Questões de Concurso
Comentadas para técnico em segurança do trabalho
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Entre as Normas Regulamentadoras –NR– da Portaria n. 3.214/78, estão as que tratam: dos requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações; dos parâmetros referentes à ergonomia e ainda das medidas de proteção contra incêndios.
Esses itens dizem respeito, respectivamente, às seguintes NR:
Em um canteiro de obra, para calcular o volume de areia contida na caçamba de um caminhão, mede-se a altura da areia em cinco pontos estratégicos (indicados por M), a largura (L) e o comprimento (C) da base da caçamba, conforme ilustra a figura a seguir.
Disponível em: <http://tarcal.com.br/como-medir-areia.htm> Acesso em: 12 out. 2017.
(Adaptado).
O volume de areia na caçamba do caminhão é dado pelo produto da área da base da caçamba pela média aritmética das alturas da areia. Considere um caminhão carregado com 13,25 m³ de areia. A largura de sua caçamba é 2,4 m e o comprimento, 5,8 m. Assim, a média aritmética das alturas da areia na caçamba, em metros, é, aproximadamente, de:
Leia o texto a seguir.
O furacão Irma é um dos maiores furacões já registrados, tendo em torno de 600 milhas de diâmetro. O chamado “olho” desse furacão, uma região circular relativamente mais calma, situada no seu centro, tem 30 milhas de diâmetro. Sabe-se que a região com potencial mais devastador de um furacão é aquela compreendida no exterior do olho, chamada “parede do olho”, como mostra a figura a seguir. |
Fonte: The Weather Channel. Disponível em: . Acesso em:10 set. 2017. (Adaptado).
Considerando que o furacão Irma e seu olho têm a forma aproximada de um círculo, a região mais devastadora desse furacão tem uma área, em milhas quadradas, de:
Use π = 3 |
Leia o Texto 4 para responder às questões de 07 a 10.
Texto 4
O afago à leitura rasa e o afogar da escrita
Fernando Garcia Algarte Filho
"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas, por incrível que pareça, a quase totalidade não sente essa sede." A utilização de frases célebres em textos não me causa muito agrado, no entanto, creio que as palavras escritas por Carlos Drummond de Andrade retratam de forma categórica a fase atual que se encontra a educação brasileira, razão pela qual faz parte da gênese do presente texto.
As recentes alterações apresentadas pelo governo federal, bem como a publicação dos resultados obtidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizado no último ano, colocam a educação como tema fundamental e central de discussões sociais, deixando grande parte de cidadãos ansiosos e apreensivos com os novos caminhos educacionais brasileiros, bem como duvidosos quanto às razões determinantes da decadência do ensino.
O ponto crucial que almejo enfatizar, principalmente embasado na queda do rendimento dos candidatos quanto à elaboração das redações e dificuldades na composição de textos, figura-se principalmente na ausência de interesse de adquirir subsídios, sejam intelectuais ou argumentativos, para confeccionar corretamente um escrito, ou seja, ausência de interesse em ler.
A rotina social que se encontra vigente no mundo atualmente se define com a compactação de grandes textos em pequenas citações, que rotineiramente são compartilhadas e repassadas através de aplicativos e redes sociais que condensam e limitam ainda mais as mensagens para que assim um maior número de interlocutores se interessem pela ideia compartilhada sem demais aprofundamentos técnicos ou delongas.
Em contrapartida, o prazer causado por mensagens curtas e textos diminutos gera um total desconforto quando a leitura é longa e pormenorizada, causando assim, de forma gradual e por vezes imperceptível, um novo modelo de leitura para com toda a sociedade, sendo esta dinâmica superficial e perigosa.
A interação social causada principalmente por aplicativos virtuais e redes sociais está ocasionando a inação e ociosidade linguística, bem como a apatia e desídia quanto à leitura das verdadeiras fontes culturais de conhecimento, deixando, pois, as pessoas com conceitos e conhecimentos muito abaixo dos necessários para a elaboração de textos e comunicação formal escrita.
A sociedade como um todo está perdendo o prazer e o hábito da leitura profunda e relevante, preferindo sobremaneira as mensagens e textos constituídos de poucas palavras e conceitos rasos e, assim sendo, começando um processo categórico de empobrecimento cultural, o qual, gradativamente, pode se tornar irreversível, haja vista que, conforme palavras de Santo Agostinho, a rotina, quando não logo resistida, torna-se uma necessidade.
