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Q522652 Português
1     (...) a democracia moderna, regime que admite conflitos, também gera um certo teor de conflito que poderia não existir. Quando um cargo é colocado em disputa, no âmbito público, aparecem candidatos. Ora, não é óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas. Mas é o que acontece. E, desde que os partidos foram considerados pilares da democracia representativa, a tendência deles é se diferenciarem, oporem-se. Então, a democracia não se limita a retratar divergências existentes na sociedade: ela aprofunda algumas, acentua-as, até mesmo as agrava.

2    Crítica parecida, por sinal, foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos", que é a principal forma moderna de democracia – desde os totalitários até o presidente francês de Gaulle e pensadores marxistas não autoritários. Mas o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade. Admite como normal que haja tensões entre pessoas ou grupos. Pela primeira vez na história do mundo, desobriga os humanos de viver num todo harmônico, equilibrado. Porque a harmonia é uma empulhação. Na Ásia, o discurso confuciano, assentado na ideia de que a sociedade se organiza como uma família, leva a entender a discórdia como traição. No Ocidente, a comparação do Estado a um corpo harmônico e saudável autorizou considerar o divergente um membro gangrenado ou doente, que deve ser amputado. Quem não obedece ao amor do príncipe não é apenas um divergente, uma pessoa livre para pensar de outra forma: é um traidor, um ingrato, um infame.

3    Diante dessa representação hipócrita das relações sociais como amorosas e da conversão do amor em autoritarismo – porque quem não retribui o amor do ditador obedecendo-lhe em todas as coisas atrai o castigo –, a democracia simplesmente deixa as coisas acontecerem. Discorda? É um direito seu. Haverá regras para dizer a discordância e, mesmo, submetê-las ao voto. A democracia cria procedimentos para garantir o direito de oposição – que também reduzem o teor dos confrontos. 

4    Isso quer dizer que o conflito político não pode ser excessivo, e geralmente não o é. Primeiro, porque a política é a substituição da guerra. Em vez de armas, brigamos com votos. Eles não matam. O adversário não é inimigo. Não está em jogo, ao contrário do que pretendia Carl Schmidt, a extinção do outro. Pelo menos não se quer sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo. Segundo, porque a política se dá com palavras, que manejam emoções que se expressam no voto. Lembremos o que é “voto": o significado deste termo se vê em “votos de felicidade" ou de “feliz ano-novo". Votos são desejos. Expressamos nosso desejo em palavras, as do debate político, elaborando a decisão de votar em Fulano ou Beltrano.

5   Assim, a democracia representativa de partidos gera necessariamente conflitos, mas não os deixa transbordar para a forma bélica. Ela exige um certo teor de conflito, mas não excessivo. Não vive sem conflitos, mas morre se o conflito se exacerbar.

                                                                               (RIBEIRO, Renato Janine. Rev. Filosofia: set., 2014, p. 82.)



Em: “que poderia não existir” (§ 1) e “que deve ser amputado” (§ 2), o autor emprega os auxiliares “poder” e “dever” para sinalizar que o leitor deve interpretar o conteúdo dos enunciados em apreço, respectivamente, como:
Alternativas
Q522651 Português
1     (...) a democracia moderna, regime que admite conflitos, também gera um certo teor de conflito que poderia não existir. Quando um cargo é colocado em disputa, no âmbito público, aparecem candidatos. Ora, não é óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas. Mas é o que acontece. E, desde que os partidos foram considerados pilares da democracia representativa, a tendência deles é se diferenciarem, oporem-se. Então, a democracia não se limita a retratar divergências existentes na sociedade: ela aprofunda algumas, acentua-as, até mesmo as agrava.

2    Crítica parecida, por sinal, foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos", que é a principal forma moderna de democracia – desde os totalitários até o presidente francês de Gaulle e pensadores marxistas não autoritários. Mas o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade. Admite como normal que haja tensões entre pessoas ou grupos. Pela primeira vez na história do mundo, desobriga os humanos de viver num todo harmônico, equilibrado. Porque a harmonia é uma empulhação. Na Ásia, o discurso confuciano, assentado na ideia de que a sociedade se organiza como uma família, leva a entender a discórdia como traição. No Ocidente, a comparação do Estado a um corpo harmônico e saudável autorizou considerar o divergente um membro gangrenado ou doente, que deve ser amputado. Quem não obedece ao amor do príncipe não é apenas um divergente, uma pessoa livre para pensar de outra forma: é um traidor, um ingrato, um infame.

3    Diante dessa representação hipócrita das relações sociais como amorosas e da conversão do amor em autoritarismo – porque quem não retribui o amor do ditador obedecendo-lhe em todas as coisas atrai o castigo –, a democracia simplesmente deixa as coisas acontecerem. Discorda? É um direito seu. Haverá regras para dizer a discordância e, mesmo, submetê-las ao voto. A democracia cria procedimentos para garantir o direito de oposição – que também reduzem o teor dos confrontos. 

4    Isso quer dizer que o conflito político não pode ser excessivo, e geralmente não o é. Primeiro, porque a política é a substituição da guerra. Em vez de armas, brigamos com votos. Eles não matam. O adversário não é inimigo. Não está em jogo, ao contrário do que pretendia Carl Schmidt, a extinção do outro. Pelo menos não se quer sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo. Segundo, porque a política se dá com palavras, que manejam emoções que se expressam no voto. Lembremos o que é “voto": o significado deste termo se vê em “votos de felicidade" ou de “feliz ano-novo". Votos são desejos. Expressamos nosso desejo em palavras, as do debate político, elaborando a decisão de votar em Fulano ou Beltrano.

5   Assim, a democracia representativa de partidos gera necessariamente conflitos, mas não os deixa transbordar para a forma bélica. Ela exige um certo teor de conflito, mas não excessivo. Não vive sem conflitos, mas morre se o conflito se exacerbar.

                                                                               (RIBEIRO, Renato Janine. Rev. Filosofia: set., 2014, p. 82.)



Em relação ao ponto de vista emitido no tópico do quarto parágrafo, o que se segue, no seu desenvolvimento, tem o seguinte papel na argumentação do autor:
Alternativas
Q522650 Português
1     (...) a democracia moderna, regime que admite conflitos, também gera um certo teor de conflito que poderia não existir. Quando um cargo é colocado em disputa, no âmbito público, aparecem candidatos. Ora, não é óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas. Mas é o que acontece. E, desde que os partidos foram considerados pilares da democracia representativa, a tendência deles é se diferenciarem, oporem-se. Então, a democracia não se limita a retratar divergências existentes na sociedade: ela aprofunda algumas, acentua-as, até mesmo as agrava.

2    Crítica parecida, por sinal, foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos", que é a principal forma moderna de democracia – desde os totalitários até o presidente francês de Gaulle e pensadores marxistas não autoritários. Mas o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade. Admite como normal que haja tensões entre pessoas ou grupos. Pela primeira vez na história do mundo, desobriga os humanos de viver num todo harmônico, equilibrado. Porque a harmonia é uma empulhação. Na Ásia, o discurso confuciano, assentado na ideia de que a sociedade se organiza como uma família, leva a entender a discórdia como traição. No Ocidente, a comparação do Estado a um corpo harmônico e saudável autorizou considerar o divergente um membro gangrenado ou doente, que deve ser amputado. Quem não obedece ao amor do príncipe não é apenas um divergente, uma pessoa livre para pensar de outra forma: é um traidor, um ingrato, um infame.

3    Diante dessa representação hipócrita das relações sociais como amorosas e da conversão do amor em autoritarismo – porque quem não retribui o amor do ditador obedecendo-lhe em todas as coisas atrai o castigo –, a democracia simplesmente deixa as coisas acontecerem. Discorda? É um direito seu. Haverá regras para dizer a discordância e, mesmo, submetê-las ao voto. A democracia cria procedimentos para garantir o direito de oposição – que também reduzem o teor dos confrontos. 

