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Q3424428 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma oração reduzida de gerúndio. 
Alternativas
Q3424423 Português
Marque a alternativa que apresenta uma oração subordinada adverbial. 
Alternativas
Q3424421 Português
Marque a alternativa que contém uma figura de linguagem do tipo hipérbole. 
Alternativas
Q3424420 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o uso do hífen de acordo com a Reforma Ortográfica. 
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Q3424419 Português
Emergência todo dia: quem escolhe quem pode viver o
amanhã? 

Há quase dois meses, testemunhamos um estado brasileiro ser inundado. Diante da força das enchentes e da água que não parava de subir, nos mobilizamos rapidamente. Resultado da perda que causa catarse e gera solidariedade. Talvez a pandemia tenha nos dado mais agilidade para atuar em momentos inimagináveis, embora eles sejam cada vez mais recorrentes. Mas a solidariedade não segue a mesma lógica ou frequência.

Em 2019, "emergência climática" foi considerado o termo do ano pelo dicionário de Oxford com a definição: "Uma situação em que ação urgente é necessária para reduzir ou cessar a mudança do clima e prevenir danos ambientais potencialmente irreversíveis a ela associados".

Não sei se queremos acreditar que há tempo para levar um pouco mais a situação por esperança ou negacionismo, mas a verdade é que não temos políticas, diretrizes e atitudes o suficiente para reduzir ou prevenir a mudança e, assim, evitar os eventos climáticos extremos. Ou, talvez, gostemos como sociedade de bater recordes: 2023 foi o ano mais quente em 174 anos no mundo; as chuvas estão acima da média, mês após mês, enquanto os alertas técnicos e baseados em ciência não são considerados como iminentes porque há outras agendas de suposto interesse público.

E assim, um estado brasileiro ficou por semanas debaixo d'água. Casas foram destruídas, vidas foram perdidas, histórias levadas pela água que subiu. Os danos causados em 96% das cidades do Rio Grande do Sul seguem sendo contabilizados, enquanto o medo e a possibilidade de a água subir de novo permanecem latentes. Ao mesmo tempo, uma pergunta complexa segue por aqui: O que acontece nos dias, semanas e meses seguintes às tragédias? 

É impossível olhar para os dados dos boletins dos órgãos técnicos e não entender que cada número reflete a vida de uma pessoa, que impacta a vida de uma família, de uma cidade inteira, de um estado e, necessariamente, do país. São pessoas, histórias, afetos, lares e lugares. É visceral, emocional, material. É assunto vital e, por isso, deveria se manter como emergencial.

Mas, não é isso o que acontece. Aquela mobilização ágil vai se diluindo com o tempo, com a diminuição de espaço nas mídias, com o deixar de falar no assunto e de agir para a sua resolução possível. A queda de interesse e de doações para as vítimas da catástrofe do Rio Grande do Sul podem ser percebidas no dia-a-dia e também nas pesquisas de tendências e de buscas pela internet. 

Enquanto isso, as organizações da sociedade civil - organizações não governamentais, institutos, movimentos e iniciativas que trabalham pelo interesse público -, seguem atuantes e precisando de doação de recursos - pessoas, conhecimento e dinheiro -, para continuarem incansavelmente na linha de frente. Porque sabe que emergências acontecem todos os dias. E o dia a dia depende de recursos.

O nosso papel como sociedade é estar próximo e fortalecer quem atua para buscar meios de solucionar o que é possível e necessário. Doar de forma recorrente é cumprir este papel cidadão, fortalecendo as estruturas e movimentos de quem atua pelos nossos direitos.

Costumo dizer que a nossa principal barreira é a atitudinal. Ou seja, comportamento. Então, te convido a pensar no que você tem feito para não perpetuar as desigualdades e transformar, direta ou indiretamente, a vida de alguém que está em vulnerabilidade agora. A sua doação subsidia este trabalho invisível e viabiliza a vida, o dia a dia de milhões de pessoas em todo o nosso país. Faça a sua parte e doe.

