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Leia o trecho abaixo:
"Então, fiquei sabendo que Maurício descansou para sempre no seu sono profundo. Meus pêsames!"
Qual é o eufemismo utilizado na frase acima?
"Obedecemos ____________ ordens do chefe e correspondemos ____________ expectativas da equipe."
Qual é a pontuação correta para separar as orações coordenadas presentes no trecho?
Leia o texto a seguir.
Verificou-se alguns usos indevidos nas áreas do cerrado. A cobertura vegetal nativa do bioma cerrado no município de Itapuranga está em áreas de topo ou nas matas de galeria ou mata ciliar, que são as áreas de preservação permanente. O uso da terra via pecuária e agricultura tem alterado toda uma dinâmica natural do cerrado itapuranguense, como o cerrado geral. Os impactos ambientais e a degradação ambiental passam pelo seu intenso uso e por estratégias de aumentar a produção e consequentemente o rendimento para possibilitar o lucro a médio e curto prazo.
FERREIRA, Danilo Cardoso; REIS, Lais Naiara Gonçalves dos. Uso da terra e os impactos ambientais no bioma cerrado em Itapuranga – GO. Linguagens do Cerrado, v. 6, n. 1, agosto/2016, p. 33. [Adaptado].
Os usos indevidos do cerrado em Itapuranga apresentados no texto poderiam ser evitados com
Leia o texto a seguir.
A comida era abundante e bem preparada, e na mesa refulgiam belas pratarias e porcelanas. Não deixava de causar assombro, sabendo-se que o único meio de chegar a Vila Boa era em lombo de burro e que nos achávamos a 3000 léguas do litoral. Havia sobre a mesa vários garrafões de vinho. No meu primeiro jantar no palácio do governo havia sobre a mesa uma bandeja com esplêndidas uvas moscatéis, as quais, como o vinho, foram inutilmente cobiçadas pela maioria dos convivas.
SAINT-HILAIRE, Auguste de. Viagem à província de Goiás. Belo Horizonte/São Paulo: Itatiaia/Edusp. 1975, p. 55.
Qual o motivo do susto descrito no texto?
Leia o texto a seguir.
O próprio Conde dos Arcos, primeiro governador da Capitania de Goyaz, assinala que “além dos senhores os tratarem mal pelo que respeita ao sustento e vestido, fazem-lhe mil servícias de rigores e inauditos castigo”. Não admira que fossem frequentes as fugas. Nas proximidades de Meia Ponte, chegou a formar-se um quilombo dos muitos que proliferaram em Goiás
COSTA, Lena Castello Branco Ferreira. Arraial e Coronel: dois estudos de história social. São Paulo: Cultrix, 1998, p. 29.
A que grupo social da história goiana o texto se refere?
Leia o texto a seguir.
Segundo relatou o auditor-fiscal do trabalho, Roberto Mendes, ao chegarem em Acreúna (GO), as pessoas eram colocadas para trabalhar e obrigadas a pagar pela alimentação, quando a recebiam, e ainda tinham os valores das passagens de ônibus, além de outros valores indevidos, descontados do salário. Tudo isso sem que os direitos trabalhistas fossem pagos. Os trabalhadores estavam em condições precárias e não tinham equipamentos de proteção. "Não havia instalações sanitárias e nem locais para a guarda das refeições, em alguns casos, elas ficavam bastante frias e até mesmo vindo a azedar", detalhou Roberto Mendes.
O POPULAR. Disponível em: https://abrir.link/r4mkd. Acesso em: 23 fev. 2023.
A intervenção no lugar foi feita por suspeitarem que existia que tipo de trabalho?
Leia o texto a seguir.
As aldeias Yanomami não têm água potável, não têm plano de manejo de resíduos sólidos, nem esgotamento sanitário. Existem estudos que mostram altos níveis de desnutrição infantil e alta prevalência de doenças respiratórias, como pneumonia e tuberculose; e outras doenças, como malária e tungíase. Todo esse cenário, com a adição de mais um fator de risco, que é a exposição ao mercúrio em todas as suas formas químicas.
CALVI, Pedro. Violência, problemas para a saúde e meio ambiente: a exploração de ouro em território Yanomami. Disponível em: . Acesso em: 25 fev. 2023.
