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Q2240996 Administração Pública
Meirelles afirma que a organização da Administração é posterior à instituição dos poderes que compõem o Governo e a divisão política do território nacional. Ela é feita por lei e excepcionalmente por decretos e normas inferiores, quando não exige a criação de cargos nem aumenta a despesa pública. Nesse campo estrutural e funcional do Estado também atua o Direito Administrativo organizatório, auxiliado pelas técnicas de administração. Cabe às técnicas de administração:
Alternativas
Q2240985 Redação Oficial
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
A alternativa que mostra uma afirmação adequada ao que se denomina “redação oficial” é:
Alternativas
Q2240984 Redação Oficial
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
Se o texto fosse motivo de um ofício, no termo “assunto”, que traz o resumo do teor do documento, as melhores palavras para identificá-lo seriam:
Alternativas
Q2240983 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
Pela leitura do texto, pode-se notar, em seu autor, uma série de preocupações; a preocupação que está exemplificada de forma adequada é:
Alternativas
Q2240982 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
Considerando que o título dado ao texto é “Uma solução biode(sa)gradável”, pode-se identificar como essa “solução” a que alude o título:
Alternativas
Q2240981 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
O segmento abaixo que mostra um erro, por ausência, no emprego de vírgulas é:
Alternativas
Q2240980 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
Em todos os segmentos abaixo, retirados do texto, a preposição sublinhada tem seu emprego devido à presença do vocábulo anterior, que a solicita; a alternativa em que a preposição tem motivação diferente é:
Alternativas
Q2240979 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
“...podem poluir e causar danos à nossa saúde”; o emprego do acento grave indicativo da crase, nesse caso, se deve à mesma razão que o motiva na seguinte frase:
Alternativas
Q2240978 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
A alternativa em que o referente do possessivo sublinhado está identificado de forma adequada é:
Alternativas
Q2240977 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
“Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos”; a forma correta de reescrever-se esse mesmo segmento do texto de forma a manter o seu sentido original, é:
Alternativas
Q2240976 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
“...o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes...” a relação de sentido entre “proibição” e “restrição” corresponde à oposição, respectivamente, entre:
Alternativas
Q2240975 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
“A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres...”; o vocábulo “degradação”, nesse contexto, tem como significado mais adequado: (as definições foram retiradas do Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa)
Alternativas
Q2240974 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
“Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde”; a afirmação que pode ser feita a partir dos significados contidos nessa primeira frase do texto que está de acordo com o que nela é veiculado é:
Alternativas
Q2240973 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
O texto contém informações, mas grande parte das afirmações feitas estão colocadas no terreno das possibilidades e não no da certeza. A afirmativa feita no terreno da certeza é:
Alternativas
Q2240972 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
No texto aparecem informações que estão relacionadas por causa/efeito; a alternativa em que essa relação é verdadeira é:
Alternativas
Q2240971 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
Entre as frases abaixo, aquela que está de acordo com o que está expresso no texto é:
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244815 Inglês

The hard cell

Thanks to politics, stem cell research in the United States is suffering. But not so in Sweden, which is poised to capture what could be the biggest new market to hit biotech in a decade.

By Stephan Herrera

February 13, 2003


New York, January 1, 2006:

Sweden announces that one of its biotechnology companies is the first in the world to enter clinical trials with a new drug that could cure Alzheimer's disease. Four years ago this type of research was all but stopped in the United States by political and ethical questions − which is ...61... Sweden now seems in the best position to capture a $25 billion market.


        Any day now, the U.S. Congress is expected to pass a sweeping new law that could dramatically inhibit researchers from working with stem cells taken from human embryos. Such cells, which can be used to grow a whole host of new cells and organs, could fundamentally change the way we treat heretofore intractable maladies like Alzheimer's disease, Parkinson's disease, cancer, stroke, liver failure, and heart disease. The only problem is that these cells by definition are derived from human embryos, many of which are cloned or come from unused fetuses collected at fertility clinics. The argument, from a certain segment of the American political spectrum, is that ...62... methods are morally wrong. They are ...63... a form of abortion or an activity that could eventually lead to human cloning.

             Those working in stem cell research say the short-term effect of the legislation will be to further chill all forms of scientific inquiry and commercialization efforts in the field. Entrepreneurs and investors are already eschewing such research − in large part because of the additional uncertainty and risk that politics introduce.

