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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: CONDER Prova: FGV - 2013 - CONDER - Bibliotecário |
Q2909116 Biblioteconomia

A NBR6023, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), determina que, quando necessário, sejam acrescentados elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.


Assinale a opção que apresenta uma referência que contém algum desses elementos complementares.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: CONDER Prova: FGV - 2013 - CONDER - Bibliotecário |
Q2909115 Biblioteconomia

As bibliotecas foram as primeiras instituições a se preocuparem com o controle bibliográfico. Assinale os instrumentos que durante algum tempo se constituíram como únicos meios para esse fim.

Alternativas
Q2909083 Atualidades

As três imagens a seguir retratam obras de Mario Cravo Júnior, artista baiano que, em 2013, foi homenageado por seus 90 anos com uma exposição no Palacete das Artes (Salvador).

Figura 1

Imagem associada para resolução da questão

Cruz Latina

(Sta Cruz de Cabrália, 2000)


Figura 2

Imagem associada para resolução da questão

Fonte da Rampa do Mercado

Mercado

(Salvador, 1970)


Figura 3

Imagem associada para resolução da questão

Exu Mola de Jipe

(São Paulo, 1953)


As afirmativas a seguir apresentam características formais e poéticas presentes nas obras de Mario Cravo Júnior. Analise‐as.


I. As formas puras e despojadas são capazes de oferecer uma síntese visual do seu universo social e cultural.

II. A monumentalidade define a escala da obra em relação ao entorno urbanístico e lhe confere um sentido de grandeza.

III. A sensualidade geométrica das formas germinante, dos núcleos e óvulos indicam, poeticamente, vida e crescimento.


Assinale:

Alternativas
Q2909081 Atualidades

O saneamento básico é fundamental para elevar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e é uma das pré‐condições para evitar doenças causadas pelo contato ou ingestão de água contaminada.


Assinale a alternativa que indica as doenças relacionadas à ausência de saneamento básico.

Alternativas
Q2909079 Conhecimentos Gerais

Os dados da tabela a seguir permitem traçar um panorama do desempenho da economia mundial nos últimos anos.


Crescimento do PIB observado e projeções do FMI (em %)



Regiões

2009

2010

2011

2012 (e)

2013 (p)

2014 (p)

Mundo

– 0,6

5,1

3,8

3,2

3,5

4,1

Países desenvolvidos

– 3,6

3,0

1,6

1,3

1,4

2,2

Estados Unidos

– 3,1

2,4

1,8

2,2

2,0

3,0

Área do Euro

– 4,4

2,0

1,4

– 0,3

– 0,2

1,0

Reino Unido

– 4,0

1,8

0,8

0,2

1,0

1,9

Japão

– 5,5

4,5

– 0,8

2,0

1,2

0,7

Países emergentes em desenvolvimento

2,7

7,4

6,2

5,1

5,5

5,9

Ásia

7,0

9,5

7,8

6,6

7,1

7,5

China

9,2

10,4

9,2

7,8

8,2

8,5

América Latina e Caribe

– 1,5

6,2

4,5

3,0

3,6

3,9

Europa Central e Ocidental

– 3,6

4,6

5,3

1,8

2,4

3,1

Comunidade de Estados Independentes

– 6,4

4,8

4,9

3,6

3,8

4,1

Oriente Médio e Norte da África

2,6

5,0

3,3

5,2

3,4

3,8

África Subsaariana

2,6

5,3

5,1

4,8

5,8

5,7

Nota: e = estimativa; p = previsão)

(Fonte: FMI/Ipea/Dimac/Gecon.)



Com base na tabela,analise as afirmativas a seguir.


I. Em 2012, o desempenho da economia mundial foi marcado, em relaçãoao biênio 2010‐2011, por uma desaceleração homogênea entre os distintos grupos de países.

II. Em 2012, a economia europeia voltou a ser recessiva, e este mau desempenho foi acompanhado pelo menor crescimento dos BRICs.

III. A Europa voltou a viver os riscos de ruptura do euro a partir de 2012, atenuados por meio do suporte do Banco Central Europeu (BCE).


Assinale:


Alternativas
Q2909038 Português

Tecnologia


asdasdPara começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré‐eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!”

asdasdOutra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.

asdasdDito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá‐lo, precavidamente, mas juro que é sincero.

asdasdQuando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.


(VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo)

“Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele”.


