Questões de Concurso Comentadas para agente de controle de zoonoses

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Q2633424 História e Geografia de Estados e Municípios

O município de Limeira faz parte de uma região turística que oferece atrações culturais, rurais, naturais, gastronômicas, de negócios e de aventura. A vegetação da área é marcada pela combinação de Mata Atlântica, florestas de eucalipto e trechos de cerrado. Qual é o nome dessa região turística?

Alternativas
Q2633423 Atualidades

“Observando a natureza, o sonho de chegar ao céu começou a ser construído. Quando criança, já se encantava com as peças das locomotivas em Minas. Depois foi estudar em Paris, onde criou o que parecia impossível” (Portal G1, 13 out. 2023). O trecho se refere a um brasileiro homenageado com duas exposições em São Paulo em 2023, em comemoração aos 150 anos do seu nascimento. De quem estamos falando?

Alternativas
Q2633422 Atualidades

Uma festa movimentou a programação cultural de Limeira em setembro de 2023. Apresentações musicais de variados gêneros e diversidade de sabores no setor de alimentação foram alguns dos atrativos para o público. O evento integrou as comemorações do aniversário do município, que é celebrado no dia 15 de setembro. Qual festa foi essa?

Alternativas
Q2633420 Português

Viver é um grito

Por Adriana Antunes

01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa

02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e

03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa

04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um

05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem

06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que

07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.

08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.

09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes

10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja

11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto

12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada

13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a

14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir

15 a janela e ver o dia lá fora.

16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem

17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento

18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.

19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do

20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É

21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se

22 apagando.

23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa

24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama

25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual alternativa a seguir apresenta a correta reescrita da frase “Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim” no futuro do indicativo?

Alternativas
Q2633419 Português

Viver é um grito

Por Adriana Antunes

01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa

02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e

03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa

04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um

05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem

06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que

07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.

08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.

09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes

10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja

11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto

12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada

13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a

14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir

15 a janela e ver o dia lá fora.

16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem

17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento

18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.

19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do

20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É

21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se

22 apagando.

23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa

24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama

25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual das palavras abaixo NÃO pertence à mesma família da palavra “amor”?

Alternativas
Q2633418 Português

Viver é um grito

Por Adriana Antunes

01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa

02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e

03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa

04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um

05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem

06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que

07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.

08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.

09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes

10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja

11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto

12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada

13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a

14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir

15 a janela e ver o dia lá fora.

16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem

17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento

18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.

19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do

20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É

21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se

22 apagando.

23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa

24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama

25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

As expressões “na boca” e “depois do sono” na frase “algumas têm aquele gosto que resta na boca depois do sono” indicam, respectivamente:

Alternativas
Q2633417 Português

Viver é um grito

Por Adriana Antunes

01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa

02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e

03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa

04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um

05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem

06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que

07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.

08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.

09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes

10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja

11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto

12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada

13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a

14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir

15 a janela e ver o dia lá fora.

16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem

17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento

18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.

19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do

20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É

21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se

22 apagando.

23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa

24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama

25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em qual das alternativas a seguir a palavra sublinhada NÃO é um substantivo?

Alternativas
Q2633416 Português

Viver é um grito

Por Adriana Antunes

01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa

02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e

03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa

04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um

05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem

06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que

07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.

08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.

09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes

10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja

11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto

12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada

13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a

14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir

15 a janela e ver o dia lá fora.

16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem

17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento

18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.

19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do

20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É

21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se

22 apagando.

23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa

24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama

25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual das palavras abaixo é oxítona, ou seja, tem a última sílaba tônica?

Alternativas
Q2633415 Português

Viver é um grito

Por Adriana Antunes

01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa

02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e

03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa

04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um

05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem

06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que

07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.

08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.

09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes

10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja

11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto

12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada

13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a

14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir

15 a janela e ver o dia lá fora.

16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem

17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento

18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.

19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do

20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É

21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se

22 apagando.

23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa

24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama

25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual das alternativas abaixo é um sinônimo (palavra de sentido semelhante) da palavra “aprisionam” (l. 06)?

Alternativas
Q2633414 Português

Viver é um grito

Por Adriana Antunes

01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa

02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e

03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa

04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um

05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem

06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que

07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.

08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.

