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Q2524736 Medicina
É vedado ao médico revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente.
Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir, referentes a essa restrição:
I. A proibição permanece mesmo que o fato seja de conhecimento público ou o paciente tenha falecido.
II. A proibição permanece quando de seu depoimento como testemunha (nessa hipótese, o médico comparecerá perante a autoridade e declarará seu impedimento).
III. A proibição permanece em caso de investigação de suspeita de crime, sendo o médico impedido de revelar segredo que possa expor o paciente a processo penal.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2524735 Medicina
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o principal prejuízo causado pela disseminação de fake news na busca por um corpo saudável.
Alternativas
Q2524734 Medicina
Qual é o principal desafio enfrentado pelos profissionais da saúde diante do aumento de pacientes “experts” que buscam informações sobre saúde na internet?
Alternativas
Q2524733 Medicina
Diante da crescente informatização de pacientes “experts”, como os profissionais de saúde devem lidar com essa situação? 
Alternativas
Q2524732 Medicina
Qual é o aspecto negativo relacionado ao uso do WhatsApp Messenger pelos profissionais de saúde, conforme destacado no estudo de Leão et al (2018), citado na obra “Tecnologia da informação e comunicação (TICs) e a ética em saúde” (2022)?
Alternativas
Q2524731 Medicina
Considerando os elementos indispensáveis para uma boa interlocução na área da saúde, assinale a alternativa que apresenta um dos princípios éticos que um profissional deve seguir ao utilizar o WhatsApp Messenger para troca de informações com pacientes. 
Alternativas
Q2501210 Medicina
Homem, 64 anos, traz exames laboratoriais solicitados na última consulta por vir apresentando quadro de fadiga. Exames laboratoriais: Hemoglobina = 7,8 g/dL; VCM = 75 fl; HCM = 22 pg; RDW = 18%; leucócitos = 6.300/mm3; plaquetas = 200.000/mm3. Diante disso, qual a conduta mais indicada?
Alternativas
Q2501209 Medicina
Foi admitida no pronto atendimento uma paciente de 52 anos com queixa de palpitações há 3 horas. Nega outros sintomas. Ao exame físico, paciente em bom estado geral, com pressão arterial de 120 x 70 mmHg e frequência cardíaca de 138 bpm. Eletrocardiograma apresentando Fibrilação Atrial. Assinale a alternativa que apresenta a conduta adequada para a reversão do caso.
Alternativas
Q2501208 Medicina
Paciente masculino, 37 anos, usuário de drogas injetáveis, retorna na unidade com os resultados dos exames solicitados em consulta anterior. Exames laboratoriais: AST = 24 U/l; ALT = 30 U/l; HBsAg = não reagente; anti-HBc IgM = não reagente; anti-HBc IgG = reagente; anti-HBsAg = reagente; anti-HCV = reagente. Qual a melhor conduta a ser tomada? 
Alternativas
Q2501207 Medicina
Homem de 42 anos com quadro de pirose e epigastralgia há 6 meses. Na última consulta foi solicitado Endoscopia Digestiva Alta, (EDA), trazendo o resultado hoje. No exame, é confirmado presença de úlcera gástrica e percebe-se que o teste da urease foi positivo. Assinale a alternativa que apresenta o tratamento mais adequado.
Alternativas
Q2501206 Medicina
Choque hiperdinâmico que apresentar débito cardíaco aumentado e resistência vascular periférica diminuída, pode ser causado por: 
Alternativas
Q2501205 Medicina
A Doença Renal Diabética é a principal causa de doença renal crônica dialítica do mundo, sendo fundamental seu rastreio precoce em pacientes diabéticos. Sendo assim, quais das alternativas apresenta o correto rastreamento para a Doença Renal Diabética?
Alternativas
Q2501204 Medicina
Homem de 20 anos, diabético, (tipo 1), com quadro de dor abdominal, náusea e vômitos há 3 horas. Ao exame físico, paciente em regular estado geral, afebril, anictérico, com pressão arterial de 110 x 80 mmHg, frequência cardíaca de 112 bpm, tempo de enchimento capilar alargado, sem alterações na ausculta cardiopulmonar e no exame abdominal. Solicitados exames laboratoriais com os seguintes achados: Hemoglobina = 14 g/dl; hematócrito = 40%; leucócitos = 11.000/mm3; plaquetas = 220.000/mm3; sódio = 136 mmol/l; potássio = 3,5 mmol/l; glicemia = 440 mg/dl; pH venoso = 7,2; pO2 = 38; pCO2 = 28; HCO3 = 13; SatO2 = 70%; cetonemia = 4,6. Qual das alternativas apresenta a conduta inicial mais adequada diante do caso?
Alternativas
Q2501203 Medicina
Qual é a alteração eletrocardiográfica mais comum no Hipertireoidismo?  
Alternativas
Q2501202 Medicina
Sobre a Pneumonia Hospitalar, analise as assertivas e marque a alternativa devida.
I- O seu principal agente etiológico é a Legionella.
II- Ocorre após 48 horas da admissão hospitalar.
III- É sempre acompanhada de derrame pleural complicado, sendo necessário a realização de drenagem.
IV- A antibioticoterapia base pode ser feita com Cefepime, podendo associar outras drogas de acordo com o risco de infecção por bactérias Gram negativas e/ou MRSA. 
Alternativas
Q2501201 Medicina
Homem, 67 anos, hipertenso, com quadro febril associado à tosse, expectoração esverdeada e dor torácica há 3 dias. Ao exame físico, paciente em bom estado geral, febril, (temperatura axilar de 38,2°C), pressão arterial de 130 x 80 mmHg, frequência cardíaca de 97 bpm, frequência respiratória de 32 irpm e saturação periférica de oxigênio de 96%. Apresenta estertores crepitantes em base pulmonar direita na ausculta pulmonar. Qual a conduta mais adequada para o paciente?
Alternativas
Q2498805 Português
Leia o excerto da matéria abaixo, extraído da Isto É, 06/10/23, responda à questão.

MENTE SÃ

Em dez de outubro, comemora-se, em todo mundo, o Dia da Saúde Mental.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a quantidade de pessoas com transtornos mentais, especialmente ansiedade e depressão, tem aumentado nos últimos anos, principalmente depois da pandemia. O caos na saúde com a chegada da Covid-19, o medo da infecção e a imposição do isolamento social são alguns dos fatores que aumentaram exponencialmente o sofrimento mental. [...] Apesar dos diversos tratamentos disponíveis – medicamentosos e psicoterápicos –, a maior parte dos pacientes desconhece sua condição: não sabe, não procura ajuda e não se trata. [...]


Segundo a Organização Mundial da Saúde, existe aproximadamente um bilhão de pessoas vivendo com algum tipo de transtorno da mente

    O estigma de que pessoas com transtornos mentais são problemáticas, perigosas ou mesmo incapazes contribui para isolá-las socialmente e afastá-las do diagnóstico e de um possível tratamento. Estranha-me que a sociedade que enaltece corpos esculpidos em academias é a mesma que esconde a visita ao psiquiatra. Como se cultuar o corpo fosse glória e cuidar da mente, humilhação.

Inaceitável, portanto, essa dicotomia quando a ciência já nos ensinou: não existe separação entre corpo e mente. Pois, mente sem saúde faz o corpo adoecer. E corpo doente também adoece a mente.

Quanto mais falamos sobre saúde mental, mais ajudamos a vencer o estigma. E quando o estigma se desfaz, o silêncio se quebra, o paciente se dá conta de que não está só, que há mais gente ao redor, sofrendo, talvez, dos mesmos males, buscando, também, mesma cura. Talvez por isso, em psicoterapia se diz que a cura vem do falar.
Assinale a alternativa, na qual a frase apresentada consiste numa paráfrase da estrutura: “Quanto mais falamos sobre saúde mental, mais ajudamos a vencer o estigma.”:
Alternativas
Q2498803 Português
Leia a crônica a seguir para responder à questão.


