Questões de Concurso Comentadas para técnico de eletrônica

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Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: INB Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Assistente de Administração | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Secretária | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Almoxarife | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Inspetor de Guarda | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador TIG | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador Oxigás | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Desenhista Técnico de Construção Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrônica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrotécnica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Laboratório Industrial | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletromecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Mecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Instrumentação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Manutenção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Química | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Radioproteção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Topografia/Agrimensura | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Qualidade | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Logística | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Enfermagem do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Edificações | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Arquivo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Informática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Automação Industrial |
Q1099679 Português

A liberdade sempre foi um elemento fundamental da cultura ocidental, que tem nela toda sua sólida base cultural.

Há dois caminhos para se conceituar “liberdade”. O primeiro, de natureza filosófica, examina-a sob o prisma do determinismo e do livre-arbítrio. O homem, em sociedade, está sujeito a limitações permanentes. Sofre injustiças, é cerceado na sua espontaneidade. O Estado o envolve com seu manto quase sempre opressor.

Por outro lado, por mais que o homem se envolva nas teias limitadoras da sociedade, sobra-lhe sempre um espaço em que é autônomo para pensar e agir. Nele faz escolhas e exerce predileções. É sujeito responsável por tudo que faz. Livre-arbítrio e liberdade são dois parâmetros em que o homem se situa, ora limitado ou autônomo para agir.

O segundo caminho da liberdade é o jurídico. O homem, desde que superou a condição de nômade e se estabeleceu em território fixo, criou imediatamente normas que possibilitaram a convivência das tribos. Depois, com o correr dos séculos, em lenta, mas permanente evolução, criou o Estado para regular uma sociedade cada vez mais difícil e completa. Esta sociedade abafa e limita o indivíduo que é obrigado a ceder, para o interesse público e vontade coletiva, muito de sua liberdade.

Também aqui, criou-se um espaço, à custa de esforço, lutas e guerras entre o indivíduo e o Estado, verdadeiro Leviatã que a cada dia o envolve em sua rede cada vez mais limitadora. A resposta foi a criação de direitos que a experiência e a história do homem colocou como imprescindíveis para a vida coletiva e individual. São os direitos humanos, que passaram a anteceder o Estado, impondo-lhe limitações e reservas. Entre eles e o Estado nasceu a liberdade moderna, com o necessário equilíbrio nem sempre fácil de obter. Se há liberdade “plena”, ela se deturpa em libertinagem.

Se não há liberdade, caímos no mundo das ditaduras em que o homem é apenas um ser que vive debaixo do tacão do Estado. Assemelha-se aos animais e reduz-se à vida não criativa, tornando-se mera unidade social. [...]

SILVA, Antônio Álvares. Hoje em dia.

Disponível em: <https://goo.gl/QCG3vf>.

Acesso em: 19 out. 2017

(Fragmento adaptado).

Releia o trecho a seguir.

“Depois, com o correr dos séculos, em lenta, mas permanente evolução, criou o Estado para regular uma sociedade cada vez mais difícil e completa.”

Esse trecho não pode, sem prejuízo de seu sentido original, ser reescrito da seguinte forma:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: INB Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Assistente de Administração | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Secretária | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Almoxarife | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Inspetor de Guarda | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador TIG | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador Oxigás | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Desenhista Técnico de Construção Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrônica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrotécnica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Laboratório Industrial | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletromecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Mecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Instrumentação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Manutenção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Química | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Radioproteção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Topografia/Agrimensura | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Qualidade | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Logística | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Enfermagem do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Edificações | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Arquivo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Informática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Automação Industrial |
Q1099678 Português

A liberdade sempre foi um elemento fundamental da cultura ocidental, que tem nela toda sua sólida base cultural.

Há dois caminhos para se conceituar “liberdade”. O primeiro, de natureza filosófica, examina-a sob o prisma do determinismo e do livre-arbítrio. O homem, em sociedade, está sujeito a limitações permanentes. Sofre injustiças, é cerceado na sua espontaneidade. O Estado o envolve com seu manto quase sempre opressor.

Por outro lado, por mais que o homem se envolva nas teias limitadoras da sociedade, sobra-lhe sempre um espaço em que é autônomo para pensar e agir. Nele faz escolhas e exerce predileções. É sujeito responsável por tudo que faz. Livre-arbítrio e liberdade são dois parâmetros em que o homem se situa, ora limitado ou autônomo para agir.

