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I. ter sido a falta cometida em defesa de prerrogativa profissional.
II. ausência de punição anterior.
III. prestação de relevantes serviços à Biblioteconomia.
É correto o que se afirma em:
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna acima.
I. As eleições complementares dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia serão realizadas somente nos casos em que houver vacância de Conselheiro Efetivo e a inexistência de Conselheiros Suplentes, que prejudique a composição Plenária.
II. O Presidente do Conselho, após convocar e empossar o último suplente eleito, deverá proceder à recomposição de seus quadros por meio do processo eleitora! de eleição complementar.
III. O Presidente do CRB, após autorização para efetivação da Eleição Complementar, deverá proceder à publicação do Edital de Convocação para Eleição Complementar, por meio eletrônico, dispensada a publicação no Diário Oficial do Estado, com antecedência mínima de 10 (dez) dias da realização do pleito.
De acordo com a Resolução ns 110/09 do Conselho Federal de Biblioteconomia, é correto o que se afirma somente em:
I. exercer a profissão quando impedido de fazê-lo ou facilitar, por qualquer modo, o seu exercício a não registrados.
II. praticar, no exercício profissional, ato que a lei defina como crime ou contravenção penal.
III. não cumprir, no prazo estipulado, determinação emanada do Conselho Regional em matéria de competência deste, após regularmente notificado.
IV. deixar de pagar ao Conselho Regional, nos prazos previstos, as contribuições a que está obrigado.
V. transgredir preceitos do Código De Ética Profissional.
É correto o que se afirma em:
I. A fiscalização do exercício da Profissão do Bibliotecário será exercida pelo Conselho Federal de Biblioteconomia e pelos Conselhos regionais de Biblioteconomia, criados por esta lei.
II. O Conselho Federal de Biblioteconomia e os Conselhos Regionais de Biblioteconomia são dotados de personalidade jurídica de direito privado, autonomia administrativa e patrimonial.
I. A fiscalização do exercício da Profissão do Bibliotecário será exercida pelo Conselho Federal de Biblioteconomia e pelos Conselhos regionais de Biblioteconomia, criados por esta lei.
II. O Conselho Federal de Biblioteconomia e os Conselhos Regionais de Biblioteconomia são dotados de personalidade jurídica de direito privado, autonomia administrativa e patrimonial.
III. A sede do Conselho Federal de Biblioteconomia será no Distrito Federal.
Em conformidade com o disposto na Lei 4.084/62, é correto o que se afirma em:
I. Armazenar os dados em qualquer uma destas mídias: CD, DVD, pen-drive, disquete, fita magnética, zip drive, disco de Blu-ray, disco rígido interno/externo ou remotamente (online).
II. Copiar sempre todos os dados, inclusive aqueles que podem ser facilmente obtidos de fontes externas confiáveis, como os referentes ao sistema operacional ou aos programas instalados.
III. Manter apenas uma cópia dos backups, na instalação principal da empresa, para facilitar o acesso rápido em caso de perda de dados.
IV. Além dos backups periódicos, sempre fazer backups antes de efetuar grandes alterações no sistema (adição de hardware, atualização do sistema operacional etc.) e de enviar o computador para manutenção.
Com relação aos procedimentos de backup, é recomendado o que se afirma em:
O exercício da profissão de Bibliotecário foi instituída pela Lei 4.084 de 30/06/1962 e regulamentada pelo Decreto 56.725 de 16/08/1965.
As atribuições dos CRB, dentre outras estabelecidas no art. 63, III do Regimento Interno do CFB, será fiscalizar o exercício da profissão, impedindo e punindo as infrações à legislação vigente, bem como enviar às autoridades competentes relatórios documentados sobre fatos que apurarem e cuja solução não seja de sua alçada.
Para sublinhar o trecho "Decreto 56.725 de 16/08/1965" e para colocar em itálico o trecho "art. 63, III do Regimento Interno do CFB", considerando que cada um dos trechos tenha sido selecionado, e as operações tenham sido realizadas separadamente, foram utilizadas, respectivamente, as combinações de teclas:

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A taxidermia - nome técnico do empalhamento de animais - é um sofisticado processo onde só a pele do animal é aproveitada. O couro é usado para "vestir" um manequim de poliuretano, parecido com esses que a gente vê nas vitrines de lojas. No passado, porém, não era assim. O animai era aberto, suas vísceras retiradas e, no lugar delas, era colocado algodão, juta ou palha - daí a palavra empalhamento, hoje fora de uso. O manequim de poliuretano começou a ser usado nos anos 50 e oferece duas vantagens: é mais resistente ao ataque de insetos e possui uma anatomia idêntica à do bicho, "Em tese, animais taxidermizados dessa forma duram para sempre. Mesmo com as técnicas mais rudimentares já existem animais com 300 anos", diz o taxidermista Luiz Carlos Mendes Antunes, do Museu de Zoologia da USP. Acompanhe, a seguir, como é feito o "empalhamento" de uma onça-pintada, o maior felino do Brasil.
Passo-a-passo para a eternidade
O "empalhamento" de um animal deve começar até 24 horas após sua morte. Depois desse tempo sua carne começa a apodrecer.
