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Q827634 Noções de Informática
Com softwares leitores desenvolvidos para celulares, tablets e computadores, como é chamado o gráfico 2D de uma caixa preto e branco que contém informações pré- estabelecidas como textos, páginas da internet, SMS ou números de telefone?
Alternativas
Q827618 Português

                    Cérebro grande nasceu na cozinha

      Imagine só o seguinte: O gorila é três vezes maior do que o homem, mas tem um cérebro três vezes menor. Por quê? Qual foi o fator, ao longo dos milhões de anos de evolução que nos separam dos nossos parentes primatas, que permitiu aos seres humanos desenvolver um cérebro tão grande, proporcionalmente ao tamanho do seu corpo?

      Segundo a pesquisa de uma neurocientista brasileira, foi a invenção da cozinha. Tecnicamente falando, a capacidade de utilizar o fogo para "pré-digerir" os alimentos antes de consumi-los, o que permitiu aos nossos antepassados obter uma quantidade muito maior de energia com muito menos esforço e em muito menos tempo. (Experimente comer uma mandioca crua versus uma mandioca cozida para entender a diferença.)

      Nosso cérebro corresponde, em média, a 2% da massa total do nosso corpo. Parece pouco, mas é muito! Nos outros grandes primatas (chimpanzés, gorilas e orangotangos), essa proporção é de no máximo 0,6%. Uma diferença crucial, que, no fim das contas, é o que mais nos diferencia deles e do resto do mundo animal.

O grande diferencial do Homo sopiens, afinal de contas, é o tamanho desproporcionalmente grande de seu cérebro. De nada adiantaria andarmos eretos e termos dedos tão maravilhosamente articulados se não tivéssemos um cérebro capaz de raciocinar sobre o que vemos e de controlar esses dedos com a fineza e a destreza necessárias para produzir ferramentas, ornamentos e coisas desse tipo. Seria uma anatomia sofisticada, mas não tão vantajosa assim... Sem falar, é claro, nas capacidades cognitivas, de raciocínio, linguagem etc.

      Ter um cérebro maior é bom porque nele cabem mais neurônios. E quanto maior o número de neurônios, maior o seu "potencial de inteligência", por assim dizer.

      Mas essa vantagem neuronal não sai de graça. Manter um cérebro grande (e com muitos neurônios) funcionando custa caro, muito caro em termos energéticos. Seis quilocalorias (6 kCal) por cada bilhão de neurônios, para ser mais exato.

      Um cérebro humano tem, em média, cerca de 80 bilhões de neurônios e consome cerca de 20% da energia do corpo (apesar de ocupar apenas 2% da sua massa, como mencionado anteriormente). Funciona como o motor de um carro de corrida: superpoderoso, porém pouco econômico. Precisa de muito combustível para funcionar! E combustível, no nosso caso, significa comida.

                                                           (Disponível em www.estadao.com.br) 

Releia o seguinte excerto do texto:

"Precisa de muito combustível para funcionar!"

Sobre o trecho em destaque no excerto, é correto afirmar que:

Alternativas
Q827617 Português

                    Cérebro grande nasceu na cozinha

      Imagine só o seguinte: O gorila é três vezes maior do que o homem, mas tem um cérebro três vezes menor. Por quê? Qual foi o fator, ao longo dos milhões de anos de evolução que nos separam dos nossos parentes primatas, que permitiu aos seres humanos desenvolver um cérebro tão grande, proporcionalmente ao tamanho do seu corpo?

      Segundo a pesquisa de uma neurocientista brasileira, foi a invenção da cozinha. Tecnicamente falando, a capacidade de utilizar o fogo para "pré-digerir" os alimentos antes de consumi-los, o que permitiu aos nossos antepassados obter uma quantidade muito maior de energia com muito menos esforço e em muito menos tempo. (Experimente comer uma mandioca crua versus uma mandioca cozida para entender a diferença.)

      Nosso cérebro corresponde, em média, a 2% da massa total do nosso corpo. Parece pouco, mas é muito! Nos outros grandes primatas (chimpanzés, gorilas e orangotangos), essa proporção é de no máximo 0,6%. Uma diferença crucial, que, no fim das contas, é o que mais nos diferencia deles e do resto do mundo animal.

