Foram encontradas 11.780 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3552880 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 62 anos com histórico de bronquiectasias, apresentou-se ao pronto-socorro com queixa de febre, tosse produtiva e dispneia progressiva nas últimas 48 horas. Relatou também sintomas de mal-estar geral e confusão mental. Ao exame físico, encontrava-se hipotensa (PA = 80 mmHg x 40 mmHg, PAM = 53 mmHg), taquicárdica (FC =108 bpm), taquipneica (FR = 30 irpm), com saturação de oxigênio diminuída e estertores crepitantes à ausculta pulmonar bilateralmente. Os exames laboratoriais revelaram leucocitose com desvio à esquerda e elevação dos marcadores inflamatórios. A gasometria arterial mostrou acidose metabólica e hipoxemia. A radiografia de tórax evidenciou infiltrados bilaterais compatíveis com pneumonia. Diante do quadro clínico, suspeitou-se de choque séptico de origem pulmonar. Foi prontamente indicada a UTI para suporte ventilatório.
Acerca do caso clínico apresentado, a dosagem de procalcitonina associada à avaliação clínica deve ser utilizada para definição do (a)
Alternativas
Q3552879 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 62 anos com histórico de bronquiectasias, apresentou-se ao pronto-socorro com queixa de febre, tosse produtiva e dispneia progressiva nas últimas 48 horas. Relatou também sintomas de mal-estar geral e confusão mental. Ao exame físico, encontrava-se hipotensa (PA = 80 mmHg x 40 mmHg, PAM = 53 mmHg), taquicárdica (FC =108 bpm), taquipneica (FR = 30 irpm), com saturação de oxigênio diminuída e estertores crepitantes à ausculta pulmonar bilateralmente. Os exames laboratoriais revelaram leucocitose com desvio à esquerda e elevação dos marcadores inflamatórios. A gasometria arterial mostrou acidose metabólica e hipoxemia. A radiografia de tórax evidenciou infiltrados bilaterais compatíveis com pneumonia. Diante do quadro clínico, suspeitou-se de choque séptico de origem pulmonar. Foi prontamente indicada a UTI para suporte ventilatório.
Assinale a alternativa que apresenta a droga que possui o menor potencial de induzir efeitos adversos adrenérgicos, como as arritmias cardíacas.
Alternativas
Q3552878 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 62 anos com histórico de bronquiectasias, apresentou-se ao pronto-socorro com queixa de febre, tosse produtiva e dispneia progressiva nas últimas 48 horas. Relatou também sintomas de mal-estar geral e confusão mental. Ao exame físico, encontrava-se hipotensa (PA = 80 mmHg x 40 mmHg, PAM = 53 mmHg), taquicárdica (FC =108 bpm), taquipneica (FR = 30 irpm), com saturação de oxigênio diminuída e estertores crepitantes à ausculta pulmonar bilateralmente. Os exames laboratoriais revelaram leucocitose com desvio à esquerda e elevação dos marcadores inflamatórios. A gasometria arterial mostrou acidose metabólica e hipoxemia. A radiografia de tórax evidenciou infiltrados bilaterais compatíveis com pneumonia. Diante do quadro clínico, suspeitou-se de choque séptico de origem pulmonar. Foi prontamente indicada a UTI para suporte ventilatório.
Quanto ao início de droga vasoativa para a paciente em questão, é correto afirmar que
Alternativas
Q3552877 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 62 anos com histórico de bronquiectasias, apresentou-se ao pronto-socorro com queixa de febre, tosse produtiva e dispneia progressiva nas últimas 48 horas. Relatou também sintomas de mal-estar geral e confusão mental. Ao exame físico, encontrava-se hipotensa (PA = 80 mmHg x 40 mmHg, PAM = 53 mmHg), taquicárdica (FC =108 bpm), taquipneica (FR = 30 irpm), com saturação de oxigênio diminuída e estertores crepitantes à ausculta pulmonar bilateralmente. Os exames laboratoriais revelaram leucocitose com desvio à esquerda e elevação dos marcadores inflamatórios. A gasometria arterial mostrou acidose metabólica e hipoxemia. A radiografia de tórax evidenciou infiltrados bilaterais compatíveis com pneumonia. Diante do quadro clínico, suspeitou-se de choque séptico de origem pulmonar. Foi prontamente indicada a UTI para suporte ventilatório.
Considerado que a paciente do caso clínico apresentado necessita receber antibioticoterapia precocemente, mas possui fator considerado de risco para bactéria multirresistente, para qual bactéria necessita ampliação do espectro de antibioticoterapia?
Alternativas
Q3552876 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias, cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame, apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 = 97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%, hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm³, linfócitos = 880/mm³ e plaquetas = 120 mil/mm³.
Em caso de evolução com piora importante do paciente do caso clínico com choque da dengue, a conduta adequada nas primeiras horas do choque deve ser
Alternativas
Q3552875 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias, cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame, apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 = 97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%, hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm³, linfócitos = 880/mm³ e plaquetas = 120 mil/mm³.
Em caso de reavaliação do paciente do caso clínico com confirmação de dengue, deve ser considerado sinal de alarme no exame físico o (a)
Alternativas
Q3552874 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias, cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame, apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 = 97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%, hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm³, linfócitos = 880/mm³ e plaquetas = 120 mil/mm³.
Após receber antitérmico e hidratação inicial, o ambiente mais adequado para o seguimento do tratamento desse paciente é o (a)
Alternativas
Q3552873 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias, cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame, apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 = 97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%, hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm³, linfócitos = 880/mm³ e plaquetas = 120 mil/mm³.
Quanto à classificação de risco, como o paciente do caso clínico deve ser classificado no momento?
Alternativas
Q3552872 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias, cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame, apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 = 97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%, hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm³, linfócitos = 880/mm³ e plaquetas = 120 mil/mm³.
Qual é o exame considerado adequado para confirmação laboratorial do diagnóstico de dengue no caso clínico apresentado?
Alternativas
Q3552871 Medicina

