Foram encontradas 42 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I. Países com taxas de poupança mais elevadas sempre crescem mais do que países com taxas de poupança mais baixas.
II. Acumulação de fatores de produção, como capital físico e capital humano elevam o nível do produto.
III. Países mais pobres crescem em ritmo mais elevado do que países ricos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. O custo variável médio cruza a curva de custo total médio no mínimo.
II. A curva de custo fixo é negativamente inclinada.
III. A curva de custo marginal intercepta as curvas de custo total médio e custo variável médio no mínimo.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. O plano Cruzado foi baseado em uma grande reforma fiscal que reduziu o déficit público.
II. O aspecto mais importante no plano Real foi o congelamento de preços.
III. O superávit primário foi fundamental para a sustentabilidade da dívida brasileira no governo Collor.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. Se o Valor Presente Líquido de um projeto é positivo a uma taxa de desconto de 10%, significa que a lucratividade do projeto é de 10%.
II. A Taxa Interna de Retorno é a taxa de desconto que iguala, em termos atuais, o valor de todos os custos do projeto com todas as receitas do mesmo.
III. Um projeto com uma Taxa Interna de Retorno superior a de outro, para um mesmo período de tempo, possui uma taxa de lucratividade superior ao do segundo.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
1. Função consumo: C = 20 + 0,75(Y(1 – t)), onde Y é o PIB e t a alíquota do imposto.
2. Gastos do governo iguais a 40 e um imposto t = 20%.
3. Um investimento de 30. Com base nos dados, analise:
I. Os gastos do governo é o maior componente da demanda agregada.
II. O PIB desta economia é de 225.
III. O consumo das famílias é de 155.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. Quando um banco central adota o sistema de câmbio fixo, a política fiscal perde a sua eficácia.
II. O Brasil opera em um sistema de flutuação suja, onde o banco central nunca atua no mercado de câmbio.
III. No sistema de câmbio flutuante, déficits no balanço de pagamentos tendem a apreciar a taxa de câmbio para acabar com estes desequilíbrios.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. Em mercados competitivos, as firmas saem do mercado quando o preço é inferior ao custo total médio.
II. No longo prazo, com a entrada e saída de firmas, o lucro econômico de uma firma em mercados competitivos é zero.
III. Firmas que atuam em mercados de concorrência monopolística, em equilíbrio, apresentam lucros positivos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. Nas decisões de maximização dos lucros, as firmas escolhem produzir a quantidade onde a receita marginal igual ao custo marginal.
II. No curto prazo uma firma deve suspender a sua operação, quando a receita total for inferior ao custo total médio e no longo prazo deve suspender a operação, quando a receita total for inferior ao custo variável médio.
III. A curva de custo marginal intercepta as curvas de custo total médio e custo variável médio no mínimo.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
• Produto Nacional Bruto = $ 18.000
• Produto Interno Bruto = $ 20.000
• Renda enviada ao exterior = $ 3.000
Pode-se afirmar então, que a renda recebida do exterior e a renda líquida enviada ao exterior são, respectivamente:
1. Curva de demanda por milho: q = 80 – 2p
2. Curva de oferta por milho: q = 20 + 4p
Suponha que a economia do país A, que comercializava milho ao preço internacional de 5, seja fechada ao comércio internacional por algum motivo. Com o equilíbrio do mercado doméstico, marque a alternativa correta:
I. No curto prazo, os deslocamentos na demanda agregada causam flutuações na produção de bens e serviços da economia.
II. No curto prazo, os deslocamentos da demanda agregada afetam a produção e o nível geral de preços.
III. A curva de oferta agregada de longo prazo é negativamente inclinada.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Há dessas reminiscências que não descansam antes que a pena ou a língua as publique. Um antigo dizia arrenegar
de conviva que tem boa memória. A vida é cheia de tais convivas, e eu sou acaso um deles, conquanto a prova de ter a
memória fraca seja exatamente não me acudir agora o nome de tal antigo; mas era um antigo, e basta.
Não, não, a minha memória não é boa. Ao contrário, é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias, sem
guardar delas nem caras nem nomes, e somente raras circunstâncias. A quem passe a vida na mesma casa de família,
com os seus eternos móveis e costumes, pessoas e afeições, é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição.
Como eu invejo os que não esqueceram a cor das primeiras calças que vestiram! Eu não atino com a das que enfiei
ontem. Juro só que não eram amarelas porque execro essa cor; mas isso mesmo pode ser olvido e confusão.
E antes seja olvido que confusão; explico-me. Nada se emenda bem nos livros confusos, mas tudo se pode meter
nos livros omissos. Eu, quando leio algum desta outra casta, não me aflijo nunca. O que faço, em chegando ao fim, é
cerrar os olhos e evocar todas as coisas que não achei nele. Quantas ideias finas me acodem então! Que de reflexões
profundas! Os rios, as montanhas, as igrejas que não vi nas folhas lidas, todos me aparecem agora com as suas águas,
as suas árvores, os seus altares, e os generais sacam das espadas que tinham ficado na bainha, e os clarins soltam as
notas que dormiam no metal, e tudo marcha com uma alma imprevista.
É que tudo se acha fora de um livro falho, leitor amigo. Assim preencho as lacunas alheias; assim podes também
preencher as minhas.
(Assis, de Machado. Dom Casmurro – Editora Scipione – 1994 – pág. 65)
Há dessas reminiscências que não descansam antes que a pena ou a língua as publique. Um antigo dizia arrenegar
de conviva que tem boa memória. A vida é cheia de tais convivas, e eu sou acaso um deles, conquanto a prova de ter a
memória fraca seja exatamente não me acudir agora o nome de tal antigo; mas era um antigo, e basta.
Não, não, a minha memória não é boa. Ao contrário, é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias, sem
guardar delas nem caras nem nomes, e somente raras circunstâncias. A quem passe a vida na mesma casa de família,
com os seus eternos móveis e costumes, pessoas e afeições, é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição.
Como eu invejo os que não esqueceram a cor das primeiras calças que vestiram! Eu não atino com a das que enfiei
ontem. Juro só que não eram amarelas porque execro essa cor; mas isso mesmo pode ser olvido e confusão.
E antes seja olvido que confusão; explico-me. Nada se emenda bem nos livros confusos, mas tudo se pode meter
nos livros omissos. Eu, quando leio algum desta outra casta, não me aflijo nunca. O que faço, em chegando ao fim, é
cerrar os olhos e evocar todas as coisas que não achei nele. Quantas ideias finas me acodem então! Que de reflexões
profundas! Os rios, as montanhas, as igrejas que não vi nas folhas lidas, todos me aparecem agora com as suas águas,
as suas árvores, os seus altares, e os generais sacam das espadas que tinham ficado na bainha, e os clarins soltam as
notas que dormiam no metal, e tudo marcha com uma alma imprevista.
É que tudo se acha fora de um livro falho, leitor amigo. Assim preencho as lacunas alheias; assim podes também
preencher as minhas.
(Assis, de Machado. Dom Casmurro – Editora Scipione – 1994 – pág. 65)