Esse segmento do texto tem a função de

Alternativas
Q2909029 Português

Tecnologia


asdasdPara começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré‐eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!”

asdasdOutra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.

asdasdDito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá‐lo, precavidamente, mas juro que é sincero.

asdasdQuando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.


(VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo)

“Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora...”.


Assinale a alternativa em que a substituição da forma reduzida sublinhada foi feita de forma adequada.

Alternativas
Q2884176 Biblioteconomia

As inovações tecnológicas tiveram um surpreendente desenvolvimento, trazendo muitas mudanças na maneira de organizar e difundir a informação. Dessas inovações iniciou-se a construção da “Biblioteca Digital”, cuja infraestrutura está embasada em três elementos principais, sendo estes:

Alternativas
Q2884175 Biblioteconomia

A função da Biblioteca e do Bibliotecário na sociedade da informação passa por grandes transformações, devido ao advento das novas tecnologias da informação. Diante disto, é correto afirmar:

Alternativas
Q2884173 Biblioteconomia

Recuperar a informação significa encontrar em uma coleção de documentos aqueles que satisfazem uma determinada necessidade de informação, podemos dizer então que sistemas de recuperação de informação (SRIs) são sistemas criados para facilitar essa busca. Os principais tipos de SRIs são:

Alternativas
Q2884171 Biblioteconomia

Assinale abaixo o item que contém as quatro funções básicas do Serviço de Referência, segundo Samuel Swett Green:

Alternativas
Q2884166 Biblioteconomia

“Serviço de informação que comunica a usuários potenciais , informações sobre publicações recentes, relevantes ou importantes para seu trabalho”. Esta definição refere-se especificamente ao:

Alternativas
Q2884165 Biblioteconomia

Segundo Ranganathan as cinco leis da biblioteconomia são:


I – Os livros são para usar

II – A cada leitor seu livro

III- A cada livro seu leitor

IV - Poupe o tempo do leitor

V - A Biblioteca é um organismo em crescimento.


Tendo em mente essas leis, podemos afirmar que:

Alternativas
Q2884163 Biblioteconomia

De acordo com Beatriz Valadares Cendón, no livro Ciência da informação e Biblioteconomia, “A informação jurídica é uma das poucas áreas que alcançou o estágio comercial, não se limitando a iniciativas governamentais para seu controle e acesso”. Assinale a alternativa cujo sistema de informação jurídica é de iniciativa privada.

Alternativas
Q2884162 Arquitetura de Software

Segundo Claudio Boghi, em seu livro Sistemas de informação: um enfoque dinâmico, um banco de dados significa uma coleção organizada de dados. Considere as afirmações abaixo:


I. Banco de Dados é uma coleção logicamente coerente de dados com um determinado significado.

II. Um Banco de Dados é projetado, construído e composto de um conjunto de dados para um propósito específico.

III. Banco de Dados representa aspectos do mundo real, os quais devem ser refletidos no Banco de Dados

IV. O tratamento da informação pode dar origem a vários tipos de dados.


Estão corretos:

Alternativas
Q2884161 Biblioteconomia

Com base nas regras da AACR para “Cabeçalhos para entidades”, assinale a alternativa correta para Conferências, Congresso, reuniões, etc.:

Alternativas
Q2884160 Biblioteconomia

A AACR, Código de catalogação Anglo-Americano, norma internacional que subsidia o tratamento da informação, estabelecendo regras que se destinam à elaboração de catálogos, determina, em seu capítulo “Cabeçalhos” para pessoas:

Alternativas
Q2884157 Biblioteconomia

A norma ABNT NBR 6028, Informação e documentação – Resumo – Apresentação, define três tipos de resumos. Assinale abaixo a definição correta de Resumo Informativo:

Alternativas
Q2884155 Biblioteconomia

A ordem de arquivamento dos símbolos da CDU baseia-se na progressão do geral para o mais específico. Sendo assim, assinale a alternativa que obedece esta determinação:

Alternativas
Q2884154 Biblioteconomia

Uma das principais características da CDU é permitir a construção de números compostos ou sínteses, através de sua notação auxiliar, ou seja, seus sinais e subdivisões. Sobre as subdivisões auxiliares comuns da CDU é correto afirmar:

Alternativas
Respostas
16961: A
16962: B
16963: E
16964: C
16965: D
16966: C
16967: C
16968: A
16969: B
16970: D
16971: C
16972: B
16973: A
16974: B
16975: D
16976: B
16977: B
16978: B
16979: D
16980: C