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Mulher de 35 anos, com diagnóstico prévio de lúpus eritematoso sistêmico controlado com hidroxicloroquina, foi ao ambulatório de reumatologia relatando histórico de três abortos espontâneos antes da 12ª semana nos últimos quatro anos. Atualmente está assintomática, mas expressa o desejo de engravidar novamente nos próximos meses. Exames confirmaram positividade para anticorpo anticardiolipina IgG, anticoagulante lúpico e anti-beta2- glicoproteína I, repetidos e positivos em dois exames com intervalo maior que 12 semanas.
Qual é a conduta profilática mais adequada para a próxima gestação?
Homem de 55 anos, etilista crônico, foi internado na enfermaria de clínica médica após queixa de formigamento nos pés, dificuldade para caminhar e fadiga intensa. Ao exame físico, apresentava palidez cutaneomucosa, reflexos diminuídos e marcha instável. O hemograma revelou hemoglobina de 8,2 g/dL, com VCM de 112 fL, além de leucopenia discreta e plaquetopenia leve. A dosagem de vitamina B12 foi de 120 pg/mL (valor de referência: 200–900 pg/mL).
Diante desse quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta terapêutica mais adequada?
Mulher residente em Gravatá com 42 anos, previamente saudável, detectou nódulo em exame de check-up. Nega sintomas compressivos ou história familiar de câncer de tireoide. Ao exame físico, nódulo palpável no lobo direito, indolor, móvel à deglutição. Ultrassom: nódulo sólido hipoecoico de 1,4 cm, margens irregulares, microcalcificações, relação anteroposterior/transversal > 1, sem linfonodos suspeitos. Classificação: TI-RADS 5.
Qual a melhor conduta?
Mulher de 78 anos, vinda de Jaboatão, chega ao Hospital Getúlio Vargas com febre de 39 °C, confusão mental e hipotensão (PA 85/50 mmHg). Apresenta FR 30 irpm, SatO₂ 82% em ar ambiente, estertores difusos e perfusão periférica lenta. A radiografia de tórax mostra infiltrados multilobares bilaterais, e os exames laboratoriais revelam leucocitose de 22.000/mm³ e lactato sérico elevado.
Qual é a conduta imediata mais adequada segundo SBPT/ATS-IDSA e Surviving Sepsis Campaign?
Uma mulher de 47 anos, G2P2, comparece ao ambulatório com queixa de nódulo endurecido na mama direita há 3 semanas. Relata que o nódulo surgiu após um trauma no local quando sua filha pequena bateu com o cotovelo durante uma brincadeira. Nega dor significativa, febre ou secreção mamilar. Ao exame físico, identifica-se nódulo irregular, de consistência firme, pouco móvel, indolor, medindo cerca de 2 cm, sem alterações cutâneas importantes e sem linfonodomegalias axilares. Mamografia realizada mostra área de opacidade espiculada com microcalcificações pleomórficas, sendo BI-RADS 4. A USG evidencia nódulo heterogêneo, hipoecoico, com sombra acústica posterior.
Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada?
Uma mulher de 41 anos procura o ambulatório com queixa de descarga papilar unilateral pela mama direita há 2 meses. Ela relata secreção espontânea, serossanguinolenta, que aparece sem compressão. Nega dor mamária, febre ou trauma. Ao exame físico, observa-se saída de pequena quantidade de secreção sanguinolenta por um único ducto. Não há nódulos palpáveis nem linfonodomegalias. A mamografia está normal (BI-RADS 1), e a ultrassonografia mostra discreta ectasia ductal retroareolar sem lesões nodulares evidentes.
Qual é a conduta mais apropriada neste caso?
Mulher de 25 anos com queixas de ardência em região genital há 10 dias. O exame ginecológico revelou lesões vulvares com características pleomórficas, ora vesículas ora úlceras, com hiperemia intensa, no entanto, sem secreções.
No cenário acima, qual o diagnóstico mais provável?
Uma puérpera de 26 anos, três semanas após parto vaginal, queixa-se de febre alta há 24 horas (38,8 °C), dor intensa na mama esquerda e mal-estar. Refere dificuldade para amamentar devido à dor e relata fissura no mamilo esquerdo. No exame físico, observa-se área eritematosa, quente, dolorosa e endurecida no quadrante súpero-externo da mama esquerda. Não há flutuação palpável.
Qual é a conduta inicial mais adequada?
Paciente de 30 anos, G2P2 (vaginais), assintomática, veio para avaliar exames preventivos para câncer de colo uterino. Realizou um DNA-HPV que não detectou formas virais.
Considerando o cenário acima, assinale a alternativa CORRETA.
Diante de um quadro de intoxicação por sulfato de magnésio (MgSO4) realizado em gestante na 31ª semana de gravidez para neuroproteção fetal, sem diagnóstico de pré-eclâmpsia.
Assinale a alternativa que representa a conduta inicial CORRETA, diante de um quadro sugestivo de intoxicação pelo magnésio.
Paciente 26 anos, na 30ª semana, secundigesta e um aborto anterior, chega na emergência obstétrica referindo perda de líquido há 19 horas. Após anamnese detalhada do médico assistente, paciente refere que a perda foi súbita de um líquido transparente, cheirando a água sanitária, escorrendo pelas pernas e se acumulando do chão. Negava outras queixas. Ao exame clínico, temperatura axilar de 36,5oC e frequência cardíaca materna de 80 bpm. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente, toque vaginal não realizado e ausente líquido amniótico pelo exame especular e manobra de valsava. Realizada ultrassonografia a qual foi normal (líquido amniótico e vitalidade fetal).
Assinale a alternativa que NÃO complementará o diagnóstico baseado nas evidências.
Qual a hipótese diagnóstica e a conduta provavelmente CORRETAS?