Questões de Concurso Comentadas para biólogo

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Q3335018 Biologia
Assinale a alternativa que corretamente completa a frase a seguir:

"As células apresentadoras de antígenos profissionais (APCs, do inglês Antigen Presenting Cells) são componentes essenciais do sistema imunológico, responsáveis por exibir antígenos para as células T. Entre as APCs profissionais, destacam-se as células ____________, os ____________ e ____________. Essas células capturam antígenos, os processam e apresentam fragmentos desses antígenos em sua superfície, associados a um complexo de histocompatibilidade de classe II." 
Alternativas
Q3335017 Biologia
Leia as afirmativas a seguir sobre o funcionamento dos ribossomos, julgue cada item como verdadeiro (V) ou falso (F) e assinale a alternativa correta.

( ) Os RNAt se conectam aos RNAm dentro de uma estrutura composta por RNA e proteína conhecida como ribossomo. Conforme os RNAt ocupam os espaços no ribossomo e se acoplam aos códons, seus aminoácidos são incorporados à cadeia polipeptídica em crescimento por meio de uma reação química.
( ) Um ribossomo é feito de dois componentes básicos: uma subunidade grande e uma pequena.
( ) Em geral, o ribossomo é um meio proteico e quatro terços RNA ribossômico (RNAr).
( ) O ribossomo possui quatro espaços para RNAt: o sítio A, o sítio P, o sítio E e o sítio Y.
Alternativas
Q3335016 Biologia
Complete a passagem a seguir com as palavras que faltam:

O(A) ___________ é uma vegetação característica de grande parte do interior do Nordeste brasileiro e da região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Consiste em um mosaico de vegetação __________ (adaptada à condição de baixa umidade), que perde suas folhas. É predominantemente composto(a) por vegetação __________ e por um grande número de cactos e bromélias.
Alternativas
Q3335015 Biologia
A reação em cadeia da polimerase (PCR) é uma técnica utilizada na biologia molecular para amplificar determinados segmentos de DNA. O sucesso e a exatidão do PCR dependem de componentes que devem estar incluídos na reação. Relacione os componentes necessários para a realização de uma PCR com suas respectivas funções.

1 - Amostra de DNA
2 - Par de iniciadores (primers)
3 - Nucleotídeos (dNTPs)
4 - Enzima Taq DNA polimerase

A - Serve como molde para a amplificação.
B - Fornece os blocos de construção para a síntese do novo DNA.
C - Reconhece e se liga às extremidades do DNA alvo, iniciando a replicação.
D - Catalisa a formação de novas cadeias de DNA.
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Q3335014 Engenharia Ambiental e Sanitária
A definição e o controle da qualidade da água para consumo humano são fundamentais para garantir a saúde pública. Modalidades como o abastecimento e os parâmetros de qualidade devem ser rigorosamente monitorados. No que tange aos procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano, qual das seguintes definições não está correta?
Alternativas
Q3335013 Biologia
Os organismos autotróficos são aqueles capazes de produzir seu próprio alimento a partir de substâncias inorgânicas, utilizando uma fonte de energia. A classificação desses organismos e suas características é relevante para a compreensão da biodiversidade e dos processos ecológicos. Qual das seguintes afirmações descreve corretamente uma característica exclusiva dos organismos fotossintetizantes?
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Q3335012 Geografia
O estudo das características físicas das bacias hidrográficas serve para a compreensão e análise dos processos hidrológicos e geomorfológicos que ocorrem em seu interior. Além disso, permite entender o comportamento hidrológico das bacias, o que influencia diretamente a velocidade e o padrão de escoamento das águas. Qual parâmetro é utilizado para caracterizar o formato das bacias hidrográficas como alongado ou arredondado?
Alternativas
Q3335011 Biologia
Os ecossistemas dulcícolas são de grande significância no Brasil devido à vasta rede hidrográfica que atravessa o país. A biomassa viva desses sistemas é composta por organismos fotossintetizantes, que incluem algas, macroalgas, briófitas, pteridófitas e angiospermas. Analise as seguintes afirmativas sobre os ecossistemas dulcícolas e indique se são verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) Os sistemas lênticos são formados por rios, riachos e mananciais.
( ) As macroalgas pluricelulares bentônicas incluem Clorofíceas, Rodofíceas e Feofíceas.
( ) As plantas com flores comuns nas águas permanentes incluem Eichornia sp., Pontederia e Sagitaria sp.
( ) As terras úmidas incluem brejos e florestas de pântanos.
( ) A vitória-régia é um exemplo de planta flutuante encontrada em ecossistemas dulcícolas.
Alternativas
Q3335009 Biologia
Qual é a subdivisão da Biogeografia que estuda a distribuição geográfica de vegetais?
Alternativas
Q3335008 Biologia
A estrutura básica doslipídios consiste em ácidos graxos ligados a outras moléculas, formando cadeias hidrocarbonadas longas que podem ser saturadas ou insaturadas, deste modo, afetando suas propriedades físicas e biológicas. Analise as alternativas a seguir e marque aquela que não está correta sobre os lipídios.
Alternativas
Q3335007 Engenharia Ambiental e Sanitária
No processo de desinfecção das águas residuais tratadas em estações de tratamento de esgoto (ETE), são utilizados métodos para a remoção de organismos patogênicos. Sobre o procedimento de desinfecção, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.

