Questões de Concurso
Comentadas para instrutor de informática
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I - .............. de Direitos é o instrumento através do qual se opera a transmissão de direitos sobre determinado bem, que poderá ser móvel ou imóvel. II - O IBGE divulgou ontem os resultados do .............. demográfico de 2017. III - .............. é uma característica que qualifica a pessoa que é recatada, reservada, modesta e delicada em suas ações. IV - A defesa civil alertou para o perigo .............. de deslizamentos de encostas durante as chuvas. V - Em 2013, a embaixada italiana no Brasil divulgou que 30 milhões de brasileiros são descendentes de .............. italianos.
I - Meio ambiente pode ser definido como o conjunto das condições biológicas, físicas e químmicas ou conjunto de circunstâncias culturais, econômicas, morais e sociais em que vivem os indivíduos. II - Assistindo ao vídeo, você poderá ter idéias incríveis e também terá a oportunidade de comprá-lo por um preço baixíssimo. III - A saúde pública requer o controle da incidência de surtos epidêmicos, através da vigilância sanitária. IV - Reis, raínhas, príncipes e princesas: esse é o princípio da família dos contos de fadas legítimos, apesar das críticas contemporâneas.
TEXTO I
Retratando...
Somos todos frustrados neste mundo;
uns são mais, outros menos, mas ninguém
pode gabar-se de não ter no fundo
recalques, pois, de sobra, todos têm!
Um poço de mistérios, bem profundo,
possui em seu recesso todo alguém...
Mas a tara só vem à luz, segundo
o interesse animal que nos convém!
Embuçado no véu da hipocrisia,
ou preso a preconceitos, já sem fé,
todo homem se empenha noite e dia,
nessa inglória tarefa de querer
insistir em mostrar o que não é,
e o que deseja, mas não pode ser!
Rubens de Castro. Disponível em: <http://www.academiadeletrasmt.com.br/revista-aml/obras-digitalizadas/262-antologia-poetica-mato-grossense>
TEXTO I
Retratando...
Somos todos frustrados neste mundo;
uns são mais, outros menos, mas ninguém
pode gabar-se de não ter no fundo
recalques, pois, de sobra, todos têm!
Um poço de mistérios, bem profundo,
possui em seu recesso todo alguém...
Mas a tara só vem à luz, segundo
o interesse animal que nos convém!
Embuçado no véu da hipocrisia,
ou preso a preconceitos, já sem fé,
todo homem se empenha noite e dia,
nessa inglória tarefa de querer
insistir em mostrar o que não é,
e o que deseja, mas não pode ser!
Rubens de Castro. Disponível em: <http://www.academiadeletrasmt.com.br/revista-aml/obras-digitalizadas/262-antologia-poetica-mato-grossense>
TEXTO I
Retratando...
Somos todos frustrados neste mundo;
uns são mais, outros menos, mas ninguém
pode gabar-se de não ter no fundo
recalques, pois, de sobra, todos têm!
Um poço de mistérios, bem profundo,
possui em seu recesso todo alguém...
Mas a tara só vem à luz, segundo
o interesse animal que nos convém!
Embuçado no véu da hipocrisia,
ou preso a preconceitos, já sem fé,
todo homem se empenha noite e dia,
nessa inglória tarefa de querer
insistir em mostrar o que não é,
e o que deseja, mas não pode ser!
Rubens de Castro. Disponível em: <http://www.academiadeletrasmt.com.br/revista-aml/obras-digitalizadas/262-antologia-poetica-mato-grossense>
TEXTO I
Retratando...
Somos todos frustrados neste mundo;
uns são mais, outros menos, mas ninguém
pode gabar-se de não ter no fundo
recalques, pois, de sobra, todos têm!
Um poço de mistérios, bem profundo,
possui em seu recesso todo alguém...
Mas a tara só vem à luz, segundo
o interesse animal que nos convém!
Embuçado no véu da hipocrisia,
ou preso a preconceitos, já sem fé,
todo homem se empenha noite e dia,
nessa inglória tarefa de querer
insistir em mostrar o que não é,
e o que deseja, mas não pode ser!
Rubens de Castro. Disponível em: <http://www.academiadeletrasmt.com.br/revista-aml/obras-digitalizadas/262-antologia-poetica-mato-grossense>
TEXTO I
Retratando...
Somos todos frustrados neste mundo;
uns são mais, outros menos, mas ninguém
pode gabar-se de não ter no fundo
recalques, pois, de sobra, todos têm!
Um poço de mistérios, bem profundo,
possui em seu recesso todo alguém...
Mas a tara só vem à luz, segundo
o interesse animal que nos convém!
Embuçado no véu da hipocrisia,
ou preso a preconceitos, já sem fé,
todo homem se empenha noite e dia,
nessa inglória tarefa de querer
insistir em mostrar o que não é,
e o que deseja, mas não pode ser!
Rubens de Castro. Disponível em: <http://www.academiadeletrasmt.com.br/revista-aml/obras-digitalizadas/262-antologia-poetica-mato-grossense>
Com base na leitura do texto de RUbens de Castro, julgue as assertivas e assinale a opção correta:
I - O texto é uma tentativa de caracterizar ou retratar, conforme o próprio título aponta, aquelas seres humanos que, por não alcançarem seu objeto de desejo, sentem-se "frustrados".
II - Segundo o texto do escritor mato-grossense Rubens de Castro, a frustração do ser humano é decorrente de não alcançar o que deseja ser.
III - Uma vez que não alcança seu objeto de desejo o ser humano recorre à hipocrisia, na medida em que finge ser o que não é.
IV - Conforme o texto, todos os seres humanos são, igualmente, frustrados.
Vulcão de Fogo volta a entrar em erupção; mortes passam de 60 . Atividade vulcânica afeta 1,7 milhão de pessoas. Milhares de moradores tiveram que deixar suas casas. O Vulcão de Fogo, voltou a entrar em erupção na segunda-feira (04/06/2018) e a retirada de moradores de áreas próximas prossegue. A atividade vulcânica deixou 69 mortos, de acordo com o governo. Até o momento, apenas 13 vítimas fatais foram identificadas. A explosão de domingo do vulcão foi uma das mais violentas das últimas décadas.
(Disponível em: http://g1.globo.com/. Redação adaptada)
Onde ocorreu essa tragédia?
O nascimento da crônica
Há um meio certo de começar a crônica por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis, e La glace est rompue; está começada a crônica.
Mas, leitor amigo, esse meio é mais velho ainda do que as crônicas, que apenas datam de Esdras. Antes de Esdras, antes de Moisés, antes de Abraão, Isaque e Jacó, antes mesmo de Noé, houve calor e crônicas. No paraíso é provável, é certo que o calor era mediano, e não é prova do contrário o fato de Adão andar nu. Adão andava nu por duas razões, uma capital e outra provincial. A primeira é que não havia alfaiates, não havia sequer casimiras; a segunda é que, ainda havendo-os, Adão andava baldo ao naipe. Digo que esta razão é provincial, porque as nossas províncias estão nas circunstâncias do primeiro homem.
Quando a fatal curiosidade de Eva fez-lhes perder o paraíso, cessou, com essa degradação, a vantagem de uma temperatura igual e agradável. Nasceu o calor e o inverno; vieram as neves, os tufões, as secas, todo o cortejo de males, distribuídos pelos doze meses do ano.
Não posso dizer positivamente em que ano nasceu a crônica; mas há toda a probabilidade de crer que foi coetânea das primeiras duas vizinhas. Essas vizinhas, entre o jantar e a merenda, sentaram-se à porta, para debicar os sucessos do dia. Provavelmente começaram a lastimar-se do calor. Uma dizia que não pudera comer ao jantar, outra que tinha a camisa mais ensopada do que as ervas que comera. Passar das ervas às plantações do morador fronteiro, e logo às tropelias amatórias do dito morador, e ao resto, era a coisa mais fácil, natural e possível do mundo. Eis a origem da crônica. Que eu, sabedor ou conjeturador de tão alta prosápia, queira repetir o meio de que lançaram mãos as duas avós do cronista, é realmente cometer uma trivialidade; e contudo, leitor, seria difícil falar desta quinzena sem dar à canícula o lugar de honra que lhe compete. Seria; mas eu dispensarei esse meio quase tão velho como o mundo, para somente dizer que a verdade mais incontestável que achei debaixo do sol é que ninguém se deve queixar, porque cada pessoa é sempre mais feliz do que outra.
Não afirmo sem prova.
Fui há dias a um cemitério, a um enterro, logo de manhã, num dia ardente como todos os diabos e suas respectivas habitações. Em volta de mim ouvia o estribilho geral: que calor! Que sol! É de rachar passarinho! É de fazer um homem doido!
Íamos em carros! Apeamo-nos à porta do cemitério e caminhamos um longo pedaço. O sol das onze horas batia de chapa em todos nós; mas sem tirarmos os chapéus, abríamos os de sol e seguíamos a suar até o lugar onde devia verificar-se o enterramento. Naquele lugar esbarramos com seis ou oito homens ocupados em abrir covas: estavam de cabeça descoberta, a erguer e fazer cair a enxada. Nós enterramos o morto, voltamos nos carros, e daí às nossas casas ou repartições. E eles? Lá os achamos, lá os deixamos, ao sol, de cabeça descoberta, a trabalhar com a enxada. Se o sol nos fazia mal, que não faria àqueles pobres-diabos, durante todas as horas quentes do dia?
(ASSIS, Machado. O nascimento da crônica. Disponível em http://www.releituras.com/machadodeassis_nascimento.asp)
Qual o sentido do trecho “Não posso dizer positivamente em que ano nasceu a crônica; mas há toda a probabilidade de crer que foi coetânea das primeiras duas vizinhas”?
O Manifesto Ágil para o Desenvolvimento de Software, proposto por Beck, K. et al. (2001), propõe 12 princípios.
NÃO correspondem a um desses princípios criados por esses autores:
Sobre as afirmativas abaixo relacionadas aos conceitos de serviços Web
Considere os acrônimos:
•REST - Representational State Transfer;
•SOAP - Simple Object Access Protocol .
É correrto afirmar que o
Conforme descreve Wazlawick, R. S. (2015) p. XX, “Frequentemente, partes do software devem ser testadas separadamente do corpo principal do código, mas ao mesmo tempo elas devem comunicar com as outras partes”. Entretanto, nem sempre, ao testar um componente de software, que chama operações de outro, todo o código necessário já está implementado. Nesse sentido, podem-se criar versões simplificadas de código, que implementam apenas o comportamento que é absolutamente necessário, permitindo a realização dos testes.
Considerando os conceitos descritos, se
Na tabela a seguir, considerando os métodos de ordenação, que visam a colocar uma lista em ordem para facilitar a busca de informações nela contidas, associe os métodos à sua respectiva descrição.
Método de Ordenação
(1) Bubble Sort
(2) Insert Sort
(3) Select Sort
(4) Shellsort
(5) Mergesort
(6) Quicksort
(7) Heapsort
Descrição
( ) Neste método, a lista é subdividida em h-listas, as quais são ordenadas com um método de ordenação qualquer. Esse procedimento é repetido para valores decrescentes de h, sendo que o último valor de h tem que ser 1.
( ) Neste método, são usados, inicialmente, os elementos da lista que são inseridos em um heap binário crescente. Em seguida, são feitas sucessivas remoções do menor elemento do heap, colocando os elementos removidos do heap de volta na lista.
( ) Neste método, a lista é dividida em duas metades. Essas metades são ordenadas recursivamente e depois são intercaladas. Para tanto, faz-se uso das variáveis i e j para percorrer a metade esquerda e a metade direita, respectivamente. Em cada iteração, compara-se o elemento na posição i com o elemento na posição j. O menor deles é copiado para um vetor auxiliar. Esse procedimento é repetido até que uma das duas metades tenha sido totalmente copiada para o vetor auxiliar.
( ) Neste método, os elementos da lista são movidos para as posições adequadas de forma contínua. Se um elemento está inicialmente numa posição i e, para que a lista fique ordenada, ele deve ocupar a posição j, então ele terá que passar por todas as posições entre i e j. Em cada iteração do método, percorre-se a lista a partir de seu início, comparando cada elemento com seu sucessor, trocando-os de posição se houver necessidade.
( ) Neste método, a lista é dividida em parte esquerda e parte direita, sendo que os elementos da parte esquerda são todos menores do que os elementos da parte direita. Em seguida, as duas partes são ordenadas recursivamente.
( ) Neste método, considera-se que a lista está dividida em parte esquerda, já ordenada, e parte direita, em possível desordem. Além disso, os elementos da parte esquerda são todos menores ou iguais aos elementos da parte direita. Cada iteração consiste em escolher o menor elemento da parte direita (pivô) e trocá-lo com o primeiro elemento da parte direita. Com isso, a parte esquerda aumenta, pois passa a incluir o pivô, e a parte direita diminui.
( ) Neste método, considera-se que a lista está dividida em parte esquerda, já ordenada, e parte direita, em possível desordem. Inicialmente, a parte esquerda contém apenas o primeiro elemento da lista. Cada iteração consiste em colocar o primeiro elemento da parte direita (pivô) na posição adequada da parte esquerda, de modo que a parte esquerda continue ordenada.
Tabela: métodos de ordenação
Fonte: Próprio autor
A sequência correta desta associação é
A respeito dessas situações, na condição de
De acordo com Tanenbaum, em 1965, Dijkstra propôs o conceito da variável semáforo como sendo uma forma de implementar mecanismos de concorrência entre processos.
A respeito desse assunto, é correto afirmar que