Questões de Concurso
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Ainda que a Constituição, em seu preâmbulo, faça expressa alusão a Deus (a Carta é promulgada “sob a proteção de Deus”), o mesmo texto constitucional veda à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios “estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança (...)” (artigo 19, I da Constituição). É daí que se extrai o princípio do Estado laico: a necessária e desejável separação entre Estado e religião no marco do estado democrático de direito.
De um lado, o princípio do Estado laico proíbe a fusão entre Estado e religião (como ocorrem nas teocracias), de modo a proteger a liberdade religiosa. Por outro, requer a atuação positiva do Estado no sentido de assegurar uma arena livre, pluralista e democrática em que toda e qualquer religião mereça igual consideração e respeito. A laicidade estatal demanda tanto a liberdade religiosa, como a igualdade no tratamento conferido pelo Estado às mais diversas religiões.
Isto porque confundir Estado com religião implica a adoção oficial de dogmas incontestáveis, que, ao impor uma moral única, inviabiliza qualquer projeto de sociedade aberta, pluralista e democrática. A ordem jurídica em um estado democrático de direito não pode se converter na voz exclusiva da moral de qualquer religião. Os grupos religiosos têm o direito de constituir suas identidades em torno de seus princípios e valores, pois são parte de uma sociedade democrática. Mas não têm o direito a pretender hegemonizar a cultura de um Estado constitucionalmente laico.
[...] O Brasil é considerado o maior país católico do mundo em números absolutos. Em 2000, os católicos representavam 74% da população (IBGE, Censo 2000). Em 2009, o universo de católicos correspondia a 68,5% da população brasileira (FGV, Novo Mapa das Religiões, 2011).
Neste contexto, iniciativas como a do Ministério Público Federal constituem uma importante estratégia para consolidar o princípio do Estado laico, endossando o dever do Estado de garantir condições de igual liberdade religiosa. Inspirado pela razão pública e secular, o estado democrático de direito não pode ser refém de dogmas religiosos do sagrado, mas deve garantir a diversidade de doutrinas religiosas, filosóficas e morais como condição da própria cultura pública democrática.
Flávia Piovesan [professora da PUC/SP e procuradora do estado] - fragmento Publicado em 29/11/12 - disponível em: http:// oglobo.globo.com/opiniao/estado-laico-liberdade-religiosa
Além do ISSN, outros identificadores são as URI, compostas de caracteres determinados por sintaxe específica e que são divididas em três tipos:
I - Relevância
II - Pertinência
III - Precisão
IV - Revocação
(P) Extensão com que os itens recuperados durante uma busca numa base de dados são con
siderados relevantes ou pertinentes.
(Q) Relação entre uma fonte de informação e a necessidade de informação de uma determinada pessoa num determinado momento.
(R) Abrangência de assunto de um item numa base de dados ou de toda a base de dados.
(S) Relação entre enunciados de necessidade de informação de uma determinada pessoa e fontes potenciais de informação.
(T) Capacidade de o SRI oferecer, em resposta a uma questão, todos os itens relevantes existentes numa dada base de dados
As associações corretas são:
Os fatores que favorecem a ambos são;
Em ambos os casos é utilizado o processo de indexação:
Na construção de um ISBN, o elemento que identifica conjuntos nacionais, geográficos, de idiomas ou outros conjuntos semelhantes, no qual uma ou mais agências do ISBN operam, é o;
Para medir o grau de ligação entre dois ou mais artigos, segundo o número de documentos idênticos citados por esses artigos, utilizamos o(a).
Nesse sentido, a modelagem da informação difere da modelagem de dados com vista ao acesso e à(ao).
Resumo
Apresenta estudo sobre a prevalência de sobrepeso e obesidade em 3.317 crianças e 3.943 adolescentes das regiões Sudeste e Nordeste, agrupados por faixas etárias, a partir de dados da pesquisa sobre padrões de vida, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1997. Elege duas variáveis: sobrepeso, em adolescentes, e obesidade, em crianças e adolescentes, que foram definidas, operacionalmente, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Compara as prevalências por faixa etária, sexo e região geográfica coberta pelo teste z, considerando 0,05 como nível de significância estatística. Como resultados obtidos, apresenta as variações da prevalência de sobrepeso e de obesidade em crianças e adolescentes, por região; e, agrupando os dados das duas regiões, evidencia a ocorrência dessas variações por gênero. Conclui, demonstrando que a prevalência de obesidade é menor no Nordeste, com significância estatística entre crianças e adolescentes com idades entre 2 e 17 anos, o que também se verificou com a prevalência de sobrepeso entre os adolescentes; e afirma que nas outras faixas etárias não houve diferença estatisticamente significante entre os sexos. Ao final, alerta que a comparação dos resultados com os de outros estudos é difícil pela diversidade de critérios utilizados na classificação nutricional.
De acordo com os requisitos para a redação e a apresentação de resumos, previstos na NBR 6028, da ABNT, o que está INCORRETO no resumo?
O conceito apresentado acima aplica-se, precisamente, ao(à).