Questões de Concurso Comentadas para analista judiciário - contabilidade

Foram encontradas 4.737 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3538509 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Sobre a tranquilidade da alma


    Há desejos nossos que não devem ser levados para muito longe de nós; permitamos-lhes, então, que saiam apenas para as proximidades, de vez que não podem ser totalmente domesticados. Abandonando aquilo que não pode acontecer, ou que só muito dificilmente poderia estar ao nosso alcance, sigamos as coisas próximas que favorecem nossa esperança. Saibamos, no entanto, que essas coisas mais junto de nós podem ser levianas, e embora tenham por fora diversas faces, por dentro são igualmente vãs.

    E não invejemos as criaturas que estão mais alto: o que parece altura é também precipício. Aqueles, pelo contrário, aos quais uma sorte iníqua conduziu a uma encruzilhada, mais seguros estarão diminuindo sua soberba nas coisas que naturalmente levam à altivez orgulhosa de si.

    Muitos, na verdade, existem imperiosamente atados às alturas, e de lá não podem descer a não ser caindo. Nada, todavia, nos livrará das flutuações da alma como o saber fixar sempre um limite às ambições, sem deixá-las ao arbítrio da fortuna, assim como deter-nos a nós mesmos diante das promessas vertiginosas. Ainda que venham a excitar a alma, ou por isso mesmo, alguns dos nossos desejos, uma vez limitados, não avançarão temerariamente às regiões do que é imenso e incerto.

    Vejam: é aos imperfeitos, medíocres e insensatos que se dirigem esses meus preceitos, não ao sábio. O sábio não precisa саminhar com timidez, pé ante pé: ele tem tanta confiança em si mesmo e em seus recursos que não hesita em sair ao encontro do seu destino. Não tem, por isso, que temê-lo; aprendeu a viver sabendo o que pertence ao rol das coisas precárias e o que, estando ao seu alcance, cumpre-lhe guardar como seu.


(Adaptado de SÊNECA. Sobre a tranquilidade da alma. Trad. José Rodrigues Seabra Filho. São Paulo: Nova Alexandria, 1994, p. 51) 
Ao final do texto, Sêneca explica que seus preceitos se dirigem aos imperfeitos, medíocres e insensatos, porque acredita que
Alternativas
Q3538508 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Escolha ética do sujeito


    Afirma o psiquiatra e terapeuta suíço Carl Gustav Jung, em seu livro Memórias, sonhos e reflexões: “Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele. O homem, de um modo geral, não deve sucumbir nem mesmo ao bem. Um pretenso bem ao qual se sucumbe perde seu caráter moral, não porque tenha se tornado um mal em si, mas porque simplesmente se sucumbiu a ele."

    Nessa passagem Jung faz compreender a condicionante decisiva desse especial e mais grave "sucumbir" que nos vitima: nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados e cristalizados em polarizações mecânicas. 

    Para Jung, o bem e o mal “constituem, juntamente, um todo paradoxal”. E continua: “o indivíduo [...] procura ansiosamente as regras e as leis exteriores às quais possa ater-se cegamente nos momentos de perplexidade". E lembra ele que é comum atribuir a essas regras e leis exteriores a qualificação definitiva de "fatos", antes mesmo de qualquer busca de comprovação.

    Pode parecer-nos oportuno abandonar, por exemplo, a complexidade dos desafios do nosso tempo para nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora, à qual passamos a nos agarrar sem sombra de reflexão mais séria. Escolhemos aquilo que nos parece mais natural, mais fácil. No entanto, antes de julgar o valor da específica escolha adotada no cardápio vicioso de valores já assentados, Jung considera, assim, o malefício fundamental do nosso acatamento irrefletido de uma escolha que, a rigor, sequer chegamos a escolher. 


(Silvério Tárrega, a editar)
É gramaticalmente regular a substituição proposta para o elemento sublinhado na frase:
Alternativas
Q3538507 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Escolha ética do sujeito


    Afirma o psiquiatra e terapeuta suíço Carl Gustav Jung, em seu livro Memórias, sonhos e reflexões: “Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele. O homem, de um modo geral, não deve sucumbir nem mesmo ao bem. Um pretenso bem ao qual se sucumbe perde seu caráter moral, não porque tenha se tornado um mal em si, mas porque simplesmente se sucumbiu a ele."

    Nessa passagem Jung faz compreender a condicionante decisiva desse especial e mais grave "sucumbir" que nos vitima: nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados e cristalizados em polarizações mecânicas. 

    Para Jung, o bem e o mal “constituem, juntamente, um todo paradoxal”. E continua: “o indivíduo [...] procura ansiosamente as regras e as leis exteriores às quais possa ater-se cegamente nos momentos de perplexidade". E lembra ele que é comum atribuir a essas regras e leis exteriores a qualificação definitiva de "fatos", antes mesmo de qualquer busca de comprovação.

    Pode parecer-nos oportuno abandonar, por exemplo, a complexidade dos desafios do nosso tempo para nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora, à qual passamos a nos agarrar sem sombra de reflexão mais séria. Escolhemos aquilo que nos parece mais natural, mais fácil. No entanto, antes de julgar o valor da específica escolha adotada no cardápio vicioso de valores já assentados, Jung considera, assim, o malefício fundamental do nosso acatamento irrefletido de uma escolha que, a rigor, sequer chegamos a escolher. 


(Silvério Tárrega, a editar)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q3538506 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Escolha ética do sujeito


    Afirma o psiquiatra e terapeuta suíço Carl Gustav Jung, em seu livro Memórias, sonhos e reflexões: “Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele. O homem, de um modo geral, não deve sucumbir nem mesmo ao bem. Um pretenso bem ao qual se sucumbe perde seu caráter moral, não porque tenha se tornado um mal em si, mas porque simplesmente se sucumbiu a ele."

    Nessa passagem Jung faz compreender a condicionante decisiva desse especial e mais grave "sucumbir" que nos vitima: nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados e cristalizados em polarizações mecânicas. 

    Para Jung, o bem e o mal “constituem, juntamente, um todo paradoxal”. E continua: “o indivíduo [...] procura ansiosamente as regras e as leis exteriores às quais possa ater-se cegamente nos momentos de perplexidade". E lembra ele que é comum atribuir a essas regras e leis exteriores a qualificação definitiva de "fatos", antes mesmo de qualquer busca de comprovação.

    Pode parecer-nos oportuno abandonar, por exemplo, a complexidade dos desafios do nosso tempo para nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora, à qual passamos a nos agarrar sem sombra de reflexão mais séria. Escolhemos aquilo que nos parece mais natural, mais fácil. No entanto, antes de julgar o valor da específica escolha adotada no cardápio vicioso de valores já assentados, Jung considera, assim, o malefício fundamental do nosso acatamento irrefletido de uma escolha que, a rigor, sequer chegamos a escolher. 


(Silvério Tárrega, a editar)
A complexa e contraditória moral do homem pode ser deduzida da seguinte passagem do texto:
Alternativas
Q3538505 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Escolha ética do sujeito


    Afirma o psiquiatra e terapeuta suíço Carl Gustav Jung, em seu livro Memórias, sonhos e reflexões: “Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele. O homem, de um modo geral, não deve sucumbir nem mesmo ao bem. Um pretenso bem ao qual se sucumbe perde seu caráter moral, não porque tenha se tornado um mal em si, mas porque simplesmente se sucumbiu a ele."

    Nessa passagem Jung faz compreender a condicionante decisiva desse especial e mais grave "sucumbir" que nos vitima: nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados e cristalizados em polarizações mecânicas. 

    Para Jung, o bem e o mal “constituem, juntamente, um todo paradoxal”. E continua: “o indivíduo [...] procura ansiosamente as regras e as leis exteriores às quais possa ater-se cegamente nos momentos de perplexidade". E lembra ele que é comum atribuir a essas regras e leis exteriores a qualificação definitiva de "fatos", antes mesmo de qualquer busca de comprovação.

    Pode parecer-nos oportuno abandonar, por exemplo, a complexidade dos desafios do nosso tempo para nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora, à qual passamos a nos agarrar sem sombra de reflexão mais séria. Escolhemos aquilo que nos parece mais natural, mais fácil. No entanto, antes de julgar o valor da específica escolha adotada no cardápio vicioso de valores já assentados, Jung considera, assim, o malefício fundamental do nosso acatamento irrefletido de uma escolha que, a rigor, sequer chegamos a escolher. 


(Silvério Tárrega, a editar)
Ao considerar os valores a que podemos sucumbir, Jung considera que
Alternativas
Q3472633 Auditoria
Sobre a documentação de auditoria, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3472631 Auditoria Governamental
Um analista judiciário do TRE-TO especialista em contabilidade deve realizar uma auditoria em um grande volume de dados relacionados aos pagamentos de despesas com pessoal do órgão nos últimos cinco anos. Devido à extensão da população de dados, que engloba milhares de registros de pagamentos, o servidor decide aplicar técnicas de amostragem. O objetivo é verificar se os pagamentos foram efetuados de acordo com as normas legais e regulamentares aplicáveis. Com base nessa situação, é correto afirmar que
Alternativas
Q3472629 Direito Eleitoral
De acordo com a Lei nº 13.165/2015, assinale a alternativa correta sobre a prestação de contas partidárias e a prestação de contas de campanha.
Alternativas
Q3472627 Administração Financeira e Orçamentária
Determinado ente público aprovou sua Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2025, estimando a receita proveniente do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Após a aprovação da LOA, a Secretaria de Finanças realizou os procedimentos necessários para identificar os contribuintes, calcular os valores devidos e emitir as notificações de cobrança. Os contribuintes, ao receberem as notificações, efetuaram os pagamentos nas instituições financeiras autorizadas. Posteriormente, os valores arrecadados foram transferidos para a conta única do Tesouro Municipal.

Com base nesse cenário, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos estágios da receita pública conforme descritos.
Alternativas
Q3472621 Administração Financeira e Orçamentária
A respeito das espécies de orçamento, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3472619 Administração Financeira e Orçamentária
Os princípios orçamentários são diretrizes fundamentais que orientam a elaboração e a execução do orçamento público, garantindo transparência, eficiência e controle na gestão dos recursos públicos. A seguir, são apresentadas cinco situações hipotéticas que violam esses princípios.

1. A Lei Orçamentária Anual (LOA) de um município inclui dispositivos que alteram a legislação tributária local, modificando alíquotas de impostos.
2. Determinada secretaria estadual executa despesas que não estavam previstas na LOA, utilizando receitas que não foram incluídas no orçamento aprovado.
3. O governo estadual realiza despesas sem a devida discriminação, alocando recursos de forma genérica, sem especificar a finalidade de cada gasto.
4. A LOA de um estado apresenta apenas o saldo líquido das receitas, deduzindo antecipadamente as despesas correspondentes, sem demonstrar os valores brutos.
5. O orçamento de um município é aprovado para um período de dois anos, contrariando a prática de vigência anual.

Assinale a alternativa que associa corretamente cada situação ao princípio orçamentário correspondente.
Alternativas
Q3472617 Administração Financeira e Orçamentária
No contexto da administração financeira e orçamentária pública, os créditos adicionais são instrumentos que permitem a modificação do orçamento aprovado, visando atender a despesas não previstas ou insuficientemente dotadas. Considerando as modalidades de créditos adicionais previstas na legislação brasileira, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3472613 Direito Financeiro
Em relação à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), instituída pela Lei Complementar nº 101/2000, e suas alterações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3472612 Direito Eleitoral
No contexto das eleições, candidatos e partidos políticos realizam diversos gastos para divulgar suas propostas e mobilizar o eleitorado. Esses gastos, efetuados ao longo da campanha, são classificados como despesas eleitorais e devem ser devidamente registrados para a prestação de contas de campanha. Com base na legislação eleitoral, assinale a alternativa que NÃO constitui uma despesa de campanha eleitoral.
Alternativas
Q3472611 Direito Financeiro
Em determinado exercício financeiro, um órgão público contraiu empréstimos significativos para cobrir despesas com folha de pagamento e manutenção de suas instalações. Essa prática resultou em operações de crédito superiores às despesas de capital sem prévia autorização legislativa. Considerando os princípios e normas de finanças públicas, o servidor público responsável pelo setor de contabilidade do órgão deve indicar que 
Alternativas
Q3472610 Direito Eleitoral
De acordo com legislação eleitoral, os relatórios financeiros de prestação de contas de campanha, que envolvem o recebimento de recursos financeiros destinados ao financiamento da campanha eleitoral, devem ser informados à Justiça Eleitoral por meio do Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE) no prazo máximo de
Alternativas
Q3472608 Direito Eleitoral
Considerando as regras aplicáveis às sobras financeiras nas campanhas eleitorais, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. O comprovante de transferência das sobras de campanha deve ser juntado à prestação de contas do responsável pelo recolhimento, sem prejuízo dos respectivos lançamentos na contabilidade do partido político.
II. As sobras financeiras de recursos oriundos do Fundo Partidário devem ser transferidas para a conta bancária do partido político destinada à movimentação de recursos dessa natureza.
III. As sobras financeiras do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) devem ser transferidas para a conta bancária da Direção Nacional do Partido.
IV. As sobras de campanhas eleitorais devem ser transferidas ao partido da circunscrição do pleito, conforme a origem dos recursos e a filiação partidária do candidato, no prazo máximo de 5 dias antes da data prevista para a entrega das contas à Justiça Eleitoral. 
Alternativas
Q3472603 Auditoria Governamental
No contexto da auditoria governamental, entender os componentes do risco de auditoria é fundamental para a eficácia dos trabalhos de auditoria. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3472601 Auditoria
Um analista judiciário do TRE-TO especialista em contabilidade foi designado para realizar uma auditoria interna para verificar se as atividades do setor financeiro e de patrimônio desse tribunal estavam funcionando de acordo com os princípios de economicidade, eficiência, eficácia e efetividade. Durante a auditoria, em qual papel de trabalho o analista deve registrar as situações encontradas, as informações obtidas na execução da auditoria, bem como as propostas de recomendações e determinações?
Alternativas
Q3472599 Auditoria Governamental
A materialidade no planejamento e na execução da auditoria é um conceito essencial que orienta a condução dos procedimentos de auditoria e a avaliação das distorções encontradas. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
61: A
62: D
63: D
64: E
65: A
66: E
67: D
68: E
69: B
70: A
71: B
72: D
73: E
74: C
75: B
76: E
77: E
78: A
79: B
80: E