Questões de Concurso Comentadas para psicólogo

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Q2524767 Direito Constitucional
A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, nossa Carta Magna, tem toda uma Seção dedicada à Saúde. Muitas vezes acrescentam-se novas redações, dadas por Emendas Constitucionais. Atualmente, essa Seção da Constituição Federal preconiza que:
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Q2524766 Saúde Pública

O Sistema Único de Saúde (SUS) é formado pelo Ministério da Saúde, pelos estados e pelos municípios, em conformidade com a Constituição Federal. Cada uma dessas entidades possui suas próprias responsabilidades compartilhadas. Para realizar a gestão de forma participativa, o SUS conta também com outras instâncias.

Assinale a alternativa que descreve corretamente a entidade e sua respectiva definição.

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Q2524763 Português

Leia o texto para responder à questão


Sou inimigo de fraudes e falsificações, mesmo pensando como as fraudes e falsificações podem ser mais encantadoras e melhores do que as ditas coisas autênticas. Quer dizer que sou inimigo, em parte. Mas sou. E para ilustrar esta aversão, ainda que de um certo modo prosaico e sem arte, poderia invocar os meus não muito velhos tempos de Farmácia Rosário, quando uma de minhas inveteradas manias era andar investigando a pureza e a qualidade dos produtos químicos e dos medicamentos, perturbando consequentemente os bons negócios de pobres-diabos que com eles traficavam. Era enorme essa minha trabalheira de detetive de laboratório, policiando, farejando com testes e reações, às vezes durante dias a fio, o que estava errado com uma ou outra droga. “O que é que você ganha com isso?” – me perguntavam. Pois as despesas também não eram poucas. E logo se seguia um argumento, com ares de campeão do bom senso, aposentado: “Nenhuma farmácia faz assim”. Eu sabia. Nenhuma farmácia fazia assim. E acredito que ainda não faça. Pouco me importa, entretanto, que não fizesse. Era o meu hábito de não concordar com descuidos e velhacarias; o meu gosto de pôr em prática as teorias aprendidas nos livros, de não esquecer sobre os meus balcões a dignidade intelectual; era a responsabilidade de quem cuida de medicamentos, prepara medicamentos e os entrega depois a seres confiantes, inteiramente impossibilitados de aí discernir entre o bom e o mau, o nocivo e o benéfico.


(Jurandir Ferreira. Da quieta substância dos dias. Instituto Moreira Sales, 1991. Adaptado)

Assinale a alternativa em que se observa no trecho ideia de concessão.
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Q2524762 Português

Leia o texto para responder à questão


Sou inimigo de fraudes e falsificações, mesmo pensando como as fraudes e falsificações podem ser mais encantadoras e melhores do que as ditas coisas autênticas. Quer dizer que sou inimigo, em parte. Mas sou. E para ilustrar esta aversão, ainda que de um certo modo prosaico e sem arte, poderia invocar os meus não muito velhos tempos de Farmácia Rosário, quando uma de minhas inveteradas manias era andar investigando a pureza e a qualidade dos produtos químicos e dos medicamentos, perturbando consequentemente os bons negócios de pobres-diabos que com eles traficavam. Era enorme essa minha trabalheira de detetive de laboratório, policiando, farejando com testes e reações, às vezes durante dias a fio, o que estava errado com uma ou outra droga. “O que é que você ganha com isso?” – me perguntavam. Pois as despesas também não eram poucas. E logo se seguia um argumento, com ares de campeão do bom senso, aposentado: “Nenhuma farmácia faz assim”. Eu sabia. Nenhuma farmácia fazia assim. E acredito que ainda não faça. Pouco me importa, entretanto, que não fizesse. Era o meu hábito de não concordar com descuidos e velhacarias; o meu gosto de pôr em prática as teorias aprendidas nos livros, de não esquecer sobre os meus balcões a dignidade intelectual; era a responsabilidade de quem cuida de medicamentos, prepara medicamentos e os entrega depois a seres confiantes, inteiramente impossibilitados de aí discernir entre o bom e o mau, o nocivo e o benéfico.


