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Assinale a alternativa que contém corretamente o resultado de X + Y.
(__)A eliminação ou neutralização da insalubridade não determinará a cessação do pagamento do adicional respectivo, haja vista o preceito do direito adquirido.
(__)No caso de incidência de mais de um fator de insalubridade, será apenas considerado o de grau mais elevado, para efeito de acréscimo salarial, sendo vedada a percepção cumulativa.
(__)A eliminação ou neutralização da insalubridade ficará caracterizada através de avaliação pericial por órgão competente, que comprove a inexistência de risco à saúde do trabalhador.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
(__)As aberturas, saídas e vias de passagem devem ser mantidas desobstruídas.
(__)Nenhuma saída de emergência deve ser fechada à chave ou presa durante a jornada de trabalho, salvo em casos excepcionais.
(__)As aberturas, saídas e vias de passagem de emergência devem ser identificadas e sinalizadas de acordo com a legislação estadual e, quando aplicável, de forma complementar, com as normas técnicas oficiais, indicando a direção da saída.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
(__)Cabe ao trabalhador usar o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador.
(__)Não constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao usar o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador.
(__)O trabalhador deve comunicar, em até 30 dias, ao seu superior hierárquico as situações de trabalho que envolvam um risco grave e iminente para a sua vida ou saúde, bem como de terceiros.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
(__)Os pisos dos locais de trabalho não devem apresentar saliências, nem depressões, que prejudiquem a circulação de pessoas ou a movimentação de materiais.
(__)Os locais de trabalho devem ter a altura do piso ao teto, pé-direito, de acordo exclusivamente com o código de obras local ou posturas municipais.
(__)Nos pisos, escadas fixas, rampas, corredores e passagens dos locais de trabalho, onde houver risco de escorregamento, devem ser empregados materiais ou sistemas antiderrapantes.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta
(__)Compete especialmente às Delegacias Regionais do Trabalho, nos limites de sua jurisdição, promover a fiscalização do cumprimento das normas de segurança e medicina do trabalho.
(__)Compete especialmente às Delegacias Regionais do Trabalho, nos limites de sua jurisdição, impor as penalidades cabíveis por descumprimento das normas.
(__)Cabe aos empregados facilitarem o exercício da fiscalização pela autoridade competente.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
Um engenheiro de segurança do trabalho foi contratado para elaborar um procedimento de avaliação da exposição de um indivíduo a níveis de ruído contínuo durante a realização de suas atividades no contexto do trabalho, utilizando o critério do nível de exposição da NH01. Após a avaliação da intensidade em laudo técnico específico, identificou-se o Nível de Exposição Normalizada (NEN) igual a 78 dB(A). Com base nesse resultado e no critério de avaliação adotado, analise as afirmativas a seguir.
I. Nesse critério, considera-se como nível de ação o valor igual a 82 dB(A) e o limite de exposição valor teto para ruído contínuo, um valor de 110 dB(A).
II. Sempre que o NEN for superior a 85 dB(A), o limite de exposição estará excedido e exigirá a adoção imediata de medidas de controle.
III. Caso o NEN estivesse entre 82 dB(A) e 85 dB(A), a exposição deveria ser considerada acima do nível de ação, devendo ser adotadas medidas preventivas, a fim de minimizar a probabilidade de que as exposições ao ruído causassem prejuízos à audição do trabalhador e evitar que o limite de exposição seja ultrapassado.
IV. Nessa situação, por a intensidade estar abaixo no nível de ação, não há a obrigação da empresa reportar a exposição acima no evento S-2240, haja vista não ser a informação obrigatória para composição do PPP. Contudo, não há impedimento de tal exposição ser reportada como medida de gestão pelo declarante.
Está correto o que se afirma apenas em
Um engenheiro, contratado para gerenciar os serviços de SST de um frigorífico, ao longo de suas inspeções técnicas, avaliou o ambiente interno de uma câmara fria e, por meio de um termômetro de globo calibrado, a temperatura da câmara fria variou entre –6°C e 0°C. Analisando os colaboradores do setor, constatou-se que as vestimentas não estavam totalmente adequadas, deixando os empregados desprotegidos contra as radiações térmicas. Diante desse fato, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Devido à falta de proteção adequada, expondo os trabalhadores ao frio, a atividade neste ambiente pode ser considerada insalubre em grau médio, sendo ratificada por meio de laudo de inspeção, conforme consta na NR-15.
( ) Caso a empresa ofereça todas as medidas de proteção efetivas, cobrando e fiscalizando o uso correto e controlado dos EPIs, neutralizando os danos à saúde do trabalhador em razão do contato frio excessivo da câmara, o percentual de insalubridade poderá ser reduzido para o grau mínimo.
