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E-mail Spoofing
E-mail spoofing is the forgery of an e-mail header so that the message appears to have originated from someone or somewhere other than the actual source. Distributors of spam often use spoofing in an attempt to get recipients to open, and possibly even respond to, their solicitations. Spoofing can be used legitimately. However, spoofing anyone other than yourself is illegal in some jurisdictions.
E-mail spoofing is possible because Simple Mail Transfer Protocol (SMTP), the main protocol used in sending e-mail, does not include an authentication mechanism. Although an SMTP service extension (specified in IETF RFC 2554) allows an SMTP client to negotiate a security level with a mail
server, this precaution is not often taken. If the precaution is not taken, anyone with the requisite knowledge can connect to the server and use it to send messages. To send spoofed e-mail, senders insert commands in headers that will alter message information. It is possible to send a message that
appears to be from anyone, anywhere, saying whatever the sender wants it to say. Thus, someone could send spoofed e-mail that appears to be from you with a message that you didn't write.
Although most spoofed e-mail falls into the “nuisance" category and requires little action other than deletion, the more malicious varieties can cause serious problems and security risks. For example, spoofed e-mail may purport to be from someone in a position of authority, asking for sensitive data, such as passwords, credit card numbers, or other personal information – any of which can be used for a variety of criminal purposes. One type of e-mail spoofing, self- sending spam, involves messages that appear to be both to and from the recipient.
(http://searchsecurity.techtarget.com/definition/em.... Adaptado)
Em sua essência, empresas como o Google e o Facebook estão no mesmo ramo de negócio que a Agência de Segurança Nacional (NSA) do governo dos EUA. Elas coletam uma grande quantidade de informações sobre os usuários, armazenam, integram e utilizam essas informações para prever o comportamento individual e de um grupo, e depois as vendem para anunciantes e outros mais. Essa semelhança gerou parceiros naturais para a NSA, e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM, o programa de vigilância secreta da internet. Ao contrário de agências de inteligência, que espionam linhas de telecomunicações internacionais, o complexo de vigilância comercial atrai bilhões de seres humanos com a promessa de “serviços gratuitos". Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. E mesmo os maiores críticos da vigilância da NSA não parecem estar pedindo o fim do Google e do Facebook.
Considerando-se que, em 1945, grande parte do mundo passou a enfrentar meio século da tirania em consequência da bomba atômica, em 2015 enfrentaremos a propagação inexorável da vigilância em massa invasiva e a transferência de poder para aqueles conectados às suas superestruturas. É muito cedo para dizer se o lado “democrático" ou o lado “tirânico" da internet finalmente vencerá. Mas reconhecê-los – e percebê-los como o campo de luta – é o primeiro passo para se posicionar efetivamente junto com a grande maioria das pessoas.
A humanidade agora não pode mais rejeitar a internet, mas também não pode se render a ela. Ao contrário, temos que lutar por ela. Assim como os primórdios das armas atômicas inauguraram a Guerra Fria, a lógica da internet é a chave para entender a iminente guerra em prol do centro intelectual da nossa civilização.
(http://noticias.uol.com.br, 16.12.2014. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas da frase são preenchidas, respectivamente, com:
Em sua essência, empresas como o Google e o Facebook estão no mesmo ramo de negócio que a Agência de Segurança Nacional (NSA) do governo dos EUA. Elas coletam uma grande quantidade de informações sobre os usuários, armazenam, integram e utilizam essas informações para prever o comportamento individual e de um grupo, e depois as vendem para anunciantes e outros mais. Essa semelhança gerou parceiros naturais para a NSA, e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM, o programa de vigilância secreta da internet. Ao contrário de agências de inteligência, que espionam linhas de telecomunicações internacionais, o complexo de vigilância comercial atrai bilhões de seres humanos com a promessa de “serviços gratuitos". Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. E mesmo os maiores críticos da vigilância da NSA não parecem estar pedindo o fim do Google e do Facebook.