Caso clínico para responder à questão.


Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).



O diagnóstico do caso clínico é fator de risco para qual tipo de câncer de esôfago?
Alternativas
Q3552870 Medicina

Caso clínico para responder à questão.


Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).



Qual outra opção de tratamento deve ser considerada para esse paciente, em caso de refratariedade ao tratamento inicial?
Alternativas
Q3552869 Medicina

Caso clínico para responder à questão.


Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).



Qual achado endoscópico seria considerado de maior risco para câncer de esôfago no caso apresentado? 
Alternativas
Q3552868 Medicina

Caso clínico para responder à questão.


Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).



Qual é a terapia farmacológica inicial recomendada para o tratamento da DRGE nesse paciente?
Alternativas
Q3552867 Medicina

Caso clínico para responder à questão.


Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).



Assinale a alternativa que apresenta medidas que são consideradas tratamentos não farmacológicos adequados para o caso clínico: 
Alternativas
Q3532994 Medicina

Um jovem com 23 anos de idade tem diagnóstico de nefrolitíase com cálculos de 0,2 e 0,4 cm em rim direito e um terceiro de 0,3 cm em ureter ipsilateral. Vem apresentando cólicas nefréticas com dor moderada nas últimas semanas. Em alguns episódios, foi necessário procurar um serviço de urgência.


O tratamento clínico mais indicado para o caso acima é:

Alternativas
Q3532985 Medicina

Coqueluche é uma infecção aguda do trato respiratório causada pela bactéria Bordetella pertussis. A palavra coqueluche significa “tosse violenta”, expressão que descreve apropriadamente a característica mais consistente e proeminente da doença.


O nome chinês para coqueluche é “tosse de 100 dias”, termo que descreve o curso clínico da doença com precisão. A identificação de B. pertussis foi relatada pela primeira vez por Bordet e Gengou em 1906.