( ) Com o resultado da Avaliação de Stress Térmico (frio) apresentado, ultrapassando o Limite de Exposição Ocupacional (LEO), para o agente físico frio, definido pela NR-15, essa atividade poderia ser caracterizada como exposição permanente ao risco conferindo direito à aposentadoria especial, tendo que ser relatada no evento S-2220 por meio do e-Social.
A sequência está correta em
A Norma Regulamentadora 33 (NR-33) estabelece requisitos para a segurança e a saúde dos trabalhadores que realizam atividades em espaços confinados. Entre os procedimentos obrigatórios, destaca-se a emissão da Permissão de Entrada e Trabalho (PET), documento que autoriza o acesso e define as condições seguras para a execução das atividades nesses ambientes.
Qual é o prazo mínimo de arquivamento da Permissão de Entrada e Trabalho (PET), conforme estabelecido pela norma supracitada?
Um profissional da área de segurança fiscaliza os serviços executados pelos novos servidores municipais com cargos de serventes de obras em uma atividade de descarregamento e transporte de sacos de cimento de 50 kg e argamassa multiuso de 20 Kg até o depósito municipal, registrando os seguintes fatos:
• Devido à grande quantidade de insumos para serem descarregados e transportados para o depósito, os colaboradores optaram por transportar de uma só vez, de forma manual, uma pilha contendo um saco de cimento e um saco de argamassa multiuso, totalizando 70 Kg em seus braços.
• Cada servidor percorreu 90 metros do ponto em que o caminhão estava parado até o local de descarga dos aglomerantes, passando por um pequeno trecho sobre uma prancha de madeira sobre vão de 0,80 metro.
• O material empilhado em depósito ficou afastado 30 cm da estrutura lateral do prédio.
Baseado nesses fatos, assinale a alternativa correta.
De acordo com a NBR 14276 de 2020, a brigada de incêndio é um grupo organizado, formado por pessoas voluntárias ou indicadas, treinado e capacitado para atuar na prevenção e no combate ao princípio de incêndio, abandono de área, prevenção de acidentes e primeiros-socorros, dentro de uma área preestabelecida na edificação, planta ou evento. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. Os módulos do treinamento podem ser realizados separadamente, desde que não haja prejuízo na continuidade do aprendizado e na sequência do conteúdo programático, bem como não ultrapasse o período de doze meses do treinamento anterior.
II. A quantidade necessária de brigadistas para a formação da primeira equipe para o atendimento, obedecendo ao tempo de resposta fixado pela ABNT, para plantas de alto risco e/ou com população fixa acima de dez pessoas, deve ser de, pelo menos, três brigadistas.
III. Em caso de chamados de combate a incêndio, sendo esses atendidos com EPI, o tempo de resposta para a chegada da primeira equipe de emergência no local deve ser de, no máximo, seis minutos em pelo menos 90% desses chamados.
Está correto o que se afirma em
Ao realizar uma fiscalização rotineira em um canteiro de obras, o engenheiro alertou o pintor sobre a falta de uso do EPI na execução de lixamento da superfície de alvenaria para posterior recebimento de tinta acrílica, sendo necessário o uso de uma máscara de proteção. Após a advertência sofrida, o colaborador, imediatamente, buscou corrigir a pendência, utilizando uma máscara cirúrgica descartável. Analise as afirmativas correlatas e a relação proposta entre elas.
I. “A máscara cirúrgica é um equipamento de proteção individual contendo um CA específico para outros tipos de agentes de riscos, não sendo permitida para essa atividade.”
PORQUE
II. “A máscara cirúrgica não protege adequadamente o usuário em relação às patologias transmitidas por esse agente de risco, pois ela não realiza a filtragem necessária para garantir a segurança do trabalhador; deve-se, portanto, optar por máscaras com um maior nível de proteção, como os respiradores semifaciais, podendo ser utilizado PFF1 (S).”
Assinale a alternativa correta.
Acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de empresa ou de empregador doméstico ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do Art. 11 da Lei nº 8.213/1991, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. Com base nas definições da NBR 14280 e na legislação federal vigente, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A doença profissional é decorrente do exercício continuado ou intermitente de atividade laborativa capaz de provocar lesão por ação mediata, caracterizado pela exposição de determinado profissional a algum agente ambiental não comum a todos os profissionais que exercem aquela mesma atividade.
( ) Doenças do trabalho referem-se a qualquer doença adquirida no ambiente de trabalho, independentemente da relação com as atividades desempenhadas, enquanto doenças profissionais estão restritas às doenças ocupacionais crônicas.