Creio que, em paralelo às mudanças políticas e públicas, deve ser alterado também o método de leitura exercido nos dias atuais, dando-se maior ênfase e importância à pesquisa e a textos densos e dotados de maior número de informações e conteúdo, saciando-se, pois, a sede cultural que assola nossa atual essência.
Disponível em: <http://www.folhadelondrina.com.br/colunistas/espaco-aberto/oafago-a-leitura-rasa-e-o-afogar-da-escrita-969115.html>. Acesso em: 10 out. 2017.
No que se refere à leitura e à escrita, o texto destaca algumas consequências relacionadas ao uso de aplicativos e redes sociais. Uma das consequências apresentadas no texto é:
Leia o Texto 4 para responder às questões de 07 a 10.
Texto 4
O afago à leitura rasa e o afogar da escrita
Fernando Garcia Algarte Filho
"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas, por incrível que pareça, a quase totalidade não sente essa sede." A utilização de frases célebres em textos não me causa muito agrado, no entanto, creio que as palavras escritas por Carlos Drummond de Andrade retratam de forma categórica a fase atual que se encontra a educação brasileira, razão pela qual faz parte da gênese do presente texto.
As recentes alterações apresentadas pelo governo federal, bem como a publicação dos resultados obtidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizado no último ano, colocam a educação como tema fundamental e central de discussões sociais, deixando grande parte de cidadãos ansiosos e apreensivos com os novos caminhos educacionais brasileiros, bem como duvidosos quanto às razões determinantes da decadência do ensino.
O ponto crucial que almejo enfatizar, principalmente embasado na queda do rendimento dos candidatos quanto à elaboração das redações e dificuldades na composição de textos, figura-se principalmente na ausência de interesse de adquirir subsídios, sejam intelectuais ou argumentativos, para confeccionar corretamente um escrito, ou seja, ausência de interesse em ler.
A rotina social que se encontra vigente no mundo atualmente se define com a compactação de grandes textos em pequenas citações, que rotineiramente são compartilhadas e repassadas através de aplicativos e redes sociais que condensam e limitam ainda mais as mensagens para que assim um maior número de interlocutores se interessem pela ideia compartilhada sem demais aprofundamentos técnicos ou delongas.
Em contrapartida, o prazer causado por mensagens curtas e textos diminutos gera um total desconforto quando a leitura é longa e pormenorizada, causando assim, de forma gradual e por vezes imperceptível, um novo modelo de leitura para com toda a sociedade, sendo esta dinâmica superficial e perigosa.
A interação social causada principalmente por aplicativos virtuais e redes sociais está ocasionando a inação e ociosidade linguística, bem como a apatia e desídia quanto à leitura das verdadeiras fontes culturais de conhecimento, deixando, pois, as pessoas com conceitos e conhecimentos muito abaixo dos necessários para a elaboração de textos e comunicação formal escrita.
A sociedade como um todo está perdendo o prazer e o hábito da leitura profunda e relevante, preferindo sobremaneira as mensagens e textos constituídos de poucas palavras e conceitos rasos e, assim sendo, começando um processo categórico de empobrecimento cultural, o qual, gradativamente, pode se tornar irreversível, haja vista que, conforme palavras de Santo Agostinho, a rotina, quando não logo resistida, torna-se uma necessidade.
Creio que, em paralelo às mudanças políticas e públicas, deve ser alterado também o método de leitura exercido nos dias atuais, dando-se maior ênfase e importância à pesquisa e a textos densos e dotados de maior número de informações e conteúdo, saciando-se, pois, a sede cultural que assola nossa atual essência.
Disponível em: <http://www.folhadelondrina.com.br/colunistas/espaco-aberto/oafago-a-leitura-rasa-e-o-afogar-da-escrita-969115.html>. Acesso em: 10 out. 2017.
Leia o Texto 4 para responder às questões de 07 a 10.
Texto 4
O afago à leitura rasa e o afogar da escrita
Fernando Garcia Algarte Filho
"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas, por incrível que pareça, a quase totalidade não sente essa sede." A utilização de frases célebres em textos não me causa muito agrado, no entanto, creio que as palavras escritas por Carlos Drummond de Andrade retratam de forma categórica a fase atual que se encontra a educação brasileira, razão pela qual faz parte da gênese do presente texto.
As recentes alterações apresentadas pelo governo federal, bem como a publicação dos resultados obtidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizado no último ano, colocam a educação como tema fundamental e central de discussões sociais, deixando grande parte de cidadãos ansiosos e apreensivos com os novos caminhos educacionais brasileiros, bem como duvidosos quanto às razões determinantes da decadência do ensino.
