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Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2015 - UNESP - Bibliotecário |
Q499745 Português
Leia o texto para responder a questão.

          O Arquivo da Academia Brasileira de Letras (ABL) possui uma grande variedade de documentos textuais e iconográficos. É composto por correspondências, discursos,  originais de obras literárias, fotografias e periódicos. Esses documentos, acumulados pela Academia desde a sua fundação, em  1897, recebem tratamento de acordo com as normas arquivísticas contemporâneas.
          O Arquivo é composto por duas linhas de acervo: o  Arquivo dos Acadêmicos, com a documentação pessoal dos  membros efetivos, patronos e sócios correspondentes, e o  Arquivo Institucional, com a documentação administrativa e  funcional. Notícias e textos literários publicados em jornais  e revistas formam a Hemeroteca, outra valiosa fonte de pesquisa sobre os Acadêmicos e a Academia.

                                                             (www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.h.... Adaptado)
Uma frase do texto reescrita corretamente, no que se refere à concordância padrão da língua portuguesa, sem contradizer as informações originais, está em:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2015 - UNESP - Bibliotecário |
Q499744 Português
Considere o texto a seguir, do qual foram suprimidos os sinais de pontuação, e assinale a alternativa em que a pontuação é reestabelecida corretamente.

A Biblioteca Nacional do Brasil considerada pela UNESCO uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo é também a maior biblioteca da América Latina
                                                                             (www.bn.br/biblioteca-nacional/historico. Adaptado)
Alternativas
Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2015 - UNESP - Bibliotecário |
Q499743 Português
Leia o texto para responder a questão..

                                     Sobre livros, leituras e literatura

          Em “Sobre leitura e os livros", Schopenhauer afirma que,  quando lemos, “outra pessoa pensa por nós". No contato com  “aquelas palavras", somos dispensados de pensar e deixamo-nos levar pelo pensamento do autor.
          Apreendida superficialmente, a crítica de Schopenhauer  pode ser interpretada como uma apologia da não leitura. Mas é exatamente isto o que não se pode fazer: lê-lo num  relâmpago. O ensaio de Schopenhauer deve ser compreendido pelo seu reverso. A leitura desse texto funciona como
uma prática do que expõe o filósofo: não se deve ler sem  profundidade; deve-se ler atentamente.
          Ao ler sem aprofundamento, corre-se o risco da incompreensão das ideias do outro, tornando o ato de leitura um  grande vazio. Um bom texto, para Schopenhauer, pede um  gesto que desperte nossos próprios pensamentos. A leitura  pela leitura – em quantidade, sem qualidade – faz com que se
perca “gradativamente a capacidade de pensar por si mesmo". Schopenhauer acredita que o abominável nesse modo  de ler é a não possibilidade de se despertar o que está em  cada um de nós em potencial. A leitura “precisa deixar marcas no espírito". O leitor – um leitor forte – não pode se tornar  um mero reprodutor de ideias; estas devem fazer brotar as  suas próprias.
         A qualidade literária de um texto, então, torna-se fundamental para esse vir a ser. O autor considera que “a capacidade de persuasão, a riqueza de imagens, o dom da comparação, a ousadia, ou amargura, ou a concisão, ou a graça, ou a leveza de expressão, ou mesmo a argúcia" se adquirem
quando se leem escritores que têm essas qualidades, e essas  qualidades são evocadas em nós. “Essa é a única maneira de  a leitura ensinar a escrever, na medida em que ela nos mostra  o uso que podemos fazer de nossos próprios dons naturais." 
          “Os livros ruins deveriam ser banidos", brada o filósofo.  A atualidade de seu texto está na crítica à indústria cultural  em formação. Schopenhauer observa a quantidade de livros  ruins no mercado e a valorização que se dá a estes, “essa  abundante erva daninha da literatura que tira nutrição do trigo e o sufoca", roubando “tempo, dinheiro e atenção do público".  Acredita que se deva ler só o que não é objeto de ocupação  do grande público. Segundo ele, não se deve ler “o que é  ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados".

