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A respeito dos estudos de comportamento informacionais relacionados ao usuário de informação, é necessário que estratégias e planos sejam traçados para direcionar esse comportamento do usuário. Com base nessa informação, existem cinco estágios experimentados pelos indivíduos durante a mudança comportamental. A partir do exposto, relacione os termos a seguir com as suas respectivas definições e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Pré-contemplação.
2. Contemplação.
3. Preparação.
4. Ação.
5. Manutenção.
( ) É o estágio em que a decisão de mudança de comportamento é exteriorizada em forma de atitudes concretas e pode ser observada por outras pessoas. Apesar de ser considerado um estágio de grande desafio, é esse o momento em que se pode encontrar reconhecimento por parte de outras pessoas do esforço que se está realizando. Nesse estágio, existem duas possibilidades: recair para o comportamento antigo ou manter com sucesso o novo comportamento.
( ) Nesse estágio, a pessoa identifica o problema e inicia a discussão (interna e/ou externa) a respeito da necessidade de mudar. A pessoa sabe a direção que necessita tomar, porém ainda não se vê apta para enfrentar a mudança. É caracterizado por uma indecisão entre os prós e contras de se manter o comportamento atual.
( ) Estágio em que a pessoa não possui consciência de um determinado problema ou não lhe dá importância suficiente para que seja iniciada uma tentativa de mudança de atitude. Pessoas do seu convívio enxergam a necessidade de mudança, mas ela não se dispõe a mudar e, normalmente, não quer lidar com o problema.
( ) Estágio em que busca não perder o que foi conquistado no estágio anterior, bem como a manutenção do desejo de mudança. Momento que exige maior esforço e atenção para prevenir lapsos e relapsos que levem ao comportamento antigo desejado.
( ) Momento em que existe uma determinação de iniciar o processo de mudança. Tem-se uma clara consciência da necessidade de mudança e que é o caminho mais vantajoso para si. Inicia-se a definição de estratégia e de como irá conseguir mudar o seu comportamento.
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
Um documento de política de seleção deve informar ao bibliotecário ou responsável pelas atividades de seleção sobre:
I. identificação dos responsáveis pela seleção de materiais;
II. os critérios utilizados no processo;
III. os instrumentos auxiliares;
IV. os documentos correlatos.
O menor número inteiro que satisfaz a desigualdade

também é raiz da equação
mx – 15 = 45, em que m é um número real.
Dessa forma, o valor de m é igual a
Crianças têm uma importante lição a ensinar: o hábito – e a falta de medo – de fazer perguntas
Por Marina Martini
Acho que uma das grandes contradições da nossa vida – e uma grande perda, em consequência – é o fato de que, quando mais precisamos aprender, mais temos vergonha de aprender. Já reparou? Quando somos pré-adolescentes, adolescentes, ou até mesmo jovens adultos, passamos por um período da vida em que reprimimos (a ponto de nos esquecermos dele) um dos hábitos mais saudáveis e fundamentais que cultivamos ao longo da infância: o de perguntar. Crianças, apontamos o dedo para tudo, querendo saber o que é, para que serve, como funciona.
(...)
Mas algo acontece ali pelos nossos nove, dez anos de idade. Desenvolvemos algo que normalmente nos acompanha ao longo da adolescência e até boa parte do início da vida adulta: a vergonha de não saber. Morremos de medo de admitir nossa ignorância a respeito deste ou daquele assunto – e preferimos sufocar ou ignorar perguntas que julgamos bobas ou “burras”. Às vezes, para não nos sentirmos deixados para trás, somos capazes de fingir que entendemos alguma coisa que, na verdade, deixou nossa mente borbulhando de dúvidas; ou que conhecemos um artista, um filme ou um lugar que foi citado numa conversa, simplesmente porque todos os outros participantes parecem conhecer (bem, talvez eles também estejam fingindo).
(...)
Tenho a sensação de que, para a maioria das pessoas, esse medo aos poucos vai passando – perto dos 30 anos, eu percebo que tenho muito menos vergonha da minha própria ignorância do que tinha aos 14 ou 21. Mas o problema está justamente aí: eu provavelmente nunca precisei tanto da ajuda dos outros, do conhecimento dos outros, da sabedoria dos outros, quanto dos 10 aos 25 anos de idade. A carência de conhecimento vai além daquele de que precisamos para ser aprovados nas séries escolares, no vestibular ou nas disciplinas da faculdade – o que mais faz falta é a sabedoria sobre a vida, sobre a carreira, sobre relacionamentos, sobre o futuro, sobre o mundo! Quanta ajuda eu poderia ter tido – e quão mais fácil minha adolescência podia ter sido – se eu tivesse sido menos tímida e mais humilde para perguntar? Humilde, sim – porque o que mais se vê são jovens arrogantes, que sequer se percebem arrogantes, mas que, do alto de seus 16 ou 17 anos, julgam saber mais que os pais, os professores, os avós, que, oras, aos 50 ou 70 anos, só podem ter mesmo ideias ultrapassadas e que não mais se aplicam a esse mundo.
Não podemos ter medo de aprender – seja lá a faixa etária em que estivermos. Eu quero dizer “não ter medo” em um sentido bastante amplo: não apenas não ter medo de dizer “não sei”, “não conheço”, “não li”, “não assisti”, “nunca ouvi falar”; não apenas não ter medo de fazer perguntas que parecem estúpidas à primeira vista ou de pedir ajuda quando necessário; não apenas não ter medo de pedir que um professor ou treinador repita uma informação ou uma série de instruções – mas também não ter medo de fazer uma análise sincera de seu conhecimento e sua sabedoria, e admitir quando houver lacunas a ser preenchidas. Não ter medo de conversar de verdade com seu chefe, seu professor (até mesmo com seus pais – quanta gente só conversa o estritamente necessário com pai e mãe?): eles são pessoas como você, e podem ficar felizes em dividir um pouco do conhecimento que têm.
(...)
Adaptado de:<https://www.revistaversar.com.br/criancas-e-suas-licoes/>