O ponto crucial que almejo enfatizar, principalmente embasado na queda do rendimento dos candidatos quanto à elaboração das redações e dificuldades na composição de textos, figura-se principalmente na ausência de interesse de adquirir subsídios, sejam intelectuais ou argumentativos, para confeccionar corretamente um escrito, ou seja, ausência de interesse em ler.
A rotina social que se encontra vigente no mundo atualmente se define com a compactação de grandes textos em pequenas citações, que rotineiramente são compartilhadas e repassadas através de aplicativos e redes sociais que condensam e limitam ainda mais as mensagens para que assim um maior número de interlocutores se interessem pela ideia compartilhada sem demais aprofundamentos técnicos ou delongas.
Em contrapartida, o prazer causado por mensagens curtas e textos diminutos gera um total desconforto quando a leitura é longa e pormenorizada, causando assim, de forma gradual e por vezes imperceptível, um novo modelo de leitura para com toda a sociedade, sendo esta dinâmica superficial e perigosa.
A interação social causada principalmente por aplicativos virtuais e redes sociais está ocasionando a inação e ociosidade linguística, bem como a apatia e desídia quanto à leitura das verdadeiras fontes culturais de conhecimento, deixando, pois, as pessoas com conceitos e conhecimentos muito abaixo dos necessários para a elaboração de textos e comunicação formal escrita.
A sociedade como um todo está perdendo o prazer e o hábito da leitura profunda e relevante, preferindo sobremaneira as mensagens e textos constituídos de poucas palavras e conceitos rasos e, assim sendo, começando um processo categórico de empobrecimento cultural, o qual, gradativamente, pode se tornar irreversível, haja vista que, conforme palavras de Santo Agostinho, a rotina, quando não logo resistida, torna-se uma necessidade.
Creio que, em paralelo às mudanças políticas e públicas, deve ser alterado também o método de leitura exercido nos dias atuais, dando-se maior ênfase e importância à pesquisa e a textos densos e dotados de maior número de informações e conteúdo, saciando-se, pois, a sede cultural que assola nossa atual essência.
Disponível em: <http://www.folhadelondrina.com.br/colunistas/espaco-aberto/oafago-a-leitura-rasa-e-o-afogar-da-escrita-969115.html>. Acesso em: 10 out. 2017.
Leia o Texto 4 para responder às questões de 07 a 10.
Texto 4
O afago à leitura rasa e o afogar da escrita
Fernando Garcia Algarte Filho
"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas, por incrível que pareça, a quase totalidade não sente essa sede." A utilização de frases célebres em textos não me causa muito agrado, no entanto, creio que as palavras escritas por Carlos Drummond de Andrade retratam de forma categórica a fase atual que se encontra a educação brasileira, razão pela qual faz parte da gênese do presente texto.
As recentes alterações apresentadas pelo governo federal, bem como a publicação dos resultados obtidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizado no último ano, colocam a educação como tema fundamental e central de discussões sociais, deixando grande parte de cidadãos ansiosos e apreensivos com os novos caminhos educacionais brasileiros, bem como duvidosos quanto às razões determinantes da decadência do ensino.
O ponto crucial que almejo enfatizar, principalmente embasado na queda do rendimento dos candidatos quanto à elaboração das redações e dificuldades na composição de textos, figura-se principalmente na ausência de interesse de adquirir subsídios, sejam intelectuais ou argumentativos, para confeccionar corretamente um escrito, ou seja, ausência de interesse em ler.
A rotina social que se encontra vigente no mundo atualmente se define com a compactação de grandes textos em pequenas citações, que rotineiramente são compartilhadas e repassadas através de aplicativos e redes sociais que condensam e limitam ainda mais as mensagens para que assim um maior número de interlocutores se interessem pela ideia compartilhada sem demais aprofundamentos técnicos ou delongas.
Em contrapartida, o prazer causado por mensagens curtas e textos diminutos gera um total desconforto quando a leitura é longa e pormenorizada, causando assim, de forma gradual e por vezes imperceptível, um novo modelo de leitura para com toda a sociedade, sendo esta dinâmica superficial e perigosa.
A interação social causada principalmente por aplicativos virtuais e redes sociais está ocasionando a inação e ociosidade linguística, bem como a apatia e desídia quanto à leitura das verdadeiras fontes culturais de conhecimento, deixando, pois, as pessoas com conceitos e conhecimentos muito abaixo dos necessários para a elaboração de textos e comunicação formal escrita.
A sociedade como um todo está perdendo o prazer e o hábito da leitura profunda e relevante, preferindo sobremaneira as mensagens e textos constituídos de poucas palavras e conceitos rasos e, assim sendo, começando um processo categórico de empobrecimento cultural, o qual, gradativamente, pode se tornar irreversível, haja vista que, conforme palavras de Santo Agostinho, a rotina, quando não logo resistida, torna-se uma necessidade.
Creio que, em paralelo às mudanças políticas e públicas, deve ser alterado também o método de leitura exercido nos dias atuais, dando-se maior ênfase e importância à pesquisa e a textos densos e dotados de maior número de informações e conteúdo, saciando-se, pois, a sede cultural que assola nossa atual essência.
Disponível em: <http://www.folhadelondrina.com.br/colunistas/espaco-aberto/oafago-a-leitura-rasa-e-o-afogar-da-escrita-969115.html>. Acesso em: 10 out. 2017.
Leia Texto 3 para responder às questões de 04 a 06.
Texto 3
O acidente em rio Doce, Mariana-MG
Tudo é superlativo na tragédia provocada pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, na região Central de Minas. Os títulos, porém, não são motivos de orgulho. O desastre ambiental é o pior da história do Brasil, superando com folga casos como o césio -137, em 1987, em Goiânia, e o vazamento de rejeitos químicos da Indústria Cataguases de Papel e Celulose Ltda, em 2003, na região da Zona da Mata mineira. Ele também é o maior do mundo em volume envolvendo outras barragens de mineração. [...] “É um desastre impressionante em todos os aspectos (o de Mariana). Com certeza está entre as dez piores tragédias ambientais da história”, diz o coordenador do projeto Manuelzão, Marcus Vinícius Polignano. Para ele, o cenário que foi visto após a passagem da onda de lama e rejeitos é comparável ao de grandes conflitos. “É como se fosse a devastação de uma guerra. O dano é extenso e deverá ficar como uma cicatriz marrom, que marcará Minas Gerais para sempre a partir de agora”.
Mesmo maltratado já há muito tempo, o rio Doce era considerado de alta resiliência, mas, dessa vez, a sua resistência não foi suficiente para salvá-lo. “Em alguns pontos, ele sempre foi turvo, já apresentava odores, características de contaminação, mas conseguia se manter. Só que ele não tem condições de lidar com um volume desses”, avalia o professor Ricardo Mota Coelho, coordenador do Laboratório de Gestão Ambiental de Reservatórios da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “A quantidade de rejeitos equivale a nove lagoas da Pampulha”, compara.
Para a coordenadora da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, o rompimento decretou a falência do rio, que já vinha agonizando em toda sua extensão. “O desmatamento e a poluição já estavam cobrando seu preço para o meio ambiente do rio Doce. Mas, agora, com essa tragédia, ele morreu de vez”, afirma.
Disponível em: <http://www.otempo.com.br/polopoly_fs/1.1180473.1449081357!/desastres.htm>.
Acesso em: 11 out. 2017.
No trecho “Mesmo maltratado já há muito tempo, o rio Doce era considerado de alta resiliência”, a palavra mesmo indica:
Leia Texto 3 para responder às questões de 04 a 06.
Texto 3
O acidente em rio Doce, Mariana-MG
Tudo é superlativo na tragédia provocada pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, na região Central de Minas. Os títulos, porém, não são motivos de orgulho. O desastre ambiental é o pior da história do Brasil, superando com folga casos como o césio -137, em 1987, em Goiânia, e o vazamento de rejeitos químicos da Indústria Cataguases de Papel e Celulose Ltda, em 2003, na região da Zona da Mata mineira. Ele também é o maior do mundo em volume envolvendo outras barragens de mineração. [...] “É um desastre impressionante em todos os aspectos (o de Mariana). Com certeza está entre as dez piores tragédias ambientais da história”, diz o coordenador do projeto Manuelzão, Marcus Vinícius Polignano. Para ele, o cenário que foi visto após a passagem da onda de lama e rejeitos é comparável ao de grandes conflitos. “É como se fosse a devastação de uma guerra. O dano é extenso e deverá ficar como uma cicatriz marrom, que marcará Minas Gerais para sempre a partir de agora”.
Mesmo maltratado já há muito tempo, o rio Doce era considerado de alta resiliência, mas, dessa vez, a sua resistência não foi suficiente para salvá-lo. “Em alguns pontos, ele sempre foi turvo, já apresentava odores, características de contaminação, mas conseguia se manter. Só que ele não tem condições de lidar com um volume desses”, avalia o professor Ricardo Mota Coelho, coordenador do Laboratório de Gestão Ambiental de Reservatórios da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “A quantidade de rejeitos equivale a nove lagoas da Pampulha”, compara.