O segundo caminho da liberdade é o jurídico. O homem, desde que superou a condição de nômade e se estabeleceu em território fixo, criou imediatamente normas que possibilitaram a convivência das tribos. Depois, com o correr dos séculos, em lenta, mas permanente evolução, criou o Estado para regular uma sociedade cada vez mais difícil e completa. Esta sociedade abafa e limita o indivíduo que é obrigado a ceder, para o interesse público e vontade coletiva, muito de sua liberdade.

Também aqui, criou-se um espaço, à custa de esforço, lutas e guerras entre o indivíduo e o Estado, verdadeiro Leviatã que a cada dia o envolve em sua rede cada vez mais limitadora. A resposta foi a criação de direitos que a experiência e a história do homem colocou como imprescindíveis para a vida coletiva e individual. São os direitos humanos, que passaram a anteceder o Estado, impondo-lhe limitações e reservas. Entre eles e o Estado nasceu a liberdade moderna, com o necessário equilíbrio nem sempre fácil de obter. Se há liberdade “plena”, ela se deturpa em libertinagem.

Se não há liberdade, caímos no mundo das ditaduras em que o homem é apenas um ser que vive debaixo do tacão do Estado. Assemelha-se aos animais e reduz-se à vida não criativa, tornando-se mera unidade social. [...]

SILVA, Antônio Álvares. Hoje em dia.

Disponível em: <https://goo.gl/QCG3vf>.

Acesso em: 19 out. 2017

(Fragmento adaptado).

Releia o excerto a seguir.

“O homem, desde que superou a condição de nômade e se estabeleceu em território fixo, criou imediatamente normas que possibilitaram a convivência das tribos.”

O trecho destacado desse excerto exerce sobre o restante da frase uma ideia:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: INB Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Assistente de Administração | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Secretária | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Almoxarife | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Inspetor de Guarda | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador TIG | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador Oxigás | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Desenhista Técnico de Construção Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrônica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrotécnica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Laboratório Industrial | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletromecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Mecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Instrumentação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Manutenção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Química | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Radioproteção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Topografia/Agrimensura | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Qualidade | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Logística | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Enfermagem do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Edificações | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Arquivo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Informática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Automação Industrial |
Q1099677 Português

A liberdade sempre foi um elemento fundamental da cultura ocidental, que tem nela toda sua sólida base cultural.

Há dois caminhos para se conceituar “liberdade”. O primeiro, de natureza filosófica, examina-a sob o prisma do determinismo e do livre-arbítrio. O homem, em sociedade, está sujeito a limitações permanentes. Sofre injustiças, é cerceado na sua espontaneidade. O Estado o envolve com seu manto quase sempre opressor.

Por outro lado, por mais que o homem se envolva nas teias limitadoras da sociedade, sobra-lhe sempre um espaço em que é autônomo para pensar e agir. Nele faz escolhas e exerce predileções. É sujeito responsável por tudo que faz. Livre-arbítrio e liberdade são dois parâmetros em que o homem se situa, ora limitado ou autônomo para agir.

O segundo caminho da liberdade é o jurídico. O homem, desde que superou a condição de nômade e se estabeleceu em território fixo, criou imediatamente normas que possibilitaram a convivência das tribos. Depois, com o correr dos séculos, em lenta, mas permanente evolução, criou o Estado para regular uma sociedade cada vez mais difícil e completa. Esta sociedade abafa e limita o indivíduo que é obrigado a ceder, para o interesse público e vontade coletiva, muito de sua liberdade.

Também aqui, criou-se um espaço, à custa de esforço, lutas e guerras entre o indivíduo e o Estado, verdadeiro Leviatã que a cada dia o envolve em sua rede cada vez mais limitadora. A resposta foi a criação de direitos que a experiência e a história do homem colocou como imprescindíveis para a vida coletiva e individual. São os direitos humanos, que passaram a anteceder o Estado, impondo-lhe limitações e reservas. Entre eles e o Estado nasceu a liberdade moderna, com o necessário equilíbrio nem sempre fácil de obter. Se há liberdade “plena”, ela se deturpa em libertinagem.

Se não há liberdade, caímos no mundo das ditaduras em que o homem é apenas um ser que vive debaixo do tacão do Estado. Assemelha-se aos animais e reduz-se à vida não criativa, tornando-se mera unidade social. [...]

SILVA, Antônio Álvares. Hoje em dia.

Disponível em: <https://goo.gl/QCG3vf>.

Acesso em: 19 out. 2017

(Fragmento adaptado).

Analise as afirmativas a seguir.