4    Isso quer dizer que o conflito político não pode ser excessivo, e geralmente não o é. Primeiro, porque a política é a substituição da guerra. Em vez de armas, brigamos com votos. Eles não matam. O adversário não é inimigo. Não está em jogo, ao contrário do que pretendia Carl Schmidt, a extinção do outro. Pelo menos não se quer sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo. Segundo, porque a política se dá com palavras, que manejam emoções que se expressam no voto. Lembremos o que é “voto": o significado deste termo se vê em “votos de felicidade" ou de “feliz ano-novo". Votos são desejos. Expressamos nosso desejo em palavras, as do debate político, elaborando a decisão de votar em Fulano ou Beltrano.

5   Assim, a democracia representativa de partidos gera necessariamente conflitos, mas não os deixa transbordar para a forma bélica. Ela exige um certo teor de conflito, mas não excessivo. Não vive sem conflitos, mas morre se o conflito se exacerbar.

                                                                               (RIBEIRO, Renato Janine. Rev. Filosofia: set., 2014, p. 82.)



Para persuadir o leitor a concluir como ele, vale-se o autor de todas as estratégias argumentativas a seguir, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503319 Biblioteconomia
Tomadas como organizações, as bibliotecas exercem diferentes funções, que se materializam por meio de processos e atividades. relacione as funções da biblioteca com seus processos e atividades.

1. Funções de formação, desenvolvimento e organização de coleções.
2. Funções de dinamização de coleções.
3. Funções gerenciais.

( ) aquisição
( ) armazenagem
( ) avaliação de coleções
( ) circulação
( ) controle
( ) desbastamento e descarte
( ) direção
( ) divulgação
( ) organização
( ) orientação ao usuário
( ) planejamento
( ) planejamento e elaboração de políticas
( ) processamento técnico
( ) referência
( ) reprodução
( ) seleção

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503318 Biblioteconomia
Motta, Carvalho e Fernandes, em 2005, desenvolveram estudo que visava detectar as concepções que norteiam a prática dos bibliotecários do sistema de Bibliotecas da UFmgno campo da preservação de acervos. Dentre as diversas conclusões do trabalho, a mais relevante do ponto de vista do bibliotecário gestor da biblioteca foi
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503317 Biblioteconomia
São fontes de informação relevantes para profissionais e pesquisadores, em quaisquer meios que estiverem disponíveis, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503316 Biblioteconomia
Os agentes de deterioração dos materiais bibliográficos podem causar graves danos e perdas, representando, por isso, situações de perigo que devem ser previstas e gerenciadas. Dentre as alternativas abaixo, marque aquela que apresenta os agentes de deterioração descritos no “plano de gerenciamento de riscos, salvaguarda & emergência” da Biblioteca Nacional.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503315 Biblioteconomia
Quanto às mudanças no processo de comunicação científica, relacionadas ao uso de novas tecnologias, mueller e passos (2000) consideram os seguintes tipos principais de pressões:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503314 Biblioteconomia
Em relação aos termos preservação, conservação e restauração, assinale a única alternativa CORRTA.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503313 Biblioteconomia
Para ser plenamente competente no planejamento e na operação de bibliotecas digitais, o profissional da informação, na visão de marcondes et al. (2006) deve ter conhecimento em algumas áreas. assinale, a alternativa em que são indicadas corretamente essas áreas.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503311 Biblioteconomia
Cunha, em artigo de 2008, apresenta várias possíveis mudanças pelas quais as bibliotecas estavam passando, apontando para suas perspectivas futuras. Todas as alternativas abaixo referem-se a tais perspectivas, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503310 Biblioteconomia
Baptista et al.(2007) levantam muitas questões relacionadas ao uso das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) na comunicação científica. Tais discussões podem ser resumidas nos seguintes aspectos, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503309 Biblioteconomia
Analise as afirmativas abaixo sobre as dificuldades de implantação de um serviço de referência virtual de acordo com pessoa e Cunha (2007) e assinale (V) para as VEDADEIRAS e (F) para as FALAS.

