Questões de Concurso
Comentadas para técnico em desenvolvimento infantil
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A educadora distribui revistas para cada uma das crianças e pede que arranquem uma folha escolhida, a mais bonita, e a rasguem (mostrando como deveria ser feito). Depois de rasgada, as crianças deveriam montar e colar os pedaços sobre uma folha em branco. Algumas não conseguem realizar a tarefa, então a responsável a realiza. Enquanto a educadora faz tudo, as crianças ficam se empurrando, se tapeando e ela gritando.
(Adaptado de ÁVILA, I. S.; XAVIER, M. L. M. (coord.) Plano de atenção à infância:
objetivos e metas na área pedagógica. Porto Alegre: Mediação, 1997.)
Sobre a intencionalidade e a adequação da ação pedagógica mostrada no texto, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O rasgar revista, montar e colar sobre uma folha em branco é comprovadamente eficiente para o desenvolvimento das funções motoras e, mesmo que as crianças não manifestem grande interesse por essa atividade, deve continuar sendo repetida da mesma maneira para que se acostumem a realizá-la.
( ) O fato de a criança rasgar a revista não é fruto da força motivadora do objeto, nem do desejo dela, mas de uma determinação do adulto, tornando-a uma atividade mecânica e sem significado para quem a realiza.
( ) A ausência de intencionalidade se revela na atitude do adulto ao fazer os trabalhos pelas crianças, preocupando-se com um produto acabado e não com a ação criadora e prazerosa.
( ) A atitude de auxílio do adulto em fazer a atividade para quem não consegue estimula a criança que se sentirá mais capaz na próxima oportunidade, além do desenvolvimento do senso estético uma vez que a educadora lhes mostrou a importância e necessidade de produzir “trabalhinhos" bonitos.
Assinale a sequência correta.
Considerando as reflexões atuais sobre a questão do sono nas instituições de Educação Infantil, é correto afirmar:
As crianças de um ano, em número de quinze, estão nos berços que ocupam grande parte do espaço da sala. Os dois profissionais que as acompanham acham difícil organizar uma forma de levá-las ao pátio. Desse modo, permanecem na própria sala e principalmente nos berços, deitadas dormindo ou sentadas brincando com chocalhos, à espera das rotinas de higiene e alimentação.
(Adaptado de ÁVILA, I. S.; XAVIER, M. L. M. (coord.) Plano de atenção à infância:
objetivos e metas na área pedagógica. Porto Alegre: Mediação, 1997.)
Considerando as orientações atuais para a organização da ação pedagógica e o uso dos espaços, assinale a afirmativa correta.
INSTRUÇÃO: Analise duas situações do cotidiano de instituições de Educação Infantil para responder à questão.
SITUAÇÃO 1
A turma é composta por dez crianças entre um ano e meio e dois anos de idade atendidas por dois Técnicos em Desenvolvimento Infantil (TDI). É hora do almoço. As crianças são colocadas sentadas lado a lado sobre dois armários do tipo balcão (cinco em cada lado) na própria sala. Os responsáveis começam a dar almoço para cinco crianças cada um ao mesmo tempo. Usam um mesmo prato e uma mesma colher para servir os bebês levando-lhes a comida à boca, alternadamente. Mantêm-se em silêncio para que as crianças permaneçam em ordem.
SITUAÇÃO 2
A turma é composta por dez crianças entre um ano e meio e dois anos de idade atendidas por dois TDI. É hora do almoço.
As crianças são levadas ao refeitório: as menores são colocadas em cadeirões e as maiores ocupam as mesinhas. Cada
bebê recebe seu prato com sua colher e é incentivado a comer sozinho. Para isso os responsáveis conversam com as
crianças animando-as em relação ao sabor e à importância do alimento que receberam, dizendo coisas como: “Nossa! Que
almoço saboroso!”, “Vamos comer pra ficar forte e saudável, pois ainda temos muitas atividades hoje.” Observam as
crianças e, quando necessário, ajudam algumas a levarem seu alimento à boca.
INSTRUÇÃO: Analise duas situações do cotidiano de instituições de Educação Infantil para responder à questão.