CONFERÊNCIA ÍNTIMA (Samarone Lima)

    Me impressiona um pouco quando me convidam para esses avanços da Internet, o compartilhamento de fotos, de labirintos e pandemônios, e vejo que algumas pessoas têm 456 amigos numa tacada só, ou num arquivo, ou num sistema.
   Eu ficaria paralisado, sem saber a quem recorrer, no caso de uma aflição, um cansaço, uma deselegância, esses chauvinismos dos dias desafortunados. Olho, louvo a disposição para tanta gente, mas fico lembrando da época em que eu recebia cartas, direcionadas apenas para mim, com o selo pregado, o papel, o carimbo dos Correios etc. As cartas tinham rosto. Era a caligrafia da pessoa, a força de suas mãos. Tenho caixas dessas cartas comigo.
    Lembro também de telefonemas do tipo “não estou bem, preciso conversar ainda hoje contigo”, e tudo se providenciava para o encontro, porque o “ainda hoje”, dito por um amigo, é o maior dos mandamentos.
    É que sou de uma civilização do papel, dos amigos de carne e osso e de uma dose importante de conversa fiada. O que tem me preocupado mais nesse meu mundo, não é que eu tenha muitos ou poucos amigos. O alarmante mesmo é que estou vendo menos os amigos que ganhei da vida. Há uma certa dispersão de minha parte, que se acomoda gentilmente com minhas viagens, projetos, escritos.
    Era preciso que a gente tivesse menos obrigações, menos pensamentos lá adiante. Eu queria viver com menos, deixar todo o supérfluo de lado.
    Ultimamente, as promessas de cafés se avolumam, os “precisamos nos encontrar” se renovam, e às vezes me lembro do “olá como vai” do Paulinho da Viola, embora meu sinal esteja aberto para tantas coisas lindas. Outro dia, desmarquei um almoço com um velho amigo e depois pensei que era ridículo não peitar as demandas, fazer da agenda somente um objeto quadrado e relegado, dizendo “espera aí, compadre, que nos vemos daqui a pouco, isso é o mais importante para hoje”.
    Há pouco, fui olhar uma coletânea de textos lindos, de pessoas queridas, que me chegaram pelo e-mail ao longo dos últimos anos. Me deu uma saudade, mas atravessou-me o sentimento de distância reparável, uma constatação sem dor da dispersão natural. Aconteceu. Algumas pessoas de que gosto muito eu raramente encontro, apesar de queridíssimas, de saber da importância. Outro dia, o velho e bom Lourival Holanda disse que eu era um avaro de mim mesmo, e fiquei a pensar sem nostalgia nisso, à beira do Parque 13 de Maio. Talvez eu esteja somente distraído, introspectivo, nesse dia chuvoso no Recife. Muitas vezes acontece isso. Estou tão distraído, que não vejo o melhor.
    Talvez nós humanos sejamos um pouco assim, distraídos e dados ao efêmero. Então escrevo, buscando talvez alguma espécie de redenção.
Avalie a veracidade das proposições a seguir sobre os recursos linguísticos presentes no texto.

I- Apresença de verbos no pretérito imperfeito (As cartas tinham rosto), pretérito perfeito (Há pouco fui olhar...) e presente (Então escrevo...) é motivada por haver uma mescla de sequências descritivas, narrativas e de comentário no decorrer do texto.
II- O emprego de verbos no subjuntivo em algumas frases (Talvez eu esteja somente distraído... /Talvez nós humanos sejamos...) significa que há uma correlação entre o advérbio e o modo verbal, que remetem a noção de incerteza.
III- Em: “Então escrevo, buscando talvez alguma espécie de redenção.”, a menção ao substantivo “redenção” significa que o autor deseja fazer uma reparação ou desculpar-se por algum descuido, como o distanciamento.
IV- Em: “Talvez eu esteja somente distraído, introspectivo, nesse dia chuvoso no Recife. [...] Estou tão distraído, que não vejo o melhor. Talvez nós humanos sejamos um pouco assim, distraídos e dados ao efêmero”, o advérbio “assim” caracteriza-se como um elemento coesivo que recupera, anaforicamente, a informação “não vejo o melhor”.
V- No contexto: “o velho e bom Lourival Holanda disse que eu era um avaro de mim mesmo, e fiquei a pensar sem nostalgia nisso”, O pronome demonstrativo “isso” sintaticamente é objeto direto e, semanticamente, recupera a informação “chove demais em Recife”.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q2498802 Português
Leia a crônica a seguir para responder à questão.


CONFERÊNCIA ÍNTIMA (Samarone Lima)

    Me impressiona um pouco quando me convidam para esses avanços da Internet, o compartilhamento de fotos, de labirintos e pandemônios, e vejo que algumas pessoas têm 456 amigos numa tacada só, ou num arquivo, ou num sistema.
   Eu ficaria paralisado, sem saber a quem recorrer, no caso de uma aflição, um cansaço, uma deselegância, esses chauvinismos dos dias desafortunados. Olho, louvo a disposição para tanta gente, mas fico lembrando da época em que eu recebia cartas, direcionadas apenas para mim, com o selo pregado, o papel, o carimbo dos Correios etc. As cartas tinham rosto. Era a caligrafia da pessoa, a força de suas mãos. Tenho caixas dessas cartas comigo.
    Lembro também de telefonemas do tipo “não estou bem, preciso conversar ainda hoje contigo”, e tudo se providenciava para o encontro, porque o “ainda hoje”, dito por um amigo, é o maior dos mandamentos.
    É que sou de uma civilização do papel, dos amigos de carne e osso e de uma dose importante de conversa fiada. O que tem me preocupado mais nesse meu mundo, não é que eu tenha muitos ou poucos amigos. O alarmante mesmo é que estou vendo menos os amigos que ganhei da vida. Há uma certa dispersão de minha parte, que se acomoda gentilmente com minhas viagens, projetos, escritos.
    Era preciso que a gente tivesse menos obrigações, menos pensamentos lá adiante. Eu queria viver com menos, deixar todo o supérfluo de lado.
    Ultimamente, as promessas de cafés se avolumam, os “precisamos nos encontrar” se renovam, e às vezes me lembro do “olá como vai” do Paulinho da Viola, embora meu sinal esteja aberto para tantas coisas lindas. Outro dia, desmarquei um almoço com um velho amigo e depois pensei que era ridículo não peitar as demandas, fazer da agenda somente um objeto quadrado e relegado, dizendo “espera aí, compadre, que nos vemos daqui a pouco, isso é o mais importante para hoje”.
    Há pouco, fui olhar uma coletânea de textos lindos, de pessoas queridas, que me chegaram pelo e-mail ao longo dos últimos anos. Me deu uma saudade, mas atravessou-me o sentimento de distância reparável, uma constatação sem dor da dispersão natural. Aconteceu. Algumas pessoas de que gosto muito eu raramente encontro, apesar de queridíssimas, de saber da importância. Outro dia, o velho e bom Lourival Holanda disse que eu era um avaro de mim mesmo, e fiquei a pensar sem nostalgia nisso, à beira do Parque 13 de Maio. Talvez eu esteja somente distraído, introspectivo, nesse dia chuvoso no Recife. Muitas vezes acontece isso. Estou tão distraído, que não vejo o melhor.
    Talvez nós humanos sejamos um pouco assim, distraídos e dados ao efêmero. Então escrevo, buscando talvez alguma espécie de redenção.
Considerando a frase “Outro dia, o velho e bom Lourival Holanda disse que eu era um avaro de mim mesmo, e fiquei a pensar sem nostalgia nisso, à beira do Parque 13 de Maio.”, o amigo Lourival Holanda estaria fazendo uma crítica ao comportamento do personagem-narrador, ou advertindo-o pelo fato de este:
Alternativas
Respostas
3821: D
3822: B
3823: B
3824: C
3825: C
3826: A
3827: C
3828: B
3829: D
3830: D
3831: B
3832: D
3833: B
3834: A
3835: D
3836: C
3837: A
3838: D
3839: A
3840: C