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Uma paciente de 28 anos de idade apresentou cianose de quirodáctilos após exposição ao frio em uma viagem. Refere que, desde então, a cianose se mostrou mais ou menos intensa, porém nunca sumiu completamente. Relata, também, um certo grau de desconforto quando ela está mais intensa, o que ocorre em situações de estresse ou exposição a temperaturas mais baixas.
Diante desse quadro clínico, a principal hipótese diagnóstica é:
Uma paciente de 38 anos de idade apresenta, durante a primeira semana do puerpério de sua segunda gestação, trombose venosa profunda de veia muscular de perna direita.
Como está ainda em fase de amamentação, a melhor conduta terapêutica é iniciar enoxaparina em dose plena e, posteriormente:
Um paciente de 58 anos de idade, em pré-operatório de cirurgia de varizes de membros inferiores, teve descoberto um aneurisma de artéria poplítea de membro inferior direito, assintomático, com 20 mm em seu maior diâmetro.
A melhor conduta nesses casos é iniciar:
Um paciente de 56 anos de idade, tabagista, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabete melito tipo I, apresenta quadro típico de claudicação intermitente de panturrilha e coxa esquerda ao deambular cerca de 100 metros no plano. Atualmente encontra-se bem controlado em relação aos seus fatores de risco; porém, o médico assistente deseja otimizar o tratamento anticoagulante para profilaxia de eventos cardiovasculares e de membros inferiores maiores.
Como o paciente já está em uso de ácido acetil salicílico (100 mg/dia), o melhor anticoagulante a ser associado é:
Um paciente de 75 anos de idade, portador de hipertensão arterial sistêmica, diabete melito tipo II e dislipidemia, apresenta queixa de claudicação intermitente incapacitante de panturrilha direita. Durante a investigação, foi solicitado ecodoppler colorido arterial de membros inferiores, que demonstrou oclusão femoropoplítea direita, sem acometimento distal importante. Diante desses fatos, o médico assistente decidiu solicitar uma angiotomografia com contraste para programação de revascularização.
Para realização desse exame nesse perfil de paciente, devido ao risco de acidose lática, é preciso ficar atento ao uso de:
Um paciente de 28 anos de idade encontra-se em investigação para aneurisma de aorta abdominal assintomático, descoberto durante exame médico de rotina. Na anamnese o paciente refere úlceras orais dolorosas de repetição e um episódio de úlcera genital.
Diante desses fatos, deve-se investigar o diagnóstico de:
Um paciente de 45 anos de idade, em pré-operatório de varizes de membros inferiores, apresentou, na telerradiografia de tórax (PA e perfil), imagem compatível com dilatação do arco aórtico, escoliose e pectus excavatum.
Nesse paciente é importante observar outros estigmas clínicos que possam sugerir a síndrome de:
Um paciente de 27 anos de idade, submetido a ablação de veia safena magna por endolaser há três dias, apresenta, no ecodoppler de controle, imagem compatível com trombose induzida por calor endovenoso (EHIT) do tipo II da classificação de Kabnick.
A melhor conduta nesses casos é:
Uma paciente de 35 anos de idade, em uso de contraceptivo oral combinado iniciado há dois meses, chega ao pronto atendimento com queixa de dor e edema de membro inferior esquerdo, associados a febre e calafrios. O médico plantonista, por suspeita de trombose venosa profunda (TVP), aplica o escore de Wells, que dá de baixa probabilidade diagnóstica.
O exame complementar que deve ser solicitado para descartar definitivamente o diagnóstico de TVP é o(a):
Um paciente portador de aneurisma de aorta abdominal e poplíteas, está lúcido, orientado e sem déficit cognitivo aparente durante a consulta. O médico percebe uma leve anisocoria (ambas reativas) e uma pequena ptose à direita.
Considerando a causa mais provável, é correto incluir nos exames habituais um(a):
Uma mulher na terceira década de vida chega com TVP em membro inferior esquerdo muito sintomática, sendo o edema (+++/++++) desde a raiz da coxa. O exame de doppler confirma uma oclusão por trombo agudo em todo o eixo íleo fêmuro-poplíteo.
A melhor abordagem para essa paciente é:
Uma mulher de 54 anos é encaminhada aos cuidados de um especialista com indicação de embolização de miomas uterinos. Relata dor pélvica, dispareunia e sangramentos exagerados ligados ao ciclo ovariano. Traz ultrassonografia transvaginal e tomografia sugestivas de leiomiomas.
A conduta mais adequada nesse momento, é:
Uma paciente tratada de AAA infrarrenal há dois anos, apresenta no controle de 24 meses, um esdoleak tipo IA com discreto aumento do saco aneurismático, que já havia diminuído.
A forma mais adequada de abordar essa situação é:
Alguns minutos após iniciado um procedimento endovascular, o arco-em-C que está em uso estranhamente superaquece e, após um leve curto-circuito que desarma o disjuntor da sala, interrompe a emissão de raios. Restabelecida de pronto a energia, o técnico tranquiliza a equipe médica, dizendo que esse aparelho já está antigo para as revascularizações distais.
A equipe então nota algumas gotas de óleo no braço do arco, talvez oriundas da ampola emissora de raios-x. O profissional técnico em radiologia que assiste a equipe prontamente oferece a solução de não continuar usando esse aparelho velho e trazer o novo da sala ao lado para que a cirurgia seja reiniciada sem prejuízo de tempo.
É adequado que nesse momento, a equipe:
Um paciente, hoje com 73 anos, foi operado há onze anos por AAA infrarrenal com instalação de endoprótese bifurcada mais embolização de artéria ilíaca interna direita, que também se encontrava muito dilatada. Sem complicações importantes, houve uma certa demora para a cicatrização da ferida inguinal direita, por onde foi introduzido o corpo principal da endoprótese (embora não houvesse infecção) e claudicação glútea decorrente da oclusão da hipogástrica, mas que cedeu após vários meses de caminhada programada e fisioterapia.
O paciente foi acompanhado regularmente ao longo desse período, e até o momento estava assintomático. Seus exames agora mostram aneurismas das artérias ilíacas esquerdas (comum = 1,3 cm; externa = 1,5 cm; interna = 1,9 cm). Confirmam a adequação do tratamento antigo (sem migração, fratura, endoleaks etc.), porém há progressão da doença.
Nesse quadro, deve-se optar por: