Questões de Concurso Comentadas para psicólogo

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Q3720121 Artes Cênicas

O sucesso do filme Ainda Estou Aqui no Oscar 2025 reafirmou a relevância do cinema nacional e sua capacidade de dialogar com temas humanos e históricos. Analise as assertivas a seguir:



I. O filme brasileiro Ainda Estou Aqui foi o vencedor do Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.


II. Fernanda Torres recebeu o Oscar de Melhor Atriz por sua atuação no longa, após também ter conquistado o Globo de Ouro no mesmo ano.


III. O filme concorreu ao prêmio de Melhor Filme, mas não foi o escolhido pela Academia.



Está INCORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q3720120 História e Geografia de Estados e Municípios
O município de Ipira integra a microrregião da AMAUC, organização que reúne cidades do Alto Uruguai Catarinense. Seus limites territoriais refletem sua posição estratégica na região, permitindo integração com diferentes municípios vizinhos. Dessa forma, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3720119 História e Geografia de Estados e Municípios
O processo histórico de formação de Ipira reflete o movimento de colonização típico do interior catarinense, marcado pela chegada de famílias vindas do Rio Grande do Sul e pela constituição de comunidades agrícolas que se organizaram ao redor do trabalho e da fé. A construção do município, desde os primeiros povoados até sua emancipação política, demonstra a força da identidade coletiva e da cultura local. Nesse sentido, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3720118 Português
A história sobre a Usina da Cascata evidencia a transição do uso de fontes de energia rudimentares para sistemas mais estruturados de fornecimento de energia. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3720116 Noções de Informática
A guia Exibir do Microsoft Word 2019 oferece diversos recursos relacionados à visualização e ao controle da área de trabalho. Com base nessa guia, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3720115 Noções de Informática
No navegador Google Chrome, em ambiente Windows, o comando padrão para abrir a janela de impressão de uma página web, permitindo configurar impressora, páginas, margens, orientação e salvar o conteúdo em formato PDF, é: 
Alternativas
Q3720114 Noções de Informática

Considerando o Microsoft Word 2019, analise os recursos aplicados ao texto a seguir:


 ESTADO DE SANTA CATARINA – MUNICÍPIO DE IPIRA/RS


Qual dos seguintes recursos NÃO foi utilizado no texto acima? 

Alternativas
Q3720113 Noções de Informática
No contexto do Windows 11 e dos atalhos de teclado da categoria Explorador de Arquivos, em português, qual atalho de teclado cria uma nova pasta?
Alternativas
Q3720112 Noções de Informática

No Windows 11, o recurso denominado __________ é responsável por verificar, baixar e instalar automaticamente as atualizações de segurança, desempenho e estabilidade do sistema operacional, garantindo seu funcionamento seguro e atualizado. Ele mantém o sistema protegido e otimizado, realizando downloads e instalações de patches de segurança e melhorias de forma automática ou manual, conforme configuração do usuário.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna? 

Alternativas
Q3720111 Raciocínio Lógico

Conectivos lógicos, ou operadores lógicos, são palavras ou símbolos utilizados para combinar ou modificar proposições (sentenças que podem ser classificadas como verdadeiras ou falsas), criando assim proposições mais complexas. A partir dessa premissa, observe o símbolo a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


O símbolo acima representa um dos conectivos lógicos que podem ser utilizados na construção de proposições. Qual das alternativas traz uma proposição que faz uso do que representa o conectivo acima? 

Alternativas
Q3720106 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu vejo você 


        Pequenas vasilhas de madeira antiga, adornadas com flores pintadas e já desbotadas repousam, umas sobre as outras. As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco. Têm o tamanho de um vaso pequeno de flores, quadrado. Passam quase anônimas em meio a estátuas de budas e divindades hindus e móveis orientais pintados a mão.


        A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia e, agora, tentam novas incursões em lares ocidentais como itens decorativos.


