e a apontava com o queixo.

— Essa aí…

E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.

(O tempo, o tempo. Tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois cura.)

Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:

— Aquilo…

Luis Fernando Veríssimo
Observe as frases retiradas do texto 2.

• Frase 1: … o Norberto pegava na sua mão, carinhosamente, e começava…
• Frase 2: Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por Ela.

Analise as afirmativas abaixo feitas sobre elas.
1. Na frase 1, na primeira oração, o adjunto adverbial pode ser deslocado, sem prejuízo de sentido.

2. Na frase 1, seu sentido seria alterado se fosse assim redigida: “… carinhosamente, o Norberto pegava na sua mão e começava…
3. Em 1, o sentido da frase não seria alterado se fosse assim redigida: “… o Norberto, na sua mão pegava, carinhosamente, e começava…
4. Na frase 2 há dois sujeitos simples, já que há dois nomes próprios: “Norberto e Ela”; o último referindo-se à Maria Teresa.
5. Na frase 2, a vírgula usada não é obrigatória. Foi usada para enfatizar a expressão “Com o tempo” que é adjunto adverbial deslocado.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1956735 Português
Texto 1.

Notícia de jornal

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

Fernando Sabino
Avalie se os sinônimos usados para a(s) palavra(s) entre parênteses estão corretos e coloque ( V ) para verdadeiro e ( F ) para falso.

( ) Um homem de cor branca, trinta anos plausíveis. (presumíveis)
( ) Depois de setenta e duas horas de diligência em plena rua, morreu. (inanição)
( ) Um marginalizado, um preterido morreu na rua. (pária, proscrito)
( ) Para reprimenda dos outros homens. (escarmento)
( ) Com um olhar de nojo e deferência. (desdém)

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1956734 Redação Oficial
Texto 1.

Notícia de jornal

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

Fernando Sabino
Na Redação Oficial, o pronome de tratamento confere ao texto a formalidade necessária a esse tipo de correspondência e possui aspectos peculiares de concordância.
Assinale a alternativa correta de acordo com a afirmação acima.
Alternativas
Q1956733 Português
Texto 1.

Notícia de jornal

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

Fernando Sabino
Analise as afirmativas sobre o texto 1.

1. O autor mostra sua indignação diante da morte por inanição.
2. O autor critica a insensibilidade de pessoas da sociedade diante da miséria dos desabrigados.
3. O autor mostra a naturalização da morte no cotidiano das pessoas.
4. O autor, no terceiro parágrafo, prestando um serviço de utilidade pública, informa o fato de que os mendigos são da competência de autoridades especializadas, como a Delegacia de Mendicância.
5. O autor critica o fato de um homem estar morto na calçada, durante setenta e duas horas, e ser ignorado pelos transeuntes.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1954602 Medicina
Antônio, sexo masculino, 67 anos, história patológica pregressa de HAS e DM II (faz uso irregular de Losartana 50mg e Metformina 500mg) é trazido por familiares ao setor de emergência do Hospital Municipal com queixa de um quadro súbito de fraqueza ao lado direito do corpo e dificuldade para falar que iniciou há cerca de 30 minutos do momento da admissão. Não há histórico de trauma. Como deve ser realizado o atendimento inicial deste paciente?
Alternativas
Q1954601 Medicina
André, sexo masculino, 28 anos, procura atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) com queixa de tosse há 4 semanas, febre vespertina e perda de peso. Nega tabagismo. No Brasil, qual a principal hipótese diagnóstica e quais exames são usados para confirmá-la?
Alternativas
Q1954600 Medicina
Jorge, sexo masculino, 55 anos, apresenta dor em ambos os joelhos, mais pronunciada à esquerda, há 2 anos, evoluindo com piora progressiva e dificuldade de deambulação. Radiografia evidencia Gonartrose com redução assimétrica do espaço articular, mais evidente em região medial de joelho e presença de osteófitos. Ele apenas se automedicou com dipirona 500mg, não fez uso de mais nenhuma outra medicação. Qual a primeira opção de tratamento farmacológico proposto?
Alternativas
Q1954599 Medicina
Ivone, sexo feminino, 56 anos, com história de tabagismo se apresenta a seu clínico geral com sintomas de dispneia e tosse por vários dias. Seus sintomas começaram há 3 dias com rinorreia. Ela relata tosse matinal crônica com produção de escarro branco, que aumentou nos últimos 2 dias. Vem apresentando episódios semelhantes a cada inverno nos últimos 4 anos. Tabagista, fuma 20 cigarros por dia há 40 anos. A paciente nega hemoptise, calafrios ou perda de peso e ainda não teve nenhuma melhora da tosse com os medicamentos que tomou por conta própria. Qual a principal hipótese diagnóstica e a sua carga tabágica? 
Alternativas
Q1954598 Medicina
Joaquim, 35 anos, pedreiro, casado com Joana com quem tem um casal de filhos de 6 e 11 anos. Consumidor de cachaça e cerveja desde os 12 anos, tendo adquirido este “hábito” com a sua família. Atualmente vem apresentando sintomas clínicos relacionados a problemas de estômago e fígado. Procurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) perto de sua casa, foi atendido pelo Dr. Rodrigo, de quem gostou muito. Dr. Rodrigo pediu alguns exames e um “teste” com ele – deixou claro que ele precisaria diminuir ou parar de beber. Joaquim tentou parar e ficou assustado quando percebeu que não conseguia parar de beber. Na primeira semana, apresentou insônia, agitação e agressividade, voltando a beber. Quais são bons métodos para identificação e estratificação do alcoolismo? Leia atentamente e responda a alternativa com as assertivas corretas.