1. O primeiro passo é fazer uma máscara mortuária de gesso do bicho. Ela fornece uma imagem tridimensional da cara do anima! e é uma cópia perfeita de suas feições, mostrando todos os detalhes de seu rosto;
2. Em seguida, com uma fita métrica, o taxidermista tira as principais medidas do animal, como a circunferência do abdome, o comprimento total do nariz à cauda, a largura da cabeça e a distância do nariz ao olho, entre outras;
3. Com uso de arames e apoios, o animal é congelado na posição em que será "empalhado". Quando ele estiver durinho e na postura correta, é hora de fazer uma cópia do corpo numa fôrma de gesso;
4. A partir do molde de gesso, é feito outro molde de resina. Ele será empregado na fundição do manequim de poliuretano. Se necessário, o taxidermista esculpe detalhes finais na peça, que será vestida com a pele depois;
5. Paralelamente à fabricação do manequim, é feita a retirada da pele, única parte aproveitada - órgãos e carcaça são descartados. Retirado o couro, ele é curtido em banhos ácidos que dissolvem resquícios de sujeira e gordura, evitando que apodreça;
6. O passo seguinte é a retirada da endoderme, uma fina membrana interna colada à pele. Feito isso, o couro é banhado com um produto químico preservativo e é engraxado para ganhar flexibilidade;
7. Olhos, nariz, orelhas, boca, língua e até a cauda são fakes. Os olhos são feitos de vidro, a cauda, de poliuretano flexível, e as orelhas, nariz e língua, de plástico poliestireno. Todas essas próteses são fixadas no manequim antes da pele;
8. A etapa final é vestir o manequim com a pele. Ela é encaixada e fixada com uma cola especial. Depois, é costurada. Os pontos são dados em locais de difícil visualização, como na parte inferior da barriga, para que o bicho pareça o mais real possível.
(http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-um~onimol-e- empalhado)
I. "o comprimento total do nariz à cauda"
II. "uma fina membrana interna colada à pele"
III. "Olhos, nariz, orelhas, boca, língua e até a cauda são fakes."
Sobre os trechos do texto, é correto afirmar que:
A taxidermia - nome técnico do empalhamento de animais - é um sofisticado processo onde só a pele do animal é aproveitada. O couro é usado para "vestir" um manequim de poliuretano, parecido com esses que a gente vê nas vitrines de lojas. No passado, porém, não era assim. O animai era aberto, suas vísceras retiradas e, no lugar delas, era colocado algodão, juta ou palha - daí a palavra empalhamento, hoje fora de uso. O manequim de poliuretano começou a ser usado nos anos 50 e oferece duas vantagens: é mais resistente ao ataque de insetos e possui uma anatomia idêntica à do bicho, "Em tese, animais taxidermizados dessa forma duram para sempre. Mesmo com as técnicas mais rudimentares já existem animais com 300 anos", diz o taxidermista Luiz Carlos Mendes Antunes, do Museu de Zoologia da USP. Acompanhe, a seguir, como é feito o "empalhamento" de uma onça-pintada, o maior felino do Brasil.
Passo-a-passo para a eternidade
O "empalhamento" de um animal deve começar até 24 horas após sua morte. Depois desse tempo sua carne começa a apodrecer.
1. O primeiro passo é fazer uma máscara mortuária de gesso do bicho. Ela fornece uma imagem tridimensional da cara do anima! e é uma cópia perfeita de suas feições, mostrando todos os detalhes de seu rosto;
2. Em seguida, com uma fita métrica, o taxidermista tira as principais medidas do animal, como a circunferência do abdome, o comprimento total do nariz à cauda, a largura da cabeça e a distância do nariz ao olho, entre outras;
3. Com uso de arames e apoios, o animal é congelado na posição em que será "empalhado". Quando ele estiver durinho e na postura correta, é hora de fazer uma cópia do corpo numa fôrma de gesso;
4. A partir do molde de gesso, é feito outro molde de resina. Ele será empregado na fundição do manequim de poliuretano. Se necessário, o taxidermista esculpe detalhes finais na peça, que será vestida com a pele depois;
5. Paralelamente à fabricação do manequim, é feita a retirada da pele, única parte aproveitada - órgãos e carcaça são descartados. Retirado o couro, ele é curtido em banhos ácidos que dissolvem resquícios de sujeira e gordura, evitando que apodreça;
6. O passo seguinte é a retirada da endoderme, uma fina membrana interna colada à pele. Feito isso, o couro é banhado com um produto químico preservativo e é engraxado para ganhar flexibilidade;
7. Olhos, nariz, orelhas, boca, língua e até a cauda são fakes. Os olhos são feitos de vidro, a cauda, de poliuretano flexível, e as orelhas, nariz e língua, de plástico poliestireno. Todas essas próteses são fixadas no manequim antes da pele;
8. A etapa final é vestir o manequim com a pele. Ela é encaixada e fixada com uma cola especial. Depois, é costurada. Os pontos são dados em locais de difícil visualização, como na parte inferior da barriga, para que o bicho pareça o mais real possível.
(http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-um~onimol-e- empalhado)