        Gosto de pensar em objetos para além da funcionalidade. Em como colheres ou sapatos de bebê em um quadro adquirem outro significado com o passar dos anos. Em como uma máquina de fotos ou um rádio antigo podem contar histórias mesmo sem funcionar há décadas.


        Se até coisas têm essa premissa, imaginem como seria interessante se as pessoas fossem vistas sem levar em conta a utilidade — aqui, aproveito para lembrar a declaração de amor do povo Na’vi, de Pandora, no filme Avatar, que era justamente “eu vejo você”. Talvez seja mesmo uma das formas mais bonitas de se conectar com alguém: fazer alusão ao presente e ao que a criatura é. Parece uma obviedade, mas em um mundo mediado por imagens manipuláveis, isso está cada vez mais raro.


        Gosto de pensar que objetos insignificantes para um têm muito valor para outro. Como os quadros do sagrado coração que adornam casas das nonnas, como o desenho emoldurado dos filhos, como o instrumento musical ou a ferramenta que pertenceu a um antepassado...


        Só quem olha para a pessoa que está diante de si consegue perceber valor naquilo que faz o coração dela ecoar.


        Transformar um medidor de arroz mongol em vaso é fácil demais. Difícil é permitir que alguém nos veja e nos aceite exatamente do jeito que a gente é, mesmo em um salão repleto de móveis suntuosos e atrativos por todos os lados.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No trecho “As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco”, o sujeito da forma verbal “alternam-se” é classificado como: 
Alternativas
Q3720105 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu vejo você 


        Pequenas vasilhas de madeira antiga, adornadas com flores pintadas e já desbotadas repousam, umas sobre as outras. As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco. Têm o tamanho de um vaso pequeno de flores, quadrado. Passam quase anônimas em meio a estátuas de budas e divindades hindus e móveis orientais pintados a mão.


        A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia e, agora, tentam novas incursões em lares ocidentais como itens decorativos.


        Gosto de pensar em objetos para além da funcionalidade. Em como colheres ou sapatos de bebê em um quadro adquirem outro significado com o passar dos anos. Em como uma máquina de fotos ou um rádio antigo podem contar histórias mesmo sem funcionar há décadas.


        Se até coisas têm essa premissa, imaginem como seria interessante se as pessoas fossem vistas sem levar em conta a utilidade — aqui, aproveito para lembrar a declaração de amor do povo Na’vi, de Pandora, no filme Avatar, que era justamente “eu vejo você”. Talvez seja mesmo uma das formas mais bonitas de se conectar com alguém: fazer alusão ao presente e ao que a criatura é. Parece uma obviedade, mas em um mundo mediado por imagens manipuláveis, isso está cada vez mais raro.


        Gosto de pensar que objetos insignificantes para um têm muito valor para outro. Como os quadros do sagrado coração que adornam casas das nonnas, como o desenho emoldurado dos filhos, como o instrumento musical ou a ferramenta que pertenceu a um antepassado...


        Só quem olha para a pessoa que está diante de si consegue perceber valor naquilo que faz o coração dela ecoar.


        Transformar um medidor de arroz mongol em vaso é fácil demais. Difícil é permitir que alguém nos veja e nos aceite exatamente do jeito que a gente é, mesmo em um salão repleto de móveis suntuosos e atrativos por todos os lados.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No período “A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia”, a oração destacada “que atende no antiquário” desempenha, na estrutura sintática, a função de: 
Alternativas
Q3720104 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu vejo você 


        Pequenas vasilhas de madeira antiga, adornadas com flores pintadas e já desbotadas repousam, umas sobre as outras. As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco. Têm o tamanho de um vaso pequeno de flores, quadrado. Passam quase anônimas em meio a estátuas de budas e divindades hindus e móveis orientais pintados a mão.


        A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia e, agora, tentam novas incursões em lares ocidentais como itens decorativos.


        Gosto de pensar em objetos para além da funcionalidade. Em como colheres ou sapatos de bebê em um quadro adquirem outro significado com o passar dos anos. Em como uma máquina de fotos ou um rádio antigo podem contar histórias mesmo sem funcionar há décadas.


        Se até coisas têm essa premissa, imaginem como seria interessante se as pessoas fossem vistas sem levar em conta a utilidade — aqui, aproveito para lembrar a declaração de amor do povo Na’vi, de Pandora, no filme Avatar, que era justamente “eu vejo você”. Talvez seja mesmo uma das formas mais bonitas de se conectar com alguém: fazer alusão ao presente e ao que a criatura é. Parece uma obviedade, mas em um mundo mediado por imagens manipuláveis, isso está cada vez mais raro.


        Gosto de pensar que objetos insignificantes para um têm muito valor para outro. Como os quadros do sagrado coração que adornam casas das nonnas, como o desenho emoldurado dos filhos, como o instrumento musical ou a ferramenta que pertenceu a um antepassado...


        Só quem olha para a pessoa que está diante de si consegue perceber valor naquilo que faz o coração dela ecoar.


        Transformar um medidor de arroz mongol em vaso é fácil demais. Difícil é permitir que alguém nos veja e nos aceite exatamente do jeito que a gente é, mesmo em um salão repleto de móveis suntuosos e atrativos por todos os lados.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No trecho “As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco”, o termo “esmaecidas” contribui para a criação de uma atmosfera simbólica no texto. Nesse contexto, o vocábulo expressa a ideia de: 
Alternativas
Q3720103 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu vejo você 


        Pequenas vasilhas de madeira antiga, adornadas com flores pintadas e já desbotadas repousam, umas sobre as outras. As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco. Têm o tamanho de um vaso pequeno de flores, quadrado. Passam quase anônimas em meio a estátuas de budas e divindades hindus e móveis orientais pintados a mão.


        A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia e, agora, tentam novas incursões em lares ocidentais como itens decorativos.


        Gosto de pensar em objetos para além da funcionalidade. Em como colheres ou sapatos de bebê em um quadro adquirem outro significado com o passar dos anos. Em como uma máquina de fotos ou um rádio antigo podem contar histórias mesmo sem funcionar há décadas.


        Se até coisas têm essa premissa, imaginem como seria interessante se as pessoas fossem vistas sem levar em conta a utilidade — aqui, aproveito para lembrar a declaração de amor do povo Na’vi, de Pandora, no filme Avatar, que era justamente “eu vejo você”. Talvez seja mesmo uma das formas mais bonitas de se conectar com alguém: fazer alusão ao presente e ao que a criatura é. Parece uma obviedade, mas em um mundo mediado por imagens manipuláveis, isso está cada vez mais raro.


        Gosto de pensar que objetos insignificantes para um têm muito valor para outro. Como os quadros do sagrado coração que adornam casas das nonnas, como o desenho emoldurado dos filhos, como o instrumento musical ou a ferramenta que pertenceu a um antepassado...


        Só quem olha para a pessoa que está diante de si consegue perceber valor naquilo que faz o coração dela ecoar.


        Transformar um medidor de arroz mongol em vaso é fácil demais. Difícil é permitir que alguém nos veja e nos aceite exatamente do jeito que a gente é, mesmo em um salão repleto de móveis suntuosos e atrativos por todos os lados.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

Ao citar a saudação do povo Na’vi — “eu vejo você”, do filme Avatar —, a autora estabelece uma relação entre o olhar que reconhece a existência do outro e a raridade dessa atitude na contemporaneidade. Nessa passagem, o texto sugere que: 
Alternativas
Q3720102 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu vejo você 


        Pequenas vasilhas de madeira antiga, adornadas com flores pintadas e já desbotadas repousam, umas sobre as outras. As cores esmaecidas alternam-se ao que outrora já foram verde, vermelho ou branco. Têm o tamanho de um vaso pequeno de flores, quadrado. Passam quase anônimas em meio a estátuas de budas e divindades hindus e móveis orientais pintados a mão.


        A senhora que atende no antiquário explica que as peças serviam como medida de arroz na Mongólia e, agora, tentam novas incursões em lares ocidentais como itens decorativos.