         Of the nearly 50 private stem cell companies in the United States, only a handful are still viable. Meanwhile, across the Atlantic, Sweden has avoided many of the political and ethical quagmires surrounding this type of research. It currently has 40 private stem cell companies, a number that's growing. Sweden's leading research universities have 32 percent of the world's stem cell inventory, close on the heels of the United States' 35 percent.

          Sweden, say analysts, is now in the best position to capture a worldwide market for drugs based on stem cell therapies that could grow to $25 billion in the next three to five years − nearly equal to the whole biotech industry at present. This estimate doesn't even address the market for stem cells capable of repairing damaged vital organs like the brain, heart, and kidneys. If the United States offers an object lesson of what can happen when scientific inquiry and investment capital fall victim to politics, Sweden and its leading stem cell startup, NeuroNova, offer the opposite example. How odd that the United States, which for generations has been the envy of the world for its progressive views of science and commercialization, should now have a biomedical climate chillier than a Swedish winter.

         One company feeling a lot of pain is StemCells, which at first glance seems to have it all: founding scientists include Stanford's Dr. Weissman and Fred Gage of the Salk Institute in La Jolla, California. An equally well-regarded expert in the treatment of Alzheimer's, Dr. Gage spent five years in Sweden as a researcher and now sits on a national committee on stem cell research there. The firm's chairman is Roger Perlmutter, Amgen's head of research.

       Yet over the past two years, none of management's efforts to help investors and even critics reconsider the stem cell field have worked. At press time, the stock was thinly traded and sitting in the neighborhood of 50 cents. With less than $15 million in cash, the company likely won't exist at this time next year. (CEO Martin McGlynn, who joined the firm in January 2001, would not talk to Red Herring, despite repeated efforts.)       

      Some observers on Wall Street are asking, If StemCells can't make it, who can? Geron, the only other publicly held stem cell firm to speak of, is in a fix, too. The company's stock price is also moribund, at $3.85 per share. Thanks to some capital infusions a few years ago, when money came easy, Geron still has $40 million on hand, but by the end of next year, that too will likely be gone. Once a media darling, Geron focuses on diagnostic tests and drugs derived from stem cells, a strategy that's not going well. For the nine months ended last September, revenue fell 68 percent to $955,000 and net loss widened 18 percent to $26.7 million. The company's financials were also hit hard after it terminated an agreement with Pharmacia and acquired research technology from Lynx Therapeutics, which Geron bought in a desperate attempt to be seen as something more than just a stem cell company.

     The situation is quite different, however, for Sweden's NeuroNova, which has 30 academic partners and a staff of 20. NeuroNova is working on ways to inject stem cells into the human brain to trigger a process called neurogenesis (the growth of new neural cells), which could combat diseases like Parkinson's, Alzheimer's, and even schizophrenia.

      If NeuroNova is the first to develop a drug capable of treating one of several central nervous system disorders − by far the most lucrative after heart disease products − it will have done so not because it raised more money or got more media buzz than the rest. It will have succeeded because the science is solid, and academe, government, and the investment community are supportive. Meanwhile, the United States will look on with envy and wonder how it, a country known for its entrepreneurial innovation, ever got so short-sighted.


(Adapted from http://www.redherring.com/investor/2003/02/biotech021303.html)

To say that the U.S. has a biomedical climate that is chillier than a Swedish winter implies that
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244811 Inglês

The hard cell

Thanks to politics, stem cell research in the United States is suffering. But not so in Sweden, which is poised to capture what could be the biggest new market to hit biotech in a decade.

By Stephan Herrera

February 13, 2003


New York, January 1, 2006:

Sweden announces that one of its biotechnology companies is the first in the world to enter clinical trials with a new drug that could cure Alzheimer's disease. Four years ago this type of research was all but stopped in the United States by political and ethical questions − which is ...61... Sweden now seems in the best position to capture a $25 billion market.


        Any day now, the U.S. Congress is expected to pass a sweeping new law that could dramatically inhibit researchers from working with stem cells taken from human embryos. Such cells, which can be used to grow a whole host of new cells and organs, could fundamentally change the way we treat heretofore intractable maladies like Alzheimer's disease, Parkinson's disease, cancer, stroke, liver failure, and heart disease. The only problem is that these cells by definition are derived from human embryos, many of which are cloned or come from unused fetuses collected at fertility clinics. The argument, from a certain segment of the American political spectrum, is that ...62... methods are morally wrong. They are ...63... a form of abortion or an activity that could eventually lead to human cloning.