( ) Acidente de trajeto é o acidente sofrido pelo empregado no percurso da residência para o local de trabalho ou desse para aquela, independentemente do meio de locomoção, desde que não haja interrupção ou alteração de percurso por motivo alheio ao trabalho. Quando ocorre, deve ser tratado à parte, não sendo incluído no cálculo usual das taxas de frequência e de gravidade.
A sequência está correta em
Em todos os locais e situações de trabalhos internos deve haver iluminação em conformidade com os níveis mínimos de iluminamento a ser em observados nos locais de trabalho estabelecidos na Norma de Higiene Ocupacional nº 11 (NHO 11).
Sobre os procedimentos e critérios de avaliação desses níveis, assinale a afirmativa correta.
Texto 01
O mundo precisa da sua originalidade – e você também
Patrícia Cotton
A palavra alemã Zeitgeist insinua que somos afetados – ou até mesmo assombrados – pelo espírito do tempo
em que vivemos. Esse “fantasma” dá o tom do nosso ambiente cultural e intelectual, e sobretudo das nossas escolhas. O
tempo seria uma espécie de molde que torna impossível o exercício pleno da originalidade. E na contemporaneidade isso
tem se tornado ainda mais agudo. Fórmulas prontas nos levam a crer que o visível, o recorrente e o seguro são o mesmo
que “sucesso”. Padrões de comunicação, de estética, de mentalidade política, de gestão e de autoprodutização apostam
cada vez mais na previsibilidade anticancelamento, asfixiando o pioneirismo e a criatividade. Estamos, afinal, perdendo a
capacidade de ser originais?
Sendo uma exímia voyer digital, venho notando há alguns anos certos modelos se cristalizando. Postar fotos
com o date, por exemplo, virou o novo anel de compromisso. Estudos, refeições, férias, mudanças de trabalho, e até
mesmo malhação – outrora aspectos naturais da existência – tornaram-se extraordinários (uma vez publicados, claro). A
espetacularização permanente de quase tudo virou uma espécie de “prova de vida” do INSS. Uma vibe na linha de “mãe,
olha o desenho que eu fiz!”. Dando uma de Analista de Bagé, parece que o silêncio (digital) virou sinal de que as coisas,
enfim, vão bem.
Falando da nossa realidade analógica, somos fruto de um momento de inspiração original dos nossos pais.
Digitais, DNA e voz comprovam a nossa singularidade estrutural, nossa gênese inquestionável. Originalidade, por este
prisma, é um bem democrático, já que a única coisa que não pode ser copiada é justamente você. Se irá aproveitar isso
ou não, é outra história. Fato é: o esquecimento deste ativo que é a singularidade nos distancia não apenas de nós
mesmos, mas de compor o todo de uma comunidade diversa.
[...]
Ao seguir hábitos e padrões de forma irrefletida, indivíduos e negócios vão se tornando muito mais objeto do que
sujeito de suas ações. Abatidos pelo Zeitgeist e pela autoconsciência anêmica, fica cada vez mais difícil surpreender. Parece, inclusive, que foi em outra vida que o mote “pense diferente”, da Apple, teve algum valor. Estamos
cada vez menos originais, viciados em benchmarks, engajamentos e teses de investimento que trazem supostas
garantias.
Paradoxalmente, nunca precisamos tanto da originalidade para enfrentar os problemas complexos e inéditos que temos vivenciado coletivamente. E também para a autorrealização individual.
O tópico da autorrealização me faz lembrar que, por muito tempo, acreditei que ser acessível era ser
comprometida, sobretudo profissionalmente. À luz disso, me viciei em um “crackberry” (gíria que se refere à natureza
viciante dos smartphones BlackBerry, que eram conhecidos por suas ferramentas eficientes de e-mail, mensagens e
produtividade) como instrumento de trabalho. Na época, achava natural que aquele aparelho fosse minha extensão, sem
me dar conta dessa perigosa simbiose. Durante um autoexperimento de mudança, em que fiquei quase um ano sem
celular, tive o melhor e mais transformador período da minha vida. Desde então, cultivo uma comunicação ecológica, fora
da “whatsApplândia” e afins. Sua suposta conveniência jamais me convenceu, e a vida “semioffline” segue trazendo bons
frutos, apesar de todas as reclamações, controvérsias e perdas que conscientemente enfrento. O que muitos denominam
de loucura, aprendi a chamar de originalidade.
Encontrar o próprio caminho original não é fácil, mas certamente é mais interessante que o consumo irrestrito de
clichês e benchmarks. Ser original é trabalhar na margem de manobra entre o espírito do tempo que nos influencia, e o
que é de alcance consciente. É entender que destino é também – mas não só – origem. É expressar a essência na
existência através de escolhas corajosamente autênticas. É ser subversivo, fazer algo que ainda não foi imaginado. E
pagar os eventuais pedágios com um discreto sorriso de Monalisa no rosto.
Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 22 maio 2024. Adaptado.
I - uso reiterado de estrangeirismos.
II - diferentes usos das aspas.
III - uso de citação direta.
IV - frequente uso de arcaísmos.
V - uso de neologismos.
Estão CORRETOS os itens
Texto 01
O mundo precisa da sua originalidade – e você também
Patrícia Cotton
A palavra alemã Zeitgeist insinua que somos afetados – ou até mesmo assombrados – pelo espírito do tempo
em que vivemos. Esse “fantasma” dá o tom do nosso ambiente cultural e intelectual, e sobretudo das nossas escolhas. O
tempo seria uma espécie de molde que torna impossível o exercício pleno da originalidade. E na contemporaneidade isso
tem se tornado ainda mais agudo. Fórmulas prontas nos levam a crer que o visível, o recorrente e o seguro são o mesmo
que “sucesso”. Padrões de comunicação, de estética, de mentalidade política, de gestão e de autoprodutização apostam
cada vez mais na previsibilidade anticancelamento, asfixiando o pioneirismo e a criatividade. Estamos, afinal, perdendo a
capacidade de ser originais?
Sendo uma exímia voyer digital, venho notando há alguns anos certos modelos se cristalizando. Postar fotos
com o date, por exemplo, virou o novo anel de compromisso. Estudos, refeições, férias, mudanças de trabalho, e até
mesmo malhação – outrora aspectos naturais da existência – tornaram-se extraordinários (uma vez publicados, claro). A
espetacularização permanente de quase tudo virou uma espécie de “prova de vida” do INSS. Uma vibe na linha de “mãe,
olha o desenho que eu fiz!”. Dando uma de Analista de Bagé, parece que o silêncio (digital) virou sinal de que as coisas,
enfim, vão bem.
Falando da nossa realidade analógica, somos fruto de um momento de inspiração original dos nossos pais.
Digitais, DNA e voz comprovam a nossa singularidade estrutural, nossa gênese inquestionável. Originalidade, por este
prisma, é um bem democrático, já que a única coisa que não pode ser copiada é justamente você. Se irá aproveitar isso
ou não, é outra história. Fato é: o esquecimento deste ativo que é a singularidade nos distancia não apenas de nós
mesmos, mas de compor o todo de uma comunidade diversa.
[...]
Ao seguir hábitos e padrões de forma irrefletida, indivíduos e negócios vão se tornando muito mais objeto do que
sujeito de suas ações. Abatidos pelo Zeitgeist e pela autoconsciência anêmica, fica cada vez mais difícil surpreender. Parece, inclusive, que foi em outra vida que o mote “pense diferente”, da Apple, teve algum valor. Estamos
cada vez menos originais, viciados em benchmarks, engajamentos e teses de investimento que trazem supostas
garantias.
Paradoxalmente, nunca precisamos tanto da originalidade para enfrentar os problemas complexos e inéditos que temos vivenciado coletivamente. E também para a autorrealização individual.
O tópico da autorrealização me faz lembrar que, por muito tempo, acreditei que ser acessível era ser
comprometida, sobretudo profissionalmente. À luz disso, me viciei em um “crackberry” (gíria que se refere à natureza
viciante dos smartphones BlackBerry, que eram conhecidos por suas ferramentas eficientes de e-mail, mensagens e
produtividade) como instrumento de trabalho. Na época, achava natural que aquele aparelho fosse minha extensão, sem
me dar conta dessa perigosa simbiose. Durante um autoexperimento de mudança, em que fiquei quase um ano sem
celular, tive o melhor e mais transformador período da minha vida. Desde então, cultivo uma comunicação ecológica, fora
da “whatsApplândia” e afins. Sua suposta conveniência jamais me convenceu, e a vida “semioffline” segue trazendo bons
frutos, apesar de todas as reclamações, controvérsias e perdas que conscientemente enfrento. O que muitos denominam
de loucura, aprendi a chamar de originalidade.
Encontrar o próprio caminho original não é fácil, mas certamente é mais interessante que o consumo irrestrito de
clichês e benchmarks. Ser original é trabalhar na margem de manobra entre o espírito do tempo que nos influencia, e o
que é de alcance consciente. É entender que destino é também – mas não só – origem. É expressar a essência na
existência através de escolhas corajosamente autênticas. É ser subversivo, fazer algo que ainda não foi imaginado. E
pagar os eventuais pedágios com um discreto sorriso de Monalisa no rosto.
Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 22 maio 2024. Adaptado.