        Gosto de pensar em objetos para além da funcionalidade. Em como colheres ou sapatos de bebê em um quadro adquirem outro significado com o passar dos anos. Em como uma máquina de fotos ou um rádio antigo podem contar histórias mesmo sem funcionar há décadas.


        Se até coisas têm essa premissa, imaginem como seria interessante se as pessoas fossem vistas sem levar em conta a utilidade — aqui, aproveito para lembrar a declaração de amor do povo Na’vi, de Pandora, no filme Avatar, que era justamente “eu vejo você”. Talvez seja mesmo uma das formas mais bonitas de se conectar com alguém: fazer alusão ao presente e ao que a criatura é. Parece uma obviedade, mas em um mundo mediado por imagens manipuláveis, isso está cada vez mais raro.


        Gosto de pensar que objetos insignificantes para um têm muito valor para outro. Como os quadros do sagrado coração que adornam casas das nonnas, como o desenho emoldurado dos filhos, como o instrumento musical ou a ferramenta que pertenceu a um antepassado...


        Só quem olha para a pessoa que está diante de si consegue perceber valor naquilo que faz o coração dela ecoar.


        Transformar um medidor de arroz mongol em vaso é fácil demais. Difícil é permitir que alguém nos veja e nos aceite exatamente do jeito que a gente é, mesmo em um salão repleto de móveis suntuosos e atrativos por todos os lados.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

O texto reflete sobre o modo como o valor simbólico dos objetos e das pessoas é atribuído socialmente, contrapondo a lógica da funcionalidade à da afetividade. Nesse contexto, a autora estabelece uma analogia entre o uso decorativo dos objetos e o modo como os indivíduos são percebidos na sociedade contemporânea. Assinale a alternativa que melhor expressa o sentido implícito dessa analogia.
Alternativas
Q3720076 Psicologia
Acerca dos transtornos de personalidades, conforme definições do DSM-5, qual transtorno é caracterizado como um padrão de inibição social, sentimentos de inadequação e hipersensibilidade a avaliação negativa?
Alternativas
Q3720075 Psicologia
Com base nos princípios da Psicologia Escolar e da Aprendizagem, analise as assertivas:

I. A Psicologia Escolar considera que as dificuldades de aprendizagem devem ser analisadas a partir de múltiplos fatores — emocionais, sociais, pedagógicos e familiares —, e não apenas como limitações individuais do aluno.
II. A atuação do psicólogo escolar junto à infância e à adolescência envolve tanto a orientação aos professores e famílias quanto o apoio direto aos estudantes, visando ao desenvolvimento integral e à melhoria do processo educativo.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3720074 Psicologia
As psicoterapias consistem em intervenções psicológicas fundamentadas em diferentes correntes teóricas, que visam promover mudanças comportamentais, emocionais e cognitivas por meio da relação terapêutica.

A psicoterapia ____________ baseia-se na compreensão dos conflitos inconscientes e na interpretação simbólica das manifestações do paciente, enquanto a psicoterapia ____________ concentra-se na reestruturação de pensamentos disfuncionais e na modificação de comportamentos inadequados.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q3720073 Psicologia
O Transtorno do Jogo, classificado no DSM-5 entre os Transtornos Não Relacionados a Substâncias, caracteriza-se por um padrão persistente e recorrente de comportamento de jogo que leva a sofrimento ou prejuízo clinicamente significativo. Com base nos critérios diagnósticos e nas definições do DSM-5, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3720072 Psicologia
Entre os teóricos que fundamentaram a Psicologia Clínica, destaca-se Sigmund Freud, cuja teoria propõe que os conflitos psíquicos inconscientes influenciam o comportamento e podem ser acessados pela fala e pela interpretação simbólica. O excerto refere-se à abordagem: 
Alternativas
Respostas
5121: B
5122: B
5123: C
5124: D
5125: C
5126: B
5127: D
5128: D
5129: A
5130: B
5131: A
5132: C
5133: A
5134: B
5135: A
5136: D
5137: C
5138: A
5139: B
5140: B