Questões de Concurso Comentadas para enfermeiro

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Q2466357 Português

Leia o texto abaixo e analise as afirmativas.


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I) O texto acima apresenta a função social do gênero piada, que tem como objetivo fazer as pessoas rirem;


II) O humor da piada em questão alicerça-se na interpretação do casal sobre o sentido literal do termo “sentar naquela mesa”;


III) Essa piada demonstra que, embora Portugal e Brasil tenham o português como língua oficial, existem expressões que se diferenciam nestes países, gerando, portanto, uma falha de comunicação entre portugueses e brasileiros.


Após análise das afirmativas, conclui-se que:

Alternativas
Q2466351 Português
Atentando para progressão temática, leia o texto a seguir e analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seu respeito.

Q09.png (430×201)


I) Neste texto, a hiponímia e a hiperonímia são utilizadas para estabelecer relações semânticas entre os termos e garantir a coesão textual;
II) A palavra “animais” é um hipônimo de “mamíferos”, “felinos”, “carnívoros” e “omnívoros” que são tipos específicos de animais;
III) As palavras “leão”, “tigre” e “urso” são hiperônimos de “felino” e “mamífero”;
IV) Esses conceitos contribuem para a progressão temática do texto porque estabelecem conexões lógicas e semânticas entre as palavras e ideias apresentadas.

Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:  
Alternativas
Q2466348 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL


Jairo Marques



    Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

    Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

    Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

    Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

    Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?

    Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

    Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

    O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência –guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

    O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

    Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

    Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.



Disponível em: <https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br>

Quanto à regência nominal, entre as palavras abaixo, retiradas do texto em questão, assinale um substantivo que necessita de complemento nominal.
Alternativas
Q2466347 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL


Jairo Marques



    Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

    Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

    Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

    Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

    Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?

    Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

    Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

    O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência –guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

    O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

    Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

    Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.



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Atentando para regência verbal, assinale, abaixo, a alternativa cujo verbo em destaque no trecho “a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento [...]”, retirado do texto acima, pode ser substituído, sem causar alterações de estrutura e sentido no texto, pelo seguinte sinônimo: 
Alternativas
Q2466345 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL


Jairo Marques



    Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

    Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

    Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

    Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

    Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?

    Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

    Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

    O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência –guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

    O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

    Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

    Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.



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Na frase “Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática [...]”, Jairo Marques utiliza os seguintes modalizadores adjetivos que ratificam seu posicionamento sobre a temática abordada no texto:
Alternativas
Q2466344 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL


Jairo Marques



    Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

    Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

    Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

    Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

    Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?

    Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

    Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

    O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência –guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

    O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

    Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

    Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.



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No que tange à tipologia textual, o texto acima é, predominantemente:
Alternativas
Q2465777 Enfermagem
Universalização, equidade e integralidade são:
Alternativas
Q2465776 Enfermagem
A reposição volêmica:
Alternativas
Q2465775 Enfermagem
Após analisar os itens, assinale a alternativa correta:
I - 60 x 40 mmHg. II - 120 x 70 mmHg. III - 220 x 160 mmHg.
Alternativas
Q2465774 Enfermagem
Ao assumir o plantão, o Enfermeiro lê no prontuário que a paciente W.B.X. (49 anos) desmaia em posição ortostática. Considerando a informação descrita em prontuário e a prática assistencial, podemos constatar que W.B.X. desmaia ao permanecer: 
Alternativas
Q2465773 Enfermagem
Atendimento na Unidade Básica de Saúde pela equipe de Saúde da Família: paciente apresentando episódio de obnubilação. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2465772 Enfermagem
No estabelecimento de Saúde da Família, a Enfermeira ministra uma palestra ao grupo de gestantes; analise os itens, que correspondem às orientações dadas durante a ação de educação em saúde, e posteriormente assinale a alternativa correta:

I - O bebê deve estar virado para a mãe, bem junto de seu corpo, completamente apoiado e com os braços livres. II - A cabeça do bebê deve ficar de frente para o peito e o nariz bem na frente do mamilo. III - O bebê só deverá ser colocado para sugar quando sua boca estiver bem aberta. IV - Quando o bebê pega o peito, o queixo deve encostar na mama, os lábios ficam virados para fora e o nariz fica livre; ele deve abocanhar, além do mamilo, o máximo possível da parte escura da mama (aréola). V - Cada bebê tem seu próprio ritmo de mamar, o que deve ser respeitado.
Alternativas
Q2465771 Enfermagem
Assinale a única alternativa que apresenta uma pontuação que NÃO se aplica à Escala de Coma de Glasgow:
Alternativas
Q2465770 Enfermagem
Assinale a alternativa que aponta o ano em que foi instituído o Programa Previne Brasil (Portaria Nº 2.979):
Alternativas
Q2465769 Enfermagem
Analise os itens e posteriormente assinale a alternativa correta:

I - Considerando a classificação das zoonoses quanto ao modo de transmissão, conceitua-se Antropozoonose: doença primária de animais e que pode ser transmitida aos humanos, por exemplo, raiva e leishmaniose. II - Considerando a classificação das zoonoses quanto ao modo de transmissão, conceitua-se Amphixenosis: doença que circula entre homens e animais, por exemplo, estafilococose. III - Considerando a classificação das zoonoses segundo os ciclos de manutenção do agente etiológico, conceitua-se Zoonose Direta: o agente pode persistir com passagens sucessivas por uma única espécie de animal vertebrado, por exemplo, raiva. IV - Considerando a classificação das zoonoses segundo os ciclos de manutenção do agente etiológico, conceitua-se Ciclozoonose: o agente necessita obrigatoriamente passar por duas espécies distintas de animais vertebrados para que seu ciclo se complete, por exemplo, complexo equinococose-hidatidose e cisticercose. V - Considerando a classificação das zoonoses segundo os ciclos de manutenção do agente etiológico, conceitua-se Metazoonose: o agente necessita passar por hospedeiro invertebrado para que o seu ciclo se complete, por exemplo, febre maculosa, febre amarela, doença de Chagas e leishmaniose. VI - Considerando a classificação das zoonoses segundo os ciclos de manutenção do agente etiológico, conceitua-se Saprozoonose: o agente necessita passar por transformações que ocorrem no ambiente externo em ausência de parasitismo, por exemplo: toxoplasmose.
Alternativas
Q2465768 Enfermagem
O eletrocardiograma possibilita a identificação de uma série de distúrbios ou patologias que podem afetar o coração; quanto antes o problema for analisado, mais rapidamente poderá ser resolvido. No eletrocardiograma propriamente dito, para iniciar a colocação dos eletrodos sobre o peito do paciente, deve-se contar os espaços entre as costelas a partir da: 
Alternativas
Q2465767 Enfermagem
Na próxima sexta-feira, a Enfermeira Ana Maria realizará visita domiciliar para um paciente idoso, que possui Lesão por Pressão Estágio 4 em região sacral, com presença de tecido desvitalizado e exsudação purulenta em grande quantidade, com odor fétido e presença significativa de miíase. Diante do caso, considerando a localização dessa ferida, assinale a alternativa que se refere a “região sacral”:
Alternativas
Q2465766 Enfermagem
Analise os itens e posteriormente assinale a alternativa que corresponde às patologias passiveis de prevenção através da administração do esquema completo da vacina “Tríplice Viral”:

I - Difteria. II - Poliomielite. III - Tétano. IV - Toxoplasmose. V - Sarampo. VI - Coqueluche. VII - Caxumba. VIII - Tuberculose. IX - Febre Amarela. X - Meningite. XI - HPV. XII - Rubéola. 
Alternativas
Q2465765 Enfermagem
Local onde o embrião se aloja quando ocorre a fecundação:
Alternativas
Respostas
16921: A
16922: D
16923: C
16924: B
16925: D
16926: A
16927: C
16928: C
16929: E
16930: C
16931: D
16932: B
16933: A
16934: E
16935: B
16936: A
16937: E
16938: D
16939: E
16940: A