(De Marina Franciuli. Publicado em 30/06/2024. Disponível em: uol.com.br/ecoa/colunas/opiniao/2024/06/30/emergencia-todo-dia-quem escolhe-quem-pode-viver-o-amanha.htm?cmpid=copiaecola) 
Assinale a alternativa que melhor explica o conceito de "barreira atitudinal" mencionado pela autora no texto. 
Alternativas
Q3424418 Português
Emergência todo dia: quem escolhe quem pode viver o
amanhã? 

Há quase dois meses, testemunhamos um estado brasileiro ser inundado. Diante da força das enchentes e da água que não parava de subir, nos mobilizamos rapidamente. Resultado da perda que causa catarse e gera solidariedade. Talvez a pandemia tenha nos dado mais agilidade para atuar em momentos inimagináveis, embora eles sejam cada vez mais recorrentes. Mas a solidariedade não segue a mesma lógica ou frequência.

Em 2019, "emergência climática" foi considerado o termo do ano pelo dicionário de Oxford com a definição: "Uma situação em que ação urgente é necessária para reduzir ou cessar a mudança do clima e prevenir danos ambientais potencialmente irreversíveis a ela associados".

Não sei se queremos acreditar que há tempo para levar um pouco mais a situação por esperança ou negacionismo, mas a verdade é que não temos políticas, diretrizes e atitudes o suficiente para reduzir ou prevenir a mudança e, assim, evitar os eventos climáticos extremos. Ou, talvez, gostemos como sociedade de bater recordes: 2023 foi o ano mais quente em 174 anos no mundo; as chuvas estão acima da média, mês após mês, enquanto os alertas técnicos e baseados em ciência não são considerados como iminentes porque há outras agendas de suposto interesse público.

E assim, um estado brasileiro ficou por semanas debaixo d'água. Casas foram destruídas, vidas foram perdidas, histórias levadas pela água que subiu. Os danos causados em 96% das cidades do Rio Grande do Sul seguem sendo contabilizados, enquanto o medo e a possibilidade de a água subir de novo permanecem latentes. Ao mesmo tempo, uma pergunta complexa segue por aqui: O que acontece nos dias, semanas e meses seguintes às tragédias? 

É impossível olhar para os dados dos boletins dos órgãos técnicos e não entender que cada número reflete a vida de uma pessoa, que impacta a vida de uma família, de uma cidade inteira, de um estado e, necessariamente, do país. São pessoas, histórias, afetos, lares e lugares. É visceral, emocional, material. É assunto vital e, por isso, deveria se manter como emergencial.

Mas, não é isso o que acontece. Aquela mobilização ágil vai se diluindo com o tempo, com a diminuição de espaço nas mídias, com o deixar de falar no assunto e de agir para a sua resolução possível. A queda de interesse e de doações para as vítimas da catástrofe do Rio Grande do Sul podem ser percebidas no dia-a-dia e também nas pesquisas de tendências e de buscas pela internet. 

Enquanto isso, as organizações da sociedade civil - organizações não governamentais, institutos, movimentos e iniciativas que trabalham pelo interesse público -, seguem atuantes e precisando de doação de recursos - pessoas, conhecimento e dinheiro -, para continuarem incansavelmente na linha de frente. Porque sabe que emergências acontecem todos os dias. E o dia a dia depende de recursos.

O nosso papel como sociedade é estar próximo e fortalecer quem atua para buscar meios de solucionar o que é possível e necessário. Doar de forma recorrente é cumprir este papel cidadão, fortalecendo as estruturas e movimentos de quem atua pelos nossos direitos.

Costumo dizer que a nossa principal barreira é a atitudinal. Ou seja, comportamento. Então, te convido a pensar no que você tem feito para não perpetuar as desigualdades e transformar, direta ou indiretamente, a vida de alguém que está em vulnerabilidade agora. A sua doação subsidia este trabalho invisível e viabiliza a vida, o dia a dia de milhões de pessoas em todo o nosso país. Faça a sua parte e doe.

