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Q3811980 Português
Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano

Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva.

Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura.

Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." 

Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca.

Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica.

Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona."

Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado.

"Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/
O texto destaca uma nova etapa na trajetória profissional das fundadoras da produtora, marcada pela consolidação no mercado interno e pela busca de novos horizontes internacionais. A decisão de abrir uma filial fora do país demonstra um reposicionamento estratégico e o amadurecimento do negócio, que passa a mirar um público mais amplo e globalizado. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa correta acerca do texto.
Alternativas
Q3811979 Português
Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano

Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva.

Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura.

Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." 

Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca.

Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica.

Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona."

Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado.

"Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/
O texto evidencia um momento de inovação e adaptação dentro da trajetória empresarial das sócias, marcado pela incorporação da inteligência artificial aos processos criativos. A partir de uma experiência experimental, surgiu uma oportunidade de negócio capaz de responder às necessidades do mercado de forma eficiente e personalizada. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa correta acerca do texto.
Alternativas
Q3803879 Pedagogia
A relação entre limites, disciplina e desenvolvimento emocional na infância deve ser compreendida à luz de uma perspectiva formativa. Nessa abordagem, o estabelecimento de limites contribui para o desenvolvimento infantil quando: 
Alternativas
Q3803878 Pedagogia
No campo do desenvolvimento infantil, a compreensão do comportamento da criança exige considerar a articulação entre maturação biológica e experiências sociais. Nesse sentido, a interpretação adequada do comportamento infantil pressupõe que: 
Alternativas
Q3803877 Pedagogia
A adaptação à escola envolve a relação entre escola e família, sendo fundamental para o bem-estar da criança. Considerando esse processo, analise as assertivas.
I. A parceria entre família e escola favorece a segurança emocional da criança.
II. A adaptação escolar ocorre de forma homogênea para todas as crianças.
III. O acolhimento inicial contribui para a construção de vínculos afetivos.
Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3803876 Pedagogia
A organização dos espaços e da rotina na educação infantil influencia diretamente o desenvolvimento integral da criança. Nesse sentido, a organização intencional dos espaços educativos favorece a ____________, a interação social e o desenvolvimento da autonomia infantil.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna? 
Alternativas
Q3803875 Pedagogia
A educação inclusiva pressupõe práticas pedagógicas que atendam à diversidade dos alunos, inclusive no que se refere à saúde, higiene e cuidados corporais. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3803874 Pedagogia
No contexto do desenvolvimento infantil, a construção de limites e disciplina relaciona-se diretamente à autonomia e à internalização de regras sociais. Considerando essa perspectiva, analise as assertivas:
I. Limites consistentes, quando acompanhados de afeto, contribuem para o desenvolvimento da autorregulação emocional.
II. A disciplina baseada apenas em punições favorece a compreensão crítica das regras pela criança.
III. A previsibilidade das rotinas auxilia na segurança emocional e no comportamento infantil.
Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3803684 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No texto, aparece a forma “MEC” para designar um órgão da administração pública federal. Esse tipo de formação lexical é característico de um processo específico da língua portuguesa, utilizado para condensar nomes extensos em unidades gráficas autônomas. Do ponto de vista linguístico, a forma “MEC” enquadra-se corretamente como:
Alternativas
Q3803683 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No trecho “defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa”, a palavra “sobretudo”, nesse contexto, classifica-se gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3803682 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
O texto destaca a importância da educação infantil, especialmente da creche, para o desenvolvimento das crianças em situação de vulnerabilidade social. A partir dessa abordagem, identifique a alternativa que melhor sintetiza o papel atribuído à creche no contexto apresentado. 
Alternativas
Q3803681 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Ao analisar os dados apresentados no texto, observa-se que o acesso à educação infantil no Brasil é profundamente influenciado por fatores socioeconômicos e regionais. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa corretamente a relação entre desigualdade social e acesso à educação infantil discutida no texto. 
Alternativas
Q3803680 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Com relação ao número de fonemas e dígrafos de palavras do texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3797488 História
Muitos movimentos de resistência contra o Regime Militar (1964 a 1985) aconteceram no Brasil, muitas guerrilhas eram formadas por jovens estudantes de orientação socialista que atuavam no campo e no cenário urbano, os objetivos, a grosso modo, eram o fim do Regime Militar e a instauração de governos socialistas. Sobre as guerrilhas acontecidas no campo, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3797487 História
As primeiras civilizações habitavam diversas regiões do planeta, duas delas eram o que conhecemos como Egito e a Mesopotâmia. Egípcios e Mesopotâmicos criaram dois modos de escrita, o Hieróglifo e o Cuneiforme, duas das mais antigas formas de escrever que temos notícia. Essas civilizações também se interessavam muito por Matemática, Astronomia, Engenharia, etc. Sobre as civilizações do crescente fértil, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3797486 História
Com a morte de Maomé, em 632 d.C, e a instauração do Califado Ortodoxo (Rashidun), o oriente e o ocidente presenciaram um expansionismo Árabe Islâmico de proporções assombrosas. Sobre as causas desse expansionismo, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q3797485 História
Em 1694 tropas luso-brasileiras comandadas pelo bandeirante Domingos Jorge Velho empreendem uma expedição contra o Quilombo dos Palmares, resultando na sua destruição, apesar de a resistência quilombola ter continuado por mais algum tempo. Em relação aos quilombos no período do Brasil Colônia, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3797484 História
“... É interessante notar que os chefes bárbaros do primeiro período estavam possuídos de profunda admiração pela grandiosa estrutura político-administrativa do Império, fato esse que os levou muitas vezes a considerarem-se, ao menos teoricamente, como que lugar-tenentes dos imperadores ou uma espécie de gerentes de um território que, de fato, continuava romano.”
GIORDANI, Mário Curtis. História dos Reinos Bárbaros: A Civilização, Petrópolis: Vozes, 1971, v. II, p.10.
Sobre o conteúdo do texto acima e com relação ao período citado, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3797483 Geografia
A representação cartográfica do relevo não é uma tarefa muito fácil de se realizar, e isso certamente se deve à complexidade de informações necessárias que devem ser relatadas em uma base cartográfica, quando da realização dos trabalhos de mapeamento. De acordo com Mescerjakov (1968, in Ross, 2002), “as morfoestruturas se referem aos grandes conjuntos de relevos como cadeias de montanhas, maciços, planaltos, depressões sobre a superfície dos continentes e dos fundos oceânicos.
GUERRA, A. J. T.; MARÇAL. M. dos S. Geomorfologia ambiental. 8ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2018.
Considerando a atuação dos fatores exógenos destacado no texto, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o processo responsável pela formação morfoescultural do relevo.
Alternativas
Q3797482 Geografia
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) apontam metas globais para reduzir desigualdades, promover cidades inclusivas, garantir padrões sustentáveis de produção e combater mudanças climáticas.
Metas Globais: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). GTSC, 2025. Disponível em: . Acesso em 10 de jun. de 2025.
Considerando esses desafios, especialmente diante de problemas como o aumento das emissões de gases de efeito estufa, assinale a alternativa que apresenta uma ação coerente com as metas dos ODS 10, 11, 12, 13 e 14.
Alternativas
Respostas
2221: C
2222: C
2223: A
2224: B
2225: C
2226: D
2227: A
2228: B
2229: A
2230: B
2231: B
2232: D
2233: A
2234: B
2235: A
2236: B
2237: A
2238: C
2239: C
2240: B