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O celular e os adolescentes
Os efeitos – positivos ou deletérios – podem ter a ver
com o estrato social
Candice Odgers, professora de Psicologia na Universidade da Califórnia, publicou na revista Nature uma revisão das publicações sobre o impacto da tecnologia digital no comportamento dos adolescentes.
Nos últimos anos, tem ocorrido aumento da prevalência de transtornos mentais e de suicídios entre adolescentes, em vários países. Muitos estudiosos suspeitam que o mau uso da tecnologia digital esteja por trás desse fenômeno.
Os estudos, no entanto, revelam resultados conflitantes. O maior deles, conduzido em 2017 com mais de 120 mil adolescentes ingleses, não encontrou associação entre bem-estar mental e o uso moderado da tecnologia digital. Naqueles que fazem uso excessivo, foi possível demonstrar efeitos negativos, porém pequenos.
Uma metanálise de 36 trabalhos publicados entre 2002 e 2017 revelou que a comunicação digital potencializa demonstrações de afeto, compartilhamento de intimidades e facilita a marcação de encontros e de atividades conjuntas.
Os dados sugerem que o impacto comportamental causado pelo tempo dispendido online varia de acordo com o nível socioeconômico das crianças e adolescentes.
Adolescentes americanos de 13 a 18 anos de famílias com rendimentos anuais médios de 35 mil dólares passam quatro horas diárias vendo tevê ou vídeos na internet, o dobro do tempo de seus pares das famílias com renda anual média de 100 mil dólares.
Em 2014, uma pesquisa com 3,5 mil participantes de 9 a 16 anos residentes em sete países europeus mostrou que os pais das famílias com renda mais alta acompanhavam mais de perto as atividades online de seus filhos.
Numa pesquisa realizada na Carolina do Norte, o uso da tecnologia digital entre adolescentes de famílias de baixa renda resultou em maior probabilidade de envolvimento em agressões físicas e confrontos nas escolas do que naqueles das famílias mais abastadas.
Os que apresentam problemas comportamentais, como dificuldade de concentração nas aulas ou envolvimento em brigas, tendem a ter mais transtornos nos dias em que passam mais horas online.
Como regra geral, adolescentes que enfrentam dificuldades maiores na vida cotidiana são justamente os que correrão mais risco de experimentar os efeitos negativos do universo digital.
Por outro lado, estados mentais que predispõem a quadros de depressão, ansiedade e a tendências suicidas poderão ser identificados precocemente por meio de algoritmos que levem em conta o número de horas de sono e de outras variáveis selecionadas no Facebook e Twitter.
Assim identificados, os mais vulneráveis poderão receber em tempo intervenções e apoio psicológico, como ficou demonstrado numa metanálise publicada em 2016.
Os efeitos da tecnologia digital são deletérios para alguns, mas não para a maioria. O desafio é entender o impacto nas crianças e nos adolescentes de níveis culturais e socioeconômicos diversos, para torná-la segura e explorar ao máximo seu potencial educativo.
VARELLA, Drauzio. O celular e os adolescentes. In: Carta Capital. 01 abr. 2018. Disponível em: <https://www.cartacapital. com.br/revista/997/o-celular-e-os-adolescentes>. Acesso em: 26 nov. 2018.
O celular e os adolescentes
Os efeitos – positivos ou deletérios – podem ter a ver
com o estrato social
Candice Odgers, professora de Psicologia na Universidade da Califórnia, publicou na revista Nature uma revisão das publicações sobre o impacto da tecnologia digital no comportamento dos adolescentes.
Nos últimos anos, tem ocorrido aumento da prevalência de transtornos mentais e de suicídios entre adolescentes, em vários países. Muitos estudiosos suspeitam que o mau uso da tecnologia digital esteja por trás desse fenômeno.
Os estudos, no entanto, revelam resultados conflitantes. O maior deles, conduzido em 2017 com mais de 120 mil adolescentes ingleses, não encontrou associação entre bem-estar mental e o uso moderado da tecnologia digital. Naqueles que fazem uso excessivo, foi possível demonstrar efeitos negativos, porém pequenos.
Uma metanálise de 36 trabalhos publicados entre 2002 e 2017 revelou que a comunicação digital potencializa demonstrações de afeto, compartilhamento de intimidades e facilita a marcação de encontros e de atividades conjuntas.