A classe de antibióticos mais adequada para tratamento dessa doença é: 

Alternativas
Q3532974 Medicina

Um paciente de 68 anos, com diagnóstico de câncer de próstata, foi internado para realização de prostatectomia. Estava em uso de anlodipino 10 mg ao dia e atorvastatina 20 mg ao dia. Relatou que no passado fez uso de “medicação para arritmia”, mas suspendeu por conta própria há 5 anos. Apresentava placa ateromatosa não obstrutiva em carótidas bilateralmente. Foi avaliado pela equipe de clínica médica no dia anterior da cirurgia.


O exame físico não apresentava alterações significativas. A pressão arterial era de 148 por 90 mmHg e a frequência cardíaca, de 69 batimentos por minuto.


Nesse caso, a conduta correta é: 

Alternativas
Q3532969 Medicina

Um paciente de 62 anos, hipertenso, compareceu a consulta ambulatorial regular. Apesar da implementação adequada de medidas de estilo de vida, relatou que seus níveis pressóricos se mantiveram elevados nas aferições de pressão em sua residência. Estava em uso de doses plenas de enalapril, indapamida e amlodipina. Em investigação recente, foram afastadas causas secundárias de hipertensão arterial. Ao exame, apresentava ritmo cardíaco regular e presença de quarta bulha cardíaca na ausculta cardíaca. A pressão arterial era de 155 por 96 mmHg e a frequência cardíaca era de 71 batimentos por minuto. Em exames laboratoriais recentes, a glicemia foi de 92 mg/dL, creatinina de 1,0 mg/dL, ureia de 32 mg/dL, sódio de 140 mg/dL e potássio de 3,9 mg/dL.


No caso desse paciente, a medicação que deve ser associada para um melhor controle pressórico é: 

Alternativas
Q3532966 Medicina

Uma paciente de 39 anos procurou o ambulatório com queixas de sonolência diurna e fadiga. Durante a anamnese, ela comentou que vinha dormindo mal à noite. Ela acreditava que seu sono estivesse sendo prejudicado por uma sensação de “inquietude” e desconforto nas pernas quando deitava na cama à noite. Isso gerava uma forte necessidade de movimentá-las, o que provocava alívio parcial do desconforto. Negou fazer uso de medicações ou ter doenças prévias. O exame físico estava sem alterações. O médico que estava atendendo suspeitou de síndrome das pernas inquietas.


Entre as alternativas abaixo, a conduta mais indicada para essa paciente é:

Alternativas
Q3532962 Medicina
Um paciente de 29 anos foi levado para o pronto-socorro por seus familiares por apresentar dificuldade em movimentar os membros inferiores ao acordar e impossibilidade de deambulação. Relatou ser previamente hígido. No dia anterior, realizou exercício físico intenso e extenuante. Disse ter se hidratado adequadamente e à noite, antes de se deitar, comeu grande quantidade de uma refeição rica em carboidrato. Ao exame físico, foi observada uma redução da força proximal em membros inferiores, mas sem outras alterações ao exame. Sinais vitais estavam normais. Nos exames laboratoriais coletados no pronto-socorro foram obtidos os seguintes resultados: sódio: 138 mEq/L, cálcio: 8,9 mEq/L, potássio: 2,2 mEq/L, magnésio: 1,9 mEq/L e glicemia: 86 mEq/L. Foi realizada reposição de potássio no pronto-socorro, e o paciente encaminhado para avaliação ambulatorial. 
Se for confirmada a hipótese de paralisia periódica hipocalêmica, a orientação para prevenção de novos episódios de fraqueza em membros inferiores é: 
Alternativas
Respostas
5501: C
5502: D
5503: B
5504: D
5505: C
5506: D
5507: A
5508: B
5509: C
5510: C
5511: B
5512: A
5513: D
5514: B
5515: A
5516: E
5517: A
5518: A
5519: E
5520: A