             Those working in stem cell research say the short-term effect of the legislation will be to further chill all forms of scientific inquiry and commercialization efforts in the field. Entrepreneurs and investors are already eschewing such research − in large part because of the additional uncertainty and risk that politics introduce.

         Of the nearly 50 private stem cell companies in the United States, only a handful are still viable. Meanwhile, across the Atlantic, Sweden has avoided many of the political and ethical quagmires surrounding this type of research. It currently has 40 private stem cell companies, a number that's growing. Sweden's leading research universities have 32 percent of the world's stem cell inventory, close on the heels of the United States' 35 percent.

          Sweden, say analysts, is now in the best position to capture a worldwide market for drugs based on stem cell therapies that could grow to $25 billion in the next three to five years − nearly equal to the whole biotech industry at present. This estimate doesn't even address the market for stem cells capable of repairing damaged vital organs like the brain, heart, and kidneys. If the United States offers an object lesson of what can happen when scientific inquiry and investment capital fall victim to politics, Sweden and its leading stem cell startup, NeuroNova, offer the opposite example. How odd that the United States, which for generations has been the envy of the world for its progressive views of science and commercialization, should now have a biomedical climate chillier than a Swedish winter.

         One company feeling a lot of pain is StemCells, which at first glance seems to have it all: founding scientists include Stanford's Dr. Weissman and Fred Gage of the Salk Institute in La Jolla, California. An equally well-regarded expert in the treatment of Alzheimer's, Dr. Gage spent five years in Sweden as a researcher and now sits on a national committee on stem cell research there. The firm's chairman is Roger Perlmutter, Amgen's head of research.

       Yet over the past two years, none of management's efforts to help investors and even critics reconsider the stem cell field have worked. At press time, the stock was thinly traded and sitting in the neighborhood of 50 cents. With less than $15 million in cash, the company likely won't exist at this time next year. (CEO Martin McGlynn, who joined the firm in January 2001, would not talk to Red Herring, despite repeated efforts.)       

      Some observers on Wall Street are asking, If StemCells can't make it, who can? Geron, the only other publicly held stem cell firm to speak of, is in a fix, too. The company's stock price is also moribund, at $3.85 per share. Thanks to some capital infusions a few years ago, when money came easy, Geron still has $40 million on hand, but by the end of next year, that too will likely be gone. Once a media darling, Geron focuses on diagnostic tests and drugs derived from stem cells, a strategy that's not going well. For the nine months ended last September, revenue fell 68 percent to $955,000 and net loss widened 18 percent to $26.7 million. The company's financials were also hit hard after it terminated an agreement with Pharmacia and acquired research technology from Lynx Therapeutics, which Geron bought in a desperate attempt to be seen as something more than just a stem cell company.

     The situation is quite different, however, for Sweden's NeuroNova, which has 30 academic partners and a staff of 20. NeuroNova is working on ways to inject stem cells into the human brain to trigger a process called neurogenesis (the growth of new neural cells), which could combat diseases like Parkinson's, Alzheimer's, and even schizophrenia.

      If NeuroNova is the first to develop a drug capable of treating one of several central nervous system disorders − by far the most lucrative after heart disease products − it will have done so not because it raised more money or got more media buzz than the rest. It will have succeeded because the science is solid, and academe, government, and the investment community are supportive. Meanwhile, the United States will look on with envy and wonder how it, a country known for its entrepreneurial innovation, ever got so short-sighted.


(Adapted from http://www.redherring.com/investor/2003/02/biotech021303.html)

In the text, well-regarded expert refers to
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244810 Inglês

The hard cell

Thanks to politics, stem cell research in the United States is suffering. But not so in Sweden, which is poised to capture what could be the biggest new market to hit biotech in a decade.

By Stephan Herrera

February 13, 2003


New York, January 1, 2006:

Sweden announces that one of its biotechnology companies is the first in the world to enter clinical trials with a new drug that could cure Alzheimer's disease. Four years ago this type of research was all but stopped in the United States by political and ethical questions − which is ...61... Sweden now seems in the best position to capture a $25 billion market.


        Any day now, the U.S. Congress is expected to pass a sweeping new law that could dramatically inhibit researchers from working with stem cells taken from human embryos. Such cells, which can be used to grow a whole host of new cells and organs, could fundamentally change the way we treat heretofore intractable maladies like Alzheimer's disease, Parkinson's disease, cancer, stroke, liver failure, and heart disease. The only problem is that these cells by definition are derived from human embryos, many of which are cloned or come from unused fetuses collected at fertility clinics. The argument, from a certain segment of the American political spectrum, is that ...62... methods are morally wrong. They are ...63... a form of abortion or an activity that could eventually lead to human cloning.

