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Q3985755 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa cuja função do termo destacado é a mesma do vocábulo sublinhado em: “Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras.”. 
Alternativas
Q3985754 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta a respeito de vocábulos do texto. 
Alternativas
Q3985753 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta em relação à colocação pronominal no texto. 
Alternativas
Q3985752 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta a respeito do texto de apoio. 
Alternativas
Q3844409 Gestão de Pessoas
Uma secretaria municipal realiza diagnóstico organizacional e identifica que os servidores apresentam baixos índices de engajamento, apesar de a estrutura física ter sido recentemente modernizada e os salários estarem acima da média regional. Nas entrevistas, os servidores relatam que "aqui o reconhecimento para quem trabalha bem é receber mais trabalho", que "a chefia só aparece para cobrar prazos" e que "os colegas não valorizam quem se esforça porque isso expõe quem faz o mínimo". A gestão, surpresa com os resultados, questiona como o engajamento pode estar baixo se as condições objetivas de trabalho são satisfatórias.
Considerando essa situação, analise as proposições apresentadas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) A percepção de reconhecimento pelos pares, embora relevante para o clima organizacional, exerce influência secundária sobre o engajamento quando comparada ao reconhecimento institucional formalizado em progressões de carreira.
(__) A modernização da estrutura física e a remuneração competitiva constituem condições necessárias, porém insuficientes, para a promoção do engajamento, que demanda investimento em dimensões relacionais e simbólicas do trabalho.
(__) O relato de que servidores dedicados recebem mais tarefas como forma de reconhecimento indica prática gerencial que, embora sobrecarregue individualmente, tende a elevar o engajamento coletivo pela redistribuição de demandas.
(__) A resistência dos colegas à dedicação diferenciada de alguns servidores reflete dinâmica grupal que pode neutralizar os efeitos de práticas institucionais de reconhecimento sobre o engajamento individual.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3844408 Biblioteconomia
Na catalogação em formato MARC 21, o campo 245 possui dois indicadores que afetam a geração de entradas e a ordenação alfabética. O primeiro indicador sinaliza a existência de entrada principal em outro campo e o segundo indicador especifica o número de caracteres a desconsiderar na ordenação (non-filing characters), contemplando artigos iniciais. Para catalogar a obra "Os sertões", de Euclides da Cunha, em registro com entrada principal pelo autor no campo 100, a configuração correta do campo 245 é:
Alternativas
Q3844407 Biblioteconomia
Uma biblioteca pública municipal planeja desbastamento de sua coleção de periódicos impressos, acumulada ao longo de décadas. O acervo inclui títulos com valor histórico local, títulos disponíveis em bases de acesso aberto, títulos deteriorados e títulos com baixa consulta mas relevância potencial para pesquisa. Considerando os procedimentos técnicos de desbastamento e as modalidades de destinação, analise as afirmativas a seguir:

I. Títulos com valor histórico local, mesmo com baixa circulação, podem ser remanejados para coleção especial com acesso controlado, preservando o vínculo patrimonial e adequando as condições de guarda e consulta.
II. Títulos disponíveis integralmente em bases de acesso aberto confiáveis podem ser candidatos a descarte após verificação de cobertura, estabilidade da fonte digital e inexistência de valor artifactual do exemplar físico.
III. Títulos deteriorados sem possibilidade de restauração e sem valor histórico ou de pesquisa podem ser descartados mediante procedimento de baixa patrimonial, com registro da justificativa técnica e destinação ambientalmente adequada.
IV. O desbastamento deve ser conduzido exclusivamente pela equipe de conservação, sem participação de bibliotecários de referência ou desenvolvimento de coleções, para garantir critérios objetivos baseados no estado físico dos materiais.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3844406 Biblioteconomia
Uma biblioteca universitária avalia a aquisição de obra técnica recém-publicada sobre tema emergente em biotecnologia. O autor é pesquisador em início de carreira, sem publicações anteriores em livro, vinculado a instituição de pesquisa reconhecida. A editora é comercial de médio porte, sem tradição específica na área, mas a obra passou por revisão de especialistas conforme informado na apresentação. O título já acumula citações em preprints e recebeu recomendação em blog científico especializado de alta visibilidade.
Considerando o critério "autoridade" em contexto de produção científica contemporânea, a avaliação mais consistente é:
Alternativas
Q3844405 Biblioteconomia
Uma biblioteca pública em região de clima tropical úmido, com recursos limitados para climatização, precisa definir estratégia de controle ambiental para seu acervo em papel. O prédio histórico não comporta sistema central de ar condicionado, e a opção disponível é instalação de desumidificadores e ventilação controlada em áreas prioritárias. A temperatura ambiente varia entre 24 °C e 32 °C ao longo do ano, e a umidade relativa oscila entre 65% e 85%. Considerando os princípios de conservação preventiva e as limitações operacionais, a estratégia mais consistente é:
Alternativas
Q3844404 Biblioteconomia
Em pesquisa no portal Scopus para mapear a produção científica sobre letramento informacional em bibliotecas universitárias brasileiras, o bibliotecário precisa:

1. Contemplar variações terminológicas em português e inglês.
2. Garantir proximidade contextual entre os termos do conceito principal.
3. Restringir a busca aos campos de título, resumo e palavras-chave.
4. Excluir estudos sobre letramento financeiro que frequentemente aparecem nos resultados.

Considerando a sintaxe de busca avançada do Scopus, a estratégia mais consistente é:
Alternativas
Q3844403 Biblioteconomia
A abordagem Sense-Making, desenvolvida por Brenda Dervin, fundamenta estudos de usuários com perspectiva distinta das abordagens tradicionais centradas em sistemas. Considerando os pressupostos teórico-metodológicos dessa abordagem, a descrição mais consistente é:
Alternativas
Q3844402 Biblioteconomia
O protocolo OAI-PMH (Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting) é fundamental para a interoperabilidade entre repositórios digitais. Considerando suas características técnicas e funcionais, a descrição da função principal desse protocolo é:
Alternativas
Q3844401 Biblioteconomia
A norma ISO 11620 estabelece indicadores de desempenho para bibliotecas, entre os quais o indicador "Penetração no Mercado" (Market Penetration). Considerando a metodologia de avaliação de serviços bibliotecários, a definição mais consistente desse indicador é:
Alternativas
Q3844400 Biblioteconomia
Em indexação de documentos, a "exaustividade" é parâmetro que influencia diretamente o desempenho na recuperação da informação. Considerando os conceitos de indexação e suas implicações para a recuperação, analise as afirmativas a seguir:

I. A exaustividade refere-se ao grau de cobertura temática do documento na representação, ou seja, à quantidade de conceitos extraídos e traduzidos em termos de indexação.
II. Indexação exaustiva tende a elevar a revocação (recall) nas buscas, aumentando a probabilidade de recuperar documentos relevantes sobre o tema pesquisado.
III. A indexação exaustiva eleva simultaneamente a revocação e a precisão, pois quanto mais termos atribuídos ao documento, maior a probabilidade de recuperar apenas os itens pertinentes à estratégia de busca.
IV. A exaustividade e a especificidade são parâmetros complementares que devem ser calibrados conforme características da coleção, perfil dos usuários e objetivos do sistema de recuperação.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3844399 Biblioteconomia
A transição do AACR2 para o RDA (Resource Description and Access) modificou diversas convenções catalográficas, incluindo o tratamento de múltiplos responsáveis por uma obra. Considerando a chamada "regra dos três" e sua aplicação nos dois códigos, a comparação mais consistente é: 
Alternativas
Q3844397 Biblioteconomia
Uma biblioteca especializada implanta serviço de Disseminação Seletiva da Informação (DSI) para pesquisadores, integrando alertas de bases comerciais, produção do repositório institucional e monitoramento de patentes. O projeto prevê perfis temáticos altamente granulares e uso de histórico de buscas dos usuários para refinamento automático das recomendações. Considerando os princípios de ética profissional, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o princípio de minimização de dados e a governança do serviço, a especificação mais consistente é:
Alternativas
Q3844396 Biblioteconomia
Uma universidade pública participa de consórcio nacional para acesso a periódicos eletrônicos de grandes editoras científicas. O contrato vigente prevê acesso simultâneo ilimitado durante a vigência, mas sem garantia de acesso perpétuo após eventual cancelamento. A biblioteca enfrenta cenário de restrição orçamentária e precisa avaliar a renovação. Considerando os modelos de licenciamento, a sustentabilidade do acesso e as estratégias de negociação consorciada, a orientação mais consistente é: 
Alternativas
Q3844395 Biblioteconomia
Na política de desenvolvimento de coleções, os conceitos de "seleção positiva" e "seleção negativa" orientam decisões sobre composição do acervo. Considerando a terminologia técnica da área, esses conceitos referem-se, respectivamente, a:
Alternativas
Q3844394 Biblioteconomia
A biblioteca de empresa do setor farmacêutico estrutura serviço de inteligência competitiva para apoiar decisões estratégicas de P&D. O ciclo de inteligência competitiva organiza o processo desde a identificação de necessidades até a entrega de produtos informacionais acionáveis. Considerando as etapas desse ciclo e os princípios éticos e metodológicos da área, analise as afirmativas a seguir:

I. O planejamento inicial deve identificar as questões-chave dos tomadores de decisão (Key Intelligence Topics), definindo escopo, prioridades e prazos para orientar a coleta e análise subsequentes.
II. A coleta sistemática utiliza fontes abertas diversificadas (publicações científicas, patentes, relatórios setoriais, notícias especializadas, eventos), sendo vedada a obtenção de informações por meios ilegais ou antiéticos.
III. A análise transforma dados coletados em inteligência mediante técnicas como análise de patentes, mapeamento tecnológico, análise de cenários e identificação de tendências, agregando valor interpretativo aos dados brutos.
IV. A disseminação deve entregar produtos adequados ao perfil do decisor (alertas, relatórios, briefings), no momento oportuno, com retroalimentação para ajuste contínuo do ciclo às necessidades organizacionais.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3844393 Biblioteconomia
A transição do volumen (rolo) ao códice consolidou práticas de leitura e organização documental na Antiguidade Tardia. Considerando as implicações materiais, cognitivas e biblioteconômicas dessa transformação, analise as afirmativas a seguir:

I. O códice favoreceu a consulta não linear por meio do folheamento, permitiu referência por folhas e páginas, e possibilitou a criação de índices e sumários que facilitavam a localização de trechos específicos.
II. A adoção preferencial do códice pelos cristãos primitivos para textos sagrados contribuiu significativamente para sua disseminação, diferenciando suas práticas documentais da tradição de rolos utilizada por judeus e greco-romanos.
III. O formato códice permitiu a escrita em ambos os lados da folha e o agrupamento de múltiplas obras em volume único, otimizando o aproveitamento do suporte e reduzindo custos de produção em comparação ao rolo.
IV. A Biblioteca de Alexandria adotou o códice como formato predominante já em seu período de apogeu, abandonando progressivamente os rolos de papiro a partir do século II a.C. em razão das vantagens operacionais do novo formato.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
441: C
442: B
443: C
444: C
445: E
446: B
447: A
448: B
449: D
450: B
451: A
452: C
453: B
454: A
455: D
456: B
457: C
458: E
459: B
460: B