Os dados sugerem que o impacto comportamental causado pelo tempo dispendido online varia de acordo com o nível socioeconômico das crianças e adolescentes.
Adolescentes americanos de 13 a 18 anos de famílias com rendimentos anuais médios de 35 mil dólares passam quatro horas diárias vendo tevê ou vídeos na internet, o dobro do tempo de seus pares das famílias com renda anual média de 100 mil dólares.
Em 2014, uma pesquisa com 3,5 mil participantes de 9 a 16 anos residentes em sete países europeus mostrou que os pais das famílias com renda mais alta acompanhavam mais de perto as atividades online de seus filhos.
Numa pesquisa realizada na Carolina do Norte, o uso da tecnologia digital entre adolescentes de famílias de baixa renda resultou em maior probabilidade de envolvimento em agressões físicas e confrontos nas escolas do que naqueles das famílias mais abastadas.
Os que apresentam problemas comportamentais, como dificuldade de concentração nas aulas ou envolvimento em brigas, tendem a ter mais transtornos nos dias em que passam mais horas online.
Como regra geral, adolescentes que enfrentam dificuldades maiores na vida cotidiana são justamente os que correrão mais risco de experimentar os efeitos negativos do universo digital.
Por outro lado, estados mentais que predispõem a quadros de depressão, ansiedade e a tendências suicidas poderão ser identificados precocemente por meio de algoritmos que levem em conta o número de horas de sono e de outras variáveis selecionadas no Facebook e Twitter.
Assim identificados, os mais vulneráveis poderão receber em tempo intervenções e apoio psicológico, como ficou demonstrado numa metanálise publicada em 2016.
Os efeitos da tecnologia digital são deletérios para alguns, mas não para a maioria. O desafio é entender o impacto nas crianças e nos adolescentes de níveis culturais e socioeconômicos diversos, para torná-la segura e explorar ao máximo seu potencial educativo.
VARELLA, Drauzio. O celular e os adolescentes. In: Carta Capital. 01 abr. 2018. Disponível em: <https://www.cartacapital. com.br/revista/997/o-celular-e-os-adolescentes>. Acesso em: 26 nov. 2018.
Releia o trecho a seguir:
“Os estudos, no entanto, revelam resultados conflitantes.”
Entre os exemplos a seguir, assinale aquele em que a conjunção sublinhada realiza a mesma função que a conjunção destacada no trecho anterior.
O celular e os adolescentes
Os efeitos – positivos ou deletérios – podem ter a ver
com o estrato social
Candice Odgers, professora de Psicologia na Universidade da Califórnia, publicou na revista Nature uma revisão das publicações sobre o impacto da tecnologia digital no comportamento dos adolescentes.
Nos últimos anos, tem ocorrido aumento da prevalência de transtornos mentais e de suicídios entre adolescentes, em vários países. Muitos estudiosos suspeitam que o mau uso da tecnologia digital esteja por trás desse fenômeno.
Os estudos, no entanto, revelam resultados conflitantes. O maior deles, conduzido em 2017 com mais de 120 mil adolescentes ingleses, não encontrou associação entre bem-estar mental e o uso moderado da tecnologia digital. Naqueles que fazem uso excessivo, foi possível demonstrar efeitos negativos, porém pequenos.
Uma metanálise de 36 trabalhos publicados entre 2002 e 2017 revelou que a comunicação digital potencializa demonstrações de afeto, compartilhamento de intimidades e facilita a marcação de encontros e de atividades conjuntas.
Os dados sugerem que o impacto comportamental causado pelo tempo dispendido online varia de acordo com o nível socioeconômico das crianças e adolescentes.
Adolescentes americanos de 13 a 18 anos de famílias com rendimentos anuais médios de 35 mil dólares passam quatro horas diárias vendo tevê ou vídeos na internet, o dobro do tempo de seus pares das famílias com renda anual média de 100 mil dólares.
Em 2014, uma pesquisa com 3,5 mil participantes de 9 a 16 anos residentes em sete países europeus mostrou que os pais das famílias com renda mais alta acompanhavam mais de perto as atividades online de seus filhos.
Numa pesquisa realizada na Carolina do Norte, o uso da tecnologia digital entre adolescentes de famílias de baixa renda resultou em maior probabilidade de envolvimento em agressões físicas e confrontos nas escolas do que naqueles das famílias mais abastadas.
Os que apresentam problemas comportamentais, como dificuldade de concentração nas aulas ou envolvimento em brigas, tendem a ter mais transtornos nos dias em que passam mais horas online.
Como regra geral, adolescentes que enfrentam dificuldades maiores na vida cotidiana são justamente os que correrão mais risco de experimentar os efeitos negativos do universo digital.
Por outro lado, estados mentais que predispõem a quadros de depressão, ansiedade e a tendências suicidas poderão ser identificados precocemente por meio de algoritmos que levem em conta o número de horas de sono e de outras variáveis selecionadas no Facebook e Twitter.
Assim identificados, os mais vulneráveis poderão receber em tempo intervenções e apoio psicológico, como ficou demonstrado numa metanálise publicada em 2016.
Os efeitos da tecnologia digital são deletérios para alguns, mas não para a maioria. O desafio é entender o impacto nas crianças e nos adolescentes de níveis culturais e socioeconômicos diversos, para torná-la segura e explorar ao máximo seu potencial educativo.
VARELLA, Drauzio. O celular e os adolescentes. In: Carta Capital. 01 abr. 2018. Disponível em: <https://www.cartacapital. com.br/revista/997/o-celular-e-os-adolescentes>. Acesso em: 26 nov. 2018.
O celular e os adolescentes
Os efeitos – positivos ou deletérios – podem ter a ver
com o estrato social
Candice Odgers, professora de Psicologia na Universidade da Califórnia, publicou na revista Nature uma revisão das publicações sobre o impacto da tecnologia digital no comportamento dos adolescentes.
Nos últimos anos, tem ocorrido aumento da prevalência de transtornos mentais e de suicídios entre adolescentes, em vários países. Muitos estudiosos suspeitam que o mau uso da tecnologia digital esteja por trás desse fenômeno.
Os estudos, no entanto, revelam resultados conflitantes. O maior deles, conduzido em 2017 com mais de 120 mil adolescentes ingleses, não encontrou associação entre bem-estar mental e o uso moderado da tecnologia digital. Naqueles que fazem uso excessivo, foi possível demonstrar efeitos negativos, porém pequenos.
Uma metanálise de 36 trabalhos publicados entre 2002 e 2017 revelou que a comunicação digital potencializa demonstrações de afeto, compartilhamento de intimidades e facilita a marcação de encontros e de atividades conjuntas.
Os dados sugerem que o impacto comportamental causado pelo tempo dispendido online varia de acordo com o nível socioeconômico das crianças e adolescentes.
Adolescentes americanos de 13 a 18 anos de famílias com rendimentos anuais médios de 35 mil dólares passam quatro horas diárias vendo tevê ou vídeos na internet, o dobro do tempo de seus pares das famílias com renda anual média de 100 mil dólares.
Em 2014, uma pesquisa com 3,5 mil participantes de 9 a 16 anos residentes em sete países europeus mostrou que os pais das famílias com renda mais alta acompanhavam mais de perto as atividades online de seus filhos.
Numa pesquisa realizada na Carolina do Norte, o uso da tecnologia digital entre adolescentes de famílias de baixa renda resultou em maior probabilidade de envolvimento em agressões físicas e confrontos nas escolas do que naqueles das famílias mais abastadas.
Os que apresentam problemas comportamentais, como dificuldade de concentração nas aulas ou envolvimento em brigas, tendem a ter mais transtornos nos dias em que passam mais horas online.
Como regra geral, adolescentes que enfrentam dificuldades maiores na vida cotidiana são justamente os que correrão mais risco de experimentar os efeitos negativos do universo digital.
Por outro lado, estados mentais que predispõem a quadros de depressão, ansiedade e a tendências suicidas poderão ser identificados precocemente por meio de algoritmos que levem em conta o número de horas de sono e de outras variáveis selecionadas no Facebook e Twitter.
Assim identificados, os mais vulneráveis poderão receber em tempo intervenções e apoio psicológico, como ficou demonstrado numa metanálise publicada em 2016.
Os efeitos da tecnologia digital são deletérios para alguns, mas não para a maioria. O desafio é entender o impacto nas crianças e nos adolescentes de níveis culturais e socioeconômicos diversos, para torná-la segura e explorar ao máximo seu potencial educativo.
VARELLA, Drauzio. O celular e os adolescentes. In: Carta Capital. 01 abr. 2018. Disponível em: <https://www.cartacapital. com.br/revista/997/o-celular-e-os-adolescentes>. Acesso em: 26 nov. 2018.
