Questões de Concurso
Comentadas para nível médio
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Marque a alternativa correta, onde a palavra apresenta 9 fonemas.
Assinale a alternativa onde temos sequencialmente um ditongo, um hiato e um tritongo.
Assinale a alternativa onde há polissemia.
Quanto aos exemplos de figuras de linguagem, assinale a alternativa incorreta.
Leia os itens e assinale a alternativa verdadeira.
I - Frase interrogativa é aquela que usamos para fazer uma pergunta; frase exclamativa usamos para expressar espanto, surpresa, emoção, admiração, alegria, etc.; frase declarativa usamos para dar uma resposta, uma informação ou contar alguma coisa; frase imperativa usamos para expressar uma ordem, um desejo, um pedido.
II - Frase é a unidade de texto, que numa situação de comunicação é capaz de transmitir um pensamento completo.
III - Oração é o enunciado que se organiza em torno de um verbo.
IV - Dá-se o nome de período à frase organizada em oração ou orações.
Leia o poema abaixo para responder às próximas três questões.
Maresia: (Antônio Cícero).
O meu amor me deixou
Levou minha identidade
Não sei mais bem onde estou
Nem onde a realidade.
Ah, se eu fosse marinheiro
Era eu quem tinha partido
Mas meu coração ligeiro
Não se teria partido.
Ou se partisse colava
Com cola de maresia
Eu amava e desamava
Sem peso e com poesia.
Ah, se eu fosse marinheiro
Seria doce meu lar
Não só o Rio de Janeiro
A imensidão e o mar.
Leste oeste norte sul
Onde um homem se situa
Quando o Sol sobre o azul
Ou quando no mar a Lua.
Não buscaria conforto
Nem juntaria dinheiro
Um amor em cada porto
Ah, se eu fosse marinheiro
De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
Leia o poema abaixo para responder às próximas três questões.
Maresia: (Antônio Cícero).
O meu amor me deixou
Levou minha identidade
Não sei mais bem onde estou
Nem onde a realidade.
Ah, se eu fosse marinheiro
Era eu quem tinha partido
Mas meu coração ligeiro
Não se teria partido.
Ou se partisse colava
Com cola de maresia
Eu amava e desamava
Sem peso e com poesia.
Ah, se eu fosse marinheiro
Seria doce meu lar
Não só o Rio de Janeiro
A imensidão e o mar.
Leste oeste norte sul
Onde um homem se situa
Quando o Sol sobre o azul
Ou quando no mar a Lua.
Não buscaria conforto
Nem juntaria dinheiro
Um amor em cada porto
Ah, se eu fosse marinheiro
Analise os itens a seguir, de acordo com o texto.
I - Sendo marinheiro, o amor seria mais leve, o sofrimento amoroso seria remediado com facilidade e o amor poderia ser vivido com poesia.
II - O poema pode ser dividido em duas partes: a primeira, formada pelas estrofes 1, 2 e 3; e a segunda, pelas estrofes 4, 5 e 6. O eu lírico imagina sua vida na segunda parte em um lar doce, seguiria várias direções, viveria despreocupadamente e teria um amor em cada porto.
III - A primeira parte do poema se refere a ideias possíveis de se realizar, já na segunda, se refere a ideias impossíveis.
IV - As formas verbais empregadas no poema têm relação com a possibilidade e impossibilidade de realização. O pretérito imperfeito do indicativo remete a ações hipotéticas situadas no passado, portanto, não mais possíveis. O futuro do pretérito remete a ações futuras, portanto, possíveis, desde que satisfeita a condição de ser marinheiro.
Estão corretas as informações contidas em:
Leia o poema abaixo para responder às próximas três questões.
Maresia: (Antônio Cícero).
O meu amor me deixou
Levou minha identidade
Não sei mais bem onde estou
Nem onde a realidade.
Ah, se eu fosse marinheiro
Era eu quem tinha partido
Mas meu coração ligeiro
Não se teria partido.
Ou se partisse colava
Com cola de maresia
Eu amava e desamava
Sem peso e com poesia.
Ah, se eu fosse marinheiro
Seria doce meu lar
Não só o Rio de Janeiro
A imensidão e o mar.
Leste oeste norte sul
Onde um homem se situa
Quando o Sol sobre o azul
Ou quando no mar a Lua.
Não buscaria conforto
Nem juntaria dinheiro
Um amor em cada porto
Ah, se eu fosse marinheiro
- Leia os itens e, de acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
I - Na primeira estrofe, o eu lírico se refere a como ficou após uma decepção amorosa. Não sabe mais quem ele é, acostumado que estava a reconhecer-se na pessoa amada.
II - Ficar desorientado e perder a noção do real corresponde a não ter mais o “porto seguro” de uma identidade.
III - Para deixar de sofrer por amor, o eu lírico refugia-se em uma situação hipotética: ser marinheiro.
IV - Ser marinheiro seria uma solução para o mal do amor porque o eu lírico partiria, mas seu coração ficaria inteiro, ou seja, não sofreria.
Considere a seguinte análise sobre um importante aspecto do mundo contemporâneo e assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
“O termo ____________ é normalmente utilizado
para tratar de um conjunto de transformações
socioeconômicas que vêm atravessando as
sociedades contemporâneas em todos os cantos
do mundo. Tais transformações constituem um
conjunto de novas realidades e problemas que
implicam em novos desafios para a humanidade”.
Analise a seguinte definição sobre uma importante plataforma tecnológica da atualidade e assinale a alternativa que lhe corresponde.
