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I. A retirada dos ferrões da pele deverá ser feita por raspagem com lâmina ou pelo pinçamento de cada um deles.
II. Quando necessária, a analgesia poderá ser feita pela Dipirona, via parenteral, utilizando uma ampola de 500 mg.
III. O tratamento de escolha para as reações anafiláticas é a administração subcutânea de solução aquosa de adrenalina 1:1000, iniciando-se com a dose de 0,5 ml, repetida duas vezes em intervalos de 10 minutos para adultos, se necessário.
Considerando o exposto e as disposições do Ministério da Saúde, assinale a alternativa correta.
Segundo o Ministério da Saúde, a lacuna é corretamente preenchida por:
I. Para a pega do olho artificial, a equipe de enfermagem deverá utilizar a pinça Fdrirect.
II. Para a remoção do olho, pode-se retrair a pálpebra inferior e exercer uma leve pressão exatamente abaixo do olho.
III. O olho artificial deve ser armazenado em um recipiente rotulado, cheio de solução a 0,1% de hipoclorito de sódio para a descontaminação.
IV. Para reinserir o olho, deve-se retrair as pálpebras superior e inferior e deslizar suavemente o olho para dentro da órbita, adaptando-o adequadamente sob a pálpebra superior.
Está correto o que se afirma apenas em:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo
Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage.
Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem.
Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão.
Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.”
Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase.
“A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em