Questões de Concurso
Comentadas para técnico judiciário - operação de computador
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apresentado abaixo.
Apesar de sua fama internacional como detentor da
maior biodiversidade e da maior floresta tropical do planeta, o
Brasil ainda tira muito pouco proveito de suas belezas naturais
como atração turística. Os prejuízos são tanto econômicos
quanto ambientais: o País deixa de participar de um mercado
bilionário, cujos benefícios podem ser revertidos tanto para o
desenvolvimento quanto para a conservação.
Dos 60 parques nacionais brasileiros, apenas 23 estão
oficialmente abertos para visitação e só 19 deles fazem arrecadação
de ingressos. Outros 6 poderiam ser visitados apenas
com autorização especial, e 31 são visitados de maneira não
oficial ? o que significa que não têm plano de manejo ou estrutura
apropriados para isso. Conseqüentemente, o turismo nessas
áreas não é devidamente controlado e não há retorno
financeiro direto para a conservação. Mesmo para os parques
com visitação oficial, não há estatísticas confiáveis sobre
números de visitantes e valores arrecadados.
Apesar de haver belezas naturais em todo o país, é
importante focar a atenção nos parques nacionais, principalmente
na divulgação para o mercado internacional, segundo
um consultor de ecoturismo da Embratur. É preciso diversificar
a oferta de atrativos ambientais, ainda muito focada no produto
"sol e praia". Além de divulgação, segundo ele, é preciso investir
em infra-estrutura logística e na criação de roteiros mais
acessíveis. O Brasil tem vantagem competitiva muito grande por
causa da riqueza de sua biodiversidade. Entretanto, por causa
do tamanho do país, o acesso a muitos locais é difícil e exige
muitos dias de viagem, o que acaba se tornando uma
desvantagem.
O principal desafio do ecoturismo é fazê-lo de forma
sustentável, para que não se torne uma ameaça à natureza. Há
quem diga, inclusive, que as palavras "eco" e "turismo" são
incompatíveis. Elas são compatíveis sim, desde que a atividade
seja bem planejada e bem gerenciada. Nesses casos o
ecoturismo pode servir como uma importante fonte de recursos
para a conservação e o desenvolvimento econômico das comunidades
locais. Sempre vai haver algum impacto, mas esse
impacto pode ser aceitável.
(Adaptado de Herton Escobar, O Estado de S. Paulo, A30,
Vida&, 21 de maio de 2006)
apresentado abaixo.
Apesar de sua fama internacional como detentor da
maior biodiversidade e da maior floresta tropical do planeta, o
Brasil ainda tira muito pouco proveito de suas belezas naturais
como atração turística. Os prejuízos são tanto econômicos
quanto ambientais: o País deixa de participar de um mercado
bilionário, cujos benefícios podem ser revertidos tanto para o
desenvolvimento quanto para a conservação.
Dos 60 parques nacionais brasileiros, apenas 23 estão
oficialmente abertos para visitação e só 19 deles fazem arrecadação
de ingressos. Outros 6 poderiam ser visitados apenas
com autorização especial, e 31 são visitados de maneira não
oficial ? o que significa que não têm plano de manejo ou estrutura
apropriados para isso. Conseqüentemente, o turismo nessas
áreas não é devidamente controlado e não há retorno
financeiro direto para a conservação. Mesmo para os parques
com visitação oficial, não há estatísticas confiáveis sobre
números de visitantes e valores arrecadados.
Apesar de haver belezas naturais em todo o país, é
importante focar a atenção nos parques nacionais, principalmente
na divulgação para o mercado internacional, segundo
um consultor de ecoturismo da Embratur. É preciso diversificar
a oferta de atrativos ambientais, ainda muito focada no produto
"sol e praia". Além de divulgação, segundo ele, é preciso investir
em infra-estrutura logística e na criação de roteiros mais
acessíveis. O Brasil tem vantagem competitiva muito grande por
causa da riqueza de sua biodiversidade. Entretanto, por causa
do tamanho do país, o acesso a muitos locais é difícil e exige
muitos dias de viagem, o que acaba se tornando uma
desvantagem.
