Foram encontradas 511 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4043167 Direito Administrativo
Pedro Henrique, enquanto estudava para as provas do concurso público para provimento do Cargo de Servidor Técnico-Administrativo da UFAM, fez a leitura da Lei nº. 8.112/1990, na qual pôde observar que, nos termos da lei, NÃO é requisito básico para investidura em cargo público: 
Alternativas
Q4043166 Direito Previdenciário
De acordo com a Lei nº. 8.112/1990, a pensão por morte será devida ao conjunto dos dependentes do segurado que falecer, aposentado ou não, a contar da data:
Alternativas
Q4043165 Direito Administrativo
Conforme a Lei nº. 8.112/1990, ao servidor é PROIBIDO:
Alternativas
Q4043160 Redação Oficial
O Manual de Redação Oficial da Presidência da República estabelece alguns atributos para que o texto fique bem escrito. Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que NÃO está correta:
Alternativas
Q4043159 Português
Assinale a alternativa em que a frase está totalmente CORRETA: 
Alternativas
Q4043157 Português
    Leia a crônica a seguir, intitulada “Meu personagem da semana: Garrincha”, publicada em 21/06/1958, após o jogo Brasil x Rússia, pela Copa do Mundo realizada na Suécia. Seu autor é o famoso jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, conforme consta no livro O Berro impresso das manchetes (Rio de Janeiro: Editora Agir, 2007, p. 395 a 397). Após a leitura, responda à questão, elaboradas a partir do que se contém no texto.

        E eis que, pela primeira vez, um “seu” Manuel é o meu personagem da semana. Com esse nome cordial e alegre de anedota, ele tomou conta da cidade, do Brasil e, mais do que isso, da Europa. Creiam, amigos: o jogo Brasil x Rússia acabou nos três minutos iniciais. Insisto: nos primeiros três minutos da batalha, já o “seu” Manuel, já o Garrincha, tinha derrotado a colossal Rússia, com a Sibéria e tudo o mais. E notem: bastava um empate. Mas o meu personagem não acredita em empates e se disparou pelo campo adversário, como um tiro. Foi driblando um, driblando outro e consta, inclusive, que, na sua penetração fantástica, driblou até as barbas de Rasputin. Amigos: a desintegração da defesa russa começou, exatamente, na primeira vez em que Garricha tocou na bola. Eu imagino o espanto imenso dos russos diante desse garoto de pernas tortas, que vinha subverter todas as concepções do futebol europeu. Como marcar o imarcável? Como apalpar o impalpável? Na sua indignação impotente, o adversário olhava Garrincha, as pernas tortas de Garrincha e concluía: – “Isso não existe!” E eu, como os russos, já me inclino a acreditar que, de fato, domingo Garrincha não existiu. Foi para o público internacional uma experiência inédita. Realmente, jamais se viu, num jogo de tamanha responsabilidade, um time, ou melhor, um jogador começar a partida com um baile. Repito: baile, sim, baile! E o que dramatiza o fato é que foi um baile, não contra um perna-de-pau, mas contra o time poderosíssimo da Rússia.
    
        Só um Garrincha poderia fazer isso. Porque Garrincha não acredita em ninguém e só acredita em si mesmo. Se tivesse jogado contra a Inglaterra, ele não teria dado a menor pelota para a Rainha Vitória, o Lorde Nelson e a tradição naval do adversário. Absolutamente. Para ele, Pau Grande, que é a terra onde nasceu, vale mais do que toda a comunidade britânica. Com esse estado de alma, plantou-se na sua ponta para enfrentar os russos. Os outros brasileiros poderiam tremer. Ele não e jamais. Perante a plateia internacional, era quase um menino. Tinha essa humilhante sanidade mental do garoto que caça cambaxirra com espingarda de chumbo e que, em Pau Grande, na sua cordialidade indiscriminada, cumprimenta até cachorro. Antes de começar o jogo, o seu marcador havia de olhá-lo e comentar para si mesmo, em russo: “Esse não dá pra saída!” E, com dois minutos e meio, tínhamos enfiado na Rússia duas bolas na trave e um gol. Aqui em toda a extensão do território nacional, começávamos a desconfiar que é bom, que é gostoso ser brasileiro.
    
        Está claro que não estou subestimando o peito dos outros jogadores brasileiros. Deus me livre. Por exemplo: cada gol de Vavá era um hino nacional. Na defesa, Bellini chutava até a bola. E quando, no segundo tempo, Garrincha resolveu caprichar no baile, foi um carnaval sublime. A coisa virou show de Grande Otelo. E tem razão um amigo que, ouvindo o rádio, ao meu lado, sopra-me: “Isso que o Garrincha está fazendo é pior do que xingar a mãe!” Calculo que, a essa altura, as cinzas do Czar haviam de estar humilhadíssimas. O marcador do “seu” Manuel já não era um: eram três. E, então, começou a se ouvir, aqui, no Brasil, na praça da Bandeira, a gargalhada cósmica, tremenda, do público sueco. Cada vez que Garrincha passava por um, o público vinha abaixo. Mas não creiam que ele fizesse isso por mal. De modo algum. Garrincha estava, ali, com a mesma boa-fé inefável com que, em Pau Grande, vai chumbando as cambaxirras, os pardais. Via nos russos a inocência dos passarinhos. Sim: os adversários eram outros tantos passarinhos, desterrados em Pau Grande.
    
        Calculo que, lá pelas tantas, os russos, na sua raiva obtusa e inofensiva, haviam de imaginar que o único meio de destruir Garrincha era caçá-lo a pauladas. De fato, domingo, só a pauladas e talvez nem isso, amigos, talvez nem assim.
Sobre aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q2033968 Técnicas em Laboratório
A técnica de manutenção de culturas de fungos e bactérias que consiste em transferir periodicamente o patógeno para meios recém preparados é chamada
Alternativas
Q2033967 Técnicas em Laboratório
“As luvas de proteção precisam ser de material resistente, ter baixa permeabilidade e boa flexibilidade, além de compatíveis com as substâncias que serão manuseadas.” (HIRATA, M.H. et alii, Manual de Biossegurança,)
A luva adequada ao manuseio de ácidos é a feita de
Alternativas
Q2033966 Técnicas em Laboratório
Os meios de cultura podem ser classificados em diversos tipos. Dentre os meios mais usados temos o ágar-chocolate, que é um meio
Alternativas
Q2033965 Técnicas em Laboratório
A eliminação de todos as formas de vida microbiana (incluindo esporos) de um instrumento, devido à ação de agentes físicos ou químicos, é chamada
Alternativas
Q2033964 Técnicas em Laboratório
Técnica de separação de misturas que consiste no aquecimento da mistura de líquidos miscíveis (solução), cujos pontos de ebulição (PE) não sejam muito próximos. Esta técnica é empregada na separação do petróleo e é conhecida como
Alternativas
Q2033963 Técnicas em Laboratório
No preparo de uma lâmina com um pedaço de talo de uma alga clorofícea marinha, foi usada água doce. A observação da lâmina ao microscópio mostrou células
Alternativas
Q2033962 Técnicas em Laboratório
A hemofilia é um distúrbio na coagulação do sangue. Quando cortamos alguma parte do nosso corpo e começa a sangrar, as proteínas entram em ação para estancar o sangramento. Esse processo é chamado de coagulação. As pessoas portadoras de hemofilia, não possuem essas proteínas e por isso sangram mais do que o normal.
Disponível em: http://www.fiocruz.br/biosseguranca/ Bis/infantil/hemofilia.htm. Adaptado.
Um dos tipos mais graves é a hemofilia A, que é uma doença com herança
Alternativas
Q2033961 Técnicas em Laboratório
Para identificar a presença de proteínas e amido em alimentos, pode-se usar, respectivamente,
Alternativas
Q2033960 Técnicas em Laboratório
Um laboratório realizou a tipagem sanguínea de um indivíduo em relação aos sistemas ABO e Rh. Obteve-se os resultados expressos na tabela a seguir usando-se os reagentes anti-A, anti-B e anti-Rh em amostras do sangue da pessoa.
Indivíduo         Reagente Anti-A         Reagente Anti-B          Reagente Anti-Rh       1                Não aglutinou            Não aglutinou              Não aglutinou
Com base nestes dados, podemos dizer que esta pessoa é 
Alternativas
Q2033959 Técnicas em Laboratório
O bico de Bunsen é um dispositivo amplamente utilizado em laboratórios para aquecer substâncias. A forma segura de usar o bico de Bunsen é
Alternativas
Q2033958 Técnicas em Laboratório
Um sistema composto por água destilada líquida e cubos de gelo feitos de água destilada é um exemplo de
Alternativas
Q2033957 Técnicas em Laboratório
O procedimento correto para diluir ácidos concentrados é
Alternativas
Q2033955 Técnicas em Laboratório
Para preparar 0,5 ℓ de uma solução 3 M de glicose (massa molecular 180,16), um técnico utilizou 
Alternativas
Q2033954 Técnicas em Laboratório
De um total de 4,11 milhões de experimentos em animais realizados na Grã-Bretanha na década passada, 1,91 milhão envolveram animais transgênicos. Isso representou um aumento de 22% no uso de cobaias transgênicas em relação ao ano anterior. Camundongos mutantes foram os mais usados, seguidos por ratos e peixes.
Animais transgênicos são aqueles que
Alternativas
Respostas
341: E
342: B
343: D
344: B
345: C
346: C
347: C
348: A
349: B
350: C
351: E
352: B
353: A
354: C
355: B
356: E
357: A
358: A
359: C
360: B