I. Sem liberdade, o homem torna-se um indivíduo sem vontade própria.

II. Os direitos humanos fazem um contraponto ao poder opressor do estado.

III. O homem cede parte de sua liberdade para viabilizar a vida em sociedade.

De acordo com o texto, estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: INB Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Assistente de Administração | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Secretária | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Almoxarife | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Inspetor de Guarda | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador TIG | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador Oxigás | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Desenhista Técnico de Construção Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrônica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrotécnica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Laboratório Industrial | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletromecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Mecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Instrumentação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Manutenção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Química | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Radioproteção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Topografia/Agrimensura | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Qualidade | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Logística | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Enfermagem do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Edificações | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Arquivo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Informática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Automação Industrial |
Q1099676 Português

A liberdade sempre foi um elemento fundamental da cultura ocidental, que tem nela toda sua sólida base cultural.

Há dois caminhos para se conceituar “liberdade”. O primeiro, de natureza filosófica, examina-a sob o prisma do determinismo e do livre-arbítrio. O homem, em sociedade, está sujeito a limitações permanentes. Sofre injustiças, é cerceado na sua espontaneidade. O Estado o envolve com seu manto quase sempre opressor.

Por outro lado, por mais que o homem se envolva nas teias limitadoras da sociedade, sobra-lhe sempre um espaço em que é autônomo para pensar e agir. Nele faz escolhas e exerce predileções. É sujeito responsável por tudo que faz. Livre-arbítrio e liberdade são dois parâmetros em que o homem se situa, ora limitado ou autônomo para agir.

O segundo caminho da liberdade é o jurídico. O homem, desde que superou a condição de nômade e se estabeleceu em território fixo, criou imediatamente normas que possibilitaram a convivência das tribos. Depois, com o correr dos séculos, em lenta, mas permanente evolução, criou o Estado para regular uma sociedade cada vez mais difícil e completa. Esta sociedade abafa e limita o indivíduo que é obrigado a ceder, para o interesse público e vontade coletiva, muito de sua liberdade.

Também aqui, criou-se um espaço, à custa de esforço, lutas e guerras entre o indivíduo e o Estado, verdadeiro Leviatã que a cada dia o envolve em sua rede cada vez mais limitadora. A resposta foi a criação de direitos que a experiência e a história do homem colocou como imprescindíveis para a vida coletiva e individual. São os direitos humanos, que passaram a anteceder o Estado, impondo-lhe limitações e reservas. Entre eles e o Estado nasceu a liberdade moderna, com o necessário equilíbrio nem sempre fácil de obter. Se há liberdade “plena”, ela se deturpa em libertinagem.

Se não há liberdade, caímos no mundo das ditaduras em que o homem é apenas um ser que vive debaixo do tacão do Estado. Assemelha-se aos animais e reduz-se à vida não criativa, tornando-se mera unidade social. [...]

SILVA, Antônio Álvares. Hoje em dia.

Disponível em: <https://goo.gl/QCG3vf>.

Acesso em: 19 out. 2017

(Fragmento adaptado).

De acordo com o texto, a liberdade:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: INB Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Assistente de Administração | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Secretária | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Almoxarife | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Inspetor de Guarda | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador TIG | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador Oxigás | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Desenhista Técnico de Construção Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrônica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrotécnica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Laboratório Industrial | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletromecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Mecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Instrumentação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Manutenção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Química | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Radioproteção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Topografia/Agrimensura | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Qualidade | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Logística | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Enfermagem do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Edificações | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Arquivo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Informática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Automação Industrial |
Q1099675 Português

Tenho saudade da época em que devolver o troco

errado era normal

Na minha infância, nos finais de semana, íamos à casa de nossos avós para uma visita. Enquanto o papai ouvia as histórias do vovô e a mamãe ajudava a vovó a passar o café, meu irmão e eu nos deliciávamos com o bolo de fubá. Mas a nossa maior expectativa era o que vinha depois do lanche: as moedinhas que o vovô nos dava para comprar doces no mercadinho da esquina.

Uma vez, voltei radiante após uma compra em que as moedas, misteriosamente, se multiplicaram: as balas não cabiam na minha mão. Mas meu avô, muito sério, me levou de volta ao bar para saber o que tinha acontecido.

Trinta anos depois, estava eu, havia 20 minutos, procurando por uma vaga em um estacionamento lotado. Então parei meu carro num local distante e fui caminhando até a entrada do shopping. Vi uma moça manobrar seu carro em uma vaga reservada para idosos. Ela estava junto com uma criança, e fiquei pensando no futuro adulto que aquela mãe está criando (talvez alguém que não dará valor para o que é certo e o que é errado).

