Questões de Concurso Comentadas para assistente técnico

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Q698441 Português
O FUTURO NO PASSADO
1   Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
2  A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio - se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
3  Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
4  É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
(VERÍSSIMO. L. F. O Globo. 24/07/2016, p. 15.)
“e era natural que o futuro IDEALIZADO então fosse o da cidade perfeita.” (1º §) O vocábulo em destaque no trecho acima  grafa-se com a letra Z, em conformidade com a norma de emprego do sufixo–izar. Das opções abaixo, aquela em que um dos vocábulos está INCORRETAMENTE grafado por não se enquadrar nessa norma é:
Alternativas
Q698440 Português
O FUTURO NO PASSADO
1   Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
2  A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio - se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
3  Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
4  É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
(VERÍSSIMO. L. F. O Globo. 24/07/2016, p. 15.)
 Imagine, em relação ao 4º parágrafo, um diálogo entre um cientista e um leigo, nos termos abaixo. “Disse o cientista ao leigo: ˗ Vocês, leigos, representam o atraso, o irracional, pois não evoluem, não abandonam esta cultura de misticismo, desprezando os avanços da ciência. O leigo respondeu: - Não é verdade. Nós, leigos, apenas procuramos manter os valores que nos foram passados por nossos ancestrais, mas não impedimos os avanços da ciência.” Redigindo-se a fala do cientista em discurso indireto, a forma correta é:
Alternativas
Q698439 Português
O FUTURO NO PASSADO
1   Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
2  A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio - se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
3  Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
4  É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
(VERÍSSIMO. L. F. O Globo. 24/07/2016, p. 15.)
Quanto à tipologia, o texto pode ser definido como:
Alternativas
Q698438 Português
O FUTURO NO PASSADO
1   Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
2  A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio - se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
3  Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
4  É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
(VERÍSSIMO. L. F. O Globo. 24/07/2016, p. 15.)
Nos três primeiros parágrafos do texto, e enunciador, confrontando as previsões feitas no passado sobre o avanço da ciência com as que efetivamente se realizaram, desenvolve seu pensamento em estruturas de oposição semântica. No 4º parágrafo, como conclusão do texto, o enunciador adota outra forma de estruturação, defendendo a seguinte tese sobre o avanço da ciência:
Alternativas
Q698437 Português
O FUTURO NO PASSADO
1   Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
2  A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio - se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
3  Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
4  É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
(VERÍSSIMO. L. F. O Globo. 24/07/2016, p. 15.)
“A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista.” (2º §) Das opções abaixo, aquela que mantém o mesmo sentido do fragmento do texto transcrito acima é:
Alternativas
Q583763 Telecomunicações
Julgue o seguinte item, referentes a enlaces e sistemas ópticos de comunicação.


Em redes do tipo SONET e SDH, devem-se utilizar técnicas de justificação de bit, como bit stuffing, para manter o sincronismo de relógio entre os diferentes níveis de hierarquia de multiplexação.

Alternativas
Q583762 Telecomunicações
Julgue o seguinte item, referentes a enlaces e sistemas ópticos de comunicação.
Nas fibras ópticas multímodas, observa-se um aumento da dispersão por unidade de comprimento à medida que a extensão do enlace óptico aumenta.
Alternativas
Q583761 Telecomunicações
Julgue o seguinte item, referentes a enlaces e sistemas ópticos de comunicação.
Embora o chaveamento direto da fonte óptica para a geração do sinal OOK seja de fácil implantação, ele pode aumentar a dispersão, o que prejudica o desempenho de enlaces de taxa de transmissão elevada em longas distâncias.
Alternativas
Q583760 Telecomunicações
Julgue o seguinte item, referentes a enlaces e sistemas ópticos de comunicação.
Durante o projeto de um sistema de comunicação por fibra óptica, o balanço de dispersão pode ser desprezado, caso sejam utilizadas fibras monomodo.
Alternativas
Q583759 Telecomunicações
Acerca de sistemas de comunicação por micro-ondas terrestres em visibilidade, julgue o item subsecutivo.
A configuração twin path (duplo canal), que pode ser utilizada para operar um sistema no modo (2 + 0) sem redundância, para transmissão de feixes distintos, ou no modo (1 + 1), para a transmissão do mesmo feixe digital, torna a duplicação de equipamento menos onerosa para o operador do enlace em comparação com a configuração hot stand by.
Alternativas
Q583758 Telecomunicações
Acerca de sistemas de comunicação por micro-ondas terrestres em visibilidade, julgue o item subsecutivo.
Acentuada diminuição da umidade com a altitude e a inversão térmica são condições favoráveis para a formação de ductos na atmosfera.
Alternativas
Q583757 Telecomunicações
Acerca de sistemas de comunicação por micro-ondas terrestres em visibilidade, julgue o item subsecutivo.
A condição de atmosfera superpadrão provoca a curvatura da trajetória da frente de onda eletromagnética para baixo, na direção da superfície terrestre. Essa curvatura é mais acentuada que a observada na atmosfera padrão.
Alternativas
Q583756 Telecomunicações
Acerca de sistemas de comunicação por micro-ondas terrestres em visibilidade, julgue o item subsecutivo.
Para a transmissão de um sinal à taxa de 4xE1 utilizando modulação 32QAM com filtro de transmissão cujo fator de decaimento (rolloff) seja 0,5, é necessário um canal banda passante de largura de banda inferior a 3 MHz, desconsiderando-se qualquer banda de guarda.
Alternativas
Q583755 Telecomunicações
A respeito das características operacionais de sistemas de telefonia, julgue o próximo item.
Em um sistema telefônico troncalizado com perdas do tipo Erlang B, caso o tráfego oferecido ao sistema seja dobrado, deve-se dobrar o número de canais de comunicação para que seja mantida a mesma taxa de bloqueio.
Alternativas
Q583754 Telecomunicações
A respeito das características operacionais de sistemas de telefonia, julgue o próximo item.
Para a transmissão de mensagens do tipo MSU, o sistema de sinalização SS7 prevê a utilização de mecanismos de correção de erros com base em confirmação positiva (ACK) e confirmação negativa (NACK).
Alternativas
Q583753 Telecomunicações
A respeito das características operacionais de sistemas de telefonia, julgue o próximo item.
Os enlaces de sinalização SS7 geralmente utilizam taxas de transmissão de 56 kbps ou 64 kbps.
Alternativas
Q583752 Engenharia de Telecomunicações
No que se refere a sistemas via satélite, julgue o item que se segue.
Satélites que operam em banda Ku estão mais sujeitos à atenuação causada pela chuva que satélites que operam em banda C.
Alternativas
Q583751 Engenharia de Telecomunicações
No que se refere a sistemas via satélite, julgue o item que se segue.
No comportamento da probabilidade de erro de bit, o desempenho de sistemas digitais de comunicação por satélites do tipo regenerativo, com processamento on board, pode ser semelhante ao observado em satélites do tipo bent pipe, de acordo com os valores de razão portadora-ruído nos enlaces de subida e de descida.
Alternativas
Q583750 Telecomunicações
No que se refere a sistemas via satélite, julgue o item que se segue.
Na cadeia de circuitos de radiofrequência dos receptores, formada geralmente por amplificadores, filtros, misturadores e detectores, os elementos que apresentam maior figura de ruído devem ficar em estágios iniciais, mais distantes dos circuitos detectores, de modo a reduzir a degradação do sinal recebido e, por conseguinte, aumentar a razão sinal-ruído na entrada do demodulador.
Alternativas
Q583749 Telecomunicações
No que se refere a sistemas via satélite, julgue o item que se segue.
As formas comuns de compartilhamento de um transponder entre estações terrenas incluem as técnicas FDMA (frequency division multiple access), TDMA (time division multiple access) e SDMA (space division multiple access).
Alternativas
Respostas
1761: B
1762: E
1763: D
1764: A
1765: C
1766: E
1767: E
1768: C
1769: E
1770: C
1771: C
1772: C
1773: C
1774: E
1775: C
1776: C
1777: C
1778: C
1779: E
1780: E