(De Marina Franciuli. Publicado em 30/06/2024. Disponível em: uol.com.br/ecoa/colunas/opiniao/2024/06/30/emergencia-todo-dia-quem escolhe-quem-pode-viver-o-amanha.htm?cmpid=copiaecola) 
Marque a alternativa que corretamente interpreta o papel das organizações da sociedade civil conforme descrito no texto. 
Alternativas
Q3424417 Português
Emergência todo dia: quem escolhe quem pode viver o
amanhã? 

Há quase dois meses, testemunhamos um estado brasileiro ser inundado. Diante da força das enchentes e da água que não parava de subir, nos mobilizamos rapidamente. Resultado da perda que causa catarse e gera solidariedade. Talvez a pandemia tenha nos dado mais agilidade para atuar em momentos inimagináveis, embora eles sejam cada vez mais recorrentes. Mas a solidariedade não segue a mesma lógica ou frequência.

Em 2019, "emergência climática" foi considerado o termo do ano pelo dicionário de Oxford com a definição: "Uma situação em que ação urgente é necessária para reduzir ou cessar a mudança do clima e prevenir danos ambientais potencialmente irreversíveis a ela associados".

Não sei se queremos acreditar que há tempo para levar um pouco mais a situação por esperança ou negacionismo, mas a verdade é que não temos políticas, diretrizes e atitudes o suficiente para reduzir ou prevenir a mudança e, assim, evitar os eventos climáticos extremos. Ou, talvez, gostemos como sociedade de bater recordes: 2023 foi o ano mais quente em 174 anos no mundo; as chuvas estão acima da média, mês após mês, enquanto os alertas técnicos e baseados em ciência não são considerados como iminentes porque há outras agendas de suposto interesse público.

E assim, um estado brasileiro ficou por semanas debaixo d'água. Casas foram destruídas, vidas foram perdidas, histórias levadas pela água que subiu. Os danos causados em 96% das cidades do Rio Grande do Sul seguem sendo contabilizados, enquanto o medo e a possibilidade de a água subir de novo permanecem latentes. Ao mesmo tempo, uma pergunta complexa segue por aqui: O que acontece nos dias, semanas e meses seguintes às tragédias? 

É impossível olhar para os dados dos boletins dos órgãos técnicos e não entender que cada número reflete a vida de uma pessoa, que impacta a vida de uma família, de uma cidade inteira, de um estado e, necessariamente, do país. São pessoas, histórias, afetos, lares e lugares. É visceral, emocional, material. É assunto vital e, por isso, deveria se manter como emergencial.

Mas, não é isso o que acontece. Aquela mobilização ágil vai se diluindo com o tempo, com a diminuição de espaço nas mídias, com o deixar de falar no assunto e de agir para a sua resolução possível. A queda de interesse e de doações para as vítimas da catástrofe do Rio Grande do Sul podem ser percebidas no dia-a-dia e também nas pesquisas de tendências e de buscas pela internet. 

Enquanto isso, as organizações da sociedade civil - organizações não governamentais, institutos, movimentos e iniciativas que trabalham pelo interesse público -, seguem atuantes e precisando de doação de recursos - pessoas, conhecimento e dinheiro -, para continuarem incansavelmente na linha de frente. Porque sabe que emergências acontecem todos os dias. E o dia a dia depende de recursos.

O nosso papel como sociedade é estar próximo e fortalecer quem atua para buscar meios de solucionar o que é possível e necessário. Doar de forma recorrente é cumprir este papel cidadão, fortalecendo as estruturas e movimentos de quem atua pelos nossos direitos.

Costumo dizer que a nossa principal barreira é a atitudinal. Ou seja, comportamento. Então, te convido a pensar no que você tem feito para não perpetuar as desigualdades e transformar, direta ou indiretamente, a vida de alguém que está em vulnerabilidade agora. A sua doação subsidia este trabalho invisível e viabiliza a vida, o dia a dia de milhões de pessoas em todo o nosso país. Faça a sua parte e doe.