Considerando-se que, em 1945, grande parte do mundo passou a enfrentar meio século da tirania em consequência da bomba atômica, em 2015 enfrentaremos a propagação inexorável da vigilância em massa invasiva e a transferência de poder para aqueles conectados às suas superestruturas. É muito cedo para dizer se o lado “democrático" ou o lado “tirânico" da internet finalmente vencerá. Mas reconhecê-los – e percebê-los como o campo de luta – é o primeiro passo para se posicionar efetivamente junto com a grande maioria das pessoas.
A humanidade agora não pode mais rejeitar a internet, mas também não pode se render a ela. Ao contrário, temos que lutar por ela. Assim como os primórdios das armas atômicas inauguraram a Guerra Fria, a lógica da internet é a chave para entender a iminente guerra em prol do centro intelectual da nossa civilização.
(http://noticias.uol.com.br, 16.12.2014. Adaptado)
Em sua essência, empresas como o Google e o Facebook estão no mesmo ramo de negócio que a Agência de Segurança Nacional (NSA) do governo dos EUA. Elas coletam uma grande quantidade de informações sobre os usuários, armazenam, integram e utilizam essas informações para prever o comportamento individual e de um grupo, e depois as vendem para anunciantes e outros mais. Essa semelhança gerou parceiros naturais para a NSA, e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM, o programa de vigilância secreta da internet. Ao contrário de agências de inteligência, que espionam linhas de telecomunicações internacionais, o complexo de vigilância comercial atrai bilhões de seres humanos com a promessa de “serviços gratuitos". Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. E mesmo os maiores críticos da vigilância da NSA não parecem estar pedindo o fim do Google e do Facebook.
Considerando-se que, em 1945, grande parte do mundo passou a enfrentar meio século da tirania em consequência da bomba atômica, em 2015 enfrentaremos a propagação inexorável da vigilância em massa invasiva e a transferência de poder para aqueles conectados às suas superestruturas. É muito cedo para dizer se o lado “democrático" ou o lado “tirânico" da internet finalmente vencerá. Mas reconhecê-los – e percebê-los como o campo de luta – é o primeiro passo para se posicionar efetivamente junto com a grande maioria das pessoas.
A humanidade agora não pode mais rejeitar a internet, mas também não pode se render a ela. Ao contrário, temos que lutar por ela. Assim como os primórdios das armas atômicas inauguraram a Guerra Fria, a lógica da internet é a chave para entender a iminente guerra em prol do centro intelectual da nossa civilização.
(http://noticias.uol.com.br, 16.12.2014. Adaptado)
... e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM... (primeiro parágrafo)
Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. (primeiro parágrafo)
Ao contrário, temos que lutar por ela. (terceiro parágrafo)
Os pronomes em destaque referem-se, respectivamente, aos termos:
Em sua essência, empresas como o Google e o Facebook estão no mesmo ramo de negócio que a Agência de Segurança Nacional (NSA) do governo dos EUA. Elas coletam uma grande quantidade de informações sobre os usuários, armazenam, integram e utilizam essas informações para prever o comportamento individual e de um grupo, e depois as vendem para anunciantes e outros mais. Essa semelhança gerou parceiros naturais para a NSA, e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM, o programa de vigilância secreta da internet. Ao contrário de agências de inteligência, que espionam linhas de telecomunicações internacionais, o complexo de vigilância comercial atrai bilhões de seres humanos com a promessa de “serviços gratuitos". Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. E mesmo os maiores críticos da vigilância da NSA não parecem estar pedindo o fim do Google e do Facebook.
Considerando-se que, em 1945, grande parte do mundo passou a enfrentar meio século da tirania em consequência da bomba atômica, em 2015 enfrentaremos a propagação inexorável da vigilância em massa invasiva e a transferência de poder para aqueles conectados às suas superestruturas. É muito cedo para dizer se o lado “democrático" ou o lado “tirânico" da internet finalmente vencerá. Mas reconhecê-los – e percebê-los como o campo de luta – é o primeiro passo para se posicionar efetivamente junto com a grande maioria das pessoas.
A humanidade agora não pode mais rejeitar a internet, mas também não pode se render a ela. Ao contrário, temos que lutar por ela. Assim como os primórdios das armas atômicas inauguraram a Guerra Fria, a lógica da internet é a chave para entender a iminente guerra em prol do centro intelectual da nossa civilização.