A situação apresentada no texto favorece o
Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
Dona Aranha
A dona aranha subiu pela parede
Veio a chuva forte e a derrubou
Já passou a chuva, o Sol já vai surgindo
E a dona aranha continua a subir
Ela é teimosa e desobediente
Sobe, sobe, sobe e nunca está contente
A dona aranha subiu pela parede
Veio a chuva forte e a derrubou
Já passou a chuva, o Sol já vai surgindo
E a dona aranha continua a descer
Ela é teimosa e desobediente
Desce, desce, desce e nunca está contente
Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
Dona Aranha
A dona aranha subiu pela parede
Veio a chuva forte e a derrubou
Já passou a chuva, o Sol já vai surgindo
E a dona aranha continua a subir
Ela é teimosa e desobediente
Sobe, sobe, sobe e nunca está contente
A dona aranha subiu pela parede
Veio a chuva forte e a derrubou
Já passou a chuva, o Sol já vai surgindo
E a dona aranha continua a descer
Ela é teimosa e desobediente
Desce, desce, desce e nunca está contente
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Em O choro da aranha etc., Sérgio Medeiros lança um olhar atento para o que há de minimal à nossa volta, revelando, em versos claros e lúdicos, o que há de surpreendente nas pequenas coisas aparentemente óbvias e sem importância: aranhas que choram, flores, vegetais e minerais, sombras e resíduos figuram nestas páginas em que se dissolvem as fronteiras entre vida e poesia – fundindo cidade e selva, natureza e urbe, aldeia indígena e bairro. A liberdade no uso da linguagem marca estes poemas, num movimento vibrante e renovador da própria poesia.
Disponível em:
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Texto 3
Em O choro da aranha etc., Sérgio Medeiros lança um olhar atento para o que há de minimal à nossa volta, revelando, em versos claros e lúdicos, o que há de surpreendente nas pequenas coisas aparentemente óbvias e sem importância: aranhas que choram, flores, vegetais e minerais, sombras e resíduos figuram nestas páginas em que se dissolvem as fronteiras entre vida e poesia – fundindo cidade e selva, natureza e urbe, aldeia indígena e bairro. A liberdade no uso da linguagem marca estes poemas, num movimento vibrante e renovador da própria poesia.
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Texto 3
Em O choro da aranha etc., Sérgio Medeiros lança um olhar atento para o que há de minimal à nossa volta, revelando, em versos claros e lúdicos, o que há de surpreendente nas pequenas coisas aparentemente óbvias e sem importância: aranhas que choram, flores, vegetais e minerais, sombras e resíduos figuram nestas páginas em que se dissolvem as fronteiras entre vida e poesia – fundindo cidade e selva, natureza e urbe, aldeia indígena e bairro. A liberdade no uso da linguagem marca estes poemas, num movimento vibrante e renovador da própria poesia.
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Texto 1
Cientista brasileiro batiza novo gênero de aranha com nome da banda Abba
Especialistas em aranhas e fãs da banda Abba, os biólogos Pedro Castanheira e Volker Framenau, da Universidade de Perth, na Austrália, uniram trabalho e diversão em um estudo que durou 15 anos e cujas conclusões foram publicadas recentemente na revista Evolutionary Systematics. No artigo, os cientistas brasileiro e alemão descrevem um novo gênero de aracnídeo, Abba transversa, ao qual incorporaram o nome do grupo pop sueco. Ao longo de suas carreiras, os pesquisadores deram nomes a muitas outras aranhas, incluindo a criação do gênero Socca (do latim, para o termo em inglês que significa futebol) e duas em homenagem a suas esposas.
Os integrantes do Abba podem se sentir lisonjeados. No estudo, Castanheira e Framenau relatam que as “músicas e musicais subsequentes da banda, Mamma Mia! (2008) e Mamma Mia – Here We Go Again! (2018), proporcionaram horas de entretenimento para os autores”. A descrição é resultado de mais de uma década de trabalho científico, com os pesquisadores analisando 12.000 registros em museus australianos e coleções no exterior.
O novo gênero é composto por uma única espécie relativamente pequena, justamente a Abba transversa, cujos indivíduos habitam a área costeira da Austrália. Diferencia-se das demais espécies da família Araneidae pela presença de duas manchas escuras no meio do abdome e pelas espessas macrocerdas no primeiro par de patas dos machos.
GIANNINI, Alessandro. Disponível em:
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Cientista brasileiro batiza novo gênero de aranha com nome da banda Abba
Especialistas em aranhas e fãs da banda Abba, os biólogos Pedro Castanheira e Volker Framenau, da Universidade de Perth, na Austrália, uniram trabalho e diversão em um estudo que durou 15 anos e cujas conclusões foram publicadas recentemente na revista Evolutionary Systematics. No artigo, os cientistas brasileiro e alemão descrevem um novo gênero de aracnídeo, Abba transversa, ao qual incorporaram o nome do grupo pop sueco. Ao longo de suas carreiras, os pesquisadores deram nomes a muitas outras aranhas, incluindo a criação do gênero Socca (do latim, para o termo em inglês que significa futebol) e duas em homenagem a suas esposas.
Os integrantes do Abba podem se sentir lisonjeados. No estudo, Castanheira e Framenau relatam que as “músicas e musicais subsequentes da banda, Mamma Mia! (2008) e Mamma Mia – Here We Go Again! (2018), proporcionaram horas de entretenimento para os autores”. A descrição é resultado de mais de uma década de trabalho científico, com os pesquisadores analisando 12.000 registros em museus australianos e coleções no exterior.
