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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630933 Biblioteconomia
A fonte de informação, na catalogação de um item cartográfico que não seja um atlas impresso, especificada no AACR2 para a área de descrição física, é:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630932 Biblioteconomia
De acordo com as AACR2:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630931 Biblioteconomia
Na elaboração de tesauros, a metodologia de categorização fornece os princípios para agrupar conceitos de mesma natureza em classes gerais ou facetas para construir:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630930 Biblioteconomia
De acordo com a 2ª edição-padrão internacional em língua portuguesa da Classificação Decimal Universal, a ordem de citação padrão para a representação de um “artigo de jornal em inglês sobre a educação superior de mulheres portuguesas no Brasil na década de 1990” é:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630929 Biblioteconomia
Na 2ª edição-padrão internacional em língua portuguesa da Classificação Decimal Universal, o auxiliar comum dependente -04 serve para representar:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630928 Biblioteconomia
De acordo com a NBR 12676, a qualidade da indexação depende de fatores relativos à consistência na especificidade dos termos atribuídos e no nível de exaustividade atingido na indexação às qualificações do indexador e à:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630927 Biblioteconomia
Na teoria analítica do conceito, o modelo para construção de conceitos envolve três elementos:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630926 Biblioteconomia

No âmbito da Indexação, considere as afirmativas a seguir:

I. A especificidade permite uma alta precisão na recuperação da informação.

II. O nível de exaustividade é definido pela política de indexação e pode variar segundo o tipo de documento ou de acordo com o conteúdo temático.

III. Nos sistemas pós-coordenados, a combinação dos termos é feita no momento da representação da informação.

Está correto o que se afirma em:

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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630925 Biblioteconomia
A NBR ISO 2108 exemplifica alguns tipos de publicações monográficas às quais um ISBN pode ser atribuído, tais como:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630924 Biblioteconomia
Diante de dúvida sobre quais páginas da sequência em algarismos arábicos, no miolo de um folheto a ser publicado, são contadas mas não são numeradas, um pesquisador consultou o bibliotecário que, baseado na NBR 6029, da ABNT, ofereceu a seguinte resposta:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630923 Biblioteconomia
A NBR 6028 da ABNT determina que, logo abaixo do resumo, devem figurar palavras-chave, e que, preferentemente, como palavras representativas do conteúdo do documento, sejam escolhidas:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630922 Biblioteconomia

Para a formalização de uma norma específica, a ABNT estabelece seu objetivo ou escopo, as referências normativas e os termos e definições que se aplicam. No caso da NBR 6027, alguns termos e definições foram acrescidos na atualização de 2012, em vigor. Associe os termos, transcritos da Norma, com suas respectivas definições, apresentadas a seguir.

I - hyperlink

II - índice

III - sumário

IV - website


P - lista de palavras ou frases ordenadas por determinado critério, que remete a informações contidas num texto;

Q - agrupamento de páginas eletrônicas, relacionadas entre si e disponíveis na internet;

R - enumeração das seções de um documento na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede;

S - texto ou imagem com conexão eletrônica que remete a outro documento eletrônico;

T - elemento paratextual que objetiva a recuperação de referências não datadas, citadas no documento.

A associação correta é:

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Q630919 Biblioteconomia
Numa publicação periódica científica, de acordo com a NBR 6021, da ABNT, o registro de informação que contém ou não ilustrações, em uma folha ou caderno, que é intercalado no miolo, sem ser incluído na numeração, é o(a):
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630918 Biblioteconomia
Segundo a NBR 14724, da ABNT, o tipo específico de material que, além de ser citado no texto de um trabalho acadêmico, deve ser padronizado conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o(a):
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630917 Biblioteconomia
Se uma publicação seriada é publicada em suportes diferentes, com o mesmo título ou não, às diversas edições deve(m)-se atribuir:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630916 Biblioteconomia

Um pesquisador indagou ao bibliotecário sobre como indicar, em um artigo a ser publicado em português, que determinada citação é uma tradução de texto original em francês, feita pelo próprio pesquisador.

