Foram encontradas 11.104 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3356214 Odontologia
A obtenção de uma imagem radiográfica de boa qualidade permitirá que o diagnóstico seja facilitado. 
Nesse contexto, analise as afirmativas relacionadas ao processamento de filmes radiográficos apresentadas a seguir:

I.O revelador é uma solução química que converte a imagem invisível no filme em imagem visível.
II.A solução fixadora age dissolvendo os sais de prata que não foram expostos aos raios X, permanecendo imunes ao revelador.
III.A solução fixadora age endurecendo a gelatina para que o filme apresente resistência à abrasão e seque rapidamente.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3356212 Odontologia
Na realização de radiografias intrabucais, deve-se observar a proteção adequada dos pacientes. Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I. Gestantes e pacientes em faixa etária de maior atividade concepcional necessitam obrigatoriamente de uma proteção à região gonadal.

PORQUE

II. O tecido embrionário é muito sensível aos efeitos das radiações, sendo aquele período em que a célula passa do estágio embrionário para o estágio adulto.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3356211 Odontologia
 A realização de radiografias intrabucais exige uma série de cuidados durante a sua execução e um deles é com o posicionamento da cabeça do paciente. Sendo assim, analise as afirmativas a seguir:

I.Durante uma radiografia intrabucal na mandíbula, o Plano sagital mediano deverá estar perpendicular ao plano horizontal.
II.Durante uma radiografia intrabucal na maxila, o Plano de Camper deverá estar paralelo ao plano horizontal.
III.Durante uma radiografia intrabucal na maxila, o Plano sagital mediano deverá estar paralelo ao plano horizontal.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3356210 Odontologia
Assinale a alternativa correta em relação ao nome dado ao instrumento indicado para remover lesões de cárie dentinárias:
Alternativas
Q3356183 Português
Passa de 1 bilhão o total de pessoas com obesidade no mundo


Um pouco antes de 4 de março, o Dia Mundial da Obesidade, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou os resultados de um novo estudo internacional com estimativas atualizadas do problema. Com base em informações do peso e da altura de 222 milhões de pessoas em mais de 190 países, um grupo de 1,5 mil pesquisadores, alguns deles brasileiros, calculou a progressão global da obesidade nas últimas três décadas. As conclusões, apresentadas em um artigo publicado em março na revista The Lancet , são impactantes e deveriam instigar as autoridades da saúde e os formuladores de políticas públicas a agir com urgência.

O dado mais alarmante é que, hoje, há no mundo 1,04 bilhão de pessoas com obesidade. Isso significa que um em cada oito habitantes do planeta (12,5% da humanidade) está com o peso muito acima do considerado saudável. Por esse motivo, essa parcela da população corre um risco mais elevado do que os demais indivíduos de desenvolver diabetes, doenças cardiovasculares, algumas formas de câncer e morrer precocemente. De 1990 a 2022, a população mundial cresceu 51% e passou de 5,3 bilhões para 8 bilhões de pessoas. No mesmo período, o total de indivíduos com obesidade aumentou 360%: passou de 221 milhões para os atuais 1,04 bilhão − destes, 159 milhões são crianças e adolescentes.

A prevalência de obesidade entre adultos cresceu em praticamente todos os países. Em termos relativos, sua frequência, em média, dobrou entre as mulheres (passou de 8,8% para 18,5%) e triplicou entre os homens (foi de 4,8% para 14%). Essa tendência global, que já vinha sendo observada entre os adultos desde os anos 1990, também se instalou entre as crianças e os adolescentes. O aumento foi da ordem de quatro vezes na faixa etária dos 5 aos 19 anos. A proporção de crianças e adolescentes do sexo feminino com obesidade era de 1,7% em 1990 e chegou a 6,9% em 2022. Entre os meninos, saltou de 2,1% para 9,3%.

O crescimento da obesidade em números absolutos e relativos foi acompanhado de uma redução importante no baixo peso. O total de pessoas com peso inferior ao saudável − isto é, magras demais − diminuiu de 649 milhões em 1990 para 532 milhões em 2022.