             Those working in stem cell research say the short-term effect of the legislation will be to further chill all forms of scientific inquiry and commercialization efforts in the field. Entrepreneurs and investors are already eschewing such research − in large part because of the additional uncertainty and risk that politics introduce.

         Of the nearly 50 private stem cell companies in the United States, only a handful are still viable. Meanwhile, across the Atlantic, Sweden has avoided many of the political and ethical quagmires surrounding this type of research. It currently has 40 private stem cell companies, a number that's growing. Sweden's leading research universities have 32 percent of the world's stem cell inventory, close on the heels of the United States' 35 percent.

          Sweden, say analysts, is now in the best position to capture a worldwide market for drugs based on stem cell therapies that could grow to $25 billion in the next three to five years − nearly equal to the whole biotech industry at present. This estimate doesn't even address the market for stem cells capable of repairing damaged vital organs like the brain, heart, and kidneys. If the United States offers an object lesson of what can happen when scientific inquiry and investment capital fall victim to politics, Sweden and its leading stem cell startup, NeuroNova, offer the opposite example. How odd that the United States, which for generations has been the envy of the world for its progressive views of science and commercialization, should now have a biomedical climate chillier than a Swedish winter.

         One company feeling a lot of pain is StemCells, which at first glance seems to have it all: founding scientists include Stanford's Dr. Weissman and Fred Gage of the Salk Institute in La Jolla, California. An equally well-regarded expert in the treatment of Alzheimer's, Dr. Gage spent five years in Sweden as a researcher and now sits on a national committee on stem cell research there. The firm's chairman is Roger Perlmutter, Amgen's head of research.

       Yet over the past two years, none of management's efforts to help investors and even critics reconsider the stem cell field have worked. At press time, the stock was thinly traded and sitting in the neighborhood of 50 cents. With less than $15 million in cash, the company likely won't exist at this time next year. (CEO Martin McGlynn, who joined the firm in January 2001, would not talk to Red Herring, despite repeated efforts.)       

      Some observers on Wall Street are asking, If StemCells can't make it, who can? Geron, the only other publicly held stem cell firm to speak of, is in a fix, too. The company's stock price is also moribund, at $3.85 per share. Thanks to some capital infusions a few years ago, when money came easy, Geron still has $40 million on hand, but by the end of next year, that too will likely be gone. Once a media darling, Geron focuses on diagnostic tests and drugs derived from stem cells, a strategy that's not going well. For the nine months ended last September, revenue fell 68 percent to $955,000 and net loss widened 18 percent to $26.7 million. The company's financials were also hit hard after it terminated an agreement with Pharmacia and acquired research technology from Lynx Therapeutics, which Geron bought in a desperate attempt to be seen as something more than just a stem cell company.

     The situation is quite different, however, for Sweden's NeuroNova, which has 30 academic partners and a staff of 20. NeuroNova is working on ways to inject stem cells into the human brain to trigger a process called neurogenesis (the growth of new neural cells), which could combat diseases like Parkinson's, Alzheimer's, and even schizophrenia.

      If NeuroNova is the first to develop a drug capable of treating one of several central nervous system disorders − by far the most lucrative after heart disease products − it will have done so not because it raised more money or got more media buzz than the rest. It will have succeeded because the science is solid, and academe, government, and the investment community are supportive. Meanwhile, the United States will look on with envy and wonder how it, a country known for its entrepreneurial innovation, ever got so short-sighted.


(Adapted from http://www.redherring.com/investor/2003/02/biotech021303.html)

No texto, to further chill all forms of scientific inquiry significa
Alternativas
Ano: 2003 Banca: FCC Órgão: CVM Prova: FCC - 2003 - CVM - Inspetor |
Q2244809 Inglês

The hard cell

Thanks to politics, stem cell research in the United States is suffering. But not so in Sweden, which is poised to capture what could be the biggest new market to hit biotech in a decade.

By Stephan Herrera

February 13, 2003


New York, January 1, 2006:

Sweden announces that one of its biotechnology companies is the first in the world to enter clinical trials with a new drug that could cure Alzheimer's disease. Four years ago this type of research was all but stopped in the United States by political and ethical questions − which is ...61... Sweden now seems in the best position to capture a $25 billion market.