SITUAÇÃO 1
A turma é composta por dez crianças entre um ano e meio e dois anos de idade atendidas por dois Técnicos em Desenvolvimento Infantil (TDI). É hora do almoço. As crianças são colocadas sentadas lado a lado sobre dois armários do tipo balcão (cinco em cada lado) na própria sala. Os responsáveis começam a dar almoço para cinco crianças cada um ao mesmo tempo. Usam um mesmo prato e uma mesma colher para servir os bebês levando-lhes a comida à boca, alternadamente. Mantêm-se em silêncio para que as crianças permaneçam em ordem.
SITUAÇÃO 2
A turma é composta por dez crianças entre um ano e meio e dois anos de idade atendidas por dois TDI. É hora do almoço.
As crianças são levadas ao refeitório: as menores são colocadas em cadeirões e as maiores ocupam as mesinhas. Cada
bebê recebe seu prato com sua colher e é incentivado a comer sozinho. Para isso os responsáveis conversam com as
crianças animando-as em relação ao sabor e à importância do alimento que receberam, dizendo coisas como: “Nossa! Que
almoço saboroso!”, “Vamos comer pra ficar forte e saudável, pois ainda temos muitas atividades hoje.” Observam as
crianças e, quando necessário, ajudam algumas a levarem seu alimento à boca.
I - Crianças dessa idade costumam demorar muito para se alimentar sozinhas, por isso a necessidade de os profissionais manusearem o prato e a colher, quanto menos tempo se gasta durante essa atividade meramente mecânica, mais tempo sobra para as atividades pedagógicas.
II - Na Educação Infantil, a hora do almoço constitui também momento pedagógico, sendo propício para incentivar a autonomia das crianças, uma vez que nessa idade já dominam o movimento de apreensão, o que lhes irá permitir, gradativamente, conquistar a independência para realizar a própria alimentação.
III - Cabe ao adulto, por meio de suas atitudes, assegurar à criança condições para que possa, desde muito pequena, aprender a se organizar e realizar conquistas que sua maturidade biológica lhe permite, mesmo que, no caso da alimentação, isso possa demandar maior tempo e paciência.
IV - Ao adulto compete manter a ordem do ambiente e, como as crianças ainda são muito pequenas, deve-se fazer a menor movimentação possível no momento da alimentação, garantindo que a criança conclua essa atividade sem bagunças ou sujeiras, aprendendo normas de higiene desde cedo.
Estão corretas as afirmativas
Considerando os estudos e as orientações atuais acerca do desenvolvimento infantil e da ação pedagógica com crianças de zero a quatro anos, o que se deve fazer diante dessa situação?
O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI) optou por um recorte curricular baseado nos âmbitos de experiências essenciais que devem servir de referência para a prática educativa.
Os âmbitos são compreendidos como domínios ou campos de ação que dão visibilidade aos eixos de trabalho educativo para que o professor possa organizar sua prática e refletir sobre a abrangência das experiências que propicia às crianças.
(Referencial Curricular para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, vol. 1, 1998.)
O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI) optou por um recorte curricular baseado nos âmbitos de experiências essenciais que devem servir de referência para a prática educativa.
Os âmbitos são compreendidos como domínios ou campos de ação que dão visibilidade aos eixos de trabalho educativo para que o professor possa organizar sua prática e refletir sobre a abrangência das experiências que propicia às crianças.
(Referencial Curricular para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, vol. 1, 1998.)
O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI) optou por um recorte curricular baseado nos âmbitos de experiências essenciais que devem servir de referência para a prática educativa.
Os âmbitos são compreendidos como domínios ou campos de ação que dão visibilidade aos eixos de trabalho educativo para que o professor possa organizar sua prática e refletir sobre a abrangência das experiências que propicia às crianças.
(Referencial Curricular para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, vol. 1, 1998.)
Um velho testamento
Transido de frio
longe das colunas
está o poema
no sujeito
engolindo sapos
pra sobreviver.
Pobre diabo.
Nasceu por linhas tortas
e vai durar incerto
sem deixar
escritura lavrada.
(COCCO, M. H. Sete dias. Rio de Janeiro: Ed. Galo Branco, 2007.)
Um velho testamento
Transido de frio
longe das colunas
está o poema
no sujeito
engolindo sapos
pra sobreviver.
Pobre diabo.
Nasceu por linhas tortas
e vai durar incerto
sem deixar
escritura lavrada.
(COCCO, M. H. Sete dias. Rio de Janeiro: Ed. Galo Branco, 2007.)