O grande diferencial do Homo sopiens, afinal de contas, é o tamanho desproporcionalmente grande de seu cérebro. De nada adiantaria andarmos eretos e termos dedos tão maravilhosamente articulados se não tivéssemos um cérebro capaz de raciocinar sobre o que vemos e de controlar esses dedos com a fineza e a destreza necessárias para produzir ferramentas, ornamentos e coisas desse tipo. Seria uma anatomia sofisticada, mas não tão vantajosa assim... Sem falar, é claro, nas capacidades cognitivas, de raciocínio, linguagem etc.

      Ter um cérebro maior é bom porque nele cabem mais neurônios. E quanto maior o número de neurônios, maior o seu "potencial de inteligência", por assim dizer.

      Mas essa vantagem neuronal não sai de graça. Manter um cérebro grande (e com muitos neurônios) funcionando custa caro, muito caro em termos energéticos. Seis quilocalorias (6 kCal) por cada bilhão de neurônios, para ser mais exato.

      Um cérebro humano tem, em média, cerca de 80 bilhões de neurônios e consome cerca de 20% da energia do corpo (apesar de ocupar apenas 2% da sua massa, como mencionado anteriormente). Funciona como o motor de um carro de corrida: superpoderoso, porém pouco econômico. Precisa de muito combustível para funcionar! E combustível, no nosso caso, significa comida.

                                                           (Disponível em www.estadao.com.br) 

A palavra "caro", em destaque no texto, tem a seguinte função sintática:
Alternativas
Q827616 Português

                    Cérebro grande nasceu na cozinha

      Imagine só o seguinte: O gorila é três vezes maior do que o homem, mas tem um cérebro três vezes menor. Por quê? Qual foi o fator, ao longo dos milhões de anos de evolução que nos separam dos nossos parentes primatas, que permitiu aos seres humanos desenvolver um cérebro tão grande, proporcionalmente ao tamanho do seu corpo?

      Segundo a pesquisa de uma neurocientista brasileira, foi a invenção da cozinha. Tecnicamente falando, a capacidade de utilizar o fogo para "pré-digerir" os alimentos antes de consumi-los, o que permitiu aos nossos antepassados obter uma quantidade muito maior de energia com muito menos esforço e em muito menos tempo. (Experimente comer uma mandioca crua versus uma mandioca cozida para entender a diferença.)

      Nosso cérebro corresponde, em média, a 2% da massa total do nosso corpo. Parece pouco, mas é muito! Nos outros grandes primatas (chimpanzés, gorilas e orangotangos), essa proporção é de no máximo 0,6%. Uma diferença crucial, que, no fim das contas, é o que mais nos diferencia deles e do resto do mundo animal.

O grande diferencial do Homo sopiens, afinal de contas, é o tamanho desproporcionalmente grande de seu cérebro. De nada adiantaria andarmos eretos e termos dedos tão maravilhosamente articulados se não tivéssemos um cérebro capaz de raciocinar sobre o que vemos e de controlar esses dedos com a fineza e a destreza necessárias para produzir ferramentas, ornamentos e coisas desse tipo. Seria uma anatomia sofisticada, mas não tão vantajosa assim... Sem falar, é claro, nas capacidades cognitivas, de raciocínio, linguagem etc.

      Ter um cérebro maior é bom porque nele cabem mais neurônios. E quanto maior o número de neurônios, maior o seu "potencial de inteligência", por assim dizer.

      Mas essa vantagem neuronal não sai de graça. Manter um cérebro grande (e com muitos neurônios) funcionando custa caro, muito caro em termos energéticos. Seis quilocalorias (6 kCal) por cada bilhão de neurônios, para ser mais exato.

      Um cérebro humano tem, em média, cerca de 80 bilhões de neurônios e consome cerca de 20% da energia do corpo (apesar de ocupar apenas 2% da sua massa, como mencionado anteriormente). Funciona como o motor de um carro de corrida: superpoderoso, porém pouco econômico. Precisa de muito combustível para funcionar! E combustível, no nosso caso, significa comida.

                                                           (Disponível em www.estadao.com.br) 

Sobre a forma verbal "tivéssemos", em destaque no texto, analise as afirmações e assinale a correta.
Alternativas
Q827615 Português

                    Cérebro grande nasceu na cozinha

      Imagine só o seguinte: O gorila é três vezes maior do que o homem, mas tem um cérebro três vezes menor. Por quê? Qual foi o fator, ao longo dos milhões de anos de evolução que nos separam dos nossos parentes primatas, que permitiu aos seres humanos desenvolver um cérebro tão grande, proporcionalmente ao tamanho do seu corpo?

      Segundo a pesquisa de uma neurocientista brasileira, foi a invenção da cozinha. Tecnicamente falando, a capacidade de utilizar o fogo para "pré-digerir" os alimentos antes de consumi-los, o que permitiu aos nossos antepassados obter uma quantidade muito maior de energia com muito menos esforço e em muito menos tempo. (Experimente comer uma mandioca crua versus uma mandioca cozida para entender a diferença.)

      Nosso cérebro corresponde, em média, a 2% da massa total do nosso corpo. Parece pouco, mas é muito! Nos outros grandes primatas (chimpanzés, gorilas e orangotangos), essa proporção é de no máximo 0,6%. Uma diferença crucial, que, no fim das contas, é o que mais nos diferencia deles e do resto do mundo animal.

O grande diferencial do Homo sopiens, afinal de contas, é o tamanho desproporcionalmente grande de seu cérebro. De nada adiantaria andarmos eretos e termos dedos tão maravilhosamente articulados se não tivéssemos um cérebro capaz de raciocinar sobre o que vemos e de controlar esses dedos com a fineza e a destreza necessárias para produzir ferramentas, ornamentos e coisas desse tipo. Seria uma anatomia sofisticada, mas não tão vantajosa assim... Sem falar, é claro, nas capacidades cognitivas, de raciocínio, linguagem etc.

      Ter um cérebro maior é bom porque nele cabem mais neurônios. E quanto maior o número de neurônios, maior o seu "potencial de inteligência", por assim dizer.

      Mas essa vantagem neuronal não sai de graça. Manter um cérebro grande (e com muitos neurônios) funcionando custa caro, muito caro em termos energéticos. Seis quilocalorias (6 kCal) por cada bilhão de neurônios, para ser mais exato.

      Um cérebro humano tem, em média, cerca de 80 bilhões de neurônios e consome cerca de 20% da energia do corpo (apesar de ocupar apenas 2% da sua massa, como mencionado anteriormente). Funciona como o motor de um carro de corrida: superpoderoso, porém pouco econômico. Precisa de muito combustível para funcionar! E combustível, no nosso caso, significa comida.

                                                           (Disponível em www.estadao.com.br) 

Sobre o trecho em destaque no segundo parágrafo (Experimente comer uma mandioca crua versus uma mandioca cozida para entender a diferença.), a função da linguagem que predomina é a:
Alternativas
Q827614 Português

                    Cérebro grande nasceu na cozinha

      Imagine só o seguinte: O gorila é três vezes maior do que o homem, mas tem um cérebro três vezes menor. Por quê? Qual foi o fator, ao longo dos milhões de anos de evolução que nos separam dos nossos parentes primatas, que permitiu aos seres humanos desenvolver um cérebro tão grande, proporcionalmente ao tamanho do seu corpo?

      Segundo a pesquisa de uma neurocientista brasileira, foi a invenção da cozinha. Tecnicamente falando, a capacidade de utilizar o fogo para "pré-digerir" os alimentos antes de consumi-los, o que permitiu aos nossos antepassados obter uma quantidade muito maior de energia com muito menos esforço e em muito menos tempo. (Experimente comer uma mandioca crua versus uma mandioca cozida para entender a diferença.)

      Nosso cérebro corresponde, em média, a 2% da massa total do nosso corpo. Parece pouco, mas é muito! Nos outros grandes primatas (chimpanzés, gorilas e orangotangos), essa proporção é de no máximo 0,6%. Uma diferença crucial, que, no fim das contas, é o que mais nos diferencia deles e do resto do mundo animal.

O grande diferencial do Homo sopiens, afinal de contas, é o tamanho desproporcionalmente grande de seu cérebro. De nada adiantaria andarmos eretos e termos dedos tão maravilhosamente articulados se não tivéssemos um cérebro capaz de raciocinar sobre o que vemos e de controlar esses dedos com a fineza e a destreza necessárias para produzir ferramentas, ornamentos e coisas desse tipo. Seria uma anatomia sofisticada, mas não tão vantajosa assim... Sem falar, é claro, nas capacidades cognitivas, de raciocínio, linguagem etc.

      Ter um cérebro maior é bom porque nele cabem mais neurônios. E quanto maior o número de neurônios, maior o seu "potencial de inteligência", por assim dizer.

      Mas essa vantagem neuronal não sai de graça. Manter um cérebro grande (e com muitos neurônios) funcionando custa caro, muito caro em termos energéticos. Seis quilocalorias (6 kCal) por cada bilhão de neurônios, para ser mais exato.

      Um cérebro humano tem, em média, cerca de 80 bilhões de neurônios e consome cerca de 20% da energia do corpo (apesar de ocupar apenas 2% da sua massa, como mencionado anteriormente). Funciona como o motor de um carro de corrida: superpoderoso, porém pouco econômico. Precisa de muito combustível para funcionar! E combustível, no nosso caso, significa comida.

                                                           (Disponível em www.estadao.com.br) 

Sobre a palavra "seu", que aparece em destaque no primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713723 Medicina
Com relação às parasitoses no Brasil, selecione a alternativa que inclui todas as afirmativas incorretas: I. A profilaxia para a maioria das doenças parasitárias se restringe ao uso de vacinas. II. Educação sanitária e o saneamento básico são medidas profiláticas essenciais contra as verminoses. III. Helmintos são parasitas do tubo digestivo, que causam doenças como giardíase, amebíase e toxoplasmose. IV. Protozoários muitas vezes parasitam o homem causando doenças como malária, doença de Chagas e leishmaniose.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713722 Medicina
O principal exame para diagnosticar parasitoses humanas é o exame de fezes. No entanto, algumas parasitoses somente são diagnosticadas se avaliados outros espécimes, como sangue, urina, escarro, etc. Escolha a alternativa na qual o diagnóstico das doenças correspondem aos espécimes abaixo, respectivamente: Fezes / urina / sangue / pele
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713721 Medicina
L.H.G., 5 anos, sexo masculino, chegou ao pediatra apresentando escoriações na região anal, devido ao intenso prurido. A mãe relatou ao médico que o prurido é mais intenso no período da noite. Assinale a alternativa com itens que caracterizam esta parasitose, respectivamente (nome da doença / agente etiológico / exame específico para diagnóstico):
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713718 Medicina
Nos laboratórios e ambientes hospitalares são necessárias medidas de proteção pessoal pois a maioria dos acidentes relacionados a essas atividades ocorre devido ao descuido, descaso, pressa e condições precárias de trabalho. Com relação as medidas de proteção pessoal afirma-se: I. Toda amostra biológica deve ser considerada potencialmente contaminada. II. Os profissionais de saúde devem reencapar agulhas depois do uso antes de descartá-las. III. As substâncias químicas devem ser manipuladas com os equipamentos de proteção individual e coletiva: luvas especiais (resistentes ao material específico de trabalho), máscara, óculos, protetor facial, jaleco, cabine ou câmara de exaustão. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713717 Medicina
O processamento de materiais, equipamentos e superfícies em ambiente hospitalar ou laboratorial envolve diferentes etapas com destaque aos procedimentos de limpeza, esterilização e desinfecção. Sobre estes procedimentos afirma-se: I. Desinfecção consiste no processo de destruição de formas de vida vegetativa, podendo ser realizada por métodos físicos ou químicos. II. Esterilização consiste na destruição de todas as formas de vida microbiana. III. Desinfecção consiste no processo de eliminação, redução e prevenção do crescimento de microorganismos em tecidos vivos. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713716 Medicina
O hormônio Gonadotrofina Coriônica Humana (hCG) é uma glicoproteína secretada durante o desenvolvimento da placenta, logo após a fertilização e, portanto pode ser detectado na urina ou sangue de gestantes, sendo um teste utilizado para detecção de gravidez. Sobre o diagnóstico imunológico da gravidez afirma-se: I. Várias metodologias estão disponíveis para a realização do teste dentre as quais aglutinação em látex e o método imunocromatográfico, conhecido popularmente como “tira reativa”. II. A aglutinação em látex constitui um método de aglutinação indireta, na qual a presença de grumos indica reação antígeno-anticorpo e, consequentemente resultado positivo. III. No teste imunocromatográfico uma única tira colorida corresponde ao controle da reação, o qual envolve a reação do anticorpo anti-IgG de cobaia imobilizado na tira revelado por uma antiimunoglobulina marcada de especificidade para o anticorpo da cobaia em questão. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713715 Medicina
