Foram encontradas 8.456 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3294974 Medicina

Técnicas de diagnóstico complementar, como a avaliação do pulso e a observação da língua em abordagens da medicina tradicional, podem ser associadas ao exame físico convencional.


Qual é a melhor forma de integrar esses métodos ao raciocínio clínico de maneira segura e eficaz?

Alternativas
Q3294973 Saúde Pública

Uma equipe multidisciplinar foi designada para implementar ações de saúde pública relacionadas às Práticas Integrativas e Complementares (PICS) em uma comunidade que apresenta alta incidência de doenças crônicas. Muitas famílias desconhecem práticas como fitoterapia e auriculoterapia, dificultando a adesão.



Diante desse desafio, identifique a melhor ação para ampliar a participação comunitária e fortalecer a saúde coletiva.

Alternativas
Q3294972 Psicologia

A arteterapia é uma prática integrativa que auxilia na expressão emocional e na melhora de processos cognitivos, especialmente em pacientes com dificuldades de comunicação.


Qual ação contribui de forma mais efetiva para potencializar esse recurso terapêutico?

Alternativas
Q3294971 Saúde Pública
As práticas integrativas voltadas à saúde mental incluem abordagens que buscam harmonizar emoções e estados psíquicos. De que forma o profissional pode contribuir nesse contexto, considerando os princípios das Práticas Integrativas e Complementares (PICS) em saúde mental? 
Alternativas
Q3294970 Farmácia

As terapias tradicionais e naturais abrangem uma série de práticas com ênfase no uso de plantas medicinais, fitoterápicos e recursos naturais.


Assinale a opção que melhor ilustra um cuidado fundamental ao se aplicar terapias naturais.

Alternativas
Q3294969 Medicina
No contexto das terapias energéticas, assinale a alternativa que melhor representa a contribuição das terapias energéticas para o reequilíbrio do paciente em nível integral.
Alternativas
Q3294968 Fisioterapia

As terapias corporais envolvem exercícios e manobras que exigem conhecimento em biomecânica, fisiologia e percepção corporal para garantir segurança e eficácia.



Assinale a opção que revela um ponto crucial na execução de terapias corporais em ambientes clínicos.

Alternativas
Q3294967 Enfermagem

Os fundamentos das Práticas Integrativas e Complementares (PICS) envolvem a compreensão de abordagens voltadas ao cuidado integral, respeitando-se aspectos biopsicossociais do paciente.



Assinale a alternativa que melhor expressa a base conceitual das PICS.

Alternativas
Q3288701 Matemática
Considere o retângulo ABCD e o ponto E indicado sobre o lado AD.
Imagem associada para resolução da questão
Sabendo que o ponto E está a uma distância de 3 cm do ponto A e a uma distância de 2 cm do ponto D, conclui-se que a distância entre os pontos F e B, em centímetros, é:
Alternativas
Q3288697 Matemática

A função quadrática f tem parte do seu gráfico exibido na figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Sobre esta função, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3288696 Matemática
Com uma régua, medindo a distância entre Belo Horizonte e São João del-Rei no mapa a seguir, cuja escala é de 1 : 25 000 000, obtém-se a distância de 0,56 cm.
Imagem associada para resolução da questão
Dois pilotos planejam um voo entre esses municípios e, se fizerem todos os cálculos corretamente, concluirão que a distância real entre as duas cidades, em quilômetros, é igual a:
Alternativas
Q3288686 Português
Essa tal liberdade

“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.

Essa provocação me acompanhou recentemente em uma viagem a São Francisco, na Califórnia. Fui palestrar em uma conferência sobre Inteligência Artificial e inclusão e, no meio disso tudo, acabei experimentando algo que trouxe essas reflexões
para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.

De cara, a experiência foi fascinante. É impressionante como a tecnologia evoluiu a ponto de um veículo ter a liberdade de tomar decisões sozinho. O carro dirigia devagar, atento aos sensores, parando toda vez que alguém cruzava a rua. Era quase como se ele estivesse “pensando”. Mas, claro, eu sabia que tudo ali era resultado de programação e algoritmos. Lá estava eu, surpresa, no banco da frente, vendo o volante se mexendo “sozinho”, quase como uma assombração. A cada movimento, pensei no quanto isso se conecta com o que discutimos sobre Inteligência Artificial e inclusão.