(De Marina Franciuli. Publicado em 30/06/2024. Disponível em: uol.com.br/ecoa/colunas/opiniao/2024/06/30/emergencia-todo-dia-quem escolhe-quem-pode-viver-o-amanha.htm?cmpid=copiaecola) 
Assinale a alternativa que explica de forma mais completa a crítica implícita da autora sobre o impacto das catástrofes no contexto social e econômico das comunidades afetadas.
Alternativas
Q3424416 Português
Emergência todo dia: quem escolhe quem pode viver o
amanhã? 

Há quase dois meses, testemunhamos um estado brasileiro ser inundado. Diante da força das enchentes e da água que não parava de subir, nos mobilizamos rapidamente. Resultado da perda que causa catarse e gera solidariedade. Talvez a pandemia tenha nos dado mais agilidade para atuar em momentos inimagináveis, embora eles sejam cada vez mais recorrentes. Mas a solidariedade não segue a mesma lógica ou frequência.

Em 2019, "emergência climática" foi considerado o termo do ano pelo dicionário de Oxford com a definição: "Uma situação em que ação urgente é necessária para reduzir ou cessar a mudança do clima e prevenir danos ambientais potencialmente irreversíveis a ela associados".

Não sei se queremos acreditar que há tempo para levar um pouco mais a situação por esperança ou negacionismo, mas a verdade é que não temos políticas, diretrizes e atitudes o suficiente para reduzir ou prevenir a mudança e, assim, evitar os eventos climáticos extremos. Ou, talvez, gostemos como sociedade de bater recordes: 2023 foi o ano mais quente em 174 anos no mundo; as chuvas estão acima da média, mês após mês, enquanto os alertas técnicos e baseados em ciência não são considerados como iminentes porque há outras agendas de suposto interesse público.

E assim, um estado brasileiro ficou por semanas debaixo d'água. Casas foram destruídas, vidas foram perdidas, histórias levadas pela água que subiu. Os danos causados em 96% das cidades do Rio Grande do Sul seguem sendo contabilizados, enquanto o medo e a possibilidade de a água subir de novo permanecem latentes. Ao mesmo tempo, uma pergunta complexa segue por aqui: O que acontece nos dias, semanas e meses seguintes às tragédias? 

É impossível olhar para os dados dos boletins dos órgãos técnicos e não entender que cada número reflete a vida de uma pessoa, que impacta a vida de uma família, de uma cidade inteira, de um estado e, necessariamente, do país. São pessoas, histórias, afetos, lares e lugares. É visceral, emocional, material. É assunto vital e, por isso, deveria se manter como emergencial.

Mas, não é isso o que acontece. Aquela mobilização ágil vai se diluindo com o tempo, com a diminuição de espaço nas mídias, com o deixar de falar no assunto e de agir para a sua resolução possível. A queda de interesse e de doações para as vítimas da catástrofe do Rio Grande do Sul podem ser percebidas no dia-a-dia e também nas pesquisas de tendências e de buscas pela internet. 

Enquanto isso, as organizações da sociedade civil - organizações não governamentais, institutos, movimentos e iniciativas que trabalham pelo interesse público -, seguem atuantes e precisando de doação de recursos - pessoas, conhecimento e dinheiro -, para continuarem incansavelmente na linha de frente. Porque sabe que emergências acontecem todos os dias. E o dia a dia depende de recursos.

O nosso papel como sociedade é estar próximo e fortalecer quem atua para buscar meios de solucionar o que é possível e necessário. Doar de forma recorrente é cumprir este papel cidadão, fortalecendo as estruturas e movimentos de quem atua pelos nossos direitos.

Costumo dizer que a nossa principal barreira é a atitudinal. Ou seja, comportamento. Então, te convido a pensar no que você tem feito para não perpetuar as desigualdades e transformar, direta ou indiretamente, a vida de alguém que está em vulnerabilidade agora. A sua doação subsidia este trabalho invisível e viabiliza a vida, o dia a dia de milhões de pessoas em todo o nosso país. Faça a sua parte e doe.