Com o movimento simultâneo de crescimento da obesidade e da contração da magreza, o excesso de peso tornou-se, no mundo, o principal problema de má nutrição (um desequilíbrio entre as calorias e os nutrientes de que o corpo precisa e os que consegue obter). Ambos são como os dois lados de uma moeda. O baixo peso leva a problemas de saúde pela carência. A obesidade, pelo excesso. Hoje há mais pessoas com obesidade do que com baixo peso em todas as regiões do planeta, com exceção do Sudeste Asiático.

"É muito preocupante observar que a epidemia de obesidade, já evidente entre adultos em grande parte do mundo em 1990, se reflita agora em crianças e adolescentes em idade escolar. Ao mesmo tempo, centenas de milhões de pessoas ainda são afetadas pela subnutrição, especialmente em algumas das partes mais pobres do mundo", afirmou o epidemiologista Majid Ezzati, do Imperial College London , coordenador do estudo, em um comunicado à imprensa. "Para combater com sucesso ambas as formas de má nutrição, é vital melhorar significativamente a disponibilidade e o preço de alimentos saudáveis e nutritivos".

Já faz algum tempo que a obesidade é considerada uma doença crônica e multifacetada. Do ponto de vista do indivíduo, ela resulta da interação entre os genes e as condições de vida das pessoas. São conhecidos uns poucos genes que, uma vez alterados, são suficientes para levar uma pessoa a engordar. Mas existem mais de 300 que regulam o acúmulo e o consumo de energia. Uma pessoa pode até ter características genéticas que favoreçam o ganho de peso, mas engordar pouco se, por exemplo, mantiver uma dieta saudável e praticar exercícios com regularidade. Ou ela pode não ter as variantes genéticas que facilitam o acúmulo de gordura, mas ganhar peso porque come muito ou só tem à disposição alimentos muito calóricos.

A OMS e outras agências sanitárias em geral adotam o índice de massa corporal (IMC) para classificar se um adulto está ou não na faixa de peso ideal − em crianças e adolescentes, o critério é outro, baseado no quanto o peso se afasta do considerado ideal pelas curvas de crescimento. O IMC é calculado ao se dividir o peso − ou massa (músculos, ossos e gordura) − pelo quadrado da altura.

O IMC é útil para estimar o grau de saúde em nível populacional, porque se baseia em duas medidas fáceis de se obter (peso e altura). Ele, no entanto, nem sempre indica o real estado de saúde do indivíduo porque não permite saber qual proporção de sua massa é gordura (uma pessoa pode ter IMC superior a 25 por ser musculosa) nem onde está concentrada a gordura (a armazenada entre os órgãos é mais nociva do que aquela sob a pele). Por isso, médicos e nutricionistas adotam outros indicadores, como a circunferência da cintura e a análise da concentração de gorduras no sangue para estimar a saúde do indivíduo.

O fato de uma proporção maior de pessoas ter começado a conviver com obesidade mais cedo inquieta os especialistas. É que aumenta o tempo que permanecem expostas a condições que favorecem o desenvolvimento de doenças, embora existam pessoas com obesidade saudáveis. "A obesidade tem sido cada vez mais intensa, precoce e prolongada. É quase uma sentença de vida", afirma o pediatra e nutrólogo brasileiro Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo o pesquisador, um dos autores do estudo da The Lancet, essa população terá uma probabilidade maior de manter por mais tempo esse peso excessivo ou de se tornar obesa. "Algumas crianças com excesso de peso na fase pré-puberal já não passam mais pelo emagrecimento que era característico da puberdade", conta.

O cenário delineado pelo estudo da The Lancet pode, na realidade, ser um pouco pior. E, se nada for feito para alterá-lo de modo drástico, pode agravar-se mais na próxima década. A edição de 2024 do Atlas mundial da obesidade, lançado pela Federação Mundial da Obesidade (WOF) também em março, estima que 42% da população adulta mundial já se encontrava acima do peso em 2020 − cerca de 1,39 bilhão de pessoas estavam com sobrepeso e 810 milhões com obesidade. O documento projeta que essa proporção deve chegar a 54% em 2035, com 1,77 bilhão com sobrepeso e 1,53 bilhão com obesidade, o que deve impor gastos com saúde e perda de produtividade de US$ 4 trilhões por ano à economia mundial.

O Brasil encontra-se em uma situação intermediária, embora a proporção de pessoas com obesidade seja bem superior à média global. Com o avanço do ganho de peso nas últimas décadas, a taxa de crianças e adolescentes com obesidade passou de 3,1% (em ambos os sexos) em 1990 para 14,3% entre as meninas e 17,1% entre os meninos em 2022. Entre adultos, subiu de 11,9% para 32% entre as mulheres e de 5,8% para 25% entre os homens. Hoje o país ocupa a 54ª posição no ranking mundial de obesidade infantil e é o 65º com mais homens e o 70º com mais mulheres com obesidade.


Retirado e adaptado de: SOARES, Giselle. Passa de 1 bilhão o total
de pessoas com obesidade no mundo. Revista Pesquisa FAPESP.
Disponível
em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/passa-de-1-bilhao-o-total-de-pessoascom-obesidade-no-mundo/ Acesso em: 20 abr., 2024.
Os trechos a seguir tiveram sua pontuação alterada. Assinale a alternativa que continua correta mesmo após as alterações:
Alternativas
Q3356182 Português
Passa de 1 bilhão o total de pessoas com obesidade no mundo


Um pouco antes de 4 de março, o Dia Mundial da Obesidade, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou os resultados de um novo estudo internacional com estimativas atualizadas do problema. Com base em informações do peso e da altura de 222 milhões de pessoas em mais de 190 países, um grupo de 1,5 mil pesquisadores, alguns deles brasileiros, calculou a progressão global da obesidade nas últimas três décadas. As conclusões, apresentadas em um artigo publicado em março na revista The Lancet , são impactantes e deveriam instigar as autoridades da saúde e os formuladores de políticas públicas a agir com urgência.

O dado mais alarmante é que, hoje, há no mundo 1,04 bilhão de pessoas com obesidade. Isso significa que um em cada oito habitantes do planeta (12,5% da humanidade) está com o peso muito acima do considerado saudável. Por esse motivo, essa parcela da população corre um risco mais elevado do que os demais indivíduos de desenvolver diabetes, doenças cardiovasculares, algumas formas de câncer e morrer precocemente. De 1990 a 2022, a população mundial cresceu 51% e passou de 5,3 bilhões para 8 bilhões de pessoas. No mesmo período, o total de indivíduos com obesidade aumentou 360%: passou de 221 milhões para os atuais 1,04 bilhão − destes, 159 milhões são crianças e adolescentes.

A prevalência de obesidade entre adultos cresceu em praticamente todos os países. Em termos relativos, sua frequência, em média, dobrou entre as mulheres (passou de 8,8% para 18,5%) e triplicou entre os homens (foi de 4,8% para 14%). Essa tendência global, que já vinha sendo observada entre os adultos desde os anos 1990, também se instalou entre as crianças e os adolescentes. O aumento foi da ordem de quatro vezes na faixa etária dos 5 aos 19 anos. A proporção de crianças e adolescentes do sexo feminino com obesidade era de 1,7% em 1990 e chegou a 6,9% em 2022. Entre os meninos, saltou de 2,1% para 9,3%.

O crescimento da obesidade em números absolutos e relativos foi acompanhado de uma redução importante no baixo peso. O total de pessoas com peso inferior ao saudável − isto é, magras demais − diminuiu de 649 milhões em 1990 para 532 milhões em 2022.

Com o movimento simultâneo de crescimento da obesidade e da contração da magreza, o excesso de peso tornou-se, no mundo, o principal problema de má nutrição (um desequilíbrio entre as calorias e os nutrientes de que o corpo precisa e os que consegue obter). Ambos são como os dois lados de uma moeda. O baixo peso leva a problemas de saúde pela carência. A obesidade, pelo excesso. Hoje há mais pessoas com obesidade do que com baixo peso em todas as regiões do planeta, com exceção do Sudeste Asiático.

