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A manipulação de formol a 10% nos diversos setores do hospital pode gerar efeitos tóxicos caso o farmacêutico não esteja utilizando os equipamentos de proteção individual adequados.
Todos os medicamentos injetáveis devem ser testados quanto à presença de pirogênios. A presença de todos os tipos de pirogênios em uma preparação pode ser determinada tanto pela injeção do medicamento em coelhos como pelo teste de LAL (limus amoebocyte lysate).
Para se estabelecer o controle de qualidade de antimicrobianos, devem ser realizadas dosagens do princípio ativo e a determinação de atividade microbiológica.
É preconizado que, para os medicamentos manipulados, é suficiente o controle de qualidade do(s) princípio(s) ativo(s).
Os xaropes são soluções concentradas de sacarose (85%) em água. Para preparar 250 mL de um xarope simples, deve-se dissolver 212,5 g de sacarose em água, podendo o processo ser realizado tanto a frio como a quente.
A preparação de suspensões injetáveis e orais requer os mesmos cuidados. Um passo importante na manipulação é o aumento da viscosidade da fase externa, pois, quanto maior a viscosidade, maior a estabilidade das preparações e menor a velocidade de sedimentação das duas suspensões.
Uma solução constituída por um fármaco cujo princípio ativo é um composto orgânico de caráter ácido pode ser preparada em pH fisiológico.
Entre as diferentes substâncias capazes de estimular as terminações nervosas está a bradicinina. A ação dessa substância química depende da liberação de prostaglandinas.
O paracetamol é um anti-inflamatório não esteroidal considerado eficaz como analgésico para dores de baixa intensidade.
A dor neuropática está, frequentemente, associada a estados dolorosos crônicos e é facilmente controlada utilizando-se analgésicos opioides.
Os neurônios sensitivos periféricos que respondem aos estímulos nocivos são os nociceptores polimodais, principalmente de fibras C não mielinizadas.
Quando uma nova droga oncológica está sendo pesquisada, e é realizada uma pesquisa ou ensaio clínico para demonstrar sua eficácia, essa ação é atribuída à farmacoepidemiologia.
É comum os pacientes apresentarem reações adversas aos medicamentos utilizados durante o tratamento oncológico. A identificação, a notificação e o registro dessas reações podem ser chamados de farmacoepidemiologia.
A permanência por muito tempo nas capelas de segurança e em postura inadequada expõe o profissional aos riscos biológicos e físicos, respectivamente.
A técnica de preparo de medicamentos citostáticos exige antissepsia e utilização de luvas de procedimento, que devem ser trocadas apenas em caso de extravasamento ou quando houver mudança de ciclo por paciente.
Antes da manipulação, a superfície de trabalho deve ser coberta com material absorvente para diminuir o risco de contaminação, e, após a manipulação, esse material absorvente deve ser eliminado diariamente sem tratamento, mesmo se acidentalmente medicamentos tóxicos tiverem sido derramados.
A diarreia é uma séria complicação do tratamento oncológico, pois, quando não diagnosticada e tratada, pode desidratar o paciente e comprometer a resposta ao tratamento. Orientações nutricionais e farmacológicas auxiliam no tratamento e facilitam a recuperação do paciente.
Náuseas e vômitos são efeitos adversos desagradáveis na terapia com medicamentos oncológicos e que não podem ser evitados, e o farmacêutico não deve sugerir à equipe médica o uso de antieméticos para auxiliar o paciente.
A caquexia é um dos efeitos adversos do tratamento oncológico, podendo trazer consequências graves e interferir na terapia. O monitoramento desse efeito adverso faz parte de atividades realizadas dentro da assistência farmacêutica.
Uma das atividades da atenção farmacêutica que pode ser desenvolvida durante o tratamento oncológico é alertar o paciente em tratamento sobre os prováveis efeitos colaterais da droga usada na terapia oncológica e suas interações com alimentos e outros medicamentos.