                                                 (Sandra Regina Nunes. FACOM, no 19, 2008, www.faap.br/revista_faap/
                                                                              revista_facom/facom_19/sandranunes.pdf. Adaptado)
Considere a seguinte passagem:
Segundo ele, não se deve ler “o que é ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados”.
As expressões segundo e pois, em destaque, têm, respectivamente, valor
Alternativas
Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2015 - UNESP - Bibliotecário |
Q499742 Português
Leia o texto para responder a questão..

                                     Sobre livros, leituras e literatura

          Em “Sobre leitura e os livros", Schopenhauer afirma que,  quando lemos, “outra pessoa pensa por nós". No contato com  “aquelas palavras", somos dispensados de pensar e deixamo-nos levar pelo pensamento do autor.
          Apreendida superficialmente, a crítica de Schopenhauer  pode ser interpretada como uma apologia da não leitura. Mas é exatamente isto o que não se pode fazer: lê-lo num  relâmpago. O ensaio de Schopenhauer deve ser compreendido pelo seu reverso. A leitura desse texto funciona como
uma prática do que expõe o filósofo: não se deve ler sem  profundidade; deve-se ler atentamente.
          Ao ler sem aprofundamento, corre-se o risco da incompreensão das ideias do outro, tornando o ato de leitura um  grande vazio. Um bom texto, para Schopenhauer, pede um  gesto que desperte nossos próprios pensamentos. A leitura  pela leitura – em quantidade, sem qualidade – faz com que se
perca “gradativamente a capacidade de pensar por si mesmo". Schopenhauer acredita que o abominável nesse modo  de ler é a não possibilidade de se despertar o que está em  cada um de nós em potencial. A leitura “precisa deixar marcas no espírito". O leitor – um leitor forte – não pode se tornar  um mero reprodutor de ideias; estas devem fazer brotar as  suas próprias.
         A qualidade literária de um texto, então, torna-se fundamental para esse vir a ser. O autor considera que “a capacidade de persuasão, a riqueza de imagens, o dom da comparação, a ousadia, ou amargura, ou a concisão, ou a graça, ou a leveza de expressão, ou mesmo a argúcia" se adquirem
quando se leem escritores que têm essas qualidades, e essas  qualidades são evocadas em nós. “Essa é a única maneira de  a leitura ensinar a escrever, na medida em que ela nos mostra  o uso que podemos fazer de nossos próprios dons naturais." 
          “Os livros ruins deveriam ser banidos", brada o filósofo.  A atualidade de seu texto está na crítica à indústria cultural  em formação. Schopenhauer observa a quantidade de livros  ruins no mercado e a valorização que se dá a estes, “essa  abundante erva daninha da literatura que tira nutrição do trigo e o sufoca", roubando “tempo, dinheiro e atenção do público".  Acredita que se deva ler só o que não é objeto de ocupação  do grande público. Segundo ele, não se deve ler “o que é  ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados".

                                                 (Sandra Regina Nunes. FACOM, no 19, 2008, www.faap.br/revista_faap/
                                                                              revista_facom/facom_19/sandranunes.pdf. Adaptado)
Uma palavra/expressão empregada com sentido exclusivamente figurado no texto está destacada em:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2015 - UNESP - Bibliotecário |
Q499741 Português
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                                     Sobre livros, leituras e literatura

          Em “Sobre leitura e os livros", Schopenhauer afirma que,  quando lemos, “outra pessoa pensa por nós". No contato com  “aquelas palavras", somos dispensados de pensar e deixamo-nos levar pelo pensamento do autor.
          Apreendida superficialmente, a crítica de Schopenhauer  pode ser interpretada como uma apologia da não leitura. Mas é exatamente isto o que não se pode fazer: lê-lo num  relâmpago. O ensaio de Schopenhauer deve ser compreendido pelo seu reverso. A leitura desse texto funciona como
uma prática do que expõe o filósofo: não se deve ler sem  profundidade; deve-se ler atentamente.
          Ao ler sem aprofundamento, corre-se o risco da incompreensão das ideias do outro, tornando o ato de leitura um  grande vazio. Um bom texto, para Schopenhauer, pede um  gesto que desperte nossos próprios pensamentos. A leitura  pela leitura – em quantidade, sem qualidade – faz com que se
perca “gradativamente a capacidade de pensar por si mesmo". Schopenhauer acredita que o abominável nesse modo  de ler é a não possibilidade de se despertar o que está em  cada um de nós em potencial. A leitura “precisa deixar marcas no espírito". O leitor – um leitor forte – não pode se tornar  um mero reprodutor de ideias; estas devem fazer brotar as  suas próprias.
         A qualidade literária de um texto, então, torna-se fundamental para esse vir a ser. O autor considera que “a capacidade de persuasão, a riqueza de imagens, o dom da comparação, a ousadia, ou amargura, ou a concisão, ou a graça, ou a leveza de expressão, ou mesmo a argúcia" se adquirem
quando se leem escritores que têm essas qualidades, e essas  qualidades são evocadas em nós. “Essa é a única maneira de  a leitura ensinar a escrever, na medida em que ela nos mostra  o uso que podemos fazer de nossos próprios dons naturais." 
          “Os livros ruins deveriam ser banidos", brada o filósofo.  A atualidade de seu texto está na crítica à indústria cultural  em formação. Schopenhauer observa a quantidade de livros  ruins no mercado e a valorização que se dá a estes, “essa  abundante erva daninha da literatura que tira nutrição do trigo e o sufoca", roubando “tempo, dinheiro e atenção do público".  Acredita que se deva ler só o que não é objeto de ocupação  do grande público. Segundo ele, não se deve ler “o que é  ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados".

                                                 (Sandra Regina Nunes. FACOM, no 19, 2008, www.faap.br/revista_faap/
                                                                              revista_facom/facom_19/sandranunes.pdf. Adaptado)
Um sinônimo para o termo argúcia, em destaque no quinto parágrafo, é:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2015 - UNESP - Bibliotecário |
Q499740 Português
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                                     Sobre livros, leituras e literatura

          Em “Sobre leitura e os livros", Schopenhauer afirma que,  quando lemos, “outra pessoa pensa por nós". No contato com  “aquelas palavras", somos dispensados de pensar e deixamo-nos levar pelo pensamento do autor.
          Apreendida superficialmente, a crítica de Schopenhauer  pode ser interpretada como uma apologia da não leitura. Mas é exatamente isto o que não se pode fazer: lê-lo num  relâmpago. O ensaio de Schopenhauer deve ser compreendido pelo seu reverso. A leitura desse texto funciona como
uma prática do que expõe o filósofo: não se deve ler sem  profundidade; deve-se ler atentamente.
          Ao ler sem aprofundamento, corre-se o risco da incompreensão das ideias do outro, tornando o ato de leitura um  grande vazio. Um bom texto, para Schopenhauer, pede um  gesto que desperte nossos próprios pensamentos. A leitura  pela leitura – em quantidade, sem qualidade – faz com que se
perca “gradativamente a capacidade de pensar por si mesmo". Schopenhauer acredita que o abominável nesse modo  de ler é a não possibilidade de se despertar o que está em  cada um de nós em potencial. A leitura “precisa deixar marcas no espírito". O leitor – um leitor forte – não pode se tornar  um mero reprodutor de ideias; estas devem fazer brotar as  suas próprias.
         A qualidade literária de um texto, então, torna-se fundamental para esse vir a ser. O autor considera que “a capacidade de persuasão, a riqueza de imagens, o dom da comparação, a ousadia, ou amargura, ou a concisão, ou a graça, ou a leveza de expressão, ou mesmo a argúcia" se adquirem
quando se leem escritores que têm essas qualidades, e essas  qualidades são evocadas em nós. “Essa é a única maneira de  a leitura ensinar a escrever, na medida em que ela nos mostra  o uso que podemos fazer de nossos próprios dons naturais." 
          “Os livros ruins deveriam ser banidos", brada o filósofo.  A atualidade de seu texto está na crítica à indústria cultural  em formação. Schopenhauer observa a quantidade de livros  ruins no mercado e a valorização que se dá a estes, “essa  abundante erva daninha da literatura que tira nutrição do trigo e o sufoca", roubando “tempo, dinheiro e atenção do público".  Acredita que se deva ler só o que não é objeto de ocupação  do grande público. Segundo ele, não se deve ler “o que é  ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados".

                                                 (Sandra Regina Nunes. FACOM, no 19, 2008, www.faap.br/revista_faap/
                                                                              revista_facom/facom_19/sandranunes.pdf. Adaptado)
A ideia de que, para Schopenhauer, o ato de ler deve ser transformador é explicitada na seguinte passagem do texto:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2015 - UNESP - Bibliotecário |
Q499739 Português
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                                     Sobre livros, leituras e literatura

          Em “Sobre leitura e os livros", Schopenhauer afirma que,  quando lemos, “outra pessoa pensa por nós". No contato com  “aquelas palavras", somos dispensados de pensar e deixamo-nos levar pelo pensamento do autor.
          Apreendida superficialmente, a crítica de Schopenhauer  pode ser interpretada como uma apologia da não leitura. Mas é exatamente isto o que não se pode fazer: lê-lo num  relâmpago. O ensaio de Schopenhauer deve ser compreendido pelo seu reverso. A leitura desse texto funciona como
uma prática do que expõe o filósofo: não se deve ler sem  profundidade; deve-se ler atentamente.
          Ao ler sem aprofundamento, corre-se o risco da incompreensão das ideias do outro, tornando o ato de leitura um  grande vazio. Um bom texto, para Schopenhauer, pede um  gesto que desperte nossos próprios pensamentos. A leitura  pela leitura – em quantidade, sem qualidade – faz com que se
perca “gradativamente a capacidade de pensar por si mesmo". Schopenhauer acredita que o abominável nesse modo  de ler é a não possibilidade de se despertar o que está em  cada um de nós em potencial. A leitura “precisa deixar marcas no espírito". O leitor – um leitor forte – não pode se tornar  um mero reprodutor de ideias; estas devem fazer brotar as  suas próprias.
         A qualidade literária de um texto, então, torna-se fundamental para esse vir a ser. O autor considera que “a capacidade de persuasão, a riqueza de imagens, o dom da comparação, a ousadia, ou amargura, ou a concisão, ou a graça, ou a leveza de expressão, ou mesmo a argúcia" se adquirem
quando se leem escritores que têm essas qualidades, e essas  qualidades são evocadas em nós. “Essa é a única maneira de  a leitura ensinar a escrever, na medida em que ela nos mostra  o uso que podemos fazer de nossos próprios dons naturais." 
          “Os livros ruins deveriam ser banidos", brada o filósofo.  A atualidade de seu texto está na crítica à indústria cultural  em formação. Schopenhauer observa a quantidade de livros  ruins no mercado e a valorização que se dá a estes, “essa  abundante erva daninha da literatura que tira nutrição do trigo e o sufoca", roubando “tempo, dinheiro e atenção do público".  Acredita que se deva ler só o que não é objeto de ocupação  do grande público. Segundo ele, não se deve ler “o que é  ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados".

                                                 (Sandra Regina Nunes. FACOM, no 19, 2008, www.faap.br/revista_faap/
                                                                              revista_facom/facom_19/sandranunes.pdf. Adaptado)
Na opinião da autora, o texto de Schopenhauer mostra-se atual ao criticar
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Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2015 - UNESP - Bibliotecário |
Q499738 Português
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                                     Sobre livros, leituras e literatura