O novo gênero é composto por uma única espécie relativamente pequena, justamente a Abba transversa, cujos indivíduos habitam a área costeira da Austrália. Diferencia-se das demais espécies da família Araneidae pela presença de duas manchas escuras no meio do abdome e pelas espessas macrocerdas no primeiro par de patas dos machos.
GIANNINI, Alessandro. Disponível em:
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Texto 1
Cientista brasileiro batiza novo gênero de aranha com nome da banda Abba
Especialistas em aranhas e fãs da banda Abba, os biólogos Pedro Castanheira e Volker Framenau, da Universidade de Perth, na Austrália, uniram trabalho e diversão em um estudo que durou 15 anos e cujas conclusões foram publicadas recentemente na revista Evolutionary Systematics. No artigo, os cientistas brasileiro e alemão descrevem um novo gênero de aracnídeo, Abba transversa, ao qual incorporaram o nome do grupo pop sueco. Ao longo de suas carreiras, os pesquisadores deram nomes a muitas outras aranhas, incluindo a criação do gênero Socca (do latim, para o termo em inglês que significa futebol) e duas em homenagem a suas esposas.
Os integrantes do Abba podem se sentir lisonjeados. No estudo, Castanheira e Framenau relatam que as “músicas e musicais subsequentes da banda, Mamma Mia! (2008) e Mamma Mia – Here We Go Again! (2018), proporcionaram horas de entretenimento para os autores”. A descrição é resultado de mais de uma década de trabalho científico, com os pesquisadores analisando 12.000 registros em museus australianos e coleções no exterior.
O novo gênero é composto por uma única espécie relativamente pequena, justamente a Abba transversa, cujos indivíduos habitam a área costeira da Austrália. Diferencia-se das demais espécies da família Araneidae pela presença de duas manchas escuras no meio do abdome e pelas espessas macrocerdas no primeiro par de patas dos machos.
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Texto 1
Cientista brasileiro batiza novo gênero de aranha com nome da banda Abba
Especialistas em aranhas e fãs da banda Abba, os biólogos Pedro Castanheira e Volker Framenau, da Universidade de Perth, na Austrália, uniram trabalho e diversão em um estudo que durou 15 anos e cujas conclusões foram publicadas recentemente na revista Evolutionary Systematics. No artigo, os cientistas brasileiro e alemão descrevem um novo gênero de aracnídeo, Abba transversa, ao qual incorporaram o nome do grupo pop sueco. Ao longo de suas carreiras, os pesquisadores deram nomes a muitas outras aranhas, incluindo a criação do gênero Socca (do latim, para o termo em inglês que significa futebol) e duas em homenagem a suas esposas.
Os integrantes do Abba podem se sentir lisonjeados. No estudo, Castanheira e Framenau relatam que as “músicas e musicais subsequentes da banda, Mamma Mia! (2008) e Mamma Mia – Here We Go Again! (2018), proporcionaram horas de entretenimento para os autores”. A descrição é resultado de mais de uma década de trabalho científico, com os pesquisadores analisando 12.000 registros em museus australianos e coleções no exterior.
O novo gênero é composto por uma única espécie relativamente pequena, justamente a Abba transversa, cujos indivíduos habitam a área costeira da Austrália. Diferencia-se das demais espécies da família Araneidae pela presença de duas manchas escuras no meio do abdome e pelas espessas macrocerdas no primeiro par de patas dos machos.
GIANNINI, Alessandro. Disponível em:
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Texto 1
Cientista brasileiro batiza novo gênero de aranha com nome da banda Abba
Especialistas em aranhas e fãs da banda Abba, os biólogos Pedro Castanheira e Volker Framenau, da Universidade de Perth, na Austrália, uniram trabalho e diversão em um estudo que durou 15 anos e cujas conclusões foram publicadas recentemente na revista Evolutionary Systematics. No artigo, os cientistas brasileiro e alemão descrevem um novo gênero de aracnídeo, Abba transversa, ao qual incorporaram o nome do grupo pop sueco. Ao longo de suas carreiras, os pesquisadores deram nomes a muitas outras aranhas, incluindo a criação do gênero Socca (do latim, para o termo em inglês que significa futebol) e duas em homenagem a suas esposas.
Os integrantes do Abba podem se sentir lisonjeados. No estudo, Castanheira e Framenau relatam que as “músicas e musicais subsequentes da banda, Mamma Mia! (2008) e Mamma Mia – Here We Go Again! (2018), proporcionaram horas de entretenimento para os autores”. A descrição é resultado de mais de uma década de trabalho científico, com os pesquisadores analisando 12.000 registros em museus australianos e coleções no exterior.
O novo gênero é composto por uma única espécie relativamente pequena, justamente a Abba transversa, cujos indivíduos habitam a área costeira da Austrália. Diferencia-se das demais espécies da família Araneidae pela presença de duas manchas escuras no meio do abdome e pelas espessas macrocerdas no primeiro par de patas dos machos.
GIANNINI, Alessandro. Disponível em: