Foram encontradas 548 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Considerando esse contexto, analise as afirmativas a seguir.
I. A escolha do assento na janela ou corredor deve ser feita no momento da reserva, estando sujeita à confirmação. II. Um bom agente de viagens, além de proporcionar um serviço personalizado, pode oferecer outros serviços ou informações necessárias a uma viagem. III. Traslado é o oposto de Transfer. IV. Escalas são pousos realizados em aeroportos antes de chegar ao destino, e o passageiro deverá trocar de aeronave. V. No Show é o não comparecimento do passageiro a um embarque ou não entrada de um hóspede no hotel.
Estão CORRETAS as afirmativas:
( ) A Lei de Regulamentação Profissional é a de Nº 7.277, de 30/09/1985, complementada pela Lei Nº 9.260, de 11/1/1996. ( ) Consta no Código de Ética, publicado no Diário Oficial da União de 07/07/1989, o Capítulo IV sobre Sigilo Profissional. ( ) Para exercitar as atuais exigências gerenciais, o secretário precisa entender as etapas básicas de gerenciamento: planejamento, organização, direção e controle. ( ) O GED gerencia todo o caminho que a informação irá seguir, desde o seu surgimento até o seu arquivamento. ( ) É por meio da agenda que o profissional de secretariado se organiza, planeja e controla compromissos, tarefas, reuniões ou pagamentos.
Assinale a sequência CORRETA.
Nomes
1. João Barbosa 2. Marilda Teixeira 3. Paulo Monte Verde 4. Carlos São Paulo 5. J. Vieira 6. Ricardo d’Andrade 7. Henrique Viana Neto 8. Professor André Ferreira 9. Winston Churchill 10. Esteban De Penedo 11. Al Ben-Hur 12. 3º Congresso de Secretariado
Assinale a sequência CORRETA.
“Se considerarmos que o conflito pode ser traduzido como um momento em que ocorre uma divergência de opiniões de interesses ou de objetivos, podemos dizer que seus aspectos positivos ou negativos dependem muito mais da forma como são conduzidos do que efetivamente representam em termos absolutos” (MUSSAK, 2010).
Considerando a ideia apresentada nesse trecho, são consequências benéficas do conflito, EXCETO:
Nessa temática, relacione a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, de acordo com à classificação dos documentos.
COLUNA I
1. Gênero 2. Natureza
COLUNA II
( ) Ostensivos ( ) Cartográfico ( ) Confidencial ( ) Iconográfico ( ) Sigilosos ( ) Sonoros ( ) Reservado ( ) Secreto ( ) Informáticos
Assinale a sequência CORRETA.
Durante muito tempo, as noções de arquivo, biblioteca e museus se confundiram, não só pela finalidade e forma física dos documentos, mas também por seus objetivos.
Considerando esse contexto, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando as características às instituições.
COLUNA I
1. Arquivo 2. Biblioteca 3. Museu
COLUNA II
( ) Visa a sua utilização no futuro. ( ) É uma instituição de interesse público. ( ) A sua finalidade é conservar, estudar e colocar à disposição do público peças e objetos de valor cultural. ( ) Disposto ordenadamente para estudo, pesquisa e consulta. ( ) Acumulação ordenada dos documentos, em sua maioria textuais ( ) É o conjunto de materiais, em sua maioria impressos.
Assinale a sequência CORRETA.
A Administração Pública do Município de Uberaba observa princípios previstos em sua Lei Orgânica.
Nesse contexto, são princípios da Administração Pública, EXCETO:
A Lei Orgânica do Município de Uberaba especifica a competência do município para a realização de obras públicas.
Considerando esse contexto, são competências do Município de Uberaba, EXCETO:
Cândido Portinari é um dos pintores brasileiros mais famosos do mundo. Sua principal obra acaba de ser completamente restaurada e é permanentemente exposta no hall de entrada do prédio das Nações Unidas em Nova York, EUA.
Assinale a alternativa com o nome dessa obra.
A tuberculose é causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões. Os sintomas mais frequentes são, no início da doença, tosse seca contínua, depois, tosse com presença de secreção por mais de quatro semanas.
Assinale a alternativa com o nome da vacina que previne as formas mais agressivas dessa doença.
Em 5 de agosto de 2010, 33 mineiros ficaram presos em uma mina de cobre, na qual estavam soterrados a uma profundidade de aproximadamente 700 metros. Este ano, em 13 de outubro, comemorou-se os 5 anos de fim desse drama.
Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta o país em que a tragédia aconteceu.
Em anúncio no dia 2 de outubro de 2015, como uma das medidas para o ajuste fiscal, muito comentado durante todo esse ano, o governo federal decidiu diminuir os gastos públicos.
Assinale a alternativa que apresenta os ministérios que foram fundidos a outros e, consequentemente, extintos.
Em 2015 foi realizado em Paris, organizado pela ONU, um encontro que reuniu líderes e representantes de mais de 190 países para propor um novo acordo sobre as mudanças climáticas no mundo.
Assinale a alternativa que apresenta o nome do encontro.
Considerando a norma padrão, analise as orações a seguir.
I. Clarice e Suzana acham que este é o caminho. Elas tem razão.
II. Em Gramado, a temperatura chegou a zero graus.
III. Ela mesma fez os reparos em casa.
IV. Susana chegou há dois dias e voltará daqui há duas semanas.
Estão INCORRETAS as orações:
Segundo o dicionário Aurélio, “neologismo” é a “palavra ou expressão nova numa língua”.
De acordo com essa definição, assinale a alternativa cuja oração contenha um neologismo.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O homem que sabe
Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.
O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.
No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.
Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.
[...]
MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.
Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:
<http://zip.net/bnsbWn>
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O homem que sabe
Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.
O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.
No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.
Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.
[...]
MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.
Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:
<http://zip.net/bnsbWn>
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O homem que sabe
Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.
O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.
No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.
Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.
[...]
MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.
Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:
<http://zip.net/bnsbWn>
Releia o trecho a seguir.
“A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade.”
Com base nesse trecho, analise as afirmativas a seguir.
I. O pronome “eles” refere-se aos valores humanos.
II. A locução “por isso” possui valor semântico conclusivo.
III. “Mas” é uma conjunção adversativa.
IV. Os valores são frutos da liberdade humana.
Segundo a norma padrão, estão CORRETAS as afirmativas:
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O homem que sabe
Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.
O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.
No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.
Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.
[...]
MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.
Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:
<http://zip.net/bnsbWn>
De acordo com o texto, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A linguagem e o pensamento são o que permite aos humanos não se deixarem escravizar pela natureza.
( ) Enquanto a natureza age por instinto ou impulso – o chamado estado natural –, o homem consegue criar, estabelecer e seguir valores, tornando-se, assim, socialmente estabelecido.
( ) Enquanto permanece na tentativa de separar-se da natureza por um contrato moral, o homem tende a prejudicar-se.
( ) O senso estético cumpre o papel de retornar o homem ao seu estado independente, permitindo, assim, um pertencimento efetivo à natureza.
( ) A faculdade do juízo, inata às criaturas da natureza, estabelece a união de homem e natureza de maneira igualitária.
Assinale a sequência CORRETA.