“É um serviço de transmissão online que permite o acesso a uma ampla variedade de filmes, séries e documentários em aparelhos conectados à Internet. A empresa, que conta atualmente com mais de cem milhões de assinantes, foi fundada nos Estados Unidos no final dos anos 90. Atualmente, mais de cento e noventa países do mundo têm acesso ao serviço”.
Considere a seguinte análise sobre um debate político atualmente em curso no país e assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
“Trata-se de um sistema baseado na solidariedade social, em que os trabalhadores em atividade contribuem com um valor proporcional ao seu salário para custear as despesas dos benefícios de quem já não trabalha, esperando no futuro poder contar com essa mesma solidariedade das gerações seguintes. Não há dúvidas, portanto, de que uma _____________ é necessária e mesmo urgente”.
(Consultor Jurídico, 20/12/16, com adaptações).
Leia a seguinte definição sobre uma atual ação afirmativa do governo brasileiro e assinale a alternativa que indica o seu nome.
“É um programa de transferência direta de renda, direcionado às famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza em todo o país, de modo que consigam superar a situação de vulnerabilidade e pobreza. O programa busca garantir a essas famílias o direito à alimentação e o acesso à educação e à saúde. Em todo o Brasil, mais de treze milhões de famílias são atendidas pelo benefício”.
Leia o texto a seguir e responda às questões.
Trabalho voluntário: quatro histórias emocionantes
Eles não se importam de abdicar algumas horas de descanso e lazer nos dias mais desejados da semana - sábado e domingo - para estar ao lado de pessoas que nem mesmo conhecem.
Por Keila Bis
Atualizado em 21 dez 2016
Histórias curam. Não importa se é feriado, se está chovendo ou fazendo sol ou se tem de trabalhar. Há 14 anos, todos os sábados, das 10 às 11 horas, o publicitário Rogério Sautner, de 41 anos, está presente na ala de doenças infectocontagiosas para crianças e adolescentes do instituto de infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. “Conto histórias e também os entretenho com desenhos, mágicas e jogos”, explica ele, um dos integrantes da associação Viva e Deixe Viver, que treina e capacita voluntários a se tornarem contadores de histórias em hospitais. “No começo, meu maior desafio foi trabalhar nesse ambiente. Até mesmo o cheiro me incomodava.” Hoje, isso passa longe de ser um problema e, quando indagado sobre o envolvimento emocional com essas crianças, já que muitas delas são portadoras de HIV e morrem, ele explica: “A associação tem psicólogos que nos atendem frequentemente e passamos por workshops para aprender a lidar com essa situação”. Para ele, o que mais o estimula a continuar é verificar a transformação que provoca. “Quando chego, eles estão tristes e desanimados. Quando saio, estão animados e alegres, como num passe de mágica.” A importância dessa ação foi constatada pela psicóloga Cláudia Mussa em uma pesquisa com 24 crianças hospitalizadas antes e depois do trabalho dos contadores de histórias: “Descobri que as queixas de dor diminuíram em 75% dos casos.” Mas não foram somente as queixas das crianças que diminuíram. “Eu também me vi transformado por elas. Parei de reclamar da vida. Sou muito mais feliz do que era há 14 anos”, conclui Rogério.
Trecho adaptado. Disponível em: https://casa.abril.com.br/ bem-estar/trabalho-voluntario-quatro-historias-emocionantes/ Publicado/: em 5 jul 2012, 18h23
Leia o texto a seguir e responda às questões.
Trabalho voluntário: quatro histórias emocionantes
Eles não se importam de abdicar algumas horas de descanso e lazer nos dias mais desejados da semana - sábado e domingo - para estar ao lado de pessoas que nem mesmo conhecem.
Por Keila Bis
Atualizado em 21 dez 2016
Histórias curam. Não importa se é feriado, se está chovendo ou fazendo sol ou se tem de trabalhar. Há 14 anos, todos os sábados, das 10 às 11 horas, o publicitário Rogério Sautner, de 41 anos, está presente na ala de doenças infectocontagiosas para crianças e adolescentes do instituto de infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. “Conto histórias e também os entretenho com desenhos, mágicas e jogos”, explica ele, um dos integrantes da associação Viva e Deixe Viver, que treina e capacita voluntários a se tornarem contadores de histórias em hospitais. “No começo, meu maior desafio foi trabalhar nesse ambiente. Até mesmo o cheiro me incomodava.” Hoje, isso passa longe de ser um problema e, quando indagado sobre o envolvimento emocional com essas crianças, já que muitas delas são portadoras de HIV e morrem, ele explica: “A associação tem psicólogos que nos atendem frequentemente e passamos por workshops para aprender a lidar com essa situação”. Para ele, o que mais o estimula a continuar é verificar a transformação que provoca. “Quando chego, eles estão tristes e desanimados. Quando saio, estão animados e alegres, como num passe de mágica.” A importância dessa ação foi constatada pela psicóloga Cláudia Mussa em uma pesquisa com 24 crianças hospitalizadas antes e depois do trabalho dos contadores de histórias: “Descobri que as queixas de dor diminuíram em 75% dos casos.” Mas não foram somente as queixas das crianças que diminuíram. “Eu também me vi transformado por elas. Parei de reclamar da vida. Sou muito mais feliz do que era há 14 anos”, conclui Rogério.
Trecho adaptado. Disponível em: https://casa.abril.com.br/ bem-estar/trabalho-voluntario-quatro-historias-emocionantes/ Publicado/: em 5 jul 2012, 18h23