(De Marina Franciuli. Publicado em 30/06/2024. Disponível em: uol.com.br/ecoa/colunas/opiniao/2024/06/30/emergencia-todo-dia-quem escolhe-quem-pode-viver-o-amanha.htm?cmpid=copiaecola) 
Marque a alternativa que melhor caracteriza a relação entre as políticas públicas e os eventos climáticos extremos, conforme descrito pela autora. 
Alternativas
Q3424415 Português
Emergência todo dia: quem escolhe quem pode viver o
amanhã? 

Há quase dois meses, testemunhamos um estado brasileiro ser inundado. Diante da força das enchentes e da água que não parava de subir, nos mobilizamos rapidamente. Resultado da perda que causa catarse e gera solidariedade. Talvez a pandemia tenha nos dado mais agilidade para atuar em momentos inimagináveis, embora eles sejam cada vez mais recorrentes. Mas a solidariedade não segue a mesma lógica ou frequência.

Em 2019, "emergência climática" foi considerado o termo do ano pelo dicionário de Oxford com a definição: "Uma situação em que ação urgente é necessária para reduzir ou cessar a mudança do clima e prevenir danos ambientais potencialmente irreversíveis a ela associados".

Não sei se queremos acreditar que há tempo para levar um pouco mais a situação por esperança ou negacionismo, mas a verdade é que não temos políticas, diretrizes e atitudes o suficiente para reduzir ou prevenir a mudança e, assim, evitar os eventos climáticos extremos. Ou, talvez, gostemos como sociedade de bater recordes: 2023 foi o ano mais quente em 174 anos no mundo; as chuvas estão acima da média, mês após mês, enquanto os alertas técnicos e baseados em ciência não são considerados como iminentes porque há outras agendas de suposto interesse público.

E assim, um estado brasileiro ficou por semanas debaixo d'água. Casas foram destruídas, vidas foram perdidas, histórias levadas pela água que subiu. Os danos causados em 96% das cidades do Rio Grande do Sul seguem sendo contabilizados, enquanto o medo e a possibilidade de a água subir de novo permanecem latentes. Ao mesmo tempo, uma pergunta complexa segue por aqui: O que acontece nos dias, semanas e meses seguintes às tragédias? 

É impossível olhar para os dados dos boletins dos órgãos técnicos e não entender que cada número reflete a vida de uma pessoa, que impacta a vida de uma família, de uma cidade inteira, de um estado e, necessariamente, do país. São pessoas, histórias, afetos, lares e lugares. É visceral, emocional, material. É assunto vital e, por isso, deveria se manter como emergencial.

Mas, não é isso o que acontece. Aquela mobilização ágil vai se diluindo com o tempo, com a diminuição de espaço nas mídias, com o deixar de falar no assunto e de agir para a sua resolução possível. A queda de interesse e de doações para as vítimas da catástrofe do Rio Grande do Sul podem ser percebidas no dia-a-dia e também nas pesquisas de tendências e de buscas pela internet. 

Enquanto isso, as organizações da sociedade civil - organizações não governamentais, institutos, movimentos e iniciativas que trabalham pelo interesse público -, seguem atuantes e precisando de doação de recursos - pessoas, conhecimento e dinheiro -, para continuarem incansavelmente na linha de frente. Porque sabe que emergências acontecem todos os dias. E o dia a dia depende de recursos.

O nosso papel como sociedade é estar próximo e fortalecer quem atua para buscar meios de solucionar o que é possível e necessário. Doar de forma recorrente é cumprir este papel cidadão, fortalecendo as estruturas e movimentos de quem atua pelos nossos direitos.

Costumo dizer que a nossa principal barreira é a atitudinal. Ou seja, comportamento. Então, te convido a pensar no que você tem feito para não perpetuar as desigualdades e transformar, direta ou indiretamente, a vida de alguém que está em vulnerabilidade agora. A sua doação subsidia este trabalho invisível e viabiliza a vida, o dia a dia de milhões de pessoas em todo o nosso país. Faça a sua parte e doe.