(Jurandir Ferreira. Da quieta substância dos dias. Instituto Moreira Sales, 1991. Adaptado)

No trecho “Sou inimigo de fraudes e falsificações, mesmo pensando como as fraudes e falsificações podem ser mais encantadoras e melhores do que as ditas coisas autênticas”, o vocábulo como foi empregado com o mesmo sentido que na frase: 
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Q2524760 Português

Leia o texto para responder à questão


Sou inimigo de fraudes e falsificações, mesmo pensando como as fraudes e falsificações podem ser mais encantadoras e melhores do que as ditas coisas autênticas. Quer dizer que sou inimigo, em parte. Mas sou. E para ilustrar esta aversão, ainda que de um certo modo prosaico e sem arte, poderia invocar os meus não muito velhos tempos de Farmácia Rosário, quando uma de minhas inveteradas manias era andar investigando a pureza e a qualidade dos produtos químicos e dos medicamentos, perturbando consequentemente os bons negócios de pobres-diabos que com eles traficavam. Era enorme essa minha trabalheira de detetive de laboratório, policiando, farejando com testes e reações, às vezes durante dias a fio, o que estava errado com uma ou outra droga. “O que é que você ganha com isso?” – me perguntavam. Pois as despesas também não eram poucas. E logo se seguia um argumento, com ares de campeão do bom senso, aposentado: “Nenhuma farmácia faz assim”. Eu sabia. Nenhuma farmácia fazia assim. E acredito que ainda não faça. Pouco me importa, entretanto, que não fizesse. Era o meu hábito de não concordar com descuidos e velhacarias; o meu gosto de pôr em prática as teorias aprendidas nos livros, de não esquecer sobre os meus balcões a dignidade intelectual; era a responsabilidade de quem cuida de medicamentos, prepara medicamentos e os entrega depois a seres confiantes, inteiramente impossibilitados de aí discernir entre o bom e o mau, o nocivo e o benéfico.


(Jurandir Ferreira. Da quieta substância dos dias. Instituto Moreira Sales, 1991. Adaptado)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o narrador
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Q2524759 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de regência verbal e nominal a frase:
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Q2524758 Português

Leia o texto para responder à questão.


No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.


Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.


“Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.


Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.


(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago. https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)

De acordo com a norma-padrão de colocação pronominal, a expressão destacada pode ser substituída pelo que está entre colchetes em:
Alternativas
Q2524756 Português

Leia o texto para responder à questão.


No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.


Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.


“Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.


Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.


(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago. https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que os vocábulos destacados pertencem à mesma classe de palavras.
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Q2524755 Português

Leia o texto para responder à questão.


No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.


Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.


“Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.


Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.


(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago. https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que é possível suprimir uma das vírgulas do trecho, preservando a norma-padrão de emprego de pontuação.
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Q2524754 Português

Leia o texto para responder à questão.


No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.


Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.


“Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.


Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.


(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago. https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado está empregado em sentido figurado no contexto em que se encontra.
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Q2524752 Português

Leia o texto para responder à questão.


No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.


Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.


“Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.


Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.


(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago. https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)

De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que José Saramago, na ocasião da conversa-entrevista, expressou, em relação ao interesse de Horácio Costa por sua obra e ao seu próprio sucesso como escritor, respectivamente,
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Q2523407 Psicologia

Segundo o DSM-5-TR, são características diagnósticas do transtorno do estresse pós-traumático (TEPT):


I. A característica essencial do TEPT é o desenvolvimento de sintomas característicos após a exposição a um ou mais eventos traumáticos.


II. Ser intimidado pode se qualificar como uma experiência do Critério A1 (Exposição a morte real ou ameaçada, lesão grave ou violência sexual) quando houver uma ameaça crível de dano grave ou violência sexual.


III. Uma doença com risco de vida ou condição médica debilitante é necessariamente considerada um evento traumático.


IV. O indivíduo pode experimentar estados dissociativos que normalmente são de longa duração, durante os quais os componentes do evento são revividos e o indivíduo se comporta como se o evento estivesse ocorrendo naquele momento.


Quais estão corretas? 

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Q2523406 Psicologia
De acordo com o DSM-5-TR, são critérios diagnósticos do transtorno de ansiedade social, EXCETO: 
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Q2523405 Psicologia

Uma das formas de atuação da Psicopedagogia é o trabalho preventivo, que tem um caráter de orientação no processo ensino-aprendizagem, buscando contribuir com a apropriação do conhecimento pelo ser humano ao longo de seu desenvolvimento. Na função preventiva, cabe ao psicopedagogo:


I. Detectar possíveis perturbações no processo de aprendizagem.


II. Participar da dinâmica das relações da comunidade educativa a fim de favorecer o processo de integração e troca.


III. Promover orientações metodológicas de acordo com as características dos indivíduos e dos grupos.


IV. Realizar processo de orientação educacional, vocacional e ocupacional, tanto na forma individual quanto em grupo.


Quais estão corretas? 

Alternativas
Q2523404 Psicologia

Analise as assertivas abaixo sobre o psicodiagnóstico e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) É limitado no tempo e visa um diagnóstico psicológico.


( ) Não pressupõe a adoção de um ponto de vista científico sobre o fenômeno avaliado, podendo ser descritivo ou dinâmico.


( ) Se baseia na coleta de múltiplas informações que possibilitem a elaboração de uma hipótese diagnóstica.


( ) Necessita de uma teoria psicológica que o fundamente, uma vez que os fenômenos são observados e analisados na perspectiva de um pressuposto teórico.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2523403 Psicologia
Hutz et al. (2016) destacam a importância da entrevista inicial em um processo de psicodiagnóstico. Sobre a entrevista inicial, assinale a alternativa correta. 
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Q2523402 Psicologia

De acordo com Beck (2014), a conceituação cognitiva fornece a estrutura para o entendimento de um paciente pelo terapeuta. Sobre a conceituação cognitiva, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Favorece ao cliente o reconhecimento de seus pensamentos disfuncionais e mal-adaptativos.


( ) Alguns dados que compõem o diagrama da conceituação cognitiva são as crenças nucleares, as crenças intermediárias e os padrões de comportamento.


( ) Começa a ser construída a partir do primeiro encontro com o cliente e segue sendo aprimorada a cada encontro posterior.


( ) Fortalece a aliança terapêutica, e o ato de compartilhá-la com o paciente pode ter efeitos terapêuticos.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

Alternativas
Q2523401 Psicologia

No trabalho com a terapia cognitivo-comportamental, Beck (2014) sugere algumas estratégias e técnicas que podem ser utilizadas para modificar as crenças centrais e intermediárias. Nesse sentido, relacione Coluna 1 à Coluna 2, associando cada técnica às suas definições.


Coluna 1


1. Questionamento socrático.

2. Continuum cognitivo.

3. Role-play racional-emocional.

4. Experimentos comportamentais para testar as crenças.


Coluna 2


( ) Técnica na qual o terapeuta solicita que o paciente desempenhe um papel emocional da sua mente, que endossa a crença disfuncional. No segundo momento, há a troca de papéis.


( ) Técnica útil para modificar tanto os pensamentos automáticos quanto as crenças que refletem pensamentos polarizados ou dicotômicos. A técnica facilita o reconhecimento do meio-termo.


( ) Técnica que pode ajudar o paciente a avaliar a validade de uma crença. Quando adequadamente projetada e executada, pode modificar as crenças do paciente mais poderosamente do que as técnicas verbais utilizadas no consultório.


( ) Técnica utilizada para avaliar os pensamentos automáticos. Auxilia na realização de uma avaliação mais concreta e significativa e menos abstrata e intelectual.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2523400 Psicologia
Na Psicopedagogia, a anamnese é uma entrevista realizada com os responsáveis pela criança e que tem como objetivo resgatar a história de vida do sujeito e colher dados importantes para o processo de diagnóstico psicopedagógico. Sobre a anamnese, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2523399 Psicologia
Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com a Resolução CFP nº 06/2019, que institui as regras para elaboração de documentos psicológicos. 
Alternativas
Respostas
17001: B
17002: A
17003: A
17004: D
17005: B
17006: D
17007: A
17008: D
17009: B
17010: B
17011: B
17012: A
17013: B
17014: E
17015: C
17016: D
17017: C
17018: E
17019: D
17020: B