"É muito preocupante observar que a epidemia de obesidade, já evidente entre adultos em grande parte do mundo em 1990, se reflita agora em crianças e adolescentes em idade escolar. Ao mesmo tempo, centenas de milhões de pessoas ainda são afetadas pela subnutrição, especialmente em algumas das partes mais pobres do mundo", afirmou o epidemiologista Majid Ezzati, do Imperial College London , coordenador do estudo, em um comunicado à imprensa. "Para combater com sucesso ambas as formas de má nutrição, é vital melhorar significativamente a disponibilidade e o preço de alimentos saudáveis e nutritivos".

Já faz algum tempo que a obesidade é considerada uma doença crônica e multifacetada. Do ponto de vista do indivíduo, ela resulta da interação entre os genes e as condições de vida das pessoas. São conhecidos uns poucos genes que, uma vez alterados, são suficientes para levar uma pessoa a engordar. Mas existem mais de 300 que regulam o acúmulo e o consumo de energia. Uma pessoa pode até ter características genéticas que favoreçam o ganho de peso, mas engordar pouco se, por exemplo, mantiver uma dieta saudável e praticar exercícios com regularidade. Ou ela pode não ter as variantes genéticas que facilitam o acúmulo de gordura, mas ganhar peso porque come muito ou só tem à disposição alimentos muito calóricos.

A OMS e outras agências sanitárias em geral adotam o índice de massa corporal (IMC) para classificar se um adulto está ou não na faixa de peso ideal − em crianças e adolescentes, o critério é outro, baseado no quanto o peso se afasta do considerado ideal pelas curvas de crescimento. O IMC é calculado ao se dividir o peso − ou massa (músculos, ossos e gordura) − pelo quadrado da altura.

O IMC é útil para estimar o grau de saúde em nível populacional, porque se baseia em duas medidas fáceis de se obter (peso e altura). Ele, no entanto, nem sempre indica o real estado de saúde do indivíduo porque não permite saber qual proporção de sua massa é gordura (uma pessoa pode ter IMC superior a 25 por ser musculosa) nem onde está concentrada a gordura (a armazenada entre os órgãos é mais nociva do que aquela sob a pele). Por isso, médicos e nutricionistas adotam outros indicadores, como a circunferência da cintura e a análise da concentração de gorduras no sangue para estimar a saúde do indivíduo.

O fato de uma proporção maior de pessoas ter começado a conviver com obesidade mais cedo inquieta os especialistas. É que aumenta o tempo que permanecem expostas a condições que favorecem o desenvolvimento de doenças, embora existam pessoas com obesidade saudáveis. "A obesidade tem sido cada vez mais intensa, precoce e prolongada. É quase uma sentença de vida", afirma o pediatra e nutrólogo brasileiro Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo o pesquisador, um dos autores do estudo da The Lancet, essa população terá uma probabilidade maior de manter por mais tempo esse peso excessivo ou de se tornar obesa. "Algumas crianças com excesso de peso na fase pré-puberal já não passam mais pelo emagrecimento que era característico da puberdade", conta.

O cenário delineado pelo estudo da The Lancet pode, na realidade, ser um pouco pior. E, se nada for feito para alterá-lo de modo drástico, pode agravar-se mais na próxima década. A edição de 2024 do Atlas mundial da obesidade, lançado pela Federação Mundial da Obesidade (WOF) também em março, estima que 42% da população adulta mundial já se encontrava acima do peso em 2020 − cerca de 1,39 bilhão de pessoas estavam com sobrepeso e 810 milhões com obesidade. O documento projeta que essa proporção deve chegar a 54% em 2035, com 1,77 bilhão com sobrepeso e 1,53 bilhão com obesidade, o que deve impor gastos com saúde e perda de produtividade de US$ 4 trilhões por ano à economia mundial.

O Brasil encontra-se em uma situação intermediária, embora a proporção de pessoas com obesidade seja bem superior à média global. Com o avanço do ganho de peso nas últimas décadas, a taxa de crianças e adolescentes com obesidade passou de 3,1% (em ambos os sexos) em 1990 para 14,3% entre as meninas e 17,1% entre os meninos em 2022. Entre adultos, subiu de 11,9% para 32% entre as mulheres e de 5,8% para 25% entre os homens. Hoje o país ocupa a 54ª posição no ranking mundial de obesidade infantil e é o 65º com mais homens e o 70º com mais mulheres com obesidade.