(De Marina Franciuli. Publicado em 30/06/2024. Disponível em: uol.com.br/ecoa/colunas/opiniao/2024/06/30/emergencia-todo-dia-quem escolhe-quem-pode-viver-o-amanha.htm?cmpid=copiaecola) 
Assinale a alternativa que melhor reflete a abordagem crítica da autora em relação à resposta da sociedade diante das emergências climáticas mencionadas no texto. 
Alternativas
Q3396155 Veterinária
Um centro cirúrgico precisa ser mantido no maior nível de esterilidade possível, tendo em vista que uma infecção hospitalar pode grandes problemas para o paciente. Neste sentido, são recomendações gerais para prevenção de infecção no centro cirúrgico, EXCETO:
Alternativas
Q3396154 Veterinária
São ossos encontrados no membro torácico de suínos:
Alternativas
Q3396153 Técnicas em Laboratório
Flávia é uma auxiliar veterinária que está acompanhando um médico veterinário em um haras. O médico veterinário pretende realizar um exame de urina na égua. Para estimular a micção da égua, Flávia deverá:
Alternativas
Q3396152 Veterinária
É função do auxiliar veterinário preparar o paciente, verificando se seu estado geral está bom e realizando a tricotomia e limpeza da região que será abordada cirurgicamente. Com o animal já anestesiado e posicionado na mesa de cirurgia, é feita a antissepsia da superfície corpórea, que consiste em:
Alternativas
Q3396151 Veterinária
Uma cadela foi submetida a castração devido a uma piometra. São cuidados pós-operatórios que o auxiliar veterinário deverá ter com a cadela, EXCETO:
Alternativas
Q3396149 Veterinária
Sobre o manejo e contenção física dos equinos, assinale as assertivas a seguir e depois assinale a alternativa CORRETA:

I - O auxiliar veterinário deve se aproximar dos equinos posicionando-se à direita desses animais, em virtude de a colocação de equipamentos como arreios e sela ser realizada pelo lado mencionado.
II - Uma vez que o equino admita a aproximação, deve-se fazer a abordagem manual, acariciando o dorso do animal, em seguida, apreendendo-o pela paleta, passando o braço ao redor do seu pescoço. Posteriormente, aplica-se uma corda ou cabresto.
III - Se o animal estiver em piquete, o lançamento de uma corda comprida o deixará, na maioria das vezes, relativamente imóvel, dando a impressão de que ele tem a sensação de que já foi capturado.
IV - Os animais novos ou adultos muito mansos podem ser contidos apenas com o auxílio das mãos, segurando-se as orelhas, os lábios, as crinas, a cauda e/ou a pele do pescoço.
V - Nos muares, por terem orelhas avantajadas, é contraindicada a contenção pela apreensão, seguida de compressão da orelha, devido ao risco de lesões na cartilagem da orelha.

Estão CORRETAS as assertivas:
Alternativas
Q3396148 Segurança e Saúde no Trabalho
Em um ambiente hospitalar há diversos riscos à saúde do auxiliar veterinário e devido a estes riscos, o auxiliar deve cumprir algumas normas relativas à segurança no trabalho. Considerando estas normas, é vedado em um ambiente hospitalar, EXCETO:
Alternativas
Q3396147 Veterinária
Uma cadela foi submetida a cesariana em que nasceram 8 filhotes. Alguns filhotes estão apresentando hipotermia. Como medida de enfermagem veterinária nestes filhotes, deve ser evitado que:
Alternativas
Q3396146 Veterinária
Maria é auxiliar veterinária e o médico veterinário da clínica em que ela trabalha, solicita que ela realize a limpeza do ouvido de um cão. O produto que Maria vai utilizar para limpeza do ouvido é:
Alternativas
Respostas
861: B
862: C
863: C
864: C
865: A
866: D
867: B
868: D
869: A
870: C
871: B
872: E
873: D
874: C
875: A
876: E
877: B
878: B
879: A
880: D