Questões de Concurso
Comentadas para analista judiciário - análise de suporte
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Texto I
Há algum tempo, venho estudando as piadas, com ênfase em sua constituição linguística. Por isso, embora a afirmação a seguir possa parecer surpreendente, creio que posso garantir que se trata de uma verdade quase banal: as piadas fornecem simultaneamente um dos melhores retratos dos valores e problemas de uma sociedade, por um lado, e uma coleção de fatos e dados impressionantes para quem quer saber o que é e como funciona uma língua, por outro. Se se quiser descobrir os problemas com os quais uma sociedade se debate, uma coleção de piadas fornecerá excelente pista: sexualidade, etnia/raça e outras diferenças, instituições (igreja, escola, casamento, política), morte, tudo isso está sempre presente nas piadas que circulam anonimamente e que são ouvidas e contadas por todo mundo em todo o mundo.[...]
Mas as piadas também podem servir de suporte empírico para uma teoria mais aprofundada e sofisticada de como funciona uma língua, especialmente porque se trata de um corpus que, além de expor traços do que nela é sistemático (gramatical) e, paradoxalmente, “desarrumado”, contribui para deixar muito claro que uma língua funciona sempre em relação a um contexto culturalmente relevante e que cada texto requer uma relação com outros textos. [...]
A conclusão óbvia é que uma língua não é como nos ensinaram: clara e relacionada diretamente a um fato ou situação que ela representa como um espelho. Praticamente cada segmento da língua deriva para outro sentido, presta-se a outra interpretação, por razões variadas. Pelo menos, é o que as piadas mostram. E elas não são poucas. Ou, no mínimo, nós as ouvimos muitas vezes.
(POSSENTI, Sírio. O humor e a língua. Ciência Hoje. Rio de Janeiro, SBPC, v.30, n.176, out. 2001)
Texto I
Há algum tempo, venho estudando as piadas, com ênfase em sua constituição linguística. Por isso, embora a afirmação a seguir possa parecer surpreendente, creio que posso garantir que se trata de uma verdade quase banal: as piadas fornecem simultaneamente um dos melhores retratos dos valores e problemas de uma sociedade, por um lado, e uma coleção de fatos e dados impressionantes para quem quer saber o que é e como funciona uma língua, por outro. Se se quiser descobrir os problemas com os quais uma sociedade se debate, uma coleção de piadas fornecerá excelente pista: sexualidade, etnia/raça e outras diferenças, instituições (igreja, escola, casamento, política), morte, tudo isso está sempre presente nas piadas que circulam anonimamente e que são ouvidas e contadas por todo mundo em todo o mundo.[...]
Mas as piadas também podem servir de suporte empírico para uma teoria mais aprofundada e sofisticada de como funciona uma língua, especialmente porque se trata de um corpus que, além de expor traços do que nela é sistemático (gramatical) e, paradoxalmente, “desarrumado”, contribui para deixar muito claro que uma língua funciona sempre em relação a um contexto culturalmente relevante e que cada texto requer uma relação com outros textos. [...]
A conclusão óbvia é que uma língua não é como nos ensinaram: clara e relacionada diretamente a um fato ou situação que ela representa como um espelho. Praticamente cada segmento da língua deriva para outro sentido, presta-se a outra interpretação, por razões variadas. Pelo menos, é o que as piadas mostram. E elas não são poucas. Ou, no mínimo, nós as ouvimos muitas vezes.
(POSSENTI, Sírio. O humor e a língua. Ciência Hoje. Rio de Janeiro, SBPC, v.30, n.176, out. 2001)
Segundo a gestão de riscos, entende-se que vulnerabilidade é o evento ou incidente, ao passo que ameaça é a fragilidade que será explorada para que a vulnerabilidade se torne concreta.
As consequências de riscos na saúde ou na vida dos envolvidos estão excluídas das referidas normas, já que envolvem processos afetos ao Ministério da Saúde e ao Ministério do Trabalho e Emprego acerca da segurança e do bem-estar no ambiente de trabalho.
No âmbito da gestão de riscos, a estimativa de riscos atribui valores à probabilidade e às consequências de um risco
O plano de continuidade de negócios descreve como a instituição enfrentará situações não previstas pelo controle do risco.
A identificação do ativo, que representa elemento com valor para o empreendimento que necessita de proteção, é uma etapa fundamental ao processo de gestão de riscos.
No processo de gestão de riscos, a identificação das consequências pressupõe a análise do risco de uma consequência, que, por sua vez, poderá redundar em perda de eficácia e instabilidade no funcionamento de sistemas e perda de oportunidade de negócios, entre outras.
A etapa de identificação de controles envolve a determinação dos responsáveis pelos ativos e o envio dos comandos de controle de incidentes para que sejam tomadas as medidas pertinentes.
O escopo de um plano de gerenciamento de riscos, aplicado a métodos e a processos e ligado ao local da declaração que introduz no processo, refere-se à região da empresa em que é utilizável.
Um dos requisitos de um SGSI é a rastreabilidade de decisões, que remeta a políticas e decisões da direção superior.
Para a política de SGSI, todos os registros de acesso às informações deverão ser armazenados em meio eletrônico e criptografados para segurança, e os registros de incidentes de segurança da informação deverão ser guardados em sigilo.
As auditorias internas do SGSI são conduzidas pela própria organização para analisar os riscos residuais e os níveis de riscos aceitáveis.
Um sistema de gestão da segurança da informação deverá proceder à condução de auditorias internas a intervalos planejados, para melhoria do processo.
O monitoramento da eficácia dos controles, definido na NBR ISO/IEC 27.009:2007, define a eficácia dos controles ou grupos de controles selecionados e implementa o plano de tratamento de riscos com vistas a alcançar os objetivos de controle identificados.
No plano de tratamento de riscos, deverão ser incluídas as considerações de financiamentos e atribuições de papéis e responsabilidades.
No SGSI, devem-se identificar os riscos, buscando-se definir os ativos e seus proprietários, as ameaças, as vulnerabilidades que possam ser exploradas e os impactos que os ataques podem gerar.
A segurança da informação envolve preservação da confidencialidade, da integridade e da disponibilidade da informação e é caracterizada adicionalmente por outras propriedades, como autenticidade, responsabilidade e confiabilidade.
Uma das formas de barrar ataques às vulnerabilidades de sistemas é aplicar rotineiramente os patches disponibilizados pelos fabricantes de software.
Os vampiros (vampires), formas de ataque aos sistemas computacionais mais populares atualmente, são projetados para tomar ações maliciosas e, após infectar um sistema, excluir arquivos e provocar ataques a outros computadores a partir do computador infectado.