I- Questionário Cage; II- Teste AUDIT; III- Teste de Fagërstrom; IV- Inventário de Beck.

As afirmativas corretas são:
Alternativas
Q1954597 Medicina
Mariana, sexo feminino, 26 anos, procurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) queixando-se de febre alta, de início abrupto, acompanhada de cefaléia intensa, mal-estar geral, dor retro-orbitária, náusea e vômitos, com início do quadro há quatro dias. Ao exame físico, bom estado geral, corada, hidratada, anictérica. Sinais Vitais - Temperatura axilar: 39ºC, PA: 120x80mmHg; FC: 100bpm; FR: 15irpm. Pele sem lesões. Feita a hipótese diagnóstica de dengue, o(a) médico(a) deve realizar qual exame para triagem?
Alternativas
Q1954596 Medicina
Roberto, sexo masculino, 50 anos, apresentava queixa de emagrecimento e icterícia há três meses em consulta de rotina, na qual foi aventada a hipótese de hepatite e solicitado encaminhamento do paciente para a infectologia com sorologias. Em consulta da infectologia foi descartada a hipótese de hepatite e solicitada ultrassonografia (USG) abdominal total que evidenciou dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas, ducto colédoco ectasiado (1,8cm), vesícula biliar hidrópica com bile espessa, sem evidências de cálculos em seu interior e ectasia do ducto pancreático principal (5,9mm). Qual a principal hipótese diagnóstica para este caso?
Alternativas
Q1954595 Medicina
Segundo estudos recentes, qual a principal opção de tratamento de primeira linha para o HIV em todas as populações? 
Alternativas
Q1954594 Medicina
No tratamento de um paciente com asma, um médico decide iniciar um beta-2 agonista de longa duração. Uma das opções é:
Alternativas
Q1954593 Medicina
A hepatite B é uma doença causada por vírus e que acarreta inflamação do fígado. Não costuma apresentar sinais, mas quando aparecem os sintomas mais comuns são: dor abdominal, urina escura, fezes claras, cansaço, tontura, náusea, febre, pele e olhos amarelados. Podem surgir até seis meses após a infecção. Leia atentamente e analise as assertivas.

I- O vírus da hepatite B é transmitido pelo sangue e outros líquidos ou secreções corporais contaminadas. A transmissão pode também ocorrer em situações rotineiras no dia a dia, como, por exemplo, no compartilhamento de alicates de unha;
II- O vírus da hepatite B é transmitido por via oral-fecal, de uma pessoa infectada para outra saudável, ou através de alimentos ou da água contaminada;
III- A infecção pelo vírus da hepatite B é considerada uma doença sexualmente transmissível;
IV- Todas as mulheres grávidas devem fazer o teste de hepatite B. O teste é especialmente importante para mulheres que se enquadram em grupos de alto risco, como profissionais de saúde.