Retirado e adaptado de: SOARES, Giselle. Passa de 1 bilhão o total
de pessoas com obesidade no mundo. Revista Pesquisa FAPESP.
Disponível
em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/passa-de-1-bilhao-o-total-de-pessoascom-obesidade-no-mundo/ Acesso em: 20 abr., 2024.

No que diz respeito à tonicidade, analise as afirmações a seguir:


I.A palavra "sanitárias", no que diz respeito à tonicidade, pode ser classificada como ____________.


II.A palavra "saúde" consiste em uma ____________.


III.A palavra "proporção", no que diz respeito à tonicidade, pode ser classificada como ____________.


IV.A palavra "útil" consiste em uma ____________.


V.A palavra "obesidade" pode ser classificada como ____________.



Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas nos excertos:

Alternativas
Q3311813 Física
O gráfico abaixo representa a velocidade V de um automóvel durante um certo percurso.
Imagem associada para resolução da questão

De acordo com o gráfico, o espaço percorrido pelo carro de 0 a 20 s foi de:
Alternativas
Q3311800 Física
Uma pessoa está caminhando para a direita ao logo de um piso horizontal, como indicado na figura abaixo.

Imagem associada para resolução da questão
Nesse caso, a alternativa que representa CORRETAMENTE a direção e o sentido da força de atrito que o piso exerce no pé da pessoa é:
Alternativas
Q3311799 Física
Analise o circuito da figura abaixo:

Imagem associada para resolução da questão
Considerando o circuito acima, as correntes nos resistores R1, R2 e R3 são, respectivamente:
Alternativas
Q3308199 Radiologia
Na anatomia do crânio, existem diversos ossos que compõem sua estrutura. Qual dos ossos abaixo faz parte da calvária (abóbada craniana)?
Alternativas
Q3308198 Radiologia
A produção de Raios X nos equipamentos radiológicos é resultado da interação de elétrons de alta velocidade com um alvo de metal. Qual é o metal mais comumente utilizado no ânodo para a produção de Raios X? 
Alternativas
Q3308197 Radiologia
As técnicas radiográficas do aparelho urinário incluem a realização de urografia excretora. Qual é o principal objetivo deste exame?
Alternativas
Q3308196 Radiologia
A articulação temporomandibular (ATM) é uma estrutura importante da face. Qual das técnicas radiográficas abaixo é utilizada para a visualização adequada da ATM?
Alternativas
Q3308195 Radiologia
Dentre as alternativas abaixo, assinale a que contém o exame de imagem mais indicado para avaliar fraturas ósseas. 
Alternativas
Q3308194 Radiologia
Para a realização de um exame radiográfico do aparelho respiratório, é necessário posicionar corretamente o paciente. Qual é a posição mais comumente utilizada para radiografias do tórax?
Alternativas
Q3308193 Radiologia
A radiografia panorâmica é especialmente útil para: 
Alternativas
Q3308192 Radiologia
Leia as afirmativas abaixo e marque V para verdadeiro e F para falso.
São situações em que a ressonância magnética (RM) é contraindicada:
(__) Pacientes com marca-passo. (__) Pacientes grávidas no primeiro trimestre. (__) Pacientes com claustrofobia. (__) Pacientes com próteses metálicas.

Assinale a alternativa que contém a sequência correta.
Alternativas
Q3308191 Odontologia
Assinale a alternativa que contém uma técnica intrabucal de radiologia.
Alternativas
Q3308190 Radiologia
Em uma radiografia periapical, ao se utilizar a técnica do paralelismo, o filme deve ser posicionado:
Alternativas
Q3308189 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A fitossanidade é essencial para manter a saúde das culturas agrícolas. Uma das principais pragas que afetam as lavouras de milho é a lagarta-do-cartucho. Qual é o método de manejo mais indicado para controlar essa praga?
Alternativas
Respostas
2201: E
2202: B
2203: A
2204: A
2205: A
2206: A
2207: D
2208: D
2209: B
2210: C
2211: B
2212: A
2213: B
2214: C
2215: B
2216: C
2217: D
2218: C
2219: A
2220: C