A moça passou por mim, em seu mundinho pequeno, enquanto um enorme desânimo me abateu. Se eu tivesse parado em uma das vagas reservadas para idosos (muitas estavam vazias), provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho. Senti raiva. Também me senti uma tola. Por fim, senti vergonha e senti falta do meu avô. [...]

São características do gênero textual desse texto, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: INB Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Assistente de Administração | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Secretária | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Almoxarife | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Inspetor de Guarda | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador TIG | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador Oxigás | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Desenhista Técnico de Construção Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrônica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrotécnica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Laboratório Industrial | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletromecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Mecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Instrumentação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Manutenção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Química | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Radioproteção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Topografia/Agrimensura | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Qualidade | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Logística | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Enfermagem do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Edificações | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Arquivo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Informática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Automação Industrial |
Q1099674 Português

Tenho saudade da época em que devolver o troco

errado era normal

Na minha infância, nos finais de semana, íamos à casa de nossos avós para uma visita. Enquanto o papai ouvia as histórias do vovô e a mamãe ajudava a vovó a passar o café, meu irmão e eu nos deliciávamos com o bolo de fubá. Mas a nossa maior expectativa era o que vinha depois do lanche: as moedinhas que o vovô nos dava para comprar doces no mercadinho da esquina.

Uma vez, voltei radiante após uma compra em que as moedas, misteriosamente, se multiplicaram: as balas não cabiam na minha mão. Mas meu avô, muito sério, me levou de volta ao bar para saber o que tinha acontecido.

Trinta anos depois, estava eu, havia 20 minutos, procurando por uma vaga em um estacionamento lotado. Então parei meu carro num local distante e fui caminhando até a entrada do shopping. Vi uma moça manobrar seu carro em uma vaga reservada para idosos. Ela estava junto com uma criança, e fiquei pensando no futuro adulto que aquela mãe está criando (talvez alguém que não dará valor para o que é certo e o que é errado).

A moça passou por mim, em seu mundinho pequeno, enquanto um enorme desânimo me abateu. Se eu tivesse parado em uma das vagas reservadas para idosos (muitas estavam vazias), provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho. Senti raiva. Também me senti uma tola. Por fim, senti vergonha e senti falta do meu avô. [...]

Os sentimentos a seguir estão presentes no relato da autora, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: INB Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Assistente de Administração | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Secretária | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Almoxarife | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Inspetor de Guarda | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador TIG | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Soldador Oxigás | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Desenhista Técnico de Construção Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrônica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletrotécnica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Laboratório Industrial | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Eletromecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Mecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Instrumentação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Manutenção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Química | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Radioproteção | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Topografia/Agrimensura | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Qualidade | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Logística | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Enfermagem do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Edificações | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Arquivo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Informática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Técnico em Automação Industrial |
Q1099673 Português

Tenho saudade da época em que devolver o troco

errado era normal

Na minha infância, nos finais de semana, íamos à casa de nossos avós para uma visita. Enquanto o papai ouvia as histórias do vovô e a mamãe ajudava a vovó a passar o café, meu irmão e eu nos deliciávamos com o bolo de fubá. Mas a nossa maior expectativa era o que vinha depois do lanche: as moedinhas que o vovô nos dava para comprar doces no mercadinho da esquina.

Uma vez, voltei radiante após uma compra em que as moedas, misteriosamente, se multiplicaram: as balas não cabiam na minha mão. Mas meu avô, muito sério, me levou de volta ao bar para saber o que tinha acontecido.

Trinta anos depois, estava eu, havia 20 minutos, procurando por uma vaga em um estacionamento lotado. Então parei meu carro num local distante e fui caminhando até a entrada do shopping. Vi uma moça manobrar seu carro em uma vaga reservada para idosos. Ela estava junto com uma criança, e fiquei pensando no futuro adulto que aquela mãe está criando (talvez alguém que não dará valor para o que é certo e o que é errado).

A moça passou por mim, em seu mundinho pequeno, enquanto um enorme desânimo me abateu. Se eu tivesse parado em uma das vagas reservadas para idosos (muitas estavam vazias), provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho. Senti raiva. Também me senti uma tola. Por fim, senti vergonha e senti falta do meu avô. [...]