(http://noticias.uol.com.br, 16.12.2014. Adaptado)
Em sua essência, empresas como o Google e o Facebook estão no mesmo ramo de negócio que a Agência de Segurança Nacional (NSA) do governo dos EUA. Elas coletam uma grande quantidade de informações sobre os usuários, armazenam, integram e utilizam essas informações para prever o comportamento individual e de um grupo, e depois as vendem para anunciantes e outros mais. Essa semelhança gerou parceiros naturais para a NSA, e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM, o programa de vigilância secreta da internet. Ao contrário de agências de inteligência, que espionam linhas de telecomunicações internacionais, o complexo de vigilância comercial atrai bilhões de seres humanos com a promessa de “serviços gratuitos". Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. E mesmo os maiores críticos da vigilância da NSA não parecem estar pedindo o fim do Google e do Facebook.
Considerando-se que, em 1945, grande parte do mundo passou a enfrentar meio século da tirania em consequência da bomba atômica, em 2015 enfrentaremos a propagação inexorável da vigilância em massa invasiva e a transferência de poder para aqueles conectados às suas superestruturas. É muito cedo para dizer se o lado “democrático" ou o lado “tirânico" da internet finalmente vencerá. Mas reconhecê-los – e percebê-los como o campo de luta – é o primeiro passo para se posicionar efetivamente junto com a grande maioria das pessoas.
A humanidade agora não pode mais rejeitar a internet, mas também não pode se render a ela. Ao contrário, temos que lutar por ela. Assim como os primórdios das armas atômicas inauguraram a Guerra Fria, a lógica da internet é a chave para entender a iminente guerra em prol do centro intelectual da nossa civilização.
(http://noticias.uol.com.br, 16.12.2014. Adaptado)
Em sua essência, empresas como o Google e o Facebook estão no mesmo ramo de negócio que a Agência de Segurança Nacional (NSA) do governo dos EUA. Elas coletam uma grande quantidade de informações sobre os usuários, armazenam, integram e utilizam essas informações para prever o comportamento individual e de um grupo, e depois as vendem para anunciantes e outros mais. Essa semelhança gerou parceiros naturais para a NSA, e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM, o programa de vigilância secreta da internet. Ao contrário de agências de inteligência, que espionam linhas de telecomunicações internacionais, o complexo de vigilância comercial atrai bilhões de seres humanos com a promessa de “serviços gratuitos". Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. E mesmo os maiores críticos da vigilância da NSA não parecem estar pedindo o fim do Google e do Facebook.
Considerando-se que, em 1945, grande parte do mundo passou a enfrentar meio século da tirania em consequência da bomba atômica, em 2015 enfrentaremos a propagação inexorável da vigilância em massa invasiva e a transferência de poder para aqueles conectados às suas superestruturas. É muito cedo para dizer se o lado “democrático" ou o lado “tirânico" da internet finalmente vencerá. Mas reconhecê-los – e percebê-los como o campo de luta – é o primeiro passo para se posicionar efetivamente junto com a grande maioria das pessoas.
A humanidade agora não pode mais rejeitar a internet, mas também não pode se render a ela. Ao contrário, temos que lutar por ela. Assim como os primórdios das armas atômicas inauguraram a Guerra Fria, a lógica da internet é a chave para entender a iminente guerra em prol do centro intelectual da nossa civilização.
(http://noticias.uol.com.br, 16.12.2014. Adaptado)

Na fala da personagem, as aspas utilizadas indicam
As Information Systems (IS) development becomes more a function of purchasing packages or assembling components, with less emphasis on programming, student enrollment in IS courses at universities continues to decline.
Sometimes it looks like the IT revolution has moved on and left many IS researchers [ADVERB].
For example, according to Nokia, the next generation of computers will be in your pocket. About 1.3 billion mobile phones are sold each year, compared to only 300 million personal computers. An increasing number of these phones come with full-blown operating systems that let users access, organize, and use much more information than older handhelds. The mobile software market may soon exceed the current software market for computers, and a wide variety of information systems will rise on top of all the new software. However, only a relatively small percentage of IS research focuses on the mobile revolution.