O principal desafio do ecoturismo é fazê-lo de forma
sustentável, para que não se torne uma ameaça à natureza. Há
quem diga, inclusive, que as palavras "eco" e "turismo" são
incompatíveis. Elas são compatíveis sim, desde que a atividade
seja bem planejada e bem gerenciada. Nesses casos o
ecoturismo pode servir como uma importante fonte de recursos
para a conservação e o desenvolvimento econômico das comunidades
locais. Sempre vai haver algum impacto, mas esse
impacto pode ser aceitável.
(Adaptado de Herton Escobar, O Estado de S. Paulo, A30,
Vida&, 21 de maio de 2006)
apresentado abaixo.
Apesar de sua fama internacional como detentor da
maior biodiversidade e da maior floresta tropical do planeta, o
Brasil ainda tira muito pouco proveito de suas belezas naturais
como atração turística. Os prejuízos são tanto econômicos
quanto ambientais: o País deixa de participar de um mercado
bilionário, cujos benefícios podem ser revertidos tanto para o
desenvolvimento quanto para a conservação.
Dos 60 parques nacionais brasileiros, apenas 23 estão
oficialmente abertos para visitação e só 19 deles fazem arrecadação
de ingressos. Outros 6 poderiam ser visitados apenas
com autorização especial, e 31 são visitados de maneira não
oficial ? o que significa que não têm plano de manejo ou estrutura
apropriados para isso. Conseqüentemente, o turismo nessas
áreas não é devidamente controlado e não há retorno
financeiro direto para a conservação. Mesmo para os parques
com visitação oficial, não há estatísticas confiáveis sobre
números de visitantes e valores arrecadados.
Apesar de haver belezas naturais em todo o país, é
importante focar a atenção nos parques nacionais, principalmente
na divulgação para o mercado internacional, segundo
um consultor de ecoturismo da Embratur. É preciso diversificar
a oferta de atrativos ambientais, ainda muito focada no produto
"sol e praia". Além de divulgação, segundo ele, é preciso investir
em infra-estrutura logística e na criação de roteiros mais
acessíveis. O Brasil tem vantagem competitiva muito grande por
causa da riqueza de sua biodiversidade. Entretanto, por causa
do tamanho do país, o acesso a muitos locais é difícil e exige
muitos dias de viagem, o que acaba se tornando uma
desvantagem.
O principal desafio do ecoturismo é fazê-lo de forma
sustentável, para que não se torne uma ameaça à natureza. Há
quem diga, inclusive, que as palavras "eco" e "turismo" são
incompatíveis. Elas são compatíveis sim, desde que a atividade
seja bem planejada e bem gerenciada. Nesses casos o
ecoturismo pode servir como uma importante fonte de recursos
para a conservação e o desenvolvimento econômico das comunidades
locais. Sempre vai haver algum impacto, mas esse
impacto pode ser aceitável.
(Adaptado de Herton Escobar, O Estado de S. Paulo, A30,
Vida&, 21 de maio de 2006)
apresentado abaixo.
Apesar de sua fama internacional como detentor da
maior biodiversidade e da maior floresta tropical do planeta, o
Brasil ainda tira muito pouco proveito de suas belezas naturais
como atração turística. Os prejuízos são tanto econômicos
quanto ambientais: o País deixa de participar de um mercado
bilionário, cujos benefícios podem ser revertidos tanto para o
desenvolvimento quanto para a conservação.
Dos 60 parques nacionais brasileiros, apenas 23 estão
oficialmente abertos para visitação e só 19 deles fazem arrecadação
de ingressos. Outros 6 poderiam ser visitados apenas
com autorização especial, e 31 são visitados de maneira não
oficial ? o que significa que não têm plano de manejo ou estrutura
apropriados para isso. Conseqüentemente, o turismo nessas
áreas não é devidamente controlado e não há retorno
financeiro direto para a conservação. Mesmo para os parques
com visitação oficial, não há estatísticas confiáveis sobre
números de visitantes e valores arrecadados.