É possível depreender que as moedas parecem se multiplicar na mão da autora porque:
Alternativas
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Q1099672 Português

Tenho saudade da época em que devolver o troco

errado era normal

Na minha infância, nos finais de semana, íamos à casa de nossos avós para uma visita. Enquanto o papai ouvia as histórias do vovô e a mamãe ajudava a vovó a passar o café, meu irmão e eu nos deliciávamos com o bolo de fubá. Mas a nossa maior expectativa era o que vinha depois do lanche: as moedinhas que o vovô nos dava para comprar doces no mercadinho da esquina.

Uma vez, voltei radiante após uma compra em que as moedas, misteriosamente, se multiplicaram: as balas não cabiam na minha mão. Mas meu avô, muito sério, me levou de volta ao bar para saber o que tinha acontecido.

Trinta anos depois, estava eu, havia 20 minutos, procurando por uma vaga em um estacionamento lotado. Então parei meu carro num local distante e fui caminhando até a entrada do shopping. Vi uma moça manobrar seu carro em uma vaga reservada para idosos. Ela estava junto com uma criança, e fiquei pensando no futuro adulto que aquela mãe está criando (talvez alguém que não dará valor para o que é certo e o que é errado).

A moça passou por mim, em seu mundinho pequeno, enquanto um enorme desânimo me abateu. Se eu tivesse parado em uma das vagas reservadas para idosos (muitas estavam vazias), provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho. Senti raiva. Também me senti uma tola. Por fim, senti vergonha e senti falta do meu avô. [...]

Releia o trecho a seguir.

“[...] provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho.”

O uso do futuro do pretérito nesse trecho confere ao texto uma ideia de:

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Q1099671 Português

Tenho saudade da época em que devolver o troco

errado era normal

Na minha infância, nos finais de semana, íamos à casa de nossos avós para uma visita. Enquanto o papai ouvia as histórias do vovô e a mamãe ajudava a vovó a passar o café, meu irmão e eu nos deliciávamos com o bolo de fubá. Mas a nossa maior expectativa era o que vinha depois do lanche: as moedinhas que o vovô nos dava para comprar doces no mercadinho da esquina.

Uma vez, voltei radiante após uma compra em que as moedas, misteriosamente, se multiplicaram: as balas não cabiam na minha mão. Mas meu avô, muito sério, me levou de volta ao bar para saber o que tinha acontecido.

Trinta anos depois, estava eu, havia 20 minutos, procurando por uma vaga em um estacionamento lotado. Então parei meu carro num local distante e fui caminhando até a entrada do shopping. Vi uma moça manobrar seu carro em uma vaga reservada para idosos. Ela estava junto com uma criança, e fiquei pensando no futuro adulto que aquela mãe está criando (talvez alguém que não dará valor para o que é certo e o que é errado).

A moça passou por mim, em seu mundinho pequeno, enquanto um enorme desânimo me abateu. Se eu tivesse parado em uma das vagas reservadas para idosos (muitas estavam vazias), provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho. Senti raiva. Também me senti uma tola. Por fim, senti vergonha e senti falta do meu avô. [...]

De acordo com o texto, não se pode afirmar:
Alternativas
Q890695 Português

Leia este texto.


Tremor nos olhos é um alerta do seu estado de saúde


Sabe quando os seus olhos começam a tremer, sem perceber por que, mas parece que vão saltar? E você não consegue fazer nada? [...] Isso acontece porque estamos estressados, libertamos hormonas para o sistema nervoso autônomo. As hormonas levam estímulos para as pálpebras, que passam a ter contrações involuntárias, ou seja, impossíveis de se controlar.
Disponível em: http://www.movenoticias.com/2016/09/tremor-nos-olhos-e-um-alerta-do-seuestado-de-saude/. Acesso em 25 jan. 2018.
Em vista da relação estabelecida pelo termo destacado, assinale a alternativa em que a expressão apresentada gera alteração no sentido do trecho.
Alternativas
Q890694 Português

Assinale a alternativa em que as palavras ou expressões completam corretamente as lacunas dos enunciados a seguir.


A população não faz outra coisa__________ lamentar a falta de investimento.

O encarregado explicou sua ausência na empresa__________ horas;__________ ocorressem falhas, o trabalho estaria encerrado com sucesso.

__________ uma hora dessas, as obras estarão finalizadas na capital.

Alternativas
Q890691 Português
INSTRUÇÃO: A questão abaixo refere-se ao Texto 3, a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-las.

