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( ) Notas explicativas são aquelas usadas para comentários, esclarecimentos ou explanações, que não possam ser incluídos no texto.
( ) Notas de referência indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra onde o assunto foi abordado.
( ) acitação indireta é aquela baseada na obra do autor consultado.
( ) Notas de rodapé apresentam indicações, observações ou aditamentos ao texto feitos pelo autor, tradutor ou editor.
Assinale a alternativa em que foi indicad a sequência CORRETA.
I. O sistema integrado de bibliotecas Pergamum oferece acesso simultâneo de usuários às bases de dados, mas a oferta de treinamento para diferentes tipos de usuários está prevista apenas para a metade do primeiro semestre de 2015.
II. A rede Pergamum foi criada com a filosofia de catalogação compartilhada. para isso, a ideia é trabalhar conjuntamente e cada instituição participante disponibiliza seus registros online, em um acervo coletivo na home page da rede, podendo ser copiado/importado por outra instituição para sua base bibliográfica.
III. O Pergamum permite a emissão de diversos relatórios, tais como de entrada e recebimento de documentos por período, de circulação e empréstimo, por período.
IV. A rede Pergamum é formada por todos os clientes do software Pergamum. Tem por objetivo principal promover a cooperação e o intercâmbio de serviços entre as bibliotecas usuárias do sistema e, atualmente, com o módulo Internet, tem disponibilizado a todas as bibliotecas da rede o acesso às informação sobre o acervo.
V. O Pergamum permite o uso de código de barras para fazer a avaliação e o controle do inventário do acervo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) A catalogação cooperativa foi proposta inicialmente pelo bibliotecário da Biblioteca do Smithsonian Institution(EUA), em 1850, o qual tinha um projeto de transformar essa biblioteca em biblioteca nacional e criar um catálogo coletivo das bibliotecas cooperantes. Entretanto, a ideia só foi implementada pela Library of Congressem 1901.
( ) No Brasil, a catalogação cooperativa teve início em 1942, com a distribuição de fichas catalográficas pelo Instituto Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (IBBD). porém, algum tempo depois, em 1972, apareceram algumas dificuldades, o que originou a sua interrupção. Tal situação foi regularizada em 1972, com o surgimento do formato MARC e se consolidou com o projeto CALCO em 1973.
( ) A CDU contém as tabelas auxiliares que permitem a construção de números compostos, ou seja, a atribuição de um número extraído de determinada localidade para unir aos números das tabelas principais, especificando a determinação do assunto do item.
( ) A CDU é uma linguagem de indexação e recuperação da informação que abrange praticamente todos os assuntos e que pode ser utilizada em acervos que lidem com qualquer tipo de suporte documental.
( ) O sinal de dois pontos serve para indicar uma relação entre dois ou mais assuntos por meio da conexão de seu número da CDU, ampliando os assuntos que liga.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) Uma linguagem documentária é um conjunto de elementos utilizados para catalogar conteúdos de materiais de qualquer natureza, inclusive os objetos digitais.
( ) Nos sistemas de classificação convencionais, não há grande preocupação com o controle do vocabulário. Já nos tesauros, a função de controle de vocabulário está mais presente.
( ) As noções, devidamente relacionadas, constituem o arcabouço fundamental para a organização de uma área, na medida em que possibilitam um ponto de vista materializado no sistema de noções, para o tratamento documentário.
( ) As linguagens documentárias são construídas para indexação, armazenamento e recuperação da informação e correspondem a sistemas de símbolos destinados a traduzir os conteúdos dos documentos.
( ) As linguagens documentárias são instrumentos intermediários ou instrumentos de comutação, através dos quais se realiza a tradução da síntese dos textos e das perguntas dos usuários.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.

O autor desse texto critica

A função de linguagem predominante no TEXTO 2 é a

O efeito da frase de encerramento do texto 2 evidencia a voz de um locutor
INSTRUÇÃO: a questão refere-se ao TEXTO 2, produzido pela agência de publicidade Famiglia, expressa uma resposta à campanha realizada, em 2007, pela prefeitura de são paulo para “limpar a cidade” da poluição visual causada pelos outdoors. Leia-o atentamente antes de responder à questão.

Com base no texto 2, é CORRETO inferir que o produtor do texto
I. lamenta que haja pessoas em situação de rua.
II. é preconceituoso em relação aos moradores de rua.
III. está de acordo com a campanha da prefeitura para “limpar a cidade".
IV. abre uma discussão sobre o número de outdoors espalhados em São Paulo.
Estão CORRETAS apenas as assertivas
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns.
Assinale a alternativa em que, no trecho, o elemento destacado apresenta a mesma função sintática do termo destacado acima.
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior.
Em relação ao emprego de sinais de pontuação, estão corretas as afirmativas, EXCETO:
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
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Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
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