Segundo Cunha & Cintra, em Nova Gramática do Português Contemporâneo (2013), os pronomes demonstrativos também são utilizados para “lembrar ao ouvinte ou ao leitor o que já foi mencionado ou que se vai mencionar. [...] É a sua função anafórica.” (p. 342).
Sendo assim, releia o trecho a seguir.
“Os estudos, no entanto, revelam resultados conflitantes. O maior deles, conduzido em 2017 com mais de 120 mil adolescentes ingleses, não encontrou associação entre bem-estar mental e o uso moderado da tecnologia digital. Naqueles que fazem uso excessivo, foi possível demonstrar efeitos negativos, porém pequenos.”
No trecho lido, o seguinte termo sublinhado apresenta uso da função anafórica do pronome demonstrativo:
O celular e os adolescentes
Os efeitos – positivos ou deletérios – podem ter a ver
com o estrato social
Candice Odgers, professora de Psicologia na Universidade da Califórnia, publicou na revista Nature uma revisão das publicações sobre o impacto da tecnologia digital no comportamento dos adolescentes.
Nos últimos anos, tem ocorrido aumento da prevalência de transtornos mentais e de suicídios entre adolescentes, em vários países. Muitos estudiosos suspeitam que o mau uso da tecnologia digital esteja por trás desse fenômeno.
Os estudos, no entanto, revelam resultados conflitantes. O maior deles, conduzido em 2017 com mais de 120 mil adolescentes ingleses, não encontrou associação entre bem-estar mental e o uso moderado da tecnologia digital. Naqueles que fazem uso excessivo, foi possível demonstrar efeitos negativos, porém pequenos.
Uma metanálise de 36 trabalhos publicados entre 2002 e 2017 revelou que a comunicação digital potencializa demonstrações de afeto, compartilhamento de intimidades e facilita a marcação de encontros e de atividades conjuntas.
Os dados sugerem que o impacto comportamental causado pelo tempo dispendido online varia de acordo com o nível socioeconômico das crianças e adolescentes.
Adolescentes americanos de 13 a 18 anos de famílias com rendimentos anuais médios de 35 mil dólares passam quatro horas diárias vendo tevê ou vídeos na internet, o dobro do tempo de seus pares das famílias com renda anual média de 100 mil dólares.
Em 2014, uma pesquisa com 3,5 mil participantes de 9 a 16 anos residentes em sete países europeus mostrou que os pais das famílias com renda mais alta acompanhavam mais de perto as atividades online de seus filhos.
Numa pesquisa realizada na Carolina do Norte, o uso da tecnologia digital entre adolescentes de famílias de baixa renda resultou em maior probabilidade de envolvimento em agressões físicas e confrontos nas escolas do que naqueles das famílias mais abastadas.
Os que apresentam problemas comportamentais, como dificuldade de concentração nas aulas ou envolvimento em brigas, tendem a ter mais transtornos nos dias em que passam mais horas online.
Como regra geral, adolescentes que enfrentam dificuldades maiores na vida cotidiana são justamente os que correrão mais risco de experimentar os efeitos negativos do universo digital.
Por outro lado, estados mentais que predispõem a quadros de depressão, ansiedade e a tendências suicidas poderão ser identificados precocemente por meio de algoritmos que levem em conta o número de horas de sono e de outras variáveis selecionadas no Facebook e Twitter.
Assim identificados, os mais vulneráveis poderão receber em tempo intervenções e apoio psicológico, como ficou demonstrado numa metanálise publicada em 2016.
Os efeitos da tecnologia digital são deletérios para alguns, mas não para a maioria. O desafio é entender o impacto nas crianças e nos adolescentes de níveis culturais e socioeconômicos diversos, para torná-la segura e explorar ao máximo seu potencial educativo.
VARELLA, Drauzio. O celular e os adolescentes. In: Carta Capital. 01 abr. 2018. Disponível em: <https://www.cartacapital. com.br/revista/997/o-celular-e-os-adolescentes>. Acesso em: 26 nov. 2018.
A política de segurança define os direitos e as responsabilidades de cada um em relação à segurança dos recursos computacionais utilizados, além das penalidades às quais se está sujeito, em caso de violação à segurança. Conforme o , a política de segurança pode conter outras políticas específicas, entre elas, a Política de Uso Aceitável (PUA).