As assertivas corretas são:
Alternativas
Q1954592 Medicina
José, 45 anos, comparece à Unidade de Pronto Atendimento com queixa de dor torácica à esquerda há 2 dias. Paciente refere tosse produtiva com expectoração amarelada há 5 dias, além de febre alta (mensurada 39º). Nos últimos 2 dias, evoluiu com dor torácica ventilatóriodependente à esquerda, dispneia e escarros hemáticos. Nega patologias prévias. Tabagista há 15 anos, 01 maço/dia. Etilismo diário, cerca de 2 garrafas de cerveja. Nega uso de drogas ilícitas. Ao exame físico, encontra-se em regular estado geral, LOTE, taquipnéico, mucosas coradas. Sinais vitais - PA: 120/80mmHg, FC: 100bpm, Tax: 38,5ºC, FR: 33irpm, Sat O2: 92%. AR: Expansibilidade levemente diminuída em 1/3 inferior do hemitórax esquerdo, macicez à percussão, murmúrio vesicular preservado com estertores crepitantes em base esquerda. Restante do exame segmentar sem alterações. Nega comorbidades ou internações prévias. Qual o diagnóstico provável?
Alternativas
Q1954591 Medicina
O Câncer de Próstata permanece como a neoplasia sólida mais comum e a segunda maior causa de óbito oncológico no sexo masculino. Apesar dos avanços terapêuticos, cerca de 25% dos pacientes com Câncer de Próstata ainda morrem devido à doença. Atualmente, cerca de 20% ainda são diagnosticados em estágios avançados, embora um declínio importante tenha ocorrido nas últimas décadas em decorrência, principalmente, de políticas de rastreamento da doença e maior conscientização da população masculina. Desta forma, deve-se fazer o rastreamento:
Alternativas
Q1954590 Medicina
Recomenda-se que as pessoas com risco médio para Câncer Colorretal iniciem o rastreamento regular aos 45 anos. As pessoas em bom estado geral de saúde e expectativa de vida de mais de 10 anos devem manter o rastreamento do Câncer Colorretal regularmente até os 75 anos de idade. Para pessoas com idades entre 76 e 85 anos, a decisão de fazer o rastreamento deve estar baseada em suas preferências pessoais, expectativa de vida, estado geral de saúde e histórico de rastreamento anterior. Pessoas com mais de 85 anos não precisam mais fazer o rastreamento de Câncer Colorretal. Quais são as opções corretas de exames para o rastreamento do Câncer Colorretal?

I-Exame imunoquímico fecal (FIT), anualmente; II-Exame de sangue oculto nas fezes pelo teste do guaiacol, anualmente; III-Colonoscopia, a cada 10 anos; IV-Colonoscopia, anualmente.

As afirmativas corretas são:
Alternativas
Q1954589 Medicina
A Constituição Federal que é considerada o marco jurídico inicial, onde “nasce o SUS”, traz em seus artigos 196 ao 200, o “registro do SUS” e o artigo 198 traz em seu texto as Diretrizes e alguns dos Princípios do SUS. São diretrizes do SUS:
Alternativas
Q1954588 Medicina
A paciente Severina, 78 anos, foi admitida no PA após acidente automobilístico com queixa de tosse seca e dispneia progressiva. Ao exame físico inicial, apresenta hipotensão, desvio da traqueia à direita e distensão da veia jugular. O hemitórax esquerdo encontra-se hipertimpânico à percussão, tenso e pouco compressível à palpação, com murmúrios vesiculares diminuídos. Qual o diagnóstico provável e qual deve ser a primeira conduta?
Alternativas
Q1954585 Medicina
Seu Geraldo, 60 anos, comparece à segunda consulta agendada no Posto de Saúde da cidade. Ele se queixa de emagrecimento, embora venha comendo muito, bebe muita água e atribui a isso o aumento do número de vezes que tem urinado. Trabalha como pedreiro e nunca tinha precisado ir ao médico até o presente momento. Não faz uso de nenhuma medicação. Ao exame físico, ausculta cardíaca sem alterações, ausculta pulmonar também sem alterações. PA: 120x80mmHg. Peso: 52kg. Altura: 1,70m (IMC: 17,99). Trouxe os resultados dos exames laboratoriais que você solicitou: Creatinina: 1,5mg/dl / Glicemia de jejum 250 mg/dl. Qual o diagnóstico e qual o tratamento indicado?
Alternativas
Respostas
7421: D
7422: E
7423: A
7424: B
7425: A
7426: D
7427: B
7428: A
7429: E
7430: B
7431: B
7432: D
7433: A
7434: B
7435: B
7436: C
7437: A
7438: B
7439: D
7440: E