1 - O método de cloração é vantajoso devido ao seu baixo custo e elevado benefício na redução de odores e remoção de organismos patogênicos.
2 - A ozonização é um método de desinfecção que, embora válido, é economicamente mais dispendioso e nem sempre aplicável a todas as situações.
3 - A radiação ultravioleta é um método eficiente para desinfecção, mas sua aplicabilidade é limitada a certas condições específicas.
4 - O processo de coagulação precede a etapa de decantação no esquema da ETE.
5 - A etapa de filtração ocorre após a decantação e antes da desinfecção no tratamento de esgoto.
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Q3334980 Noções de Informática
Ao editar e formatar textos no Microsoft Word, para dividir a janela do documento possibilitando a leitura de duas partes diferentes do texto, podese utilizar o comando: 
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Q3334961 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
As vírgulas empregadas no excerto “[...] os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua [...]” ocorrem pelo mesmo motivo que em:
Alternativas
Q3334960 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
A expressão que melhor substitui a preposição “sobre”, que ocorre no excerto “A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço.”, é (considere, quando necessário, que ocorre a contração da preposição com o artigo “a”, que sucede “sobre” no contexto dado): 
Alternativas
Q3334959 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
Analise a voz verbal no excerto dado a seguir e assinale a alternativa que o reescreve corretamente na voz passiva analítica, com o agente da passiva:

“A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra.” 
Alternativas
Q3334957 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3325130 Meio Ambiente
A poluição vai existir toda vez que resíduos (sólidos, líquidos ou gasosos) produzidos por microorganismos, ou lançados pelo homem na natureza, forem superior à capacidade de absorção do meio ambiente, provocando alterações na sobrevivência das espécies. Assim, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3325129 Medicina
De acordo com seus conhecimentos em parasitologia, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3325128 Biologia
Botânica ou Biologia Vegetal é o ramo da ciência que estuda organismos fotossintetizantes, aqueles que produzem seu próprio alimento por meio da fotossíntese, como as plantas, algas e algumas bactérias. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__) Os híbridos, no Reino Vegetal, podem ser resultantes do cruzamento de variedades diferentes de uma mesma espécie.
(__) Os sistemas filogenéticos classificam os organismos de acordo com sua sequência evolutiva, refletindo as relações genéticas.
(__) Gimnospermas são plantas vasculares, com raiz, caule, e folhas.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja CORRETA:
Alternativas
Q3325127 Engenharia Ambiental e Sanitária
Dado o contexto de TECNOLOGIAS EMPREGADAS NA REMEDIAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS COM HIDROCARBONETOS, associe as colunas relacionando os tipos de tratamentos com suas respectivas descrições:

Coluna 1:
A. Tratamentos biológicos.
B. Tratamentos físico-químicos.
C. Processos térmicos.

Coluna 2:
(__) Processos nos quais os contaminantes são transformados em substâncias como dióxido de carbono, água, biomassa em função da ação de microrganismos.
(__) Tais tratamentos apresentam boa relação custo-benefício e, se comparados aos processos biológicos, são rápidos.
(__) Para aumentar a volatilidade, queimar, decompor, destruir ou dissolver os contaminantes. Embora sejam uma alternativa rápida são, em geral, os mais caros.

Assinale a alternativa cuja a sequência da associação, de cima para baixo, esteja CORRETA: 
Alternativas
Respostas
2241: B
2242: D
2243: C
2244: B
2245: E
2246: A
2247: B
2248: C
2249: A
2250: D
2251: E
2252: A
2253: A
2254: B
2255: E
2256: C
2257: E
2258: E
2259: E
2260: E