        Any day now, the U.S. Congress is expected to pass a sweeping new law that could dramatically inhibit researchers from working with stem cells taken from human embryos. Such cells, which can be used to grow a whole host of new cells and organs, could fundamentally change the way we treat heretofore intractable maladies like Alzheimer's disease, Parkinson's disease, cancer, stroke, liver failure, and heart disease. The only problem is that these cells by definition are derived from human embryos, many of which are cloned or come from unused fetuses collected at fertility clinics. The argument, from a certain segment of the American political spectrum, is that ...62... methods are morally wrong. They are ...63... a form of abortion or an activity that could eventually lead to human cloning.

             Those working in stem cell research say the short-term effect of the legislation will be to further chill all forms of scientific inquiry and commercialization efforts in the field. Entrepreneurs and investors are already eschewing such research − in large part because of the additional uncertainty and risk that politics introduce.

         Of the nearly 50 private stem cell companies in the United States, only a handful are still viable. Meanwhile, across the Atlantic, Sweden has avoided many of the political and ethical quagmires surrounding this type of research. It currently has 40 private stem cell companies, a number that's growing. Sweden's leading research universities have 32 percent of the world's stem cell inventory, close on the heels of the United States' 35 percent.

          Sweden, say analysts, is now in the best position to capture a worldwide market for drugs based on stem cell therapies that could grow to $25 billion in the next three to five years − nearly equal to the whole biotech industry at present. This estimate doesn't even address the market for stem cells capable of repairing damaged vital organs like the brain, heart, and kidneys. If the United States offers an object lesson of what can happen when scientific inquiry and investment capital fall victim to politics, Sweden and its leading stem cell startup, NeuroNova, offer the opposite example. How odd that the United States, which for generations has been the envy of the world for its progressive views of science and commercialization, should now have a biomedical climate chillier than a Swedish winter.

         One company feeling a lot of pain is StemCells, which at first glance seems to have it all: founding scientists include Stanford's Dr. Weissman and Fred Gage of the Salk Institute in La Jolla, California. An equally well-regarded expert in the treatment of Alzheimer's, Dr. Gage spent five years in Sweden as a researcher and now sits on a national committee on stem cell research there. The firm's chairman is Roger Perlmutter, Amgen's head of research.

       Yet over the past two years, none of management's efforts to help investors and even critics reconsider the stem cell field have worked. At press time, the stock was thinly traded and sitting in the neighborhood of 50 cents. With less than $15 million in cash, the company likely won't exist at this time next year. (CEO Martin McGlynn, who joined the firm in January 2001, would not talk to Red Herring, despite repeated efforts.)       

      Some observers on Wall Street are asking, If StemCells can't make it, who can? Geron, the only other publicly held stem cell firm to speak of, is in a fix, too. The company's stock price is also moribund, at $3.85 per share. Thanks to some capital infusions a few years ago, when money came easy, Geron still has $40 million on hand, but by the end of next year, that too will likely be gone. Once a media darling, Geron focuses on diagnostic tests and drugs derived from stem cells, a strategy that's not going well. For the nine months ended last September, revenue fell 68 percent to $955,000 and net loss widened 18 percent to $26.7 million. The company's financials were also hit hard after it terminated an agreement with Pharmacia and acquired research technology from Lynx Therapeutics, which Geron bought in a desperate attempt to be seen as something more than just a stem cell company.

     The situation is quite different, however, for Sweden's NeuroNova, which has 30 academic partners and a staff of 20. NeuroNova is working on ways to inject stem cells into the human brain to trigger a process called neurogenesis (the growth of new neural cells), which could combat diseases like Parkinson's, Alzheimer's, and even schizophrenia.

      If NeuroNova is the first to develop a drug capable of treating one of several central nervous system disorders − by far the most lucrative after heart disease products − it will have done so not because it raised more money or got more media buzz than the rest. It will have succeeded because the science is solid, and academe, government, and the investment community are supportive. Meanwhile, the United States will look on with envy and wonder how it, a country known for its entrepreneurial innovation, ever got so short-sighted.


(Adapted from http://www.redherring.com/investor/2003/02/biotech021303.html)

The underlined adverb now refers to year
Alternativas
Respostas
621: D
622: A
623: D
624: A
625: B
626: B
627: E
628: D
629: C
630: A
631: A
632: E
633: B
634: D
635: B
636: D
637: C
638: B
639: C
640: D