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Na obra A Ideologia Alemã, Marx e Engels apresentam a afirmação a seguir.
As premissas de que partimos não são bases arbitrárias, dogmas; são bases reais que só podemos abstrair na imaginação. São os indivíduos reais, sua ação e suas condições materiais de existência, tanto as que eles já encontraram prontas, como aquelas engendradas de sua própria ação. Essas bases são pois verificáveis por via puramente empírica.
(MARX, K. & ENGELS, F. A Ideologia Alemã. São Paulo: Martins Fontes, 2002.)
Fórmula molecular: C27H35N6O8P Apresentação: solução aquosa a 5gL−1 Método de administração: endovenoso Dose recomendada: de 100mg a 200mg por dia
Um médico deseja administrar a um paciente internado a dose mínima de 100mg do medicamento. Nessas condições, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o volume (mL) de solução que deve ser administrado a esse paciente.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O historiador francês Marc Bloch (1886-1944), fuzilado pelos nazistas num campo de concentração, foi um dos principais renovadores dos estudos históricos no século XX. Na obra Introdução à História, escrita no cárcere, ele afirma o seguinte: “[...] o erudito que não tem o gosto de olhar à sua volta, nem os homens, nem as coisas, nem os acontecimentos, ele merecerá talvez, como dizia o historiador belga Henri Pirenne, o nome de um utensílio de antiquário. Renunciará tranquilamente a ser historiador.” Em outra passagem, ressalta: “É quase infinita a diversidade das fontes. Tudo quanto os seres humanos dizem ou escrevem, tudo quanto fabricam, tudo em que tocam, podem e devem informar a seu respeito.”
(BLOCH, Marc. Introdução à História. Lisboa: Europa-América, 1997, p. 101 e 114 (Adaptação).)
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O historiador francês Marc Bloch (1886-1944), fuzilado pelos nazistas num campo de concentração, foi um dos principais renovadores dos estudos históricos no século XX. Na obra Introdução à História, escrita no cárcere, ele afirma o seguinte: “[...] o erudito que não tem o gosto de olhar à sua volta, nem os homens, nem as coisas, nem os acontecimentos, ele merecerá talvez, como dizia o historiador belga Henri Pirenne, o nome de um utensílio de antiquário. Renunciará tranquilamente a ser historiador.” Em outra passagem, ressalta: “É quase infinita a diversidade das fontes. Tudo quanto os seres humanos dizem ou escrevem, tudo quanto fabricam, tudo em que tocam, podem e devem informar a seu respeito.”
(BLOCH, Marc. Introdução à História. Lisboa: Europa-América, 1997, p. 101 e 114 (Adaptação).)
I. A própria condição em que a passagem foi escrita é importante, tendo em vista que a obra de Bloch foi produzida no cárcere.
II. Para além do passado, o objeto de investigação do historiador é o tempo, articulando suas diferentes durações.
III. Ao produzir conhecimento sobre o passado, o historiador o realiza também de forma subjetiva e, portanto, partindo de seu repertório cultural.
IV. Como profissional, o historiador deve focar seu olhar sobre o passado, evitando indagações e partindo do momento presente.
Assinale a alternativa correta.
I. A crise de 1929, que levou à queda dos preços dos principais produtos de exportação em nível mundial, foi a responsável pela erradicação dos cafezais paranaenses e sua substituição pela lavoura da soja.
II. Embora tenha havido o desenvolvimento da lavoura de erva-mate no século XIX, sua produção foi inexpressiva, considerando a consolidação da agricultura cafeeira durante o período.
III. Nos séculos XIX e XX ,as variadas regiões do Paraná desenvolveram produções econômicas baseadas em diferentes gêneros, envolvendo, também, regimes de trabalho distintos.
IV. Em consonância com outras regiões do Brasil, como São Paulo e Rio de Janeiro, a produção econômica paranaense do século XIX utilizou mão de obra escravocrata.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
Nem cinco, nem dez, nem vinte, nem cinquenta anos serão suficientes para uma verdadeira assimilação dos japoneses, que praticamente devem considerar-se inassimiláveis. Eles pertencem a uma raça e a uma religião absolutamente diversa; falam uma língua irredutível aos idiomas ocidentais; possuem uma cultura de baixo nível, que não incorporou, da cultura ocidental, senão os conhecimentos indispensáveis à realização dos seus intuitos militaristas e materialistas; seu padrão de vida desprezível representa uma concorrência brutal com o trabalhador do país; seu egoísmo, sua má fé, seu caráter refratário fazem deles um enorme quisto étnico, econômico e cultural localizado na mais rica das regiões do Brasil. Há características que nenhum esforço no sentido da assimilação conseguirá remover. Ninguém logrará, com efeito, mudar a cor e a face do japonês, nem a sua concepção de vida, nem o seu materialismo.
(Francisco de Campos, Ministro da Justiça durante o Estado Novo. Fonte: LENHARO, Alcir. Sacralização da Política. São Paulo: Papirus, 1986, p. 132 (Adaptado).)
I. Durante a Segunda Guerra Mundial, alemães, italianos e japoneses sofreram perseguições no Brasil por serem considerados súditos do Eixo, tendo em vista o apoio institucional de Getúlio Vargas em relação à Aliança.
II. Entre 1937 e 1945, Getúlio Vargas instaurou o chamado Estado Novo, caracterizado por uma política democrática que contrastava com o sistema político brasileiro vigente durante a República do Café com Leite.
III. O estímulo à imigração, desde o século XIX, foi uma das soluções encontradas para a crise da mão de obra derivada do fim da escravidão. Uma de suas características foi o respeito aos direitos humanos, considerando os trabalhadores livres.
IV. Tanto no século XIX quanto no XX, surgiram grupos inspirados em concepções racialistas europeias que, afirmando asuperioridade dos “brancos”, rejeitavam a vinda para o Brasil de imigrantes que não se enquadrassem em seus padrões.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
No século XIX, os governantes britânicos acreditavam que os indianos haviam perdido o direito à autonomia por causa justamente de sua fraqueza, que os sujeitou a uma série de regentes ‘estrangeiros’, desde as invasões arianas e, mais recentemente, à vitória britânica sobre os governos anteriores da Índia, os mongóis. Esta óbvia incompetência dos indianos para se governarem era aceita por todos os britânicos ligados ao governo da Índia. Por outro lado, a organização política, a sociedade e a economia britânicas haviam evoluído a partir deste passado até chegar à forma moderna; daí, teoricamente, a atual sociedade feudal da Índia poderia também evoluir até tornar-se, num futuro distante, uma sociedade moderna.
(COHN, Bernard S. A representação da autoridade na Índia vitoriana. In: HOBSBAWM, Eric J.; RANGER, Terence (Orgs.). A invenção das tradições. 9. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2014, p. 219 (adaptação).)
Com base nos conhecimentos sobre a Geografia Crítica ou Radical, assinale a alternativa correta.
Ao elaborar a teoria malthusiana, Thomas Malthus desconsiderou que
Leia o texto a seguir.
O século XVIII foi palco de intensas transformações tecnológicas que ampliaram o processo produtivo, até então, agrícola, artesanal e manufatureiro. Com o advento da Revolução Industrial, o meio ambiente (seja urbano, do trabalho ou social) foi sendo impactado pelo modelo capitalista/consumista de desenvolvimento, concebendo a natureza como inesgotáveis fontes de matérias-primas e de energias.
(FONSECA, Ana Carolina R. D. A falência do modelo consumista de desenvolvimento e a ascensão do desenvolvimento sustentável. Março de2012. - <http://www.conteudojuridico.com.br/consulta/Artigos/28215/a-falencia-do-modelo-consumista-de-desenvolvimento e-a-ascensao-do-desenvolvimento-sustentavel#google_vignette>.)
Com base nos conhecimentos sobre fusos horários, considere as afirmativas a seguir.
I. O primeiro fuso horário brasileiro encontra-se quatro horas atrasado em relação ao Meridiano de Greenwich e três horas adiantado em relação ao horário de Brasília. Esse fuso abrange, apenas, parte do Estado do Amazonas e o Estado do Acre.
II. O segundo fuso horário do país encontra-se três horas atrasado em relação ao Meridiano de Greenwich e abrange a maior parte do território nacional, com a totalidade das regiões Nordeste, Sudeste e Sul, além dos estados do Pará, Amapá, Tocantins, Goiás e o Distrito Federal.
III. O terceiro fuso horário encontra-se quatro horas atrasado em relação ao Meridiano de Greenwich e uma hora em relação ao horário de Brasília.
IV. O quarto fuso horário encontra-se cinco horas atrasado em relação ao Meridiano de Greenwich e duas horas em relação ao horário de Brasília.
Assinale a alternativa correta.
I. Nas zonas de limites convergentes, as correntes de convecção provocam o afastamento das placas formando uma nova placa litosfera.
II. As partes da crosta, denominadas placas listoféricas, flutuavam sobre o magma do manto, compreendendo partes de continentes e o fundo de oceanos e mares.
III. As correntes de convecção funcionam como um motor, gerando forças que empurram horizontal mente a crosta e movimentam as placas tectônicas.
IV. A crosta oceânica era mais nova quanto mais perto estivesse de sua parte central, chamada Dorsal Meso-Oceânica ou Cordilheira.
Assinale a alternativa correta.
Com base nos conhecimentos sobre projeções cartográficas, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
A Floresta Amazônica é considerada a maior diversidade de reserva biológica do Planeta, com indicações de que abriga, ao menos, metade de todas as espécies vivas. Ocupa cerca de 49% do território brasileiro e boa parte do território de outros oito países (Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia). Contém 20% da disponibilidade mundial de água e grandes reservas minerais. O delicado equilíbrio de suas formas de vida são sensíveis à interferência humana.
(Adaptado de: <https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/territorio/18307-biomas-brasileiros.html>. Acesso em: 25 nov. 2020.)
I. A floresta funciona como uma bomba - d’água ou “rios voadores”, que são massas de ar carregadas de vapor de água produzidas sobre a floresta e que interferem nas condições do clima do centro-oeste, sudeste e sul do Brasil.
II. A floresta Equatorial Amazônica, foco de atenção dos ambientalistas por todo o mundo, sofre com o avanço do agronegócio e da exploração madeireira e mineradora sobre as áreas de floresta, causador de um constante desmatamento.
III. O domínio natural amazônico compreende uma vasta área de florestas, campos e cerrados. Dispondo de imensa biodiversidade, apresenta grande fragilidade, como as camadas arenosas expostas, causando a laterização por meio da chuva.
IV. A grilagem é uma atividade extrativista que tem gerado recursos para milhares de famílias, com impacto relativamente baixo no meio ambiente regional, além de promover a preservação de florestas e rios.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
Logo em seguida, adverti, enquanto eu queria pensar que tudo era falso, cumpria necessariamente que eu, que pensava, fosse alguma coisa. E, notando que esta verdade, eu penso, logo existo, era tão firme e tão certa que todas as demais extravagantes suposições dos céticos não seriam capazes de abalá-la, julguei que podia aceitá-la, sem escrúpulos, como o primeiro princípio da Filosofia que procurava.
(DESCARTES, René. Discurso do método, IV Parte. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 54. Os Pensadores.)
Sobre o método de René Descartes, assinale a alternativa correta.
Leia os textos a seguir.
O cientista virou um mito. E todo mito é perigoso, porque ele induz o comportamento e inibe o pensamento. Este é um dos resultados engraçados (e trágicos) da ciência. Se existe uma classe especializada em pensar de maneira correta (os cientistas), os outros indivíduos [senso comum] são liberados da obrigação de pensar e podem simplesmente fazer o que os cientistas mandam.
(Adaptado de ALVES, Rubem. Filosofia da ciência. São Paulo: Brasiliense, 1993. p. 11.)
A ciência é apenas uma parte da tentativa da humanidade de compreender o mundo em todos os seus aspectos. O homem esforça-se por descobrir uma ordem no fluxo da experiência [...]. A busca da ordem na experiência une ciência, literatura, história, religião, filosofia e arte. A ciência procura essa ordem na experiência da natureza adquirida pelo homem; a literatura e a arte procuram-na na experiência interior do homem e em suas relações com os seus semelhantes; a história, no passado humano; a religião, na relação do homem com um Ser Supremo; e a filosofia em todos esses empreendimentos humanos.
(KNELLER, George F. A ciência como atividade humana. Trad. Antonio José de Souza. Rio de Janeiro: Zahar; São Paulo: Edusp, 1980. p. 149.)
(I) Conhecimento mítico
(II) Conhecimento filosófico
(III) Conhecimento da fé
(IV) Conhecimento científico
(V) Conhecimento ordinário
(A) Saber de uso que se articula no contato imediato da vida, conhecimento espontâneo.
(B) Saber sistemático, metódico, fático, verificável, orientado por leis, descobre como funciona a natureza.
(C) Inicia pelo espanto e admiração, busca as origens, critica as crenças e os preconceitos.
(D) Intuição da realidade, traduz alegoricamente uma intelecção do ser de validade originária.
(E) Exercido subjetivamente como confiança, esperança e sentido da existência.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
Leia o texto a seguir.
O homem nasce livre, e por toda a parte encontra-se a ferros. O que se crê senhor dos demais, não deixa de ser mais escravo do que eles. Como adveio tal mudança? Ignoro-o. Que poderá legitimá-la? Creio poder resolver esta questão. [...] A ordem social, porém, é um direito sagrado que serve de base a todos os outros. Tal direito, no entanto, não se origina na natureza: funda-se, portanto, em convenções.
(ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. Trad. Lourdes Santos Machado, introdução e notas de Paul Arbousse-Bastide e Lourival Gomes Machado. 5. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991. p. 22-23. Coleção Os Pensadores, v.6.)
Sobre Estado e política de acordo com Rousseau, assinale a alternativa correta.