Considerando as prescrições da NBR 10520, da ABNT, a orientação correta é:

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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630915 Biblioteconomia
No âmbito da terminologia de Biblioteconomia e Documentação, o documento que é obtido através das diversas técnicas de desenho, gravura ou fotografia, e o documento onde é descrito, de forma fotogramétrica, uma parte de um corpo celeste em qualquer escala, são designados, respectivamente, como:
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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia |
Q630914 Biblioteconomia
A propriedade da informação científica que encontra expressão no fato de que, mudando sua expressão linguística, unidades semânticas idênticas são usadas em obras científicas diversas de maneiras diferentes e em contextos distintos é a:
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Q628268 Raciocínio Lógico

Sem A, não se tem B.

Sem B, não se tem C.

Assim, conclui-se que:

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Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Provas: FGV - 2016 - IBGE - Analista - Processos Administrativos e Disciplinares | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Análise de Sistemas - Desenvolvimento de Aplicações - Web Mobile | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Recursos Humanos - Administração de Pessoal | FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Economia | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Engenharia Civil | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Geoprocessamento | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Auditoria | FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Geografia | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Educação Corporativa | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Análise Biodiversidade | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Ciências Contábeis | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Planejamento e Gestão | FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Estatística | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Design Instrucional | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Orçamento e Finanças | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Engenharia Agrônomica | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Análise de Projetos | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Recursos Materiais e Logística | FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Bliblioteconomia | FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Programação Visual - Webdesign | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Jornalista - Redes Sociais | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Análise de Sistemas - Suporte Operacional | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Recursos Humanos - Desenvolvimento de Pessoas | FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Engenharia Cartográfica | FGV - 2016 - IBGE - Analista - Análise de Sistemas - Desenvolvimentos de Sistemas | FGV - 2016 - IBGE - Tecnologista - Engenharia Florestal |
Q628264 Inglês

TEXT II

The backlash against big data

[…]

Big data refers to the idea that society can do things with a large body of data that weren’t possible when working with smaller amounts. The term was originally applied a decade ago to massive datasets from astrophysics, genomics and internet search engines, and to machine-learning systems (for voice-recognition and translation, for example) that work well only when given lots of data to chew on. Now it refers to the application of data-analysis and statistics in new areas, from retailing to human resources. The backlash began in mid-March, prompted by an article in Science by David Lazer and others at Harvard and Northeastern University. It showed that a big-data poster-child—Google Flu Trends, a 2009 project which identified flu outbreaks from search queries alone—had overestimated the number of cases for four years running, compared with reported data from the Centres for Disease Control (CDC). This led to a wider attack on the idea of big data.

The criticisms fall into three areas that are not intrinsic to big data per se, but endemic to data analysis, and have some merit. First, there are biases inherent to data that must not be ignored. That is undeniably the case. Second, some proponents of big data have claimed that theory (ie, generalisable models about how the world works) is obsolete. In fact, subject-area knowledge remains necessary even when dealing with large data sets. Third, the risk of spurious correlations—associations that are statistically robust but happen only by chance—increases with more data. Although there are new statistical techniques to identify and banish spurious correlations, such as running many tests against subsets of the data, this will always be a problem.

There is some merit to the naysayers' case, in other words. But these criticisms do not mean that big-data analysis has no merit whatsoever. Even the Harvard researchers who decried big data "hubris" admitted in Science that melding Google Flu Trends analysis with CDC’s data improved the overall forecast—showing that big data can in fact be a useful tool. And research published in PLOS Computational Biology on April 17th shows it is possible to estimate the prevalence of the flu based on visits to Wikipedia articles related to the illness. Behind the big data backlash is the classic hype cycle, in which a technology’s early proponents make overly grandiose claims, people sling arrows when those promises fall flat, but the technology eventually transforms the world, though not necessarily in ways the pundits expected. It happened with the web, and television, radio, motion pictures and the telegraph before it. Now it is simply big data’s turn to face the grumblers.

(From http://www.economist.com/blogs/economist explains/201 4/04/economist-explains-10)

The phrase “lots of data to chew on” in Text II makes use of figurative language and shares some common characteristics with:
Alternativas
Respostas
15001: C
15002: E
15003: A
15004: D
15005: D
15006: E
15007: E
15008: A
15009: C
15010: E
15011: D
15012: D
15013: E
15014: C
15015: A
15016: D
15017: B
15018: B
15019: C
15020: A