Apesar de haver belezas naturais em todo o país, é
importante focar a atenção nos parques nacionais, principalmente
na divulgação para o mercado internacional, segundo
um consultor de ecoturismo da Embratur. É preciso diversificar
a oferta de atrativos ambientais, ainda muito focada no produto
"sol e praia". Além de divulgação, segundo ele, é preciso investir
em infra-estrutura logística e na criação de roteiros mais
acessíveis. O Brasil tem vantagem competitiva muito grande por
causa da riqueza de sua biodiversidade. Entretanto, por causa
do tamanho do país, o acesso a muitos locais é difícil e exige
muitos dias de viagem, o que acaba se tornando uma
desvantagem.
O principal desafio do ecoturismo é fazê-lo de forma
sustentável, para que não se torne uma ameaça à natureza. Há
quem diga, inclusive, que as palavras "eco" e "turismo" são
incompatíveis. Elas são compatíveis sim, desde que a atividade
seja bem planejada e bem gerenciada. Nesses casos o
ecoturismo pode servir como uma importante fonte de recursos
para a conservação e o desenvolvimento econômico das comunidades
locais. Sempre vai haver algum impacto, mas esse
impacto pode ser aceitável.
(Adaptado de Herton Escobar, O Estado de S. Paulo, A30,
Vida&, 21 de maio de 2006)
apresentado abaixo.
Apesar de sua fama internacional como detentor da
maior biodiversidade e da maior floresta tropical do planeta, o
Brasil ainda tira muito pouco proveito de suas belezas naturais
como atração turística. Os prejuízos são tanto econômicos
quanto ambientais: o País deixa de participar de um mercado
bilionário, cujos benefícios podem ser revertidos tanto para o
desenvolvimento quanto para a conservação.
Dos 60 parques nacionais brasileiros, apenas 23 estão
oficialmente abertos para visitação e só 19 deles fazem arrecadação
de ingressos. Outros 6 poderiam ser visitados apenas
com autorização especial, e 31 são visitados de maneira não
oficial ? o que significa que não têm plano de manejo ou estrutura
apropriados para isso. Conseqüentemente, o turismo nessas
áreas não é devidamente controlado e não há retorno
financeiro direto para a conservação. Mesmo para os parques
com visitação oficial, não há estatísticas confiáveis sobre
números de visitantes e valores arrecadados.
Apesar de haver belezas naturais em todo o país, é
importante focar a atenção nos parques nacionais, principalmente
na divulgação para o mercado internacional, segundo
um consultor de ecoturismo da Embratur. É preciso diversificar
a oferta de atrativos ambientais, ainda muito focada no produto
"sol e praia". Além de divulgação, segundo ele, é preciso investir
em infra-estrutura logística e na criação de roteiros mais
acessíveis. O Brasil tem vantagem competitiva muito grande por
causa da riqueza de sua biodiversidade. Entretanto, por causa
do tamanho do país, o acesso a muitos locais é difícil e exige
muitos dias de viagem, o que acaba se tornando uma
desvantagem.
O principal desafio do ecoturismo é fazê-lo de forma
sustentável, para que não se torne uma ameaça à natureza. Há
quem diga, inclusive, que as palavras "eco" e "turismo" são
incompatíveis. Elas são compatíveis sim, desde que a atividade
seja bem planejada e bem gerenciada. Nesses casos o
ecoturismo pode servir como uma importante fonte de recursos
para a conservação e o desenvolvimento econômico das comunidades
locais. Sempre vai haver algum impacto, mas esse
impacto pode ser aceitável.
(Adaptado de Herton Escobar, O Estado de S. Paulo, A30,
Vida&, 21 de maio de 2006)
apresentado abaixo.
Apesar de sua fama internacional como detentor da
maior biodiversidade e da maior floresta tropical do planeta, o
Brasil ainda tira muito pouco proveito de suas belezas naturais
como atração turística. Os prejuízos são tanto econômicos
quanto ambientais: o País deixa de participar de um mercado
bilionário, cujos benefícios podem ser revertidos tanto para o
desenvolvimento quanto para a conservação.