Para a coordenadora da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, o rompimento decretou a falência do rio, que já vinha agonizando em toda sua extensão. “O desmatamento e a poluição já estavam cobrando seu preço para o meio ambiente do rio Doce. Mas, agora, com essa tragédia, ele morreu de vez”, afirma.
Disponível em: <http://www.otempo.com.br/polopoly_fs/1.1180473.1449081357!/desastres.htm>.
Acesso em: 11 out. 2017.
As opiniões dos especialistas convocados na matéria transmitem a mensagem geral de que o rio Doce, em Mariana-MG,
Leia Texto 3 para responder às questões de 04 a 06.
Texto 3
O acidente em rio Doce, Mariana-MG
Tudo é superlativo na tragédia provocada pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, na região Central de Minas. Os títulos, porém, não são motivos de orgulho. O desastre ambiental é o pior da história do Brasil, superando com folga casos como o césio -137, em 1987, em Goiânia, e o vazamento de rejeitos químicos da Indústria Cataguases de Papel e Celulose Ltda, em 2003, na região da Zona da Mata mineira. Ele também é o maior do mundo em volume envolvendo outras barragens de mineração. [...] “É um desastre impressionante em todos os aspectos (o de Mariana). Com certeza está entre as dez piores tragédias ambientais da história”, diz o coordenador do projeto Manuelzão, Marcus Vinícius Polignano. Para ele, o cenário que foi visto após a passagem da onda de lama e rejeitos é comparável ao de grandes conflitos. “É como se fosse a devastação de uma guerra. O dano é extenso e deverá ficar como uma cicatriz marrom, que marcará Minas Gerais para sempre a partir de agora”.
Mesmo maltratado já há muito tempo, o rio Doce era considerado de alta resiliência, mas, dessa vez, a sua resistência não foi suficiente para salvá-lo. “Em alguns pontos, ele sempre foi turvo, já apresentava odores, características de contaminação, mas conseguia se manter. Só que ele não tem condições de lidar com um volume desses”, avalia o professor Ricardo Mota Coelho, coordenador do Laboratório de Gestão Ambiental de Reservatórios da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “A quantidade de rejeitos equivale a nove lagoas da Pampulha”, compara.
Para a coordenadora da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, o rompimento decretou a falência do rio, que já vinha agonizando em toda sua extensão. “O desmatamento e a poluição já estavam cobrando seu preço para o meio ambiente do rio Doce. Mas, agora, com essa tragédia, ele morreu de vez”, afirma.
Disponível em: <http://www.otempo.com.br/polopoly_fs/1.1180473.1449081357!/desastres.htm>.
Acesso em: 11 out. 2017.
Considerando-se as condições sanitárias e de conforto nos ambientes de trabalho, assinale V para Verdadeiro e F para Falso.
( ) Nos estabelecimentos em que trabalhem de 30 (trinta) a 300 (trezentos) empregados, não será exigida instalação de refeitório.
( ) Nos alojamentos, as escadas e os corredores secundários deverão ter no mínimo 1,20m (um metro e vinte centímetros) de largura.
( ) O revestimento das paredes dos refeitórios deverão ter altura mínima de 1,50m (um metro e cinquenta centímetros).
( ) Nas atividades ou operações perigosas, ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas, irritantes, infectantes, alergizantes, poeiras ou substâncias que provoquem sujidade, deverá ser exigido, no conjunto das instalações sanitárias, um lavatório para cada 10 (dez) trabalhadores.
( ) As paredes das cozinhas deverão ser revestidas em material lavável, não sendo admitido paredes em madeira.
A sequência que expressa corretamente o julgamento das afirmativas é
Reordene a sequência dos procedimentos de forma apropriada para que as instalações elétricas sejam consideradas desenergizadas.
I. Seccionamento.
II. Instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos circuitos.
III. Impedimento de reenergização.
IV. Instalação da sinalização de impedimento de reenergização.
V. Proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada.
VI. Constatação da ausência de tensão.
A sequência que expressa a ordenação apropriada dos procedimentos é
Segundo a NR 26, o grau de risco das substâncias pode ser sinalizado mediante a utilização das palavras de advertência PERIGO, CUIDADO E ATENÇÃO. Associe a letra B ao risco Baixo, M para risco Médio e A para risco Alto às palavras de advertência.
( ) CUIDADO.
( ) PERIGO.
( ) ATENÇÃO.
A sequência que expressa corretamente a avaliação das palavras de advertência é