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Q3717099 Noções de Informática
O setor de Recursos Humanos da prefeitura municipal de Indaiatuba está elaborando, no Microsoft Excel (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil), uma planilha de controle de frequência dos servidores. Sabe-se que os dias em que o servidor estiver ausente deverão ser automaticamente destacados, a fim de facilitar a identificação de faltas. Considerando os recursos do Excel 2019, o procedimento que atende corretamente essa necessidade é:
Alternativas
Q3717098 Noções de Informática
Na prefeitura municipal de Indaiatuba, a equipe da Secretaria de Planejamento está elaborando um Plano Plurianual (PPA) no Word 2019 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil). O documento possui mais de duzentas páginas divididas em capítulos e seções. Foi solicitado um sumário automático, a fim de que qualquer alteração de títulos e páginas seja atualizada com apenas alguns cliques, sem ajustes manuais. O procedimento adequado no Word 2019 para que o servidor responsável consiga gerar o sumário automático corretamente é:
Alternativas
Q3717097 Sistemas Operacionais
Durante o uso do Microsoft Windows 10 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil), o servidor administrativo percebeu que seu computador estava lento e, ao abrir o Gerenciador de Tarefas, notou que vários processos estavam em execução. Considerando o funcionamento do sistema Windows, assinale a alternativa que descreve corretamente a relação entre processos, serviços e inicialização do sistema.
Alternativas
Q3717096 Arquitetura de Computadores
No funcionamento de um microcomputador, a velocidade de execução das tarefas depende da interação entre a CPU, a memória RAM e os dispositivos de armazenamento secundário (HD ou SSD). No que diz respeito a essa relação, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3717095 Matemática
A Secretaria de Fazenda de um município utiliza as funções f(x) = x2 + 5 e g(x) = 8x para prever indicadores econômicos. Os gestores querem combinar esses modelos de diferentes formas para verificar equilíbrio ou compensação entre cenários positivos e negativos. Para isso, são feitas as afirmações:

I. g ° f é ímpar. II. f ° g é ímpar. III. f · g é par.

Considerando o exposto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3717094 Matemática
Certa artista plástica foi contratada para fazer uma escultura em homenagem ao aniversário da cidade X. Para isso, ela utilizou um triângulo retângulo, de hipotenusa 12 metros, cujo sólido gerado pela rotação desse triângulo em torno do eixo, que contém o maior lado do triângulo, tem volume 108 π m³. Qual a área desse triângulo, em metros quadrados? 
Alternativas
Q3717093 Matemática
A Secretaria de Infraestrutura de certo município está projetando uma nova praça pública no formato de um quadrado. O ponto A = (2, 2) representa a localização de um dos vértices da praça, e a diagonal BD está contida na reta r: y = x + 3. Considerando esse projeto, qual o perímetro da praça, em unidades de comprimento?
Alternativas
Q3717089 Raciocínio Lógico
Na secretaria de obras de um município, cada projeto licitado recebe um código numérico múltiplo de 5 para facilitar o agrupamento em lotes. Por norma, todos os algarismos do código devem ser distintos para evitar confusão em cadastros e etiquetas. Considerando que, por padronização, os códigos têm 3 ou 4 algarismos (isto é, variam de 100 a 9.999), quantos códigos válidos podem ser gerados? 
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Q3717086 Raciocínio Lógico
Determinada prefeitura está fazendo um cruzamento de dados sobre três programas sociais – A, B e C, e as operações com conjuntos representam a análise dos grupos contemplados pelo programa. Considere as afirmações a seguir relativas aos conjuntos A, B e C, não-vazios:

I. A ∩ (B U C) = (A ∩ B) U (A ∩ C). II. Negar que x ∈ A ∩ B  é dizer que x ∉ A ou x ∉ B  .


Como a precisão lógica nessas operações é essencial para evitar erros de inclusão ou exclusão nos relatórios e garantir a boa gestão de recursos públicos, é correto afirmar que:
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Q3717085 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


      Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

      Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

     No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

      Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

     Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

    O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

     Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

    Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Sabe-se que os advérbios são classificados de acordo com “a denominação da circunstância ou de outra ideia acessória que expressam” (CUNHA; CINTRA. 2016). Considerando o exposto, analise os advérbios destacados nos trechos a seguir.


I. “Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, [...]” (8º§) II. “[...] o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.” (5º§) III. “Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica [...]” (1º§) IV. “Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.” (3º§)

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3717084 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


      Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

      Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

     No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

      Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

     Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

    O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

     Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

    Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Qual palavra do 1º§, transcrita a seguir, NÃO possui dígrafo para representar vogal nasal?
Alternativas
Q3717083 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


      Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

      Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

     No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

      Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

     Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

    O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

     Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

    Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Analise a pontuação empregada nos trechos a seguir e marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Em “Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos?” (1º§), os dois-pontos foram utilizados para dar ênfase à última frase.

( ) As aspas foram empregadas ao longo do texto para destacar palavras e expressões de uso coloquial da língua.

( ) No trecho “O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções.” (8º§), os travessões desempenham função análoga à dos parênteses.

( ) Os parênteses do trecho “Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga.” (7º§) intercalam uma explicação acessória.

( ) No período “O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência [...]” (1º§), o travessão foi empregado com o intuito de interromper a ideia apresentada anteriormente.

A sequência está correta em
Alternativas
Q3717082 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


      Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

      Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

     No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

      Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

     Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

    O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

     Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

    Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Conforme as regras de acentuação, “todas as palavras proparoxítonas devem ser acentuadas graficamente; recebem acento as que têm, na antepenúltima sílaba, a vogal _____________, como é o caso dos vocábulos _____________ e _____________”. Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q3717080 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


      Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

      Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

     No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

      Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

     Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

    O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

     Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

    Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Quanto ao acento indicativo de crase em “No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade [...]” (3º§), analise as afirmativas a seguir.

I. Empregou-se devido à regência do verbo “associar”. II. Foi utilizado devido à exigência de locução adverbial. III. Caso “ansiedade” seja substituída por “emoções”, o acento grave será mantido, ficando “às emoções”. IV. Se o verbo “associar” for substituído por “vincular”, o acento grave será mantido.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q3717079 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


      Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

      Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

     No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

      Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

     Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

    O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

     Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

    Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
De acordo com Cunha e Cintra (2016), “tempo é a variação que indica o momento em que se dá o fato expresso pelo verbo”. Nesse sentido, assinale o trecho cujo verbo destacado está conjugado no futuro do pretérito do indicativo. 
Alternativas
Q3717077 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


      Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

      Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

     No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

      Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

     Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

    O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

     Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

    Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
O texto aborda os trabalhos realizados na Universidade de Aarhus, na Dinamarca, liderados pela pesquisadora Leah Banellis. Após a leitura, é possível inferir que foram feitos estudos sobre:
Alternativas
Q3716545 Educação Artística

Na análise da linguagem musical, a compreensão das formas é essencial para o intérprete e o ouvinte, pois revela a arquitetura da obra. Estruturas como a binária (AB), a ternária (ABA) e as formas de variação organizam o material temático de maneiras distintas. Uma forma específica, muito popular no período Clássico, baseia-se no retorno cíclico de um tema principal (estribilho ou 'ritornello') intercalado por episódios contrastantes (coplas).


Acerca das formas musicais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


(__)A forma binária simples, comumente encontrada em danças barrocas, apresenta uma estrutura A-B onde a seção A termina na dominante, mas a seção B retorna ao material de A na tônica, caracterizando um 'retorno' temático.

(__)A forma 'tema e variações' se enquadra na categoria de formas de variação contínuas, como a passacaglia, onde o tema (geralmente um baixo) se repete incessantemente sem interrupções.

(__)A forma sonata, principal estrutura do Classicismo, é essencialmente uma forma ternária (ABA), onde a Exposição (A) é repetida, o Desenvolvimento (B) explora os temas, e a Recapitulação (A) é idêntica à Exposição.

(__)A forma Rondó é caracterizada pela repetição de uma seção principal (A), que atua como refrão, alternada com seções contrastantes (B, C, etc.), seguindo estruturas como A-B-A-C-A ou A-B-A-B-A.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

Alternativas
Q3716544 Música

A organização rítmica na música ocidental baseia-se na divisão regular do tempo, estabelecida pela fórmula de compasso. No entanto, a complexidade e o interesse rítmico frequentemente surgem da *alteração* dessa pulsação regular. Recursos como o contratempo, a síncope e as quiálteras criam deslocamentos e tensões que desafiam a expectativa do ouvinte. O contratempo, por exemplo, enfatiza o tempo fraco ou parte fraca do tempo quando o tempo forte (ou parte forte) é ocupado por pausa, enquanto as quiálteras introduzem divisões atípicas no pulso.