TEXTO 3

“Aos Treze” mostra que é impossível ser só legal e sobreviver 

NINA LEMOS
colunista da Folha

    Quais foram os últimos sacrifícios que você fez só para tentar ficar amigo de alguém? Provavelmente, você mentiu um pouquinho sobre o seu gosto musical. Se todo mundo gosta daquela banda, quem sou eu para não gostar? Também deve ter mudado algumas vezes o seu jeito de se vestir. Porque, se você não acompanhar a moda, vai ser chamada de cafona. Existe acusação mais grave?
    Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos. E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros.
    Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender? Isso vai ficar ainda mais claro se você for assistir ao filme “Aos Treze”, baseado na experiência de Nikki Reed, atriz e co-roteirista do filme. [...]

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u37912.shtml. Acesso em: 25 jan.2018.
Considerando o estilo com que esse texto foi escrito, estão presentes os seguintes recursos da oralidade, EXCETO.
Alternativas
Q890688 Português
TEXTO 1

A mercadoria alucinógena

      Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.
   É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.
     Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-1. [Fragmento]

Leia este trecho


Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. (Linhas 13 e 14)


Os termos destacados referem-se, respectivamente, a

Alternativas
Q890687 Português
TEXTO 1

A mercadoria alucinógena

      Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.
   É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.
     Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-1. [Fragmento]

Em relação aos aspectos da construção do texto, leia estas afirmativas.


I. O termo “enquanto” indica simultaneidade temporal no trecho: “Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional [...], a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão”. (Linhas 1 e 2)

II. O pronome “essa” sinaliza equivalência possibilitada pelas relações semânticas entre “imaginar” e “ilusão” no trecho: “o consumidor imagina que é um ser racional [...], a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão”. (Linhas 1 e 2)

III. A expressão “por isso”, com valor conclusivo, foi empregada como recurso de articulação entre dois parágrafos no trecho: “Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica”. (Linha 18)


Estão CORRETAS as assertivas

Alternativas
Q890686 Português
TEXTO 1

A mercadoria alucinógena

      Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.
   É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.
     Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-1. [Fragmento]
São efeitos da relação entre mercadoria e consumidor provocada pela propaganda - mencionada no texto - que cria sonhos utópicos, EXCETO:
Alternativas
Q890685 Português
TEXTO 1

A mercadoria alucinógena

      Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.
   É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.
     Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-1. [Fragmento]
São propósitos comunicativos do texto, EXCETO:
Alternativas
Q2714225 Engenharia de Telecomunicações

Com relação à propagação de ondas de rádio em canais de comunicação sem fio, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2714223 Telecomunicações

O espectro de radiofrequências é a faixa do espectro eletromagnético de 9 kHz a 300 GHz utilizada na radiocomunicação. O espectro de radiofrequências, por sua vez, é dividido em faixas cujo uso é administrado pela Anatel.


Com relação ao assunto, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.


1. Faixa de LF.

2. Faixa de SHF.

3. Faixa de VHF.

4. Faixa de UHF.


( ) Sistemas de satélite Banda C e Banda Ku utilizam essa faixa.

( ) A maioria das comunicações submarinas são efetuadas nessa faixa.

( ) Sinais de radiodifusão de TV digital são transmitidos nessa faixa.

( ) Faixa que vai de 30 MHz até 300 MHz.


Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Alternativas
Q2714222 Telecomunicações

A modulação em frequência (FM) é uma forma de modulação angular na qual a frequência instantânea da onda portadora varia linearmente com o sinal de mensagem. O sinal modulado em frequência é descrito no domínio do tempo por:



em que Ac é a amplitude da onda portadora, fc representa a frequência da portadora não modulada, kf é a sensibilidade à frequência do modulador e m(t) representa o sinal de mensagem. Com relação ao assunto, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) A potência média do sinal s(t) é igual a A2c/2, independentemente da potência de m(t).

( ) Quanto maior for a sensibilidade à frequência do modulador, maior será a largura de banda ocupada pelo sinal s(t).

( ) A largura de banda do sinal s(t) é igual ao dobro da largura de banda da mensagem.

( ) Quanto maior for a largura de banda ocupada pelo sinal s(t), melhor será o desempenho em relação a ruído do sistema FM.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q2714221 Telecomunicações

GSM (Global System for Mobile Communications) é o padrão de telefonia móvel de segunda geração (2G) que integra canais de voz e comunicação de dados mais usados no mundo. A respeito do assunto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
101: A
102: B
103: D
104: A
105: C
106: D
107: D
108: C
109: B
110: B
111: C
112: D
113: D
114: A
115: B
116: D
117: B
118: E
119: A
120: E