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I - as instituições afetam o desempenho da economia devido ao seu efeito sobre os custos de intercâmbio da produção e, juntamente à tecnologia empregada, sobre os custos de transação e transformação.
II - as instituições são responsáveis pelo aumento ou pela redução da incerteza, porém esse fator não é fundamental para qualquer empresa que queira estabelecer-se ou continuar atuando em um determinado local.
III - as firmas se estabelecem para aproveitar oportunidades vantajosas, que serão definidas pelo conjunto de limitações existentes. Porém, se os direitos de propriedade são inseguros, se as leis são cumpridas pela metade, se existem barreiras de entrada e restrições monopolistas, as empresas que maximizam as utilidades tenderão a atuar no curto prazo, com aplicação de pouco capital fixo e, em pequena escala.
As afirmações são:
I. o crescimento acaba difundindo-se a partir desses pólos de crescimento para outras regiões, através de diversos canais de integração (meios de transporte e comunicações, comércio de bens finais, matérias-primas e insumos industriais).
II. o polo de crescimento caracteriza-se pela indústria motriz, que promove o crescimento, ao exercer efeitos de encadeamentos entre setores e regiões. Os efeitos de encadeamento gerados pela indústria motriz no interior do polo geram economias externas (infraestruturas, proximidade dos consumidores, mão-de-obra e serviços especializados) que atraem as atividades econômicas.
III. a teoria dos polos apresenta pontos comuns com a teoria da localização, uma vez que o crescimento ocorre de forma localizada. A relação básica entre as duas teorias encontra-se nas economias de aglomeração geradas nos polos urbanos-industriais. Elas resultam das interdependências entre as atividades e das economias externas. Isso explica a concentração industrial e os complexos industriais localizados no Brasil e no mundo.
Analisando as afirmativas, pode-se dizer que:
( ) A fase do congelamento de preços foi acompanhada de medidas de ajustes nos preços relativos.
( ) Um importante elemento do plano foi a desvalorização da taxa de câmbio.
( ) Adotou-se a reforma monetária que correspondia aos efeitos de uma hiperinflação com o convívio de duas moedas.
( ) O ajuste fiscal visava a equacionar o desequilíbrio orçamentário para os próximos anos.
( ) Passa-se a exercer controle sobre a taxa de juros.
( ) É estimulada a expansão do crédito para a agricultura.
( ) É garantida a valorização do cruzeiro em relação ao dólar americano.
( ) É aprovada nova lei salarial instituindo reajustes semestrais e diferenciados por faixas de salários.
1 – Governo Sarney ( ) Criação do Banco Central do Brasil
2 – Governo Geisel ( ) II Plano Nacional de Desenvolvimento
3 – Governo Castelo Branco ( ) Plano Cruzado
4 – Governo Médici ( ) Plano de Ação Econômica – PAEG
( ) Prevalece a idéia de que a inflação é um mal inevitável surgindo a noção de correção monetária.
( ) A restrição ao crédito e o aumento das taxas reais de juros tiveram como consequência uma onda de falências, concordatas, fusões e incorporações.
( ) Adotou-se tratamento de choque no combate à inflação para obter ganhos imediatos.
( ) Procurou-se atender as reivindicações salariais.
( ) Criação da Companhia Siderúrgica Nacional e da Companhia do Vale do Rio Doce.
( ) Estímulo ao aumento da produção de bens intermediários, como o aço, o carvão, o cimento, o zinco, etc.
( ) Criação do Banco Nacional de Desenvolvimento - BNDE.
( ) Incentivos à introdução dos setores de consumo de bens duráveis e de capital.
( ) A taxa de câmbio de um país, quando não fixada pelo governo, tende a aumentar à medida que aumenta a inflação interna desse país acima dos demais países.
( ) Em geral, no regime de câmbio flutuante a política fiscal tende a ser eficaz.
( ) Para verificar o grau de competitividade de um país, para fins de comércio, a taxa de câmbio relevante é a taxa nominal.
( ) No regime de câmbio fixo, a política monetária tende a ser ineficaz.