Há quem diga que as máquinas logo vão substituir os humanos. Será que em todas as funções? Há quem creia que os carros autônomos vão “roubar” os empregos de motoristas. Outros enxergam a tecnologia como a abertura de novos mercados. Porém, mais do que isso, o que me intrigava era: até que ponto podemos, e devemos, delegar decisões às máquinas? Até onde elas e nós temos liberdade na tomada de decisões?

Por mais que a tecnologia avance, acredito que há coisas que simplesmente não podemos delegar. Intencionalidade, por exemplo, não é algo que uma máquina pode assumir sozinha sem ser programada para isso. A decisão de incluir grupos sub-representados no mercado de trabalho, de buscar mais letramento racial e de gênero, de mudar nossos próprios vieses ou de criar um ambiente mais inclusivo não pode ser deixada nas mãos de algoritmos.

Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas, tenderão a reproduzir visões limitantes que favoreçam grupos que já estão no poder. Para fazer diferente, as máquinas precisam intencionalmente receber uma programação para potencializar tomadas de decisão que andem neste caminho.

A tecnologia, sem dúvida, é uma facilitadora. Ela pode ajudar a identificar padrões, a analisar dados e a tornar processos mais rápidos e eficientes. Mas as diversas nuances em determinadas tomadas de decisão ainda são nossas. É preciso que quem pode e tem o poder da caneta use essa tal liberdade para fazer escolhas intencionais. Porque decisões como quem contratar, quem promover e como construir um mundo mais justo e diverso dependem ainda do nosso olhar, e não de um código.

Intencionalidade e senso crítico ainda exigem esforço humano.

GÉNOT, Luana. O Globo, 24 nov. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/11/essa-tal-liberdade.ghtml. Acesso em: 10 dez. 2024. Adaptado.
O sentido das palavras deve ser entendido no contexto em que se encontram. Dessa forma, no terceiro parágrafo, os vocábulos “pensando” e “sozinho”, escritos entre aspas, foram empregados com o seguinte propósito:
Alternativas
Q3288685 Português
Essa tal liberdade

“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.

Essa provocação me acompanhou recentemente em uma viagem a São Francisco, na Califórnia. Fui palestrar em uma conferência sobre Inteligência Artificial e inclusão e, no meio disso tudo, acabei experimentando algo que trouxe essas reflexões
para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.

De cara, a experiência foi fascinante. É impressionante como a tecnologia evoluiu a ponto de um veículo ter a liberdade de tomar decisões sozinho. O carro dirigia devagar, atento aos sensores, parando toda vez que alguém cruzava a rua. Era quase como se ele estivesse “pensando”. Mas, claro, eu sabia que tudo ali era resultado de programação e algoritmos. Lá estava eu, surpresa, no banco da frente, vendo o volante se mexendo “sozinho”, quase como uma assombração. A cada movimento, pensei no quanto isso se conecta com o que discutimos sobre Inteligência Artificial e inclusão.

Há quem diga que as máquinas logo vão substituir os humanos. Será que em todas as funções? Há quem creia que os carros autônomos vão “roubar” os empregos de motoristas. Outros enxergam a tecnologia como a abertura de novos mercados. Porém, mais do que isso, o que me intrigava era: até que ponto podemos, e devemos, delegar decisões às máquinas? Até onde elas e nós temos liberdade na tomada de decisões?

Por mais que a tecnologia avance, acredito que há coisas que simplesmente não podemos delegar. Intencionalidade, por exemplo, não é algo que uma máquina pode assumir sozinha sem ser programada para isso. A decisão de incluir grupos sub-representados no mercado de trabalho, de buscar mais letramento racial e de gênero, de mudar nossos próprios vieses ou de criar um ambiente mais inclusivo não pode ser deixada nas mãos de algoritmos.

Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas, tenderão a reproduzir visões limitantes que favoreçam grupos que já estão no poder. Para fazer diferente, as máquinas precisam intencionalmente receber uma programação para potencializar tomadas de decisão que andem neste caminho.

A tecnologia, sem dúvida, é uma facilitadora. Ela pode ajudar a identificar padrões, a analisar dados e a tornar processos mais rápidos e eficientes. Mas as diversas nuances em determinadas tomadas de decisão ainda são nossas. É preciso que quem pode e tem o poder da caneta use essa tal liberdade para fazer escolhas intencionais. Porque decisões como quem contratar, quem promover e como construir um mundo mais justo e diverso dependem ainda do nosso olhar, e não de um código.

Intencionalidade e senso crítico ainda exigem esforço humano.

GÉNOT, Luana. O Globo, 24 nov. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/11/essa-tal-liberdade.ghtml. Acesso em: 10 dez. 2024. Adaptado.
Em “Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas,” (6º§), a flexão do verbo destacado, no contexto em que se encontra, é justificada por concordar com:
Alternativas
Q3288684 Português
Essa tal liberdade

“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.

Essa provocação me acompanhou recentemente em uma viagem a São Francisco, na Califórnia. Fui palestrar em uma conferência sobre Inteligência Artificial e inclusão e, no meio disso tudo, acabei experimentando algo que trouxe essas reflexões
para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.

De cara, a experiência foi fascinante. É impressionante como a tecnologia evoluiu a ponto de um veículo ter a liberdade de tomar decisões sozinho. O carro dirigia devagar, atento aos sensores, parando toda vez que alguém cruzava a rua. Era quase como se ele estivesse “pensando”. Mas, claro, eu sabia que tudo ali era resultado de programação e algoritmos. Lá estava eu, surpresa, no banco da frente, vendo o volante se mexendo “sozinho”, quase como uma assombração. A cada movimento, pensei no quanto isso se conecta com o que discutimos sobre Inteligência Artificial e inclusão.

Há quem diga que as máquinas logo vão substituir os humanos. Será que em todas as funções? Há quem creia que os carros autônomos vão “roubar” os empregos de motoristas. Outros enxergam a tecnologia como a abertura de novos mercados. Porém, mais do que isso, o que me intrigava era: até que ponto podemos, e devemos, delegar decisões às máquinas? Até onde elas e nós temos liberdade na tomada de decisões?

Por mais que a tecnologia avance, acredito que há coisas que simplesmente não podemos delegar. Intencionalidade, por exemplo, não é algo que uma máquina pode assumir sozinha sem ser programada para isso. A decisão de incluir grupos sub-representados no mercado de trabalho, de buscar mais letramento racial e de gênero, de mudar nossos próprios vieses ou de criar um ambiente mais inclusivo não pode ser deixada nas mãos de algoritmos.

Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas, tenderão a reproduzir visões limitantes que favoreçam grupos que já estão no poder. Para fazer diferente, as máquinas precisam intencionalmente receber uma programação para potencializar tomadas de decisão que andem neste caminho.

A tecnologia, sem dúvida, é uma facilitadora. Ela pode ajudar a identificar padrões, a analisar dados e a tornar processos mais rápidos e eficientes. Mas as diversas nuances em determinadas tomadas de decisão ainda são nossas. É preciso que quem pode e tem o poder da caneta use essa tal liberdade para fazer escolhas intencionais. Porque decisões como quem contratar, quem promover e como construir um mundo mais justo e diverso dependem ainda do nosso olhar, e não de um código.

Intencionalidade e senso crítico ainda exigem esforço humano.

GÉNOT, Luana. O Globo, 24 nov. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/11/essa-tal-liberdade.ghtml. Acesso em: 10 dez. 2024. Adaptado.
A expressão destacada em “De cara, a experiência foi fascinante” (3º parágrafo) poderia ser substituída sem prejuízo de sentido por:
Alternativas
Q3288683 Português
Essa tal liberdade

“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.

Essa provocação me acompanhou recentemente em uma viagem a São Francisco, na Califórnia. Fui palestrar em uma conferência sobre Inteligência Artificial e inclusão e, no meio disso tudo, acabei experimentando algo que trouxe essas reflexões
para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.

De cara, a experiência foi fascinante. É impressionante como a tecnologia evoluiu a ponto de um veículo ter a liberdade de tomar decisões sozinho. O carro dirigia devagar, atento aos sensores, parando toda vez que alguém cruzava a rua. Era quase como se ele estivesse “pensando”. Mas, claro, eu sabia que tudo ali era resultado de programação e algoritmos. Lá estava eu, surpresa, no banco da frente, vendo o volante se mexendo “sozinho”, quase como uma assombração. A cada movimento, pensei no quanto isso se conecta com o que discutimos sobre Inteligência Artificial e inclusão.

