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Q3436120 Noções de Primeiros Socorros
Entre as medidas de segurança adotada pelo Técnico de Operação de Estação de Tratamento de Água e Esgoto, em caso de contato acidental das mãos com água contaminada, o servidor deve lavá-las imediatamente com água potável e sabonete bactericida e posteriormente:
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Q3436119 Saúde Pública
É uma doença caracterizada pela inflamação do fígado, geralmente, causado por vírus e às vezes por agentes tóxicos. Nas atividades em rios poluídos por esgotos, a transmissão ocorre pelo contato com a água contaminada por fezes do ser humano infectado:
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Q3436118 Segurança e Saúde no Trabalho
Entre os itens presentes nas atividades do Técnico de Operação de Estação de Tratamento de Água e Esgoto listados a seguir, assinale a alternativa que descreve um dispositivo classificado como um equipamento de proteção coletiva:
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Q3436115 Engenharia Ambiental e Sanitária
A definição da intensidade da cor da água é produzida comparando-se a amostra com um padrão de cobalto-platina, sendo o resultado fornecido em unidades de cor, também chamadas de:
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Q3436114 Meio Ambiente
Os parâmetros DBO e DQO são utilizados para indicar a presença de matéria orgânica na água.

A distinção entre os dois métodos reside na natureza da matéria orgânica estabilizada. Enquanto a DBO se refere especificamente à matéria orgânica decomposta pela atividade microbiana, a DQO abrange também a estabilização da matéria orgânica resultante de processos:
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Q3436112 Engenharia Ambiental e Sanitária
A turbidez natural das águas está compreendida entre 3 a 500 unidades de turbidez.

Para fins de potabilidade, esta característica deve:
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Q3436109 Engenharia Ambiental e Sanitária
Com relação a composição de um projeto de estação de tratamento de água para abastecimento público, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto a seguir:

A entrada de água nos decantadores convencionais de fluxo vertical ou nos de elementos tubulares inclinados deve ser feita por pontos, _____________ ou por borda inferior de cortina, de modo a assegurar a distribuição uniforme da água em toda a área superficial do decantador.
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Q3436108 Engenharia Ambiental e Sanitária
Os decantadores são unidades destinadas à remoção de partículas presentes na água, pela ação da gravidade. A taxa de aplicação nos decantadores é determinada em função da:
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Q3436107 Engenharia Ambiental e Sanitária
São unidades da estação de tratamento de águas utilizadas para promover a agregação de partículas formadas na mistura rápida:
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Q3436106 Engenharia Ambiental e Sanitária
Nas Estações de Tratamento de Água, as cascatas, constituídas de pelo menos quatro plataformas superpostas, com dimensões crescentes decima para baixo, são utilizadas como:
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Q3436105 Engenharia Ambiental e Sanitária
Os frascos de vidro utilizados para coletar amostras de afluentes líquidos e corpos receptores, após o uso, devem ser esterilizados:
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Q3436104 Engenharia Ambiental e Sanitária
Considerando os cuidados para prevenir a contaminação das amostras coletadas em uma Estação de Tratamento de Água, assinale a alternativa incorreta:
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Q3436103 Engenharia Ambiental e Sanitária
Conforme as recomendações com relação preservação e técnicas de amostragem de afluentes líquidos e corpos receptores, as amostras liquidas devem ser estocadas em frascos resistentes, de vidro borossilicato ou de plástico, e que sejam:
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Q3436086 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


    Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.


    O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa. 


    — Porta aberta!


    — O quê?


     Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.


    A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto a seguir para responder à questão.

Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima.

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que ocorre desvio de concordância verbal ou nominal.
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Q3436084 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


    Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.


    O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa. 


    — Porta aberta!


    — O quê?


     Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.


    A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto a seguir: “Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado.” Embora o pronome de tratamento “você” corresponda à segunda pessoa do discurso, quanto à pessoa gramatical, a conjugação dos verbos com os quais concorda indica:
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Q3436083 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


    Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.


    O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa. 


    — Porta aberta!


    — O quê?


     Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.


    A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto a seguir para responder à questão.

Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute.

O elemento mencionado no excerto a que se refere o pronome “este” é:
Alternativas
Q3436081 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


    Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.


    O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa. 


    — Porta aberta!


    — O quê?


     Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.


    A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Para o narrador do texto, nos tempos da civilização do automóvel, a civilidade é demonstrada através de: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1224615 Português
A H²ORA
O mais antigo dos filósofos gregos, Tales de Mileto, não deixou nada escrito. Do seu pensamento, só restaram interpretações. A principal delas é a de que tudo se origina da água. A síntese da sua cosmologia do Universo é mais ou menos a seguinte: a Terra flutua sobre a água, que é a causa de todas as coisas. Nos tempos atuais e especialmente hoje, Dia Mundial da Água, essa combinação química de hidrogênio e oxigênio, exaltada por Mileto nos anos 585 a.C., virou uma metáfora de vida e morte. De um recurso natural inesgotável, passou à categoria de um bem escasso, a ponto de as Nações Unidas o definirem como uma provável causa de guerras no futuro deste século. Para alguns, o Brasil pode até parecer bem na foto, porque é superdotado em recursos hídricos. Só que para os 20% mais pobres da população brasileira que não têm água limpa saindo das torneiras e convivem com seus filhos menores morrendo de diarreia, a imagem de um paraíso tropical está meio fora de foco. (...) Ainda que seja dono de 12% da água do mundo, a distribuição no Brasil é desigual e irregular. Durante a última semana, a água concentrou as atenções em Istambul, na Turquia, no 5.º Fórum Mundial da Água, onde o Brasil foi o centro das atenções devido à generosidade da sua natureza. 
(Liana Melo. A H2 ORA. O Globo. 22/03/2009)
Com base no texto I, analise:
I. A nítida imagem de um paraíso tropical é vista por todo o povo brasileiro, pois no Brasil a natureza é generosa.
II. A água envolve questões de vida e de morte.
III.Em “a de que” (linha 03), há um recurso coesivo: a omissão de palavra citada anteriormente, que pode ser facilmente subtendida.
IV. Com relação ao volume de água própria para o consumo, o Brasil tem uma situação privilegiada.
Estão de acordo com as ideias do texto:
Alternativas
Respostas
1: C
2: E
3: D
4: A
5: D
6: B
7: B
8: C
9: A
10: D
11: C
12: D
13: E
14: A
15: C
16: B
17: B
18: D