09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes

10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja

11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto

12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada

13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a

14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir

15 a janela e ver o dia lá fora.

16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem

17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento

18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.

19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do

20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É

21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se

22 apagando.

23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa

24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama

25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 02 e 17.

Alternativas
Q2633413 Português

Viver é um grito

Por Adriana Antunes

01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa

02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e

03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa

04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um

05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem

06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que

07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.

08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.

09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes

10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja

11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto

12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada

13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a

14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir

15 a janela e ver o dia lá fora.

16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem

17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento

18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.

19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do

20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É

21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se

22 apagando.

23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa

24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama

25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual das alternativas abaixo NÃO é algo que a autora aponta como uma morte cotidiana?

Alternativas
Q2633412 Português

Viver é um grito

Por Adriana Antunes

01 Pare, observe, escute. Todos os dias pedaços de nós chegam ao fim. Pedaços que, de certa

02 forma, já não são mais nossos. Mudamos. Reparo e, às vezes, os vejo cru...arem a rua e

03 passarem para o outro lado da calçada. Pedaços de mim que partem. O tempo junta e separa

04 pessoas. Junta e separa amores. O tempo é uma espécie de morte. Cada morte chega com um

05 gosto diferente. Há as que causam alegria, alívio. Há as que doem demais. Há as que abrem

06 espaço para outra vida. Há as que aprisionam por um tempo. Algumas têm aquele gosto que

07 resta na boca depois do sono. Outras têm gosto das quatro da tarde com mistura de chá e pão.

08 Já morremos tantas vezes nesta vida. Não sei por que temos tanto medo de falar sobre isso.

09 Viver e morrer é tão assertivo quanto trombarmos, vez por outra, em nossas pequenas mortes

10 cotidianas. O fim de um livro bom, o encontro desmarcado, o telefone não atendido, a louça suja

11 sobre a pia, um velho cartão-postal de um amor já partido, as cartas da juventude, uma foto

12 esquecida e reencontrada, cheia de marcas de outro tempo, nossas pequenas mortes. A cada

13 um desses encontros, ensaiamos uma pequena coreografia de um adeus. É um assombro, a

14 constatação da finitude. Depois, sabemos que a vida continua. Esse reviver é como acordar, abrir

15 a janela e ver o dia lá fora.

16 Viver é um grito. Aquilo que rasga ao meio a apatia dos dias que se sucedem. Repare, tem

17 dias em que há um mundo no fundo da ....ícara. Um mundo que se contrai para dar nascimento

18 à alegria. Uma delicada porcelana que recobre os fatos e nos faz sonhar outra vez.

19 Na dor da morte ficamos com eles. O detalhe do sorriso, do olho que se fecha ao falar, do

20 timbre do oi, do perfume da camisa, das mãos que gesticulam. A imagem nunca vem inteira. É

21 a cor do cabelo, o contorno dos lábios, os botões do casaco. E com o passar do tempo, vai se

22 apagando.

23 Repare: um dia a coisa toda muda, queiramos ou não. Se encerra. Atravessa a rua, passa

24 para o outro lado da calçada. Ficamos machucados, nos recolhemos. Um pedaço da trama

25 começa a desfiar. A vida segue mesmo assim.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual é o assunto principal do texto?

Alternativas
Q2233471 Direito Administrativo
A contratação de Agentes Comunitários de Saúde e de Agentes de Combate às Endemias deverá ser precedida de processo seletivo público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para o exercício das atividades, que atenda aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e __________.
Alternativas
Q2233470 Saúde Pública
Qual é o objetivo da proteção pós-mortem em animais?
Alternativas
Q2233469 Saúde Pública
O que é a proteção anti-mortem em animais?
Alternativas
Q2233468 Saúde Pública
Qual é o termo utilizado para se referir à eliminação total de uma doença em uma região ou país?
Alternativas
Q2233467 Saúde Pública
Qual o objetivo do Índice de Breteau?
Alternativas
Q2233466 Saúde Pública
Qual é o agente causador da leishmaniose?
Alternativas
Q2233465 Saúde Pública
Qual é a principal forma de prevenção da febre amarela? 
Alternativas
Respostas
141: D
142: B
143: A
144: E
145: E
146: B
147: B
148: D
149: C
150: C
151: A
152: E
153: C
154: A
155: C
156: A
157: C
158: C
159: C
160: D