Dos 60 parques nacionais brasileiros, apenas 23 estão
oficialmente abertos para visitação e só 19 deles fazem arrecadação
de ingressos. Outros 6 poderiam ser visitados apenas
com autorização especial, e 31 são visitados de maneira não
oficial ? o que significa que não têm plano de manejo ou estrutura
apropriados para isso. Conseqüentemente, o turismo nessas
áreas não é devidamente controlado e não há retorno
financeiro direto para a conservação. Mesmo para os parques
com visitação oficial, não há estatísticas confiáveis sobre
números de visitantes e valores arrecadados.
Apesar de haver belezas naturais em todo o país, é
importante focar a atenção nos parques nacionais, principalmente
na divulgação para o mercado internacional, segundo
um consultor de ecoturismo da Embratur. É preciso diversificar
a oferta de atrativos ambientais, ainda muito focada no produto
"sol e praia". Além de divulgação, segundo ele, é preciso investir
em infra-estrutura logística e na criação de roteiros mais
acessíveis. O Brasil tem vantagem competitiva muito grande por
causa da riqueza de sua biodiversidade. Entretanto, por causa
do tamanho do país, o acesso a muitos locais é difícil e exige
muitos dias de viagem, o que acaba se tornando uma
desvantagem.
O principal desafio do ecoturismo é fazê-lo de forma
sustentável, para que não se torne uma ameaça à natureza. Há
quem diga, inclusive, que as palavras "eco" e "turismo" são
incompatíveis. Elas são compatíveis sim, desde que a atividade
seja bem planejada e bem gerenciada. Nesses casos o
ecoturismo pode servir como uma importante fonte de recursos
para a conservação e o desenvolvimento econômico das comunidades
locais. Sempre vai haver algum impacto, mas esse
impacto pode ser aceitável.
(Adaptado de Herton Escobar, O Estado de S. Paulo, A30,
Vida&, 21 de maio de 2006)
I. Partição é a porção de um disco rígido tratada como se fosse uma unidade independente.
II. FAT (File Allocation Table) refere-se à lista mantida pelo sistema operacional para controle das áreas livres e ocupadas num disco.
III. Formatação é a operação que prepara o disco para ser usado. Cada sistema operacional tem seu método próprio de formatação.
É correto o que se afirma em
I. O proprietário do arquivo pode ler, gravar e executar.
II. Membros do grupo podem apenas ler e executar o arquivo.
III. Outros usuários podem apenas ler o arquivo.
A permissão deste arquivo é:
Uma fama, aliás, que tem razões pouco esportivas. (meio do 2º parágrafo)
É correto afirmar, considerando-se o contexto, que a frase transcrita acima
A seguir são apresentadas várias vantagens comparativas gerais na aquisição, operação e manutenção entre impressoras jato de tinta e impressoras a laser.
I menor custo inicial de aquisição e operação
II menor custo de manutenção ao longo do tempo
III maior velocidade para reproduzir múltiplas cópias de ummesmo documento
IV menor custo de peças de reposição relativo ao preço totalda impressora
V maior quantidade de páginas impressas por cartucho detinta ou toner
VI menor relação de custo por página, à medida que aumentao volume de impressãoVII maior qualidade de impressão em preto e branco
VIII maior disponibilidade de impressoras em grandes formatosde papel
IX maior durabilidade da tinta ou toner, quando em períodosde inatividade
X maior disponibilidade no mercado de equipamentos paraimpressão em cores
Considere que, na situação representada na figura acima, o sistema local tem cadastrado um usuário de nome teste, que foi associado ao grupo local Convidados (COMPUTADOR2\Convidados). As permissões de controle total para o sistema de arquivos em geral estão habilitadas para todos os usuários. Em especial, o controle total da Pasta1 (Meus documentos\Pasta1) está habilitado a todos os usuários e grupos, mas o administrador está modificando as permissões específicas para o grupo Convidados em duas áreas do sistema de arquivos, conforme apresentado nas janelas de propriedades referentes à Pasta1 e ao arquivo teste.txt, cujas localizações são apresentadas na janela do Windows Explorer ilustrada. Considerando o sucesso na realização das modificações de permissão apresentadas, julgue os itens a seguir.