Acerca desses elementos rítmicos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


(__)Quiálteras são grupos de notas que alteram a divisão rítmica padrão do compasso, como uma tercina (três notas) ocupando o tempo que normalmente seria de duas, sendo chamadas de 'regulares' quando aumentam o número de notas no pulso.


(__)O contratempo ocorre quando uma nota é executada na parte fraca do tempo, e a parte forte correspondente é preenchida por outra nota de igual ou maior duração, mantendo a pulsação constante.


(__)A síncope e o contratempo são termos idênticos, ambos definindo o ataque de uma nota em tempo fraco que se prolonga para o tempo forte seguinte, criando um deslocamento do acento métrico.


(__)Uma quiáltera como a 'duina' (duas notas) aplicada em um compasso composto (como 6/8), onde a unidade de tempo é uma semínima pontuada (dividida em três colcheias), faz com que duas notas ocupem o espaço que normalmente seria de três.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

Alternativas
Q3716543 Música

O violão é um instrumento de extrema versatilidade, transitando entre o acompanhamento harmônico, a execução melódica e a complexidade contrapontística. Para dominar essa versatilidade, o instrumentista precisa desenvolver técnicas específicas tanto para a mão direita (responsável pela produção sonora, ritmo e articulação) quanto para a mão esquerda (responsável pela altura das notas e ligados). Técnicas como o 'vibrato', 'ligado' (hammer-on/pull-off) e 'harmônicos' são essenciais para a expressividade. Assim, analise as afirmativas a seguir.


I.A técnica de 'ligado' descendente (pull-off) no violão consiste em pressionar duas notas na mesma corda com a mão esquerda e, em seguida, puxar o dedo da nota mais aguda para que a nota mais grave soe sem a necessidade de um novo ataque da mão direita. 


II.O 'vibrato' no violão clássico é predominantemente executado através de um movimento lateral (paralelo aos trastes) do dedo da mão esquerda que pressiona a corda, alterando sutilmente a tensão e, consequentemente, a afinação da nota.


III.Os 'harmônicos artificiais' (oitavados) são produzidos exclusivamente pela mão esquerda, tocando levemente a corda sobre o traste (nó) correspondente à oitava da nota pressionada, enquanto a mão direita executa um pizzicato.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3716542 Educação Artística

O ensino coletivo de música, como em orquestras jovens, bandas ou coros, apresenta desafios pedagógicos e de gestão distintos do ensino individual. O instrutor ou regente precisa equilibrar o desenvolvimento técnico individual com a coesão do grupo, trabalhando aspectos como afinação, equilíbrio sonoro, articulação e interpretação conjunta. A clareza gestual do regente é fundamental para comunicar o 'tempo', as entradas, as dinâmicas e o caráter da música.


Assim, analise as afirmativas a seguir.


I.Na prática da regência, o gesto do 'levare' (preparação) é crucial, pois antecede o primeiro tempo do compasso (o 'ictus') e deve indicar simultaneamente o andamento, a dinâmica e a articulação desejada para o ataque do som.


II.O ensino coletivo de instrumentos de cordas (como o violino) geralmente adota a 'afinação relativa' entre os instrumentos do naipe antes da 'afinação absoluta' (pelo diapasão ou piano), para desenvolver a percepção intervalar e a responsabilidade mútua pela sonoridade do grupo.


III.Em um coral, o regente deve focar exclusivamente na precisão rítmica e na afinação, deixando a articulação das consoantes e a abertura das vogais a critério de cada cantor, para preservar a naturalidade da emissão vocal.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
3161: D
3162: D
3163: D
3164: D
3165: A
3166: D
3167: C
3168: C
3169: D
3170: A
3171: A
3172: C
3173: D
3174: C
3175: A
3176: B
3177: A
3178: E
3179: B
3180: A