          Em “Sobre leitura e os livros", Schopenhauer afirma que,  quando lemos, “outra pessoa pensa por nós". No contato com  “aquelas palavras", somos dispensados de pensar e deixamo-nos levar pelo pensamento do autor.
          Apreendida superficialmente, a crítica de Schopenhauer  pode ser interpretada como uma apologia da não leitura. Mas é exatamente isto o que não se pode fazer: lê-lo num  relâmpago. O ensaio de Schopenhauer deve ser compreendido pelo seu reverso. A leitura desse texto funciona como
uma prática do que expõe o filósofo: não se deve ler sem  profundidade; deve-se ler atentamente.
          Ao ler sem aprofundamento, corre-se o risco da incompreensão das ideias do outro, tornando o ato de leitura um  grande vazio. Um bom texto, para Schopenhauer, pede um  gesto que desperte nossos próprios pensamentos. A leitura  pela leitura – em quantidade, sem qualidade – faz com que se
perca “gradativamente a capacidade de pensar por si mesmo". Schopenhauer acredita que o abominável nesse modo  de ler é a não possibilidade de se despertar o que está em  cada um de nós em potencial. A leitura “precisa deixar marcas no espírito". O leitor – um leitor forte – não pode se tornar  um mero reprodutor de ideias; estas devem fazer brotar as  suas próprias.
         A qualidade literária de um texto, então, torna-se fundamental para esse vir a ser. O autor considera que “a capacidade de persuasão, a riqueza de imagens, o dom da comparação, a ousadia, ou amargura, ou a concisão, ou a graça, ou a leveza de expressão, ou mesmo a argúcia" se adquirem
quando se leem escritores que têm essas qualidades, e essas  qualidades são evocadas em nós. “Essa é a única maneira de  a leitura ensinar a escrever, na medida em que ela nos mostra  o uso que podemos fazer de nossos próprios dons naturais." 
          “Os livros ruins deveriam ser banidos", brada o filósofo.  A atualidade de seu texto está na crítica à indústria cultural  em formação. Schopenhauer observa a quantidade de livros  ruins no mercado e a valorização que se dá a estes, “essa  abundante erva daninha da literatura que tira nutrição do trigo e o sufoca", roubando “tempo, dinheiro e atenção do público".  Acredita que se deva ler só o que não é objeto de ocupação  do grande público. Segundo ele, não se deve ler “o que é  ruim, pois a vida é curta, e o tempo e a energia são limitados".

                                                 (Sandra Regina Nunes. FACOM, no 19, 2008, www.faap.br/revista_faap/
                                                                              revista_facom/facom_19/sandranunes.pdf. Adaptado)
De acordo com o texto, uma boa leitura, para Schopenhauer, deve
Alternativas
Q499737 Biblioteconomia
A resolução nº 42, de 11 de janeiro de 2002, do Conselho Federal de Biblioteconomia, rege a ética profissional do bibliotecário. Com relação ao art. 4º, é correto afirmar que:
Alternativas
Q499736 Biblioteconomia
Em conformidade com a NBR 14724: 2011, são considerados elementos pós-textuais:
Alternativas
Q499735 Biblioteconomia
Sobre as citações em um trabalho técnico-científico, é correto afirmar que:
Alternativas
Q499734 Biblioteconomia
A sigla adotada internacionalmente para indicar o número padronizado de uma publicação periódica é:
Alternativas
Q499733 Administração Geral
A ferramenta administrativa que corresponde a um ciclo de análise e melhoria contínua de processos e produtos, criada por Walter Shewhart e disseminada por Deming, é conhecida como:
Alternativas
Q499732 Biblioteconomia
A alternativa correta referente ao processo formal que visa medir e comparar um processo, produto ou serviço existentes com aqueles reconhecidos como os melhores do mercado é:
Alternativas
Q499731 Biblioteconomia
A representação gráfica que apresenta o modo de distribuição das várias formas de divisão e especialização de funções da estrutura de uma biblioteca é o:
Alternativas
Q499730 Biblioteconomia
Assinale a alternativa que corresponde à função mais importante na administração de uma biblioteca.
Alternativas
Q499729 Biblioteconomia
Em administração de bibliotecas, os fluxogramas são utilizados para descrever graficamente:
Alternativas
Q499728 Biblioteconomia
As bases de dados que encaminham ou orientam o usuário para outra fonte, que pode ser um documento, uma instituição ou um indivíduo, a fim de obter informações adicionais ou conseguir o texto integral de um documento, são as:
Alternativas
Q499727 Biblioteconomia
Greenstone, DSpace, Fedora e EPrints são softwares gratuitos destinados:
Alternativas
Q499726 Biblioteconomia
A norma que especifica os requisitos para o formato de intercâmbio de registros bibliográficos que descrevem todas as formas de documentos sujeitos à descrição bibliográfica é:
Alternativas
Respostas
16181: A
16182: D
16183: C
16184: A
16185: B
16186: C
16187: E
16188: B
16189: C
16190: B
16191: A
16192: D
16193: D
16194: B
16195: C
16196: B
16197: D
16198: C
16199: D
16200: A