( ) pouca literatura sobre o seu funcionamento na prática e a sua administração.

( ) pequeno número de pedidos recebidos pelas bibliotecas, denunciando mais um grave problema: a falta de marketing.

( ) Falta de treinamento do pessoal escolhido para atuar no serviço de referência virtual.

( ) Custo demandado pelo serviço de referência virtual.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETO.
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Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503308 Biblioteconomia
Segundo Ferreira (1995), os novos estudos de comportamento de usuários destacam-se pelas características abaixo, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503307 Biblioteconomia
De acordo com Baptista e Cunha (2007), relacione os estudos de usuários de abordagem qualitativa com as afirmativas:

1. Abordagem de Taylor.
2. Modelo de Kuhlthau.
3. Sense making de Brenda Dervin.
4. Usabilidade.

( ) Discute a questão da busca da informação pelo usuário e o processo de transformar dados em informação útil, ao que dá o nome de “informação com valor agregado”.

( ) Pode ser mensurada de acordo com os atributos ergonômicos do produto, em termos de esforço mental e atitudes dos usuários e pela forma como os usuários interagem com o produto e sua aceitação.

( ) Promove uma forma de pensar sobre a diversidade, complexidade e a incompletude, utilizando a metáfora de um ser humano atravessando pelo tempo e espaço, e caminhando com uma instrução parcial, encontrando lacunas, construindo pontes, avaliando achados e se movendo.

( ) Observação do processo da busca da informação que prevê as seguintes etapas: início, seleção, exploração e formulação. assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503306 Biblioteconomia
De acordo com a NBR6023, de 2002, que estabelece os elementos a serem incluídos em referências, os elementos essenciais da publicação periódica como um todo são, EXCETO:
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Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503305 Biblioteconomia
Assinale a opção VERDADEIRA em relação à etapa decisória “necessidade de informação”, segundo grogan (1995).
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Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503304 Biblioteconomia
Entre as décadas de 1980 e 1990, segundo Campello (2003), “as teorias educacionais exigiam que se redesenhassem novas formas de mediação para o bibliotecário, em um modelo em que o usuário ficaria no centro do processo de aprendizagem”. Nesse sentido, relacione os papéis do bibliotecário e as funções pedagógicas sugeridas por stripling (1996, citado por Campello, 2003):

1. Caregiver.
2. Orientador.
3. Elo.
4. Catalisador.

( ) O bibliotecário conecta os alunos com as ideias concretizadas no universo dos recursos informacionais disponíveis.

( ) O bibliotecário estimula a aprendizagem, levando o aluno a buscar as fontes, estratégias e respostas para suas necessidades.

( ) O bibliotecário colabora no planejamento curricular e facilita a aprendizagem, por estar em uma posição privilegiada e por ter uma visão global do processo de aprendizagem em todas as áreas.

( ) O bibliotecário apoia a aprendizagem individualizada, auxiliando cada aluno em suas necessidades específicas, respeitando seu estilo de aprendizagem.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503303 Biblioteconomia
Analise as características da biblioteca universitária, segundo accart (2012), e assinale (V) para as alternativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.

( ) É geralmente especializada.

( ) O serviço de referência é concebido como uma ajuda secundária ao ensino e à pesquisa.

( ) Não se assemelha a um serviço especializado de documentação.

( ) Os bibliotecários realizam pesquisas “para ou em lugar de” estudantes e docentes.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA
Alternativas
Ano: 2015 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2015 - UFMG - Bibliotecário Documentalista |
Q503302 Biblioteconomia
Segundo almeida (2005), “a avaliação do desempenho de uma unidade de informação em geral pressupõe a análise de várias instâncias, que são interdependentes [...]”. segundo a autora, as alternativas apresentadas abaixo são instâncias a serem analisadas, EXCETO:
Alternativas
Respostas
15101: B
15102: D
15103: E
15104: A
15105: D
15106: A
15107: A
15108: D
15109: D
15110: B
15111: A
15112: D
15113: D
15114: A
15115: A
15116: C
15117: D
15118: C
15119: A
15120: C