Sobre os anticorpos afirma-se: I. A fase da infecção (aguda ou crônica) pode ser inferida pela pesquisa das diferentes classes de imunoglobulinas, IgM e IgG separadamente. II. No diagnóstico de criança nascida de mãe portadora de infecção, a presença de IgG é suficiente para fechar o diagnóstico de infecção na criança. III. A presença de IgM na criança nascida de mãe portadora de infecção corrobora transmissão da infecção para a criança, já que esta classe de imunoglobulinas é incapaz de atravessar a placenta. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713714 Medicina
A doença de Chagas é causada por um parasita, o Trypanossoma cruzi. O diagnóstico da doença é realizado por métodos parasitológicos, imunológicos e radiográficos. Quanto ao diagnóstico imunológico da doença afirma-se: I. A reação clássica de Machado e Guerreiro, baseada em fixação de complemento, constitui hoje apenas valor histórico, embora existam alguns centros que ainda a utilizem. II. As técnicas baseadas em precipitação embora altamente específica são pouco sensíveis para fins de diagnóstico da doença. III. Os testes imunoenzimáticos vieram melhorar o diagnóstico da doença por serem sensíveis, específicos, de leitura objetiva e passíveis de automação. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713713 Medicina
Streptococcus pyogenes, Beta-Hemolítico do grupo A constitui importante agente etiológico de faringites e outras infecções piogênicas. Seu diagnóstico laboratorial pode ser realizado por técnicas microbiológicas e/ou imunológicas. Sobre o diagnóstico desta bactéria afirma-se: I. A principal limitação dos métodos microbiológicos é o tempo, assim testes imunológicos rápidos como imunofluorescência direta e aglutinação em partículas de látex constituíram uma alternativa diagnóstica. II. Reações de neutralização para estreptolisina O podem ser utilizados nesta rotina diagnóstica. III. A introdução da nefelometria constituiu um avanço no ramo da detecção da anti-estreptolisina O devido a possibilidade de automação do procedimento. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713712 Medicina
A mononucleose infecciosa é causada pelo Epstein-Barr Vírus (EBV) e caracteriza-se por febre, dor de garganta, além de linfoadenopatia. Quanto ao diagnóstico sorológico da mononucleose infecciosa afirma-se: I. Aproximadamente 90% dos pacientes com mononucleose infecciosa apresentam anticorpos heterófilos em seu sangue, os quais podem ser detectados por técnicas imunológicas. II. Amostras com anticorpos heterófilos não reagentes podem ser triadas com a pesquisa de anticorpos específicos, detectáveis facilmente por imunofluorescência ou ELISA. III. Os anticorpos específicos para mononucleose infecciosa não devem ser valorizados no diagnóstico da mononucleose infecciosa crônica se em títulos muito baixos. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713711 Medicina
Sobre o diagnóstico laboratorial da Sífilis afirma-se: I. O teste de triagem utilizado é o VDRL, mas resultados reagentes devem ser confirmados por testes de maior especificidade como o FTA-abs. II. Uma vez diagnosticado, a evolução da terapêutica instituída deve ser acompanhada pelo teste VDRL devido a cicatriz sorológica. III. O FTA-abs é um teste de imunofluorescência indireta que pesquisa anticorpos específicos do tipo treponêmicos. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713709 Medicina
A base da imunologia envolve o conhecimento de preceitos fundamentais em uma resposta imunológica, como o conceito de antígenos. Sobre a definição de antígenos afirma-se: I. Antígenos completos são moléculas imunogênicas e antigênicas; II. A configuração espacial da molécula antigênica é importante na definição de sua imunogenicidade e, implica no acesso aos determinantes antigênicos; III. Haptenos são moléculas de baixo peso molecular, não imunogênicos; mas capazes de desencadear uma resposta imunológica quando carreados adequadamente. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713708 Medicina
Na análise do hemograma a contagem diferencial de leucócitos avalia a resposta do organismo a muitas doenças, em especial infecções bacterianas ou virais. Também avalia reações alérgicas e a parasitas, a resposta a quimioterapia e identifica diversos tipos de leucemia. A técnica consiste em determinar a proporção existente entre as distintas variedades de leucócitos. A contagem diferencial de leucócitos é dos mais valiosos métodos dentre os exames citológicos do sangue. Sobre a série leucocitária assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2013 - EBSERH - Biólogo |
Q713707 Medicina
A presença de anormalidades dos eritrócitos no sangue periférico indica a presença de determinadas patologias. Assim sendo, é incorreto afirmar:
Alternativas
Respostas
9301: A
9302: A
9303: C
9304: E
9305: D
9306: E
9307: A
9308: C
9309: B
9310: C
9311: D
9312: B
9313: C
9314: B
9315: B
9316: B
9317: B
9318: B
9319: C
9320: A