Actually, many IS programs in business colleges seem impervious to the wake-up call that information schools provide. Rather, they continue to offer curricula that reflect the past rather than look toward the future. Little wonder that students, whose degrees are based on a very limited number of traditional courses in one area of study, often fail to meet their employers’ expectations. With little integration across disciplines to prepare students for the complex problems they will face, organizations find it necessary to further educate those whom they hire or go abroad to seek appropriate employees with a wider range of skills and knowledge.
(Adapted from http://www.computer.org/cms/Computer.org/ComputingNow/homepage/2009/1009/rW_CO_ISInnovation.pdf)
De acordo com o texto
Instruções: Para responder a questão, considere o texto abaixo.
Is Windows 7 Worth It?
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 10:00 AM PDT
Reading about a new operating system can tell you only
so much about it: After all, Windows Vista had far more features
than XP, [CONJUNCTION] fell far short of it in the eyes of many
users. To judge an OS accurately, you have to live with it. Over
the past ten months, I've spent a substantial percentage of my
computing life in Windows 7, starting with a preliminary version
and culminating in recent weeks with the final Release to
Manufacturing edition. I've run it on systems ranging from an
underpowered Asus EeePC 1000HE netbook to a potent HP
TouchSmart all-in-one. And I've used it to do real work, not lab
routines. Usually, I've run the OS in multiboot configurations with
Windows Vista and/or XP, so I've had a choice each time I
turned the computer on: [MODAL] I opt for Windows 7 or an
older version of the OS? The call has been easy to make,
because Win 7 is so pleasant to use.
So why wouldn't you want to run this operating system? Concern over its performance is one logical reason, especially since early versions of Windows Vista managed to turn PCs that ran XP with ease into lethargic underperformers. The PC World Test Center's speed benchmarks on five test PCs showed Windows 7 to be faster than Vista, but only by a little; I've found it to be reasonably quick on every computer I've used it on – even the Asus netbook, once I upgraded it to 2GB of RAM. (Our lab tried Win 7 on a Lenovo S10 netbook with 1GB of RAM and found it to be a shade slower than XP; for details see "Windows 7 Performance Tests.").
Here's a rule of thumb that errs on the side of caution: If your PC's specs qualify it to run Vista, get Windows 7; if they don't, avoid it. Microsoft's official hardware configuration requirements for Windows 7 are nearly identical to those it recommends for Windows Vista: a 1-GHz CPU, 1GB of RAM, 16GB of free disk space, and a DirectX 9-compatible graphics device with a WDDM 1.0 or higher driver. That's for the 32-bit version of Windows 7; the 64-bit version of the OS requires a 64-bit CPU, 2GB of RAM, and 20GB of disk space.
Fear of incompatible hardware and software is another understandable reason to be wary of Windows 7. One unfortunate law of operating-system upgrades – which applies equally to Macs and to Windows PCs – is that they will break some systems and applications, especially at first.
Under the hood, Windows 7 isn't radically different from Vista. That's a plus, since it should greatly reduce the volume of difficulties relating to drivers and apps compared to Vista's bumpy rollout. I have performed a half-dozen Windows 7 upgrades, and most of them went off without a hitch. The gnarliest problem arose when I had to track down a graphics driver for Dell's XPS M1330 laptop on my own - Windows 7 installed a generic VGA driver that couldn't run the Aero user interface, and as a result failed to support new Windows 7 features such as thumbnail views in the Taskbar.
The best way to reduce your odds of running into a showstopping problem with Windows 7 is to bide your time. When the new operating system arrives on October 22, sit back and let the earliest adopters discover the worst snafus. Within a few weeks, Microsoft and other software and hardware companies will have fixed most of them, and your chances of a happy migration to Win 7 will be much higher. If you want to be really conservative, hold off on moving to Win 7 until you're ready to buy a PC that's designed to run it well.
Waiting a bit before making the leap makes sense; waiting forever does not. Microsoft took far too long to come up with a satisfactory replacement for Windows XP. But whether you choose to install Windows 7 on your current systems or get it on the next new PC you buy, you'll find that it's the unassuming, thoroughly practical upgrade you've been waiting for − flaws and all.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)
Segundo o texto, o Windows Vista