Com relação à Política de Uso Aceitável, é correto afirmar que ela define
Analise as afirmativas a seguir relativas às cópias de segurança (backups), conforme o <cert.br>.
I. Backups permitem que os dados sejam preservados para que possam ser recuperados em situações como falha de disco rígido, atualização malsucedida do sistema operacional, exclusão ou substituição acidental de arquivos.
II. Backups permitem que uma versão antiga de um arquivo alterado seja recuperada, como uma parte excluída de um texto editado ou a imagem original de uma foto manipulada.
III. Backups devem ser feitos semanalmente, assim evitando que seus arquivos fiquem desatualizados.
Estão corretas as afirmativas
Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da
Universidade Harvard com apenas 16 anos.
Mas sua vida não foi das mais felizes
O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).
Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.
Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.
SANTI, Alexandre. SuperInteressante.
Disponível em:<http://twixar.me/hRn3>
Releia o trecho a seguir.
“[...] maior que a média da população, 100 pontos [...]”
A seguir, analise as afirmativas.
I. A vírgula pode ser substituída por dois-pontos.
II. O excerto destacado é um aposto.
III. A vírgula isola um trecho que explica outro.
De acordo com o trecho e com a norma-padrão, estão
corretas as afirmativas
Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da
Universidade Harvard com apenas 16 anos.
Mas sua vida não foi das mais felizes
O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).
Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.
Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.
SANTI, Alexandre. SuperInteressante.
Disponível em:<http://twixar.me/hRn3>
Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da
Universidade Harvard com apenas 16 anos.
Mas sua vida não foi das mais felizes
O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).
Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.
Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.
SANTI, Alexandre. SuperInteressante.
Disponível em:<http://twixar.me/hRn3>
Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da
Universidade Harvard com apenas 16 anos.
Mas sua vida não foi das mais felizes
O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).
Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.
Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.
SANTI, Alexandre. SuperInteressante.
Disponível em:<http://twixar.me/hRn3>
Releia o trecho a seguir.
“Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho.”
Nesse trecho, o autor informa que Sidis
Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da
Universidade Harvard com apenas 16 anos.
Mas sua vida não foi das mais felizes
O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).
Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.
Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.
SANTI, Alexandre. SuperInteressante.
Disponível em:<http://twixar.me/hRn3>
Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da
Universidade Harvard com apenas 16 anos.
Mas sua vida não foi das mais felizes
O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).
Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.
Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.
SANTI, Alexandre. SuperInteressante.
Disponível em:<http://twixar.me/hRn3>
Releia o trecho a seguir.
“[...] e como chapeiro numa lanchonete.”
A palavra “chapeiro”, que ocorre nesse trecho, pode ser considerada um neologismo, uma vez que ainda não está registrada nos dicionários de língua portuguesa, e foi constituída pelo seguinte processo de formação de palavras:
Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da
Universidade Harvard com apenas 16 anos.
Mas sua vida não foi das mais felizes
O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).
Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.
Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.
SANTI, Alexandre. SuperInteressante.
Disponível em:<http://twixar.me/hRn3>
Releia o trecho a seguir.
“Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete.”
O dois-pontos foi utilizado pelo autor para
Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da
Universidade Harvard com apenas 16 anos.
Mas sua vida não foi das mais felizes
O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).
Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.
Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.
SANTI, Alexandre. SuperInteressante.
Disponível em:<http://twixar.me/hRn3>
Releia o trecho a seguir.
“Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston.”
Considerando a frase como um todo, o trecho destacado indica uma
Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da
Universidade Harvard com apenas 16 anos.
Mas sua vida não foi das mais felizes
O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).
Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.
Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.
SANTI, Alexandre. SuperInteressante.
Disponível em:<http://twixar.me/hRn3>
Releia o trecho a seguir.
“Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete.”
O vocábulo que altera o sentido desse trecho ao substituir a palavra destacada é
Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da
Universidade Harvard com apenas 16 anos.
Mas sua vida não foi das mais felizes
O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).
Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.
Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.
SANTI, Alexandre. SuperInteressante.
Disponível em:<http://twixar.me/hRn3>
I. estimular o conhecimento e a concretização do Regimento e da Proposta Pedagógica da escola. II. ignorar as irregularidades prejudiciais ao funcionamento da instituição escolar. III. participar de eventos e reuniões sempre que convocado. IV. promover relacionamento cooperativo de trabalho com os diferentes segmentos da escola e da comunidade.
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