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I. Nós estamos felizes por recebê-la em casa.
II. Não há nenhum problema entre nós.
III. Pediu a nós que fizéssemos tudo por ele.
Tendo em vista as funções desempenhadas pela palavra “nós”, nas sentenças dadas, conclui-se que esse pronome pessoal é reto, e não oblíquo, apenas em:
A adolescência é um período de intensas transformações, em que aspectos biológicos, sociais e culturais se entrelaçam. Em contextos contemporâneos, a pressão por desempenho escolar e a exposição constante à cultura digital têm sido associadas ao aumento da ansiedade juvenil, exigindo da psicologia uma leitura integrada e crítica.
Com base nesse entendimento, avalie as afirmativas abaixo.
I. A psicologia do desenvolvimento evidencia que a ansiedade juvenil não deve ser reduzida à imaturidade biológica, pois envolve múltiplos fatores, como relações familiares, pressões escolares e interações sociais.
II. A teoria histórico-cultural permite compreender a ansiedade como fenômeno produzido em contextos mediados pela linguagem e pela cultura, indicando a necessidade de intervenções que articulem escola, comunidade e políticas públicas.
III. A psicometria contemporânea fornece instrumentos padronizados que, ao universalizar critérios diagnósticos, são tratados como suficientes para explicar a ansiedade juvenil independentemente das variações socioculturais.
IV. Pesquisas em psicologia educacional sugerem que programas de regulação emocional são eficazes apenas quando focam em estratégias individuais do adolescente, pois intervenções intersetoriais tendem a dispersar o tratamento da ansiedade e reduzir sua efetividade.
Está CORRETO o que se afirma em:
Leia a situação hipotética abaixo.
Um psicólogo realiza entrevistas clínicas com uma adolescente em medida socioeducativa. Durante o terceiro encontro, a jovem revela episódios de violência intrafamiliar, mas pede que o profissional não comunique nada à instituição. Nesse contexto, e considerando as técnicas de entrevista e a ética profissional, o psicólogo tem que:
Leia a situação hipotética abaixo.
Em u grupo terapêutico de usuários de CAPS, coordenado por um psicólogo, a instituição solicita relatórios individuais de cada participante, enquanto a equipe de enfermagem cobra foco apenas na adesão medicamentosa. Alguns usuários trazem relatos de sofrimento relacionados ao racismo institucional, outros permanecem em silêncio, mas comparecem assiduamente.
Nesse contexto, e considerando os fatores terapêuticos, a ética profissional e as políticas públicas de saúde mental no SUS, assinale a alternativa CORRETA.
Analise as proposições a seguir sobre a psicoterapia de grupo, à luz dos referenciais contemporâneos (Yalom, 2006; Kaës, 2011):
I. O silêncio de alguns membros deve ser entendido de forma contextual, podendo representar resistência, elaboração interna ou função coesiva no grupo.
II. A heterogeneidade dos participantes é um recurso terapêutico, pois favorece a percepção de universalidade e amplia oportunidades de aprendizagem interpessoal.
III. A exigência institucional de relatórios individuais sobre cada membro pode gerar tensões éticas, já que coloca em risco a confiança grupal, ainda que seja possível negociar formatos de devolutiva coletiva.
IV. A coesão grupal se estabelece de forma automática à medida que o grupo se reúne, sendo relativamente independente da condução do coordenador ou das condições institucionais.
Está CORRETO o que se afirma em:
Leia a situação hipotética abaixo.
Um casal procura psicoterapia familiar após episódios recorrentes de violência verbal entre pais e filhos. Durante as sessões percebe-se que, os pais tendem a formar uma coalizão rígida contra os adolescentes. A comunicação é circular, marcada por acusações mútuas e ausência de escuta. Há histórico de exclusão de um dos avós do convívio, considerado "culpado" por conflitos antigos.
Considerando os referenciais da psicoterapia familiar sistêmica e da teoria estrutural de Minuchin, a intervenção é: