Questões de Concurso
Comentadas para residência médica
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Um dos grandes desafios para o farmacêutico é participar ativamente da antibioticoterapia, zelando pelo seu uso racional. Nesse sentido, um farmacêutico de um hospital está avaliando a indicação de uso de antibióticos por dois pacientes:
Paciente 1: há indicação de uso de aminoglicosídeo e verifica-se que ele também utiliza um diurético de alça.
Paciente 2: para uma mulher grávida, há indicação de uso de nitrofurantoína.
Quais informações devem ser consideradas com prioridade pelo farmacêutico para o uso do antibiótico pelo paciente 1 e pelo paciente 2, respectivamente?
Os esquemas de insulinoterapia para pessoas com DM1 devem mimetizar a secreção fisiológica de insulina que ocorre em indivíduos sem diabetes. A estratégia de eleição é a terapia basal-bolus, que deve ser instituída precocemente, com múltiplas aplicações diárias de insulina ou com a bomba de infusão de insulina.
SILVA JÚNIOR, W. S. et al. Insulinoterapia no diabetes mellitus tipo 1 (DM1). Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes (2023). DOI: 10.29327/557753.2022-5, ISBN: 978-85-5722-906-8.
Em relação ao tratamento de DM1, são tipos de insulinas prandiais:
Este estudo inicia-se pelos doentes identificados e estabelece sujeitos comparáveis aos casos, porém reconhecidamente não doentes e, retrospectivamente, procura conhecer os níveis de exposição ao suposto fator de risco. Como exemplo, tem-se pacientes com diagnóstico de câncer (doença) para os quais será investigada exposição prolongada a um fármaco (fator de risco).
Como é classificado o tipo de estudo descrito no texto?
Leia o caso a seguir.
Um homem de 58 anos evoluindo com dores abdominais intensas foi diagnosticado com úlcera duodenal ativa. Melhorou transitoriamente após tratamento de erradicação do H. pylori bem-sucedido, mas três meses depois as dores voltaram, mesmo em uso de omeprazol 20 mg diariamente. Não tomou nenhum AINE, e o antígeno fecal para H. pylori se mostrou negativo. Uma nova endoscopia revelou pregas gástricas proeminentes, persistência da úlcera previamente detectada e uma nova úlcera a três centímetros da primeira. Os níveis de gastrina em jejum estão elevados e a secreção ácida basal é de 15 mEq/h.
Para estabelecer o diagnóstico dessa patologia,
Leia o caso a seguir.
Um morador de abrigo de idosos de 77 anos de idade deu entrada no pronto-socorro com hematêmese e melena há quatro horas. Ele relata uma história de tabagismo (30 cigarros ao dia) e dislipidemia familiar, nega outras comorbidades. Teve quadro de lombalgia há 15 dias e vem fazendo uso intermitente de 750 mg de paracetamol duas a quatro vezes ao dia. Foi submetido a uma endoscopia digestiva alta que evidenciou uma úlcera duodenal de dois centímetros de diâmetro, com fundo recoberto por fibrina e sem vaso visível.
Com base nesse achado endoscópico,