I Todos os usuários do computador terão permissão para alterar o arquivo teste.txt.
II Todos os usuários terão permissão para incluir uma sub-pasta na Pasta6.
III O usuário teste terá permissão para alterar o conteúdo da Pasta5.
IV O usuário teste terá permissão para alterar o conteúdo do arquivo teste.txt.
V Um novo usuário que for associado ao grupo Convidados passará a ter, por default, as mesmas restrições definidas para o usuário teste.
Estão certos apenas os itens
À área de suporte técnico que atua em uma organização foi
dada a tarefa de organizar o setor de suporte considerando uma
divisão de trabalho em três equipes distintas e usando o modelo
padrão de atendimento de organizações de suporte de ambiente de
computadores, conforme definido a seguir.
I Configuração: uma equipe cuidará da organização e manutenção
da base de dados de configuração, contendo todas as
informações sobre hardware, software e equipamentos que
existem no ambiente de computadores da organização.
II Monitoramento e análise: uma equipe cuidará da organização e
manutenção de um cadastro de solicitações de atendimento, logs
de auditoria, incidentes, problemas e falhas diversas com
usuários, sejam elas reportadas pelos próprios usuários ou
monitoradas por meio de ferramentas administrativas. Esta
equipe analisará ainda a situação do ambiente e encaminhará à
equipe de mudança os pedidos de alterações visando aperfeiçoar
o ambiente.
III Mudança: uma equipe receberá e analisará pedidos para
implantar mudanças, correções e manutenções diversas nos
equipamentos, software e outros elementos do sistema de
computação da organização. Esta equipe também planejará e
implantará as mudanças.
À área de suporte técnico que atua em uma organização foi
dada a tarefa de organizar o setor de suporte considerando uma
divisão de trabalho em três equipes distintas e usando o modelo
padrão de atendimento de organizações de suporte de ambiente de
computadores, conforme definido a seguir.
I Configuração: uma equipe cuidará da organização e manutenção
da base de dados de configuração, contendo todas as
informações sobre hardware, software e equipamentos que
existem no ambiente de computadores da organização.
II Monitoramento e análise: uma equipe cuidará da organização e
manutenção de um cadastro de solicitações de atendimento, logs
de auditoria, incidentes, problemas e falhas diversas com
usuários, sejam elas reportadas pelos próprios usuários ou
monitoradas por meio de ferramentas administrativas. Esta
equipe analisará ainda a situação do ambiente e encaminhará à
equipe de mudança os pedidos de alterações visando aperfeiçoar
o ambiente.
III Mudança: uma equipe receberá e analisará pedidos para
implantar mudanças, correções e manutenções diversas nos
equipamentos, software e outros elementos do sistema de
computação da organização. Esta equipe também planejará e
implantará as mudanças.
À área de suporte técnico que atua em uma organização foi
dada a tarefa de organizar o setor de suporte considerando uma
divisão de trabalho em três equipes distintas e usando o modelo
padrão de atendimento de organizações de suporte de ambiente de
computadores, conforme definido a seguir.
I Configuração: uma equipe cuidará da organização e manutenção
da base de dados de configuração, contendo todas as
informações sobre hardware, software e equipamentos que
existem no ambiente de computadores da organização.
II Monitoramento e análise: uma equipe cuidará da organização e
manutenção de um cadastro de solicitações de atendimento, logs
de auditoria, incidentes, problemas e falhas diversas com
usuários, sejam elas reportadas pelos próprios usuários ou
monitoradas por meio de ferramentas administrativas. Esta
equipe analisará ainda a situação do ambiente e encaminhará à
equipe de mudança os pedidos de alterações visando aperfeiçoar
o ambiente.
III Mudança: uma equipe receberá e analisará pedidos para
implantar mudanças, correções e manutenções diversas nos
equipamentos, software e outros elementos do sistema de
computação da organização. Esta equipe também planejará e
implantará as mudanças.