Há quem diga que as máquinas logo vão substituir os humanos. Será que em todas as funções? Há quem creia que os carros autônomos vão “roubar” os empregos de motoristas. Outros enxergam a tecnologia como a abertura de novos mercados. Porém, mais do que isso, o que me intrigava era: até que ponto podemos, e devemos, delegar decisões às máquinas? Até onde elas e nós temos liberdade na tomada de decisões?

Por mais que a tecnologia avance, acredito que há coisas que simplesmente não podemos delegar. Intencionalidade, por exemplo, não é algo que uma máquina pode assumir sozinha sem ser programada para isso. A decisão de incluir grupos sub-representados no mercado de trabalho, de buscar mais letramento racial e de gênero, de mudar nossos próprios vieses ou de criar um ambiente mais inclusivo não pode ser deixada nas mãos de algoritmos.

Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas, tenderão a reproduzir visões limitantes que favoreçam grupos que já estão no poder. Para fazer diferente, as máquinas precisam intencionalmente receber uma programação para potencializar tomadas de decisão que andem neste caminho.

A tecnologia, sem dúvida, é uma facilitadora. Ela pode ajudar a identificar padrões, a analisar dados e a tornar processos mais rápidos e eficientes. Mas as diversas nuances em determinadas tomadas de decisão ainda são nossas. É preciso que quem pode e tem o poder da caneta use essa tal liberdade para fazer escolhas intencionais. Porque decisões como quem contratar, quem promover e como construir um mundo mais justo e diverso dependem ainda do nosso olhar, e não de um código.

Intencionalidade e senso crítico ainda exigem esforço humano.

GÉNOT, Luana. O Globo, 24 nov. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/11/essa-tal-liberdade.ghtml. Acesso em: 10 dez. 2024. Adaptado.
Ao longo do texto, ocorrem frases interrogativas. Enquanto a primeira é uma citação, as demais cumprem o propósito de: 
Alternativas
Q3288682 Português
Essa tal liberdade

“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.

Essa provocação me acompanhou recentemente em uma viagem a São Francisco, na Califórnia. Fui palestrar em uma conferência sobre Inteligência Artificial e inclusão e, no meio disso tudo, acabei experimentando algo que trouxe essas reflexões
para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.

De cara, a experiência foi fascinante. É impressionante como a tecnologia evoluiu a ponto de um veículo ter a liberdade de tomar decisões sozinho. O carro dirigia devagar, atento aos sensores, parando toda vez que alguém cruzava a rua. Era quase como se ele estivesse “pensando”. Mas, claro, eu sabia que tudo ali era resultado de programação e algoritmos. Lá estava eu, surpresa, no banco da frente, vendo o volante se mexendo “sozinho”, quase como uma assombração. A cada movimento, pensei no quanto isso se conecta com o que discutimos sobre Inteligência Artificial e inclusão.

Há quem diga que as máquinas logo vão substituir os humanos. Será que em todas as funções? Há quem creia que os carros autônomos vão “roubar” os empregos de motoristas. Outros enxergam a tecnologia como a abertura de novos mercados. Porém, mais do que isso, o que me intrigava era: até que ponto podemos, e devemos, delegar decisões às máquinas? Até onde elas e nós temos liberdade na tomada de decisões?

Por mais que a tecnologia avance, acredito que há coisas que simplesmente não podemos delegar. Intencionalidade, por exemplo, não é algo que uma máquina pode assumir sozinha sem ser programada para isso. A decisão de incluir grupos sub-representados no mercado de trabalho, de buscar mais letramento racial e de gênero, de mudar nossos próprios vieses ou de criar um ambiente mais inclusivo não pode ser deixada nas mãos de algoritmos.

Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas, tenderão a reproduzir visões limitantes que favoreçam grupos que já estão no poder. Para fazer diferente, as máquinas precisam intencionalmente receber uma programação para potencializar tomadas de decisão que andem neste caminho.

A tecnologia, sem dúvida, é uma facilitadora. Ela pode ajudar a identificar padrões, a analisar dados e a tornar processos mais rápidos e eficientes. Mas as diversas nuances em determinadas tomadas de decisão ainda são nossas. É preciso que quem pode e tem o poder da caneta use essa tal liberdade para fazer escolhas intencionais. Porque decisões como quem contratar, quem promover e como construir um mundo mais justo e diverso dependem ainda do nosso olhar, e não de um código.

Intencionalidade e senso crítico ainda exigem esforço humano.

GÉNOT, Luana. O Globo, 24 nov. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/11/essa-tal-liberdade.ghtml. Acesso em: 10 dez. 2024. Adaptado.
O trecho que melhor reforça a opinião de Luana Génot de que a intencionalidade humana mantém sua importância, mesmo diante dos avanços tecnológicos, é:
Alternativas
Q3285987 História
Considere a definição abaixo:
Forma de governo em que o poder é centralizado na figura do monarca, que o transmite hereditariamente. Esse sistema foi específico da Europa nos séculos XVI e XVII, principalmente. Tendia a conceder ao rei um caráter sacralizado, aspecto enfatizado pela teoria do direito divino dos reis. Uma teoria que defendia que o poder do rei e a centralização do Estado se deviam a Deus, que escolhera o rei e sua linhagem, e logo seu poder não deveria ser contestado por nenhum dos súditos. Contudo, o sistema apresentava variações regionais que o poderiam fazer mais ou menos centralizado, e apesar das particularidades, a maior parte compartilhava algumas características: a concentração de poder na figura do rei, a existência de burocracias e exércitos públicos, o enfraquecimento dos vínculos feudais, a mercantilização da economia. As justificativas jurídicas ou teológicas tinham em comum o fato de que foram construídas para explicar o poder centralizado.
SILVA, Kalina Vanderlei & SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2009, pp 11-15. (Adaptado)
O sistema político a que o texto se refere é:
Alternativas
Q3285986 História
Leia o texto atentamente:
A presença e a liderança feminina em Palmares surgem descritas na “Relação das guerras feitas aos Palmares de Pernambuco no tempo do governador d. Pedro de Almeida" — uma memória sobre as incursões realizadas entre 1675 e 1678, em que aparecem definições de “distintos Palmares”. Acotirene e
Aqualtune, assim como as expressões “rainha”, “fêmea” e “negras”, parecem resumir a presença feminina palmarista. A preocupação das autoridades coloniais com as mulheres em Palmares — apesar da pequena referência a nomes próprios — está registrada nas polêmicas que surgiram sobre como proceder com as prisioneiras. Considerava-se que, após a captura, elas deviam ser exterminadas ou vendidas e mandadas para bem longe. Caetano de Melo e Castro (1680-1718), ao dar a notícia sobre o sucesso dos ataques a Palmares, em 1694, destacou que as “negras fêmeas” e suas crias que “chegaram a ter aquela liberdade” deveriam ser mesmo enviadas para fora da capitania, senão todos ali ficariam “menos seguros pelo que a experiência tem mostrado”.
Além de combaterem lado a lado com os homens, uma série de mulheres exercia, com frequência, funções logísticas significativas, transportando alimentos, pólvora e armamento, bem como cuidando dos feridos. Se a história colonial silenciou sobre seus nomes, não pode evitar falar de seus atos e papéis dentro das comunidades palmarinas.
GOMES, Flávio, LAURIANO, Jaime & SCHWARCZ, Lilia. Enciclopédia Negra. São Paulo: Companhia das Letras, 2021, pp. 25-26. (Adaptado)

O texto refere-se ao Quilombo dos Palmares, marco da resistência dos escravizados entre 1597 e 1704 na América Portuguesa, que chegou a agregar 20 mil pessoas. Ao enfatizar as mulheres quilombolas, destaca:
Alternativas
Q3285982 Química
Um estudante leu as seguintes descrições sobre um conjunto de elementos químicos:
• Gás nobre de menor número atômico;
• Metal alcalino terroso de maior número atômico;
• Calcogênio de menor número atômico.

Ao identificar os elementos químicos, o estudante encontrará como resposta os símbolos dos elementos químicos, na ordem:
Alternativas
Q3285981 Química
De forma geral, podemos distinguir um fenômeno físico de um fenômeno químico pela composição da matéria. Muitos fenômenos físicos e químicos fazem parte do nosso cotidiano. Um exemplo de um fenômeno químico é:
Alternativas
Respostas
2881: D
2882: B
2883: B
2884: A
2885: D
2886: C
2887: B
2888: D
2889: C
2890: C
2891: B
2892: C
2893: B
2894: